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quarta-feira, setembro 01, 2010

“Já temos água do Mondego em Miranda”


Catorze mil mirandenses passam agora a ter água do Mondego em casa.
Semide, Rio de Vide e grande parte da freguesia de Miranda do Corvo já são abastecidas pela água do Mondego, o que representa cerca de 80% da população de Miranda do Corvo.
A novidade foi dada ontem, na conferência de imprensa de apresentação do Complexo da Boavista e Extensão ao Sector Nascente (Lote B), o sistema que faz com que a água do Mondego brote das torneiras dos mirandenses.
A partir da ETA da Boavista, situada em Coimbra, serão abastecidos os municípios de Miranda do Corvo, Lousã, Penela e as freguesias de Ceira e Torres do Mondego (Coimbra), representando um investimento de cerca de 8,5 milhões de euros, co-financiado pelo Fundo de Coesão da União Europeia em 53 %.
«Não éramos um concelho que tivesse um sistema autónomo próprio que nos garantisse água em quantidade e em qualidade», começou por dizer a presidente da Câmara Municipal de Miranda, Fátima Ramos, afirmando, que «hoje [ontem] é um momento de alegria», e que «já temos água do Mondego em Miranda em quantidade significativa».
De acordo com a Águas do Mondego, a empresa «tem capacidade para abastecer 5000 m3 diários, no entanto, Miranda só deverá utilizar cerca de 3000 m3 diários, através dos quatro pontos de entrega: Reservatório de Vale Colmeias, Reservatório da Lata, Reservatório Alto Miranda e Reservatório do Ribeiro».

Falta abastecer
Lamas e Vila Nova
Na conferência, o presidente do Conselho de Administração da empresa Águas do Mondego, Nelson Geada, garantiu que Miranda «já tem água exactamente igual à de Coimbra», e destacou a qualidade da água do Mondego, «conhecida a nível nacional como sendo das melhores águas que Portugal bebe». «Estou convencido que os problemas de Miranda do Corvo estão resolvidos a partir de hoje [ontem]», sublinhou. Garantindo que a Águas do Mondego pretende «cumprir as promessas todas», Nelson Geada lembrou ainda a situação difícil que o país atravessa e «o contexto financeiro incerto», esclarecendo, contudo, que espera «continuar a trazer boas notícias» a Miranda. Isto, porque estão ainda por abastecer as freguesias de Lamas e Vila Nova, cujas empreitadas estão em curso, sendo que a primeira será servida a partir do Sistema Adutor da Boavista Nascente II, que abastecerá também a Lousã e a segunda a partir dos Sistemas Adutores da Louçainha e Ribeira de Alge, que vai abastecer também Penela. A finalização de ambas as empreitadas está prevista para meados de 2011.
O projecto do Complexo da Boavista e Extensão ao Sector Nascente (Lote B), consignado ao consórcio de empresas Camilo Sousa Mota & Filhos, incluiu a construção de duas estações elevatórias, cinco reservatórios e 22 quilómetros de condutas adutoras, desde o Pinhal de Marrocos (Coimbra) até Miranda do Corvo. As infra-estruturas permitirão servir cinco mil pessoas nas freguesias de Ceira e Torres do Mondego (Coimbra) e mais 26 mil pessoas com a finalização das empreitadas que vão permitir o abastecimento de Penela e Lousã.

Fonte: Diário de Coimbra


Uma pergunta quero deixar no ar:
Será?
Vamos ver qual será o montante da factura da água no próximo mês.
Não seremos de novo confrontados com novo aumento?
Eis as perguntas que muitos mirandenses gostariam de colocar à Senhora Presidente do Municipio...

quinta-feira, setembro 10, 2009

Alerta para a privatização da água


«O Bloco de Esquerda (BE) alertou, hoje (dia 10), em Coimbra, para um cenário de alegada privatização do fornecimento de água ao domicílio.

A autarca Catarina Martins, candidata à presidência da Câmara conimbricense, afirmou aos jornalistas ter chegado “o momento de travar o processo”.

Presente numa conferência de Imprensa convocada pelo BE, Francisco Louçã disse que o PSD “insinua a venda” da empresa Águas de Portugal e considerou que o PS “já a admitiu”.

“Os portugueses mais pobres e os residentes no interior do país serão os primeiros a sofrer”, caso se concretize o negócio, advertiu o coordenador do Bloco.

A 30 de Julho [de 2009], o “Campeão” indicou que, ao abrigo de uma parceria com o Grupo Águas de Portugal (AdP), a empresa municipal Águas de Coimbra (AC) poderá vir a concessionar o fornecimento do precioso líquido.

A medida inserir-se-ia na génese de um novo figurino para o abastecimento de água ao domicílio.

O chamado sistema “em baixa” , assegurado em Coimbra pela AC, poderá vir a ser confiado a outra empresa , desconhecendo-se se sob a forma de concessão.

A parceria encarada pelo Grupo AdP contempla nove municípios do distrito conimbricense, quatro do leiriense e um concelho do distrito de Santarém: Ansião, Arganil, Batalha, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Góis, Leiria, Lousã, Miranda do Corvo, Ourém, Penacova, Penela, Porto de Mós e Vila Nova de Poiares.

Para Catarina Martins, membro da Assembleia Municipal de Coimbra, está a perspectivar-se a criação de “monopólios regionais em torno de um bem público essencial”.

“As infra-estruturas, equipamentos e recursos humanos são incorporados nos activos do Grupo AdP, significando isso que os investimentos realizados nos municípios (com dinheiro público) serão entregues, de mão beijada, ao sector privado”, vaticinou a autarca.

Segundo o BE, há câmaras municipais a justificarem a eventual adesão à parceria com o facto de só assim poderem apresentar candidaturas ao Fundo de Coesão; mas Catarina Martins alega tratar-se de uma “chantagem do Governo” a que várias autarquias terão cedido apesar de haver alternativas.

Por ocasião da criação da sociedade Águas do Mondego, maioritariamente detida pela AdP, ficou consignado que, num cenário de privatização da empresa-mãe, mais de 50 por cento do capital social da AdM deverá ser subscrito por municípios.», in Campeão das Províncias, edição on line de 10.09.2009

quinta-feira, março 19, 2009

= Sem Água =


Milhares de mirandenses ficaram a partir das 20 horas do dia de hoje, privados do mais essencial dos bens, a água, após uma rotura na conduta de água que abastece Miranda do Corvo.

Só perto das 22:30 horas é que a situação normalizou, tendo motivado inúmeros telefonemas e reclamações para o Piquete de Águas Municipal.

É de lastimar que as intervenções em obra ocorram ao anoitecer, após um dia de trabalho, a horas impróprias para consumo, afectando e transtornado o jantar de todos os mirandenses, bem como a lavagem da louça, da roupa e os banhos das crianças.

Para além do mais esta situação terá afectado o negócio de restauração da vila, que por certo não facturou esta noite.


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