sexta-feira, fevereiro 29, 2008

Penela não Pára

“Penela não pára” é como se designa um mini-autocarro que, de duas em duas horas, irá fazer o percurso até Coimbra, e vice-versa, permitindo, com conforto e qualidade, uma maior mobilidade da população.

Este serviço inovador, em parceria com a Transdev, irá iniciar-se na próxima segunda-feira, 3 de Março, e constitui um exemplo do dinamismo que o anterior gestor de uma multinacional imprime a este município do Pinhal Interior Norte.

Inverno Cultural

Na Associação Cultural e Recreativa de Podentes, dia 1 de Março, Sábado, pelas 21h00 com as actuações:


- Companhia Teatral “Encerrado para Obras”


- Rancho Folclórico do Rabaçal



No dia seguinte, Domingo, 2 de Março, às 15h00, o Inverno Cultural estará no Centro

Cultural de Viavai com:


- Grupo de Cantares “Arroz aos Molhos”


- Grupo de Teatro de Santo Amaro




Para quem é apreciador de arte, sugerimos uma visita à Exposição de Pintura “Diálogos com a Alma”, de Rosando, a ser inaugurada no Sábado, dia 1 de Março, às 18h00, na Sala de Exposições Temporárias do Auditório Municipal da C.M. de Penela, onde estará patente até 23 Março.

Fonte – C.M. Penela

Penela on Fire

Um Festival organizado pelos alunos finalistas do curso Técnico Profissional de Análise Laboratorial da Escola Tecnológica e Profissional de Sicó, Pólo de Penela, que contará com a presença de três bandas e um DJ convidado.
Próximo Sábado, dia 1 de Março, às 22h30, apareça no Pavilhão Multiusos de Penela.



Para mais informações vá a:



www.myspace.com/festivalpenela
http://penelaonfire.hi5.com

terça-feira, fevereiro 26, 2008

Tomadas de Posição


Reproduz-se na íntegra a tomada de posição da sedes que tanta polémica levantou:

«1) UM DIFUSO MAL ESTAR

Sente-se hoje na sociedade portuguesa um mal estar difuso, que alastra e mina a confiança essencial à coesão nacional.

Nem todas as causas desse sentimento são exclusivamente portuguesas, na medida em que reflectem tendências culturais do espaço civilizacional em que nos inserimos. Mas uma boa parte são questões internas à nossa sociedade e às nossas circunstâncias. Não podemos, por isso, ceder à resignação sem recusarmos a liberdade com que assumimos a responsabilidade pelo nosso destino.

Assumindo o dever cívico decorrente de uma ética da responsabilidade, a SEDES entende ser oportuno chamar a atenção para os sinais de degradação da qualidade da vida cívica que, não constituindo um fenómeno inteiramente novo, estão por detrás do referido mal estar.

2) DEGRADAÇÃO DA CONFIANÇA NO SISTEMA POLÍTICO

Ao nível político, tem-se acentuado a degradação da confiança dos cidadãos nos representantes partidários, praticamente generalizada a todo o espectro político.

É uma situação preocupante para quem acredita que a democracia representativa é o regime que melhor assegura o bem comum de sociedades desenvolvidas. O seu eventual fracasso, com o estreitamento do papel da mediação partidária, criará um vácuo propício ao acirrar das emoções mais primárias em detrimento da razão e à consequente emergência de derivas populistas, caciquistas, personalistas, etc.

Importa, por isso, perseverar na defesa da democracia representativa e das suas instituições. E desde logo, dos partidos políticos, pilares do eficaz funcionamento de uma democracia representativa. Mas há três condições para que estes possam cumprir adequadamente o seu papel.

Têm, por um lado, de ser capazes de mobilizar os talentos da sociedade para uma elite de serviço; por outro lado, a sua presença não pode ser dominadora a ponto de asfixiar a sociedade e o Estado, coarctando a necessária e vivificante diversidade e o dinamismo criativo; finalmente, não devem ser um objectivo em si mesmos...

É por isso preocupante ver o afunilamento da qualidade dos partidos, seja pela dificuldade em atrair e reter os cidadãos mais qualificados, seja por critérios de selecção, cada vez mais favoráveis à gestão de interesses do que à promoção da qualidade cívica. E é também preocupante assistir à tentacular expansão da influência partidária – quer na ocupação do Estado, quer na articulação com interesses da economia privada – muito para além do que deve ser o seu espaço natural.

Estas tendências são factores de empobrecimento do regime político e da qualidade da vida cívica. O que, em última instância, não deixará de se reflectir na qualidade de vida dos portugueses.

3) VALORES, JUSTIÇA E COMUNICAÇÃO SOCIAL

Outro factor de degradação da qualidade da vida política é o resultado da combinação de alguma comunicação social sensacionalista com uma justiça ineficaz. E a sensação de que a justiça também funciona por vezes subordinada a agendas políticas.

Com ou sem intencionalidade, essa combinação alimenta um estado de suspeição generalizada sobre a classe política, sem contudo conduzir a quaisquer condenações relevantes. É o pior dos mundos: sendo fácil e impune lançar suspeitas infundadas, muitas pessoas sérias e competentes afastam-se da política, empobrecendo-a; a banalização da suspeita e a incapacidade de condenar os culpados (e ilibar inocentes) favorece os mal-intencionados, diluídos na confusão. Resulta a desacreditação do sistema político e a adversa e perversa selecção dos seus agentes.

Nalguma comunicação social prolifera um jornalismo de insinuação, onde prima o sensacionalismo. Misturando-se verdades e suspeitas, coisas importantes e minudências, destroem-se impunemente reputações laboriosamente construídas, ao mesmo tempo que, banalizando o mal, se favorecem as pessoas sem escrúpulos.

Por seu lado, o Estado tem uma presença asfixiante sobre toda a sociedade, a ponto de não ser exagero considerar que é cada vez mais estreito o espaço deixado verdadeiramente livre para a iniciativa privada. Além disso, demite-se muitas vezes do seu dever de isenta regulação, para desenvolver duvidosas articulações com interesses privados, que deixam em muitos um perigoso rasto de desconfiança.

Num ambiente de relativismo moral, é frequentemente promovida a confusão entre o que a lei não proíbe explicitamente e o que é eticamente aceitável, tentando tornar a lei no único regulador aceitável dos comportamentos sociais. Esquece-se, deliberadamente, que uma tal acepção enredaria a sociedade numa burocratizante teia legislativa e num palco de permanente litigância judicial, que acabaria por coarctar seriamente a sua funcionalidade. Não será, pois, por acaso que é precisamente na penumbra do que a lei não prevê explicitamente que proliferam comportamentos contrários ao interesse da sociedade e ao bem comum. E que é justamente nessa penumbra sem valores que medra a corrupção, um cancro que corrói a sociedade e que a justiça não alcança.

4) CRIMINALIDADE, INSEGURANÇA E EXAGEROS

A criminalidade violenta progride e cresce o sentimento de insegurança entre os cidadãos. Se é certo que Portugal ainda é um país relativamente seguro, apesar da facilidade de circulação no espaço europeu facilitar a importação da criminalidade organizada. Mas a crescente ousadia dos criminosos transmite o sentimento de que a impune experimentação vai consolidando saber e experiência na escala da violência.

Ora, para além de alguns fogachos mediáticos, não se vê uma acção consistente, da prevenção, da investigação e da justiça, para transmitir a desejada tranquilidade.

Mas enquanto subsiste uma cultura predominantemente laxista no cumprimento da lei, em áreas menos relevantes para as necessidades do bom funcionamento da sociedade emerge, por vezes, uma espécie de fundamentalismo utra-zeloso, sem sentido de proporcionalidade ou bom-senso.

Para se ter uma noção objectiva da desproporção entre os riscos que a sociedade enfrenta e o empenho do Estado para os enfrentar, calculem-se as vítimas da última década originadas por problemas relacionados com bolas de Berlim, colheres de pau, ou similares e os decorrentes da criminalidade violenta ou da circulação rodoviária e confronte-se com o zelo que o Estado visivelmente lhes dedicou.

E nesta matéria a responsabilidade pelo desproporcionado zelo utilizado recai, antes de mais, nos legisladores portugueses que transcrevem para o direito português, mecânica e por vezes levianamente, as directivas de Bruxelas.

5) APELO DA SEDES

O mal-estar e a degradação da confiança, a espiral descendente em que o regime parece ter mergulhado, têm como consequência inevitável o seu bloqueamento. E se essa espiral descendente continuar, emergirá, mais cedo ou mais tarde, uma crise social de contornos difíceis de prever.

A sociedade civil pode e deve participar no desbloqueamento da eficácia do regime – para o que será necessário que este se lhe abra mais do que tem feito até aqui –, mas ele só pode partir dos seus dois pólos de poder: os partidos, com a sua emanação fundamental que é o Parlamento, e o Presidente da República.

As últimas eleições para a Câmara de Lisboa mostraram a existência de uma significativa dissociação entre os eleitores e os partidos. E uma sondagem recente deu conta de que os políticos – grupo a que se associa quase por metonímia "os partidos" – são a classe em que os portugueses menos confiam.

Este estado de coisas deve preocupar todos aqueles que se empenham verdadeiramente na coisa pública e que não podem continuar indiferentes perante a crescente dissociação entre o conceito de "res pública" e o de intervenção política!

A regeneração é necessária e tem de começar nos próprios partidos políticos, fulcro de um regime democrático representativo. Abrir-se à sociedade, promover princípios éticos de decência na vida política e na sociedade em geral, desenvolver processos de selecção que permitam atrair competências e afastar oportunismos, são parte essencial da necessária regeneração.

Os partidos estão na base da formação das políticas públicas que determinam a organização da sociedade portuguesa. Na Assembleia ou no Governo exercem um mandato ratificado pelos cidadãos, e têm a obrigação de prestar contas de forma permanente sobre o modo como o exercem.

Em geral o Estado, a esfera formal onde se forma a decisão e se gerem os negócios do país, tem de abrir urgentemente canais para escutar a sociedade civil e os cidadãos em geral. Deve fazê-lo de forma clara, transparente e, sobretudo, escrutinável. Os portugueses têm de poder entender as razões que presidem à formação das políticas públicas que lhes dizem respeito.

A SEDES está naturalmente disponível para alimentar esses canais e frequentar as esferas de reflexão e diálogo que forem efectiva e produtivamente activadas.

Sedes, 21 de Fevereiro de 2008

O Conselho Coordenador

(Vitor Bento (Presidente), M. Alves Monteiro, Luís Barata, L. Campos e Cunha, J. Ferreira do Amaral, Henrique Neto, F. Ribeiro Mendes, Paulo Sande, Amílcar Theias

Qualidade de Vida


«O concelho da Lousã ocupa a quinquagésima oitava posição a nível nacional, no que respeita aos concelhos com melhor qualidade de vida, de acordo com um índice elaborado pela Universidade da Beira Interior

O Índice Concelhio de Qualidade de Vida, elaborado pelo observatório para o Desenvolvimento Económico e Social daquela Universidade, coloca a Lousã como o terceiro melhor concelho, no distrito de Coimbra, atrás da cidade dos estudantes, na 15ª posição, e da Figueira da Foz, que ocupa o 42º posto da tabela.
Com um Indicador de Qualidade de Vida (IQV) de 102.45 pontos, a Lousã aparece em pé de igualdade na tabela com o concelho de Beja (57ª posição) e Oliveira do Bairro (59ª posição).
Ainda em relação a outros concelhos do distrito de Coimbra, Castanheira de Pêra aparece na 74ª posição, Poiares (115ª), Penela (149ª), Miranda do Corvo (158ª), Góis (191ª) e Arganil (193ª).

Este estudo, que tem por base o anuário estatístico de 2004 do Instituto Nacional de Estatística, coloca na liderança do “ranking” os concelhos de Lisboa e Albufeira, e nas últimas posições os concelhos de Vinhais e Sabugal, num total de 278 municípios abrangidos.
O relatório “Os Municípios e a Qualidade de Vida em Portugal: Proposta Metodológica com vista à sua Mensuração e Ordenação”, elaborado por Pires Manso, professor catedrático da Universidade da Beira Interior e Nuno Simões, técnico do Observatório analisa um vasto conjunto de variáveis. Assim sendo, variáveis quantitativas, como o produto interno bruto ou o consumo, e variáveis qualitativas, como a disponibilidade de bens culturais, por exemplo, foram apenas alguns dos aspectos tidos em conta na elaboração do índice. O estudo fez uma avaliação de cada concelho, tendo em conta os factores da educação e mercado de emprego, infra-estruturas, e ambiente económico e habitacional.

Três domínios em atenção no estudo
Elaborado a partir de uma base de dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) relativa a 2004, onde figura um conjunto imenso de variáveis, o estudo analisou as diversas variáveis consideradas que constam na base de dados, que tem três ordens de condições: materiais, sociais e económicas.

Nas primeiras, as condições materiais, as mais importantes para este índice, há variáveis como equipamentos de comunicação, onde se incluem estações e postos de correio; equipamentos culturais, como o número de bibliotecas, galerias de arte, espaços culturais e de museus, por mil habitantes.

Também os números de Centros de Saúde e as suas extensões, hospitais, farmácias, bem como enfermeiros e médicos ao serviço. Todos os estabelecimentos por mil habitantes, desde o pré-escolar até ao superior e as infra-estruturas básicas foram contabilizados. Portanto, as autarquias que tenham bons resultados nestes itens acabam por sair beneficiadas.
Nas condições sociais há variáveis como a dinâmica cultural, medida através das despesas per capita em Cultura das câmaras e utilizadores das bibliotecas por habitante. Outras variáveis são as taxas de analfabetismo, abandono escolar, natalidade e mortalidade. É também analisada a Saúde, medida pelo número de consultas nos Centros de Saúde por mil habitantes e a taxa de incidência de doenças de declaração obrigatória.
Já o dinamismo económico é medido pelas despesas das Câmaras e pelo número de empresas e de sociedades por mil habitantes, as licenças de habitação concedidas pelas autarquias, contratos de compra e venda em milhares de euros, e crédito à habitação por habitante.
Também foi analisado o mercado de trabalho, através da taxa de desemprego e dos postos de trabalho, e o rendimento ou consumo, medido pelo rendimento mensal por conta de outrem e pelo valor dos levantamentos nas caixas Multibanco por mil habitantes.

Concelhos do Distrito de Coimbra:
Posição – Concelho – IQV
15º – Coimbra – 133,45
42º – Figueira da Foz – 107, 28
58º – Lousã – 102,45
74º – Castanheira de Pêra – 97,91
115º – Vila Nova de Poiares – 85,72
149º – Penela – 73,50
158º – Miranda do Corvo – 70,29
191º – Góis – 58,91
193º – Arganil – 58,68
Os 20 +
Lisboa 205,07; Albufeira 181,04; S. João da Madeira 168,57; Porto 161,05; Sintra 158,73; Lagos 158,51; Cascais 148,57; Lagoa 143,95; Vila Franca de Xira 142,82; Aveiro 142,81; Loulé 141,43; Portimão 140,04; Oeiras 135,78; Faro 134,13; Coimbra 133,45; Marinha Grande 131,56; Vila Real de Santo António 130,86; Amadora 130,32; Palmela 128,77; Sines 128,65.
Os 20 –
Murça 32,55; F. de Castelo Rodrigo 31,71; Penedono 30,35; Idanha-a-Nova 30,16; Mondim de Basto 28,97; Cinfães 28,42; Vila Flor 27,98; Carrazeda de Ansiães 27,46; Valpaços 26,56; V. N. de Foz Côa 25,09; Alcoutim 23,56; Penamacor 21,89; Boticas 19,34; Terras de Bouro 18,33; Aguiar da Beira 14,97; P. do Castelo 14,43; Pampilhosa da Serra 13,69; Resende 12,72; Vinhais 5,32; Sabugal 5,29. »
In Trevim

sábado, fevereiro 23, 2008

Novas Paragens de Metro em Coimbra


O eléctrico rápido irá passar no “coração da Solum”, levando a alterações rodoviárias



A Metro Mondego vai apresentar esta segunda-feira a proposta de novo traçado do projecto na zona da Solum, que se traduz, no essencial, em mais cerca de 400 metros de linha, duas paragens e um acesso mais próximo às várias escolas e ao centro comercial Dolce Vita. «O traçado já tinha sido aprovado em Agosto, agora apresentamos a solução já mais testada, com todos os pormenores», disse, ao Diário de Coimbra, Álvaro Maia Seco. O presidente da Sociedade Metro Mondego (SMM) entende que se está perante «uma excelente solução, que aproxima o traçado de onde está a procura. Agora, passa verdadeiramente no coração da Solum, de modo a servir mais pessoas».


A nova solução vai ter implicações rodoviárias como é o caso do acesso ao Jardim Escola João de Deus, em que os pais estão preocupados com a passagem do metro junto à porta principal do estabelecimento de ensino pelo que vão reunir para a semana com os responsáveis da Metro Mondego (ver caixa). Por outro lado, passa a ficar livre parte do canal hoje em dia utilizado pelo comboio.


Em suma, com este novo traçado, o metro (quando vier no Sentido Lousã-Coimbra) que seguia da zona da Casa Branca directamente para a actual paragem de S. José, faz uma incursão pela zona da Solum. Há uma paragem na Casa Branca (perto da esquadra da PSP), segue para a Avenida Fernando Namora (onde passa a haver uma paragem) e inflecte para a Avenida General Humberto Delgado até à zona da Escola Superior de Educação (onde se situa outra paragem). Depois, desce a Alameda D. João III até à zona da Praceta 25 de Abril onde ficará a paragem de S. José. O canal deste novo traçado já tinha sido aprovado pela Câmara em Agosto mas só esta segunda-feira os vereadores ficarão a conhecer os pormenores relativos a toda a integração urbana. Por exemplo, a escola que fica junto ao Jardim-Escola João de Deus terá de ser alvo de uma pequena obra e na Casa Branca terão de ser abertas novas artérias.


Segunda-feira de manhã, numa reunião extraordinária do executivo para analisar o Plano Estratégico, a equipa da Metro Mondego vai apresentar e explicar as soluções propostas, sendo de admitir que na reunião do executivo da parte da tarde se posso tomar já alguma deliberação.
Esta alteração, recorde-se, foi introduzida já pela nova administração que defendeu mais paragens na zona da Solum. Se a autarquia der luz verde ao traçado, o projecto é enviado para Lisboa, uma vez que se insere na primeira fase da empreitada. De acordo com a planificação existente, a Refer deve lançar até Maio/Junho o concurso público para a modernização do ramal entre Serpins e a Estação do Parque (está ainda em estudo a hipótese da primeira fase se estender até à Estação Velha). É objectivo da Metro Mondego ter a linha em obra ainda este ano de modo a que as primeiras composições entrem em funcionamento no primeiro trimestre de 2011. «É para isso que estamos a trabalhar diariamente», refere Álvaro Maia Seco.



Pais temem pela segurança dos filhos



Com esta proposta, a zona pedonal da Alameda D. João III passa a ser atravessada pelo canal do metro, impedindo o acesso automóvel às duas escolas ali existentes. No caso do Jardim-Escola João de Deus, uma primeira nota enviada pela direcção do estabelecimento aos encarregados de educação dava conta que o «acesso ao Jardim-Escola sofrerá algum condicionamento, já que não poderá haver estacionamento mesmo que provisório». Uma informação que era prestada na sequência de uma reunião solicitada pela Metro Mondego. Esta semana, e após vários pais se terem revelado bastante preocupados com esta alteração (entendem que a segurança dos filhos está em causa), a Direcção do Jardim-Escola enviou nova carta em que anuncia a realização de uma reunião, quarta-feira, com responsáveis da empresa, para esclarecer a passagem do metro naquela rua.


Ana Isabel Brito é uma das mães que estará presente na referida reunião, até porque acredita que a solução «poderá ter retorno». «Se a solução não fosse de todo aberrante, não havia tantas ofertas à escola», refere, adiantando que a Sociedade Metro Mondego já se ofereceu para «dar material, construir um novo recreio, fazer uma nova ala».


Neste momento, recorda, às horas de entrada e saída das crianças (perto de um milhar) das duas escolas, os pinos descem e permitem o acesso aos automóveis. A direcção da escola, acrescenta, tem recusado alterar a entrada de acesso, sendo que uma das soluções apresentadas passava por construir um parque de estacionamento numa zona que hoje funciona como «área de lazer». «Seria um total absurdo», acrescenta.


Todavia, será esta a solução proposta pela Metro Mondego, como nos referiu Álvaro Maia Seco. «Há uma forma de utilização do espaço público que deixa de ser possível», refere o responsável da SMM, sublinhando que a obra não vai mexer com as instalações da escola. «Vamos propor que seja criado um espaço de estacionamento alternativo, logo a Sul do João de Deus, que permita que os pais parem lá apenas nas horas de entrada e saída», explica, acrescentando que «é com todo o gosto» que os técnicos da SMM estarão presentes na reunião de esclarecimento de quarta-feira.

In Diário de Coimbra, 23.02.2008


sexta-feira, fevereiro 22, 2008

Serviço Nacional de Saúde em Debate

Este fim-de semana já cheira a Primavera!

Este será mais fim-de- semana de Inverno Cultural, no Domingo, dia 24, pelas 15h00, no Centro Cultural da Chainça e Camarinha vão estar:

- Sociedade Filarmónica do Espinhal


- Kumytuna


INVERNO CULTURAL sempre perto de si....

Aproveite o fim-de-semana que se avizinha e visite o concelho de Penela, venha sentir a Primavera e passeie pelas nossas bonitas paisagens!

Fonte – C.M. Penela

Aldeias do Xisto são notícia


Inauguração da Loja Aldeias do Xisto Candal
Vai ser inaugurada, no dia 23 de Fevereiro, pelas 15h, a Loja Aldeias do Xisto do Candal, na Lousã.


Programa
15h: Inauguração Oficial
- Trabalho ao vivo pelos artesãos residentes;
- Inauguração de Exposição sobre o Pão (fotografias de José Luís Santos);
- Animação com o Grupo Etnográfico da Região da Lousã, Companhia Marimbondo, Fernando Meireles (Sanfona)
- Lanche com viagem através dos sabores serranos


Esta Loja situa-se numa das Aldeias do Xisto mais bonitas da Serra da Lousã, junto à estrada que liga Lousã a Castanheira de Pera. Aqui poderá encontrar uma vasta gama de produtos artesanais da marca Aldeias do Xisto, nomeadamente os doces e licores, os vinhos, os enchidos e o mel, e também artesanato contemporâneo ou tradicional em peças únicas de autor.

A Loja Aldeias do Xisto do Candal é gerida por um pequeno grupo de artesão de áreas diversas, por isso o trabalho ao vivo no espaço da loja pode ser apreciado quase diariamente. Além disso prepara-se um programa de actividades e ateliers desenvolvido para escolas e grupos em geral, com os seguintes temas:
Passeio com histórias, visita guiada − Introdução à arquitectura e construção de miniaturas de casas em xisto;
Introdução à flora da Serra da Lousã, colheita, prensagem e colagem de flores secas;
Hora de conto - como era a vida na aldeia antigamente;
Confecção de pão, queijo e doces à moda antiga;
Danças e cantares da Serra da Lousã;
Escultura em madeira;
Cerâmica;
Teatro de fantoches

Venda do Candal, Lda
(351) 239 991 393
catraiadocandal@portugalmail.pt
23.02.2008 a 23.02.2008
Canoagem - Percurso dos Mineiros e da Aldeia do Xisto
Aventura no Zêzere, em espaços e traços rurais!Iniciaremos a descida do rio na vila de Silvares e terminaremos a "jornada" na aldeia do Xisto da Barroca. No percurso atravessamos zonas muito distintas: inicialmente pinhal e depois uma zona onde a presença humana foi muito marcante, sendo possível observar uma exploração mineira abandonada e as escombreiras! O percurso é de alguma forma acidentado, com a passagem de alguns pequenos rápidos, no entanto acessível a todos! Descubra mais sobre a Aldeia do Xisto de Barroca

Grau 5
(+351) 934 743 519
contacto@grau5.pt
http://www.grau5.pt
Da Ferraria de S. João ao Casal de S. Simão - A pé pelas Aldeias do Xisto
Conheça as Aldeias do Xisto - Casal de S. Simão e Ferraria de S. João – e o património natural que as envolve. Desça as cristas quartzícas e caminhe pelas levadas que outrora moviam azenhas. Saboreie a gastronomia regional num piquenique servido durante o percurso e, se for tempo disso, relaxe com um banho nas águas límpidas da Ribeira de Alge.

Descubra as Aldeias do Xisto de Ferraria de S. João e de Casal de S. Simão

Go Outdoor
916 428 275
info@go-outdoor.pt
www.go-outdoor.pt
2º Workshop Património do Xisto
Vai realizar-se, entre os dias 25 de Fevereiro e 14 de Março, em Janeiro de Cima, concelho do Fundão, o 2º workshop da "Rede do Património do Xisto", um projecto internacional entre a Rede das Aldeias do Xisto em parceria com o Museu de Røros, uma cidade classificada como Património da Humanidade pela UNESCO, na Noruega.

Descubra a Aldeia do Xisto de Janeiro de Cima.

ADXTUR - Agência Desenvolvimento Turístico das Aldeias do Xisto
275 647 700
info@aldeiasdoxisto.pt

Inverno Cultural passou por Penela e S. Sebastião

O Inverno Cultural passou pelo Auditório Municipal de Penela no passado dia 16, que se encheu de pessoas para verem o Ensemble de Saxofones do Conservatório de Música de Coimbra e a Orquestra Ligeira da Sociedade Filarmónica Penelense.
Uma noite bastante agradável, em que o calor humano deu alento aos artistas que proporcionaram mais um excelente momento musical e cultural.

Domingo, dia 17, foi o dia de S. Sebastião receber o Inverno Cultural, uma tarde chuvosa, mas que mesmo assim não afastou o público do Centro Cultural de S. Sebastião.
A animação cultural, desta feita, esteve a cargo da Kumytuna, grupo de música popular do nosso concelho e da Quantunna, Tuna Mista da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.
Uma tarde que se revelou bastante animada, com a actuação das duas tunas que “deram música” a quem por lá passou.

Nova Convenção sobre o traçado da IC3




«A fase de discussão pública do estudo de impacto ambiental do novo traçado do IC3 entre Tomar e Coimbra motivou a realização de uma convenção na Câmara Municipal de Miranda do Corvo que reuniu grande número de pessoas.
Este novo traçado do IC3 vai contemplar obras gigantescas na região de Coimbra.
Este lanço do IC3 vai cruzar, para além de Miranda do Corvo, os concelhos de Coimbra, Condeixa-a-Nova, Penela, Figueiró dos Vinhos, Ansião, Alvaiázere, Ferreira do Zêzere e Tomar, permitindo “a interligação rápida e segura entre a variante de Tomar, o IC8 em Avelar, a A1/IC2/EN1, em Condeixa, e a circular externa de Coimbra, que se encontram construídas e em exploração.”
Este estudo entrou em fase de discussão pública no dia 4 de Janeiro, podendo ser consultado nas câmaras municipais dos concelhos atravessados até ao dia 6 de Março.
No decorrer da convenção foram apresentadas aos presentes as duas hipóteses de traçado para o concelho de Miranda do Corvo.
Das propostas apresentadas, foi unanimemente considerada pelos presentes como melhor opção o traçado que passa entre Penela e Miranda, denominado solução 1B. Esta hipótese de traçado passará a nascente de Penela, atravessando a EN342 próximo de Lamas, seguindo para Almalaguês. Este traçado beneficiará todos os outros concelhos que já são servidos pelo actual IC3, e que se localizam a sul de Penela, e tem a grande vantagem de ir permitir um bom acesso a Coimbra, ao IP3 e à A1. Para ligação ao IP3 foi considerada a mais vantajosa a solução 1.
Nesta opção, depois de atravessar Almalaguês, já à entrada de Ceira, será construída uma nova ponte sobre o rio Dueça. A partir daqui, o IC3 segue em túnel até à margem esquerda do rio Ceira, entre as localidades de Cabouco e Boiça, voltando à superfície para atravessar o rio Ceira, através de uma ponte nova.
Já na margem direita do Ceira, o IC3 seguirá noutro túnel que atravessará a Serra do Carvalho, terminando a jusante das Carvalhosas. Entre as Carvalhosas e a Ponte da Portela surgirá uma nova travessia do Mondego, seguindo pelo Chão do Bispo e Picoto dos Barbados até perto da Mata Nacional de Vale de Canas. Neste ponto nasce um novo túnel que vai terminar perto da circular externa de Coimbra.
Estas duas soluções são também apresentadas no estudo de impacto ambiental como as menos danosas.
No Plano Rodoviário Nacional 2000, o IC3 toma a designação de Coimbra-Setúbal, contemplando duas vias em cada sentido, com 24 metros de largura. O estudo de tráfego apresenta valores diários de 21 a 25 mil veículos, em 2012, e de 26 a 30 mil, em 2032.»

Fonte - C.M.M.C

quinta-feira, fevereiro 21, 2008

Co-incineração em Souselas: testes iminentes?



«Um comunicado da Cimpor indica que os resíduos industriais perigosos utilizados, em Souselas (Coimbra), no arranque dos testes da co-incineração são resultantes do “processamento de resíduos de hidrocarbonetos” e provenientes de vários sectores industriais.(...) Ao início da tarde de hoje, João Pardal, presidente da Junta de freguesia de Souselas, disse desconhecer que esteja a ser efectuada ou que tenha sido iniciada qualquer actividade de testes ou queima de resíduos industriais perigosos na cimenteira local.(...) O Centro de Produção da Cimpor em Souselas (Coimbra) parece ter reunido as condições para dar início aos testes da co-incineração de resíduos industriais perigosos.»

In Campeão das Províncias


sábado, fevereiro 16, 2008

Festival Gastronómico de Caça e Pesca da Lousã já começou


«Durante 10 dias, as especialidades típicas da região prometem despertar, ainda mais, o apetite. A aliança entre a boa mesa e o turismo quer dar frutos com a organização do Festival Gastronómico de Caça e Pesca da Lousã.

Bifes de veado com tortulhos, espetada de caça, faisão com castanhas, lombo de javali assado no forno ou perdiz do campo à Beirão. Se, ainda, não está satisfeito, há sempre lugar para uma sobremesa. Mousse de frutos silvestres, migas de abóbora, tigelada ou tarte de requeijão. Estes e outros sabores vão estar à mesa dos 16 restaurantes aderentes à terceira edição do Festival Gastronómico de Caça e Pesca da Lousã.


O objectivo é a promoção turística, aproveitando a gastronomia, por si só um foco de atracção para o concelho da Lousã e região. Quem o afirma é o vice-presidente do município e vereador responsável pelo pelouro do Turismo. Luís Antunes está convicto que a iniciativa vai ser mais uma vez um sucesso, à semelhança das edições anteriores.


A aposta nos produtos endógenos, resultantes da caça e pesca, e na riqueza e diversidade da Serra da Lousã é estratégia da Câmara Municipal da Lousã. "A gastronomia é a nossa imagem de marca, temos que saber aproveitá-la, potenciando-a, com qualidade", salientou o vereador. Luís Antunes falou durante a apresentação do festival, que decorreu num dos restaurantes aderentes. O cenário natural que envolve o restaurante O Burgo foi, assim, o palco para mais uma mostra do que melhor, na arte de cozinhar, se faz no concelho.



Até ao dia 24 de Fevereiro não vai haver tempo para dietas. O Burgo, A Cave, Café Lousanense, O Mar Alto, Barca do Arouce, Tó dos Frangos, Astro 2, Borges, São Paulo, A Viscondessa, Ti' Lena, Casa Velha, Copa, Lousã Alameda, O Botânico e Sementes e Rebentos prometem despertar o apetite.
O cardápio apresentado pelos restaurantes aderentes não deixa ninguém indiferente e coloca a Lousã como destino a visitar. Assim, a maior dificuldade vai ser a escolha da ementa, entre tantas opções e de tão alta qualidade. Para ajudar na digestão nada melhor do que um cálice bem servido de Licor Beirão, já uma referência nacional e internacional, produzido pela família Redondo a partir da Quinta do Meiral, na Lousã.


A par da experimentação das diversas iguarias, a riqueza paisagística é também um foco de atracção. Até dia 24 de Fevereiro "o saber fazer, o saber comer, o saber utilizar, o saber aproveitar", passa pela Lousã.»

In Beiras

ARCIL comemora 31 anos de existência


«Foi a 7 de Fevereiro de 1977 que as portas da Associação para a Recuperação de Cidadãos Inadaptados da Lousã (ARCIL) se abriram pela primeira vez. Trinta e um anos volvidos, a instituição homenageou de forma “simples”, os seus fundadores, antigos presidentes de direcção e amigos em geral.»
In Trevim


Inverno Cultural

Este fim-de-semana o Inverno Cultural será no Sábado e Domingo.
No Sábado, dia 16, pelas 21h00 no Auditório Municipal pode assistir aos seguintes espectáculos:
- Ensemble de Saxofones do Conservatório de Música de Coimbra
- Orquestra Ligeira da Sociedade Filarmónica Penelense.

No Domingo, dia 17, pelas 15h00, no Centro Cultural de S. Sebastião vão estar:
- Kumytuna
- Tuna Académica Quantunna

Programe o seu fim de semana, passe-o connosco, em Penela!

Fonte: C.M. Penela

II ORI BTT de Penela



No próximo sábado, dia 16, decorre no concelho o II ORI BTT de Penela, uma parceria da N.A.D.A, com o Município de Penela.
Prova de orientação em BTT (âmbito local) com ordem livre de execução de pontos, a participação é aberta a atletas federados e não federados podendo participar num dos 3 escalões previstos (OPT 1 curto - OPT2 médio - OPT 3 longo) individualmente ou em grupo. A prova desenrola-se no concelho de Penela sendo a concentração no Espinhal.

PROGRAMA:
09:00 - Abertura ao secretariado.
10:00 – Inicio das partidas.
13:00 - Cerimónia de Encerramento e entrega de Prémios.

sexta-feira, fevereiro 15, 2008

Apaixone-se em Penela!

A mensagem de S. Valentim (Município de Penela), convidando a uma visita ao concelho de Penela, onde com pouco dinheiro e muita imaginação, a autarquia tem operado verdadeiros milagres:

«Neste dia de S. Valentim (14.02.2008) sugerimos que visite o concelho de Penela que têm inúmeros cantos e recantos que apelam ao romantismo deste dia. Desde o Castelo de Penela ao Germanelo, à fantástica vista da serra de Chanca sobre o vale do Rabaçal…

Visite os nossos restaurantes, alguns deles com menu especial alusivo ao dia de S. Valentim, aproveite e prove um dos nossos produtos endógenos que “é doce como o amor”, o MEL.

Aproveite a tarde para dar um passeio pela serra do Espinhal, uma visita pela bela cascata da Pedra da Ferida, um percurso cheio de romantismo. Ao final da tarde, depois de uma passagem pela Praia Fluvial da Louçainha, uma paragem no miradouro do relógio de sol para ver um magnifico pôr do sol.
Visite o nosso site em http://www.cm-penela.pt/turismo/index.php e veja os locais do concelho a visitar.

Esperamos por si! »

Fonte: C.M. Penela

quarta-feira, fevereiro 13, 2008

Era de borla, não era?

Com auxílio da lupa:
«Despacho n.º 1156/2008
Nos termos e ao abrigo do disposto no artigo 6º do Decreto-Lei n.º 164/2006, de 9 de Agosto, conjugados com o disposto na alínea a) do artigo 6º dos Estatutos da Fundação de Arte Moderna e Contemporânea - Colecção Berardo, aprovados pelo mesmo diploma, determino:
1 - Que o Fundo de Fomento Cultural atribua à Fundação Colecção Berardo a quantia de 500.000.000 € (quinhentos mil euros) correspondente à prestação devida durante o mês de Setembro de 2007.
2 - O Presente despacho produz efeitos a partir de 1 de Setembro de 2007 e revoga o meu anterior despacho nº 28 MC/2007, de 31 de Agosto de 2007.(...)»
Citando o Diário da República, 2ª Série, n.º 6, de 9 de Janeiro de 2008

Uma só palavra - Escandaloso!

segunda-feira, fevereiro 11, 2008

3º Festival Gastronómico de Caça e Pesca - 15 a 24 de Fevereiro de 2008



A Câmara Municipal da Lousã vai levar a efeito o 3º Festival Gastronómico de Caça e Pesca, na sequência das acções empreendidas nos anos anteriores.

“Nos tempos mais antigos, teve a castanha um papel preponderante na alimentação do povo da Lousã, assim como as hortaliças, caça, alguns produtos de animais domésticos, juntamente com pão, trigo e centeio. Depois vieram o milho e a carne de açougue, e mais tarde a batata e o arroz, o peixe seco (bacalhau e outros) e o peixe de água doce – trutas e bogas desde há muito são que utilizados, uma vez que estavam acessíveis no rio Arouce ou mesmo no Ceira.


Gastava-se uma maior quantidade de azeite, mas relativamente pouco vinho. O arroz doce nunca falta nos casamentos, com belos desenhos e letras bordadas com canela.


Nos últimos tempos do século XIX a alimentação da maior parte dos lousanenses resumia-se ainda à broa (em geral de milho amarelo, moído nas muitas azenhas espalhadas ao longo dos rios e levadas), hortaliças (couves e nabos), batatas, feijão, arroz, sardinha, azeitonas e bacalhau (sobretudo na Quaresma).”


Estes eventos têm sido marcantes pela motivação e mobilização que têm gerado entre os profissionais de hotelaria e restauração do nosso Concelho.


Ao levar a cabo esta iniciativa, a Câmara Municipal da Lousã mantém o seu esforço no sentido da criação de um turismo sustentável – a recuperação e promoção das nossas especificidades próprias – as tradições, o artesanato, a gastronomia, mas também o território e a paisagem (o saber fazer, o saber comer, o saber utilizar, o saber aproveitar) e de certa forma, amigo do ambiente.


A Serra da Lousã na sua imensa riqueza e diversidade é a nossa imagem de marca. A gastronomia é uma das vertentes que temos que saber aproveitar, potenciando-a, com qualidade.


A caça e a pesca, ontem como hoje, são recursos à nossa disposição, que nos cabe aproveitar e gerir, articulando-se os saberes que nos foram legados com as exigências das actuais gerações.


Através deste Festival continuamos a pretender que todos possam experimentar diversas iguarias características da nossa região e ligadas a duas actividades que nos são familiares e que os Visitantes possam desfrutar, também, a nossa riqueza paisagística.

Férias Activas - Páscoa 2008

A Câmara Municipal da Lousã, a exemplo de anos anteriores, irá promover nos dias 17, 18, 19, 20, 24, 25, 26, 27, 28 e 31 de Março de 2008 as “Férias Activas – Páscoa 2008”. Este programa que se destina aos jovens com idades compreendidas entre os 6 e os 14 anos, é uma sugestão para a ocupação dos tempos livres, com inúmeras actividades lúdicas, desportivas e recreativas, durante o período das Férias Escolares da Páscoa. Visando o desenvolvimento integral dos jovens, o Programa das Férias Activas contempla jogos Pré-Desportivos, Jogos Tradicionais, Futebol, Andebol, Basquetebol, Voleibol, Natação, Mini-Ténis, Peddy-Papper, Passeio Pedestre e muito mais, sendo as actividades sempre acompanhadas por técnicos devidamente credenciados. A frequência nas actividades de Férias Activas estará sujeita ao pagamento de uma taxa de inscrição no valor de 13€. As inscrições e/ou solicitação de mais informações poderão ser efectuadas no Sector de Desporto e Tempos Livres da Câmara Municipal da Lousã até ao dia 12 de Março de 2008. No 1º dia das actividades (17 de Março), a concentração terá lugar no Pavilhão Municipal Nº2 (Anexo à Escola EB 2,3 da Lousã), pelas 14h. Nota: Famílias que possuam duas ou mais crianças inscritas usufruem de 20% de redução em cada uma delas. A inscrição nas férias activas para as crianças que comprovem que se encontram inseridas nos escalões 1 e 2 (Acção Social Escolar) têm 80% e 60% de redução do total da inscrição, respectivamente. Os descontos apresentados não são acumuláveis.

Aldeias do Xisto


16.02.2008 a 17.02.2008

Reabertura do Centro de Pára-quedismo das Moitas

Vai reabrir o Centro de Pára-quedismo das Moitas, em Proença-a-Nova. No fim-de-semana de 16 e 17 de Fevereiro celebra-se a reabertura do Centro de Pára-quedismo das Moitas, em Proença-a-Nova, com saltos permanentes de dois aviões a mais de cinco mil metros de altitude. Para a noite de Sábado está ainda marcada uma festa.

17.02.2008 a 17.02.2008

Da Ferraria de S. João ao Casal de S. Simão - A pé pelas Aldeias do Xisto

Conheça as Aldeias do Xisto - Casal de S. Simão e Ferraria de S. João – e o património natural que as envolve. Desça as cristas quartzícas e caminhe pelas levadas que outrora moviam azenhas. Saboreie a gastronomia regional num piquenique servido durante o percurso e, se for tempo disso, relaxe com um banho nas águas límpidas da Ribeira de Alge.
Descubra as Aldeias do Xisto de Ferraria de S. João e de Casal de S. Simão

17.02.2008 a 17.02.2008

BTT - Nas curvas do Zêzere

Passeio em BTT pela margem do Rio Zêzere e pelos seus encantos! Passeio em BTT que permite observação de fauna e flora e das próprias características do relevo do Rio Zêzere. É uma actividade com grande ligação entre o homem e a natureza, enriquecida pela presença dos cada vez mais escassos muros beira rio.
Descubra mais sobre a Aldeia do Xisto de Janeiro de Cima

sábado, fevereiro 09, 2008

Novo Hospital nasce em Miranda do Corvo


«A ideia da Associação para o Desenvolvimento e Formação Profissional (ADFP) de Miranda do Corvo em construir um hospital médico-cirúrgico, que prime pela proximidade ao cidadão, começou quando o Governo encetou a sua política de encerramento de extensões de saúde, de serviços de internamento e de atendimento permanente nos centros de saúde. A colectividade, que já tinha terreno para o efeito, fez o projecto e agora pugna pelo financiamento que é, nesta altura, a principal dificuldade.
O hospital terá um serviço de urgência aberto 24 horas por dia, bloco operatório com duas salas de cirurgia, internamento com capacidade para 70 camas, serviço ambulatório para diversas especialidades, área de imagiologia com TAC, RX, ecografia e ainda análises clínicas. A área prevista de construção é de cerca de quatro mil metros quadrados, contando com 260 lugares para estacionamento. O investimento ronda os cinco milhões de euros, já com equipamento incluído.


A localização já está definida. “Será junto ao Centro Social Comunitário, onde a ADFP tem terrenos comprados”, referiu-nos Jaime Ramos, presidente da instituição, contando que, apesar de já ter sido sugerida outra localização (nomeadamente junto à Estrada da Beira, proposta pelo presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares, Jaime Soares), um local junto a um centro urbano continua a ser, em seu entender, a melhor localização para uma unidade hospitalar. “Os utentes podem querer almoçar num restaurante, comprar flores. Terá de ter uma componente urbana envolvente”, justificou o médico, que considera que o Hospital Médico-Cirúrgico de Miranda do Corvo – como futuramente se designará – pode vir a responder a necessidades das populações de Lousã, Miranda, Penela, Poiares e ainda Almalaguês e Condeixa-a-Nova.


Nesta perspectiva de benefícios multimunicipais, a ADFP já reuniu com os presidentes das câmaras de Lousã, Penela, Poiares e Miranda que consideraram muito útil e necessária a construção do edifício.


Agora, o financiamento é o calcanhar de aquiles da obra. Segundo Jaime Ramos, a instituição (que não tem fins lucrativos) não dispõe de financiamento para cobrir a empreitada na sua totalidade. “Terá de conseguir pelo menos 40 por cento da verba, no mínimo 30”, disse o responsável, com convicção.


Além de candidatar o projecto a apoios comunitários ou nacionais, Jaime Ramos pondera também a possibilidade de pedir apoio às autarquias: “nós admitimos fazer uma sociedade com Câmaras e/ou instituições, havendo depois uma gestão partilhada”.
Embora se trate de um hospital privado, a questão do preço para aceder aos serviços é, para o médico, “uma falsa questão”. E explica: “No âmbito do Serviço Nacional de Saúde, as pessoas têm de obter credenciais para fazer análises ou um TAC para outro local sem ser no hospital. Se trouxerem essas credenciais, pagam o mesmo que agora, se o Estado contratualizar com uma estrutura privada”, esclareceu o médico, frisando que a instituição não tem fins lucrativos.


O hospital já tem parecer favorável da Direcção Geral de Saúde e o tempo de duração da obra é de 18 meses. Para Jaime Ramos, as vantagens deste investimento são múltiplas. “Vai permitir um atendimento permanente a situações urgentes, mas que não justique a ida a um hospital central, como uma otite, amigdalite, cólica renal, entre outras. Podem ser feitas cirurgias às varizes, hérnias e outras enfermidades, permitindo uma maior humanização”, concretizou.


A ADFP é uma Instituição Privada de Solidariedade Social que gere já algumas unidades de saúde: Clínica de Fisioterapia e Reabilitação, Unidade de Cuidados Continuados de Média e Longa Duração, Unidade de Vida Apoiada e Fórum Sócio Ocupacional para doentes psiquiátricos e ainda uma Unidade de Internamento de Apoio Integrado.»

Citando Trevim

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

Adrenalina, Emoção e muitas Quedas no Downhill Urbano de Penela


Este fim-de-semana o Downhill Urbano regressa às ruas do centro histórico de Penela.
Adrenalina, emoção e muitas quedas serão os principais ingredientes deste dia de Aventura na vila de Penela.



Domingo, dia 10 de Fevereiro, a partir das 10h00 com início da etapa no Castelo e meta no Mercado Municipal de Penela.

Os locais escolhidos para 2008 são:


Montemor-o-Velho, terá como cenário o Castelo, de onde parte a primeira etapa urbana do Campeonato Regional.


Penela, recebe pela segunda vez o Campeonato Regional, num magnífico traçado urbano natural.


Coentral, com uma pista a nível mundial, recebe a terceira etapa do Campeonato Regional.


Cidade de Coimbra, uma estreia em provas de downhill, com a Mata Nacional de Vale de Canas a receber a final deste Campeonato Regional.


O Campeonato Regional decorre no mês de Fevereiro, com a primeira etapa dia 3 em Montemor-o-Velho (DHU), a segunda etapa em Penela dia 10 (DHU), o Coentral recebe a 3ª etapa dia 17 (DHI) e dia 24 a 4ª e ultima etapa na Cidade de Coimbra (DHI).


Com 1000 euros de prize money para entregar aos três melhores classificados a geral no final do Campeonato, prevê-se um Campeonato Regional disputado ate a ultima etapa onde as surpresas podem ser muitas.


Programa das Provas:


1ª Etapa – 3 de Fevereiro
Montemor-o-Velho / DHU
9.00h – Abertura do secretariado e treinos oficiais
11.00h – Encerramento do secretariado e treinos oficiais
12.30h – Inicio da 1ª Manga
15.00h – Inicio da 2ª Manga
17.00h – Entrega de Prémios
2ª Etapa – 10 de Fevereiro
Penela / DHU
9.00h – Abertura do secretariado e treinos oficiais
11.00h – Encerramento do secretariado e treinos oficiais
12.30h – Inicio da 1ª Manga
15.00h – Inicio da 2ª Manga
17.00h – Entrega de Prémios
3ª Etapa – 16 e 17 de Fevereiro
Coentral / DHI
Dia 16 - Sábado
9.00h – Treinos livres
14.00h – Abertura do secretariado
17.00h – Encerramento do secretariado e treinos livres
Dia 17 – Domingo
9.00h – Abertura do secretariado e treinos oficiais
11.00h – Encerramento do secretariado e treinos oficiais
12.30h – Inicio da 1ª Manga
15.00h – Inicio da 2ª Manga
17.00h – Entrega de Prémios
4ª Etapa – 23 e 24 de Fevereiro
Cidade de Coimbra / DHI
Dia 23 - Sábado
9.00h –Treinos livres
14.00h – Abertura do secretariado
17.00h – Encerramento do secretariado e treinos livres
Dia 24 – Domingo
9.00h – Abertura do secretariado e treinos oficiais
11.00h – Encerramento do secretariado e treinos oficiais
12.30h – Inicio da 1ª Manga
15.00h – Inicio da 2ª Manga
17.00h – Entrega de Prémios

Aldeias do Xisto


09.02.2008 a 09.02.2008

Rota da Cabra, Chanfana e Queijo

Passeio pelo concelho de Arganil onde se visita uma exploração artesanal de leite e queijo de cabra. Passeio pelo concelho de Arganil onde se visita uma exploração artesanal de leite e queijo de cabra. Os participantes vão visitar o Museu Etnográfico de Arganil antes do almoço – um prato típico regional feito à base de carne de Cabra - Chanfana. A refeição é feita à frente dos participantes, em forno a lenha, de forma tradicional. Da parte da tarde: visita à Quinta do Ribeiro e à sua queijaria. Os participantes podem participar no processo de fabrico artesanal de queijo fresco de cabra, que fará parte do lanche. Visita ao capril e ovil, explicação das diferentes raças e alimentação. Histórias de pastores.


Descubra as Aldeias de benfeita

09.02.2008 a 09.02.2008

Caminhada - Na Rota dos Veados, Serra da Lousã

Na Rota dos Veados é um percurso que se realiza na zona alta da Serra da Lousã. Percurso muito acessível, com desníveis suaves, quase sempre ao longo de caminhos florestais. Na Rota dos Veados é um percurso que se realiza na zona alta da Serra da Lousã, percorrendo zonas florestais e de extensos matos de urze e carqueja, habitat preferencial do maior mamífero desta Serra, o Veado. É possível, ao longo de todo o trajecto, encontrar vestígios deste cervídeo (marcações nas árvores, trilhos, dejectos, pegadas, etc.). Com alguma sorte, também poderemos observar algum destes animais em plena liberdade. Percurso circular com cerca de 8km de extensão.
Descubra as Aldeias do Xisto da Lousã

10.02.2008 a 10.02.2008

Caminhada - Rota das Gravuras Rupestres II

Na Barroca, concelho do Fundão, vamos fazer um passeio pelas diferenças da paisagem e da história: por um lado as marcas da exploração mineira que se opõe à beleza natural do Zêzere, pelo outro os vestígios históricos, de outras ocupações, com 15000 anos ( Período Paleolítico) e descobertos na Barroca em 2003.


Descubra mais sobre a Aldeia do Xisto da Barroca

0.02.2008 a 10.02.2008

Canyoning – Ribeira de Quelhas, Serra da Lousã

Actividade que envolve a descida a pé da Ribeira das Quelhas. Actividade que envolve a descida a pé da Ribeira das Quelhas, com recurso a saltos, descidas em rapel e travessias por dentro de água. As Quelhas é uma ribeira básica, com um troço curto e adequado para iniciação na actividade. Tem 6 rapéis interessantes com cerca de 14 a 20 metros. Tem também alguns saltos pequenos para a água e, em certos locais, é necessário realizar pequenos destrepes. Recomenda-se experiência anterior com a actividade ou pelo menos com rapel.


Descubra as Aldeias do Xisto da Lousã

10.02.2008 a 10.02.2008

Canoagem - Descida do rio Alva

Em Côja, Arganil, canoagem por um sector com mais de uma dezena de açudes. Sector com mais de uma dezena de açudes, com diferentes formatos (rampa, degrau, vertical, redondo, inteiro, semi-destruídos, etc). Não tem sectores muito técnicos, mas exige alguma condição e destreza física, porque o contacto com a água é inevitável. Requer experiência anterior em canoagem. Em épocas de elevada precipitação este sector pode torna-se algo perigoso, pelo que a descida pode ter de ser abortada a qualquer momento. Ponto de encontro: 9h30, junto à ponte velha em Côja.



Descubra as Aldeias do Xisto da Lousã">Aldeias do Xisto de Benfeita

Mais Inverno Cultural

No próximo Domingo dia 10, é dia de Inverno Cultural, que desta vez visita o Centro Cultural de Santo Amaro.



Centro Cultural de Santo Amaro - 15h00

- Quarteto de Saxofones "Sax Ensemble"

- Fadovocal


Dê um saltinho a Penela e passe um dia diferente connosco!

domingo, fevereiro 03, 2008

Futuro Interface da Lousã


Estudo de Implementação da Interface Inter Modal Estação da Lousã

http://www.cm-lousa.pt/divulgacoes/lousa_global.pdf

Disponível no site da Câmara Municipal da Lousã em:

http://www.cm-lousa.pt/metro_interface_lousa.htm

Como vai ser…

Metro Mondego: http://www.metromondego.pt/

Carnaval na Lousã

No passado dia 1 de Fevereiro de 2008, pelas 14h, 1500 mascarados percorreram as ruas da Lousã, no evento educativo, que maior número de familiares e amigos das crianças, jovens e seniores envolve.

O desfile de Carnaval dos Estabelecimentos de Ensino e Instituições de Apoio a Idosos do Concelho da Lousã foi um êxito…

As fantasias de Carnaval tinham os mais diversos temas: desde animais, a personagens de histórias encantadas, passando mesmo por críticas à sociedade actual.
A Escola Profissional da Lousã e a Escola de Samba Juventude de Paquetá deram ritmo ao evento.

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