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quarta-feira, janeiro 06, 2010

Em trezentas fotos descubra a Quinta da Paiva e o Parque Biológico da Serra da Lousã


Um convite, visite a Quinta da Paiva (onde se encontra localizado o Parque Biológico da Serra da Lousã), em Miranda do Corvo, através de 300 imagens.

http://www.adfp.pt/quintadapaiva09/


sábado, agosto 01, 2009

Parque Biológico da Serra da Lousã aspira a ter lobo e lince



O Parque Biológico da Serra da Lousã, em Miranda do Corvo, tem cerca 200 espécies animais (mamíferos, aves e peixes) e continua a crescer. Integrado na Quinta da Paiva, ali se pode usufruir do labirinto de árvores de fruto, praticar actividades desportivas e de lazer, conhecer artes e ofícios tradicionais e degustar uma boa refeição.

Para que o Parque Biológico da ADFP (Associação de Desenvolvimento e Formação Profissional), em Miranda do Corvo, tenha todos os mamíferos existentes em Portugal falta apenas conseguir o lobo e o lince, tarefa difícil, mas não impossível, dado o interesse para a preservação destas espécies e o seu estudo – e apoio – por parte das universidades de Coimbra e Aveiro.

Bichos e plantas que não sejam do território nacional, ali não entram! Esta é uma posição ortodoxa do médico Jaime Ramos, presidente da Direcção da ADFP, e que coloca todo o seu empenho em mais este projecto, o qual tem uma forte componente humana: criar emprego para pessoas vítimas de exclusão e terapia ocupacional para portadores de deficiência, ou doença mental.

O Parque Biológico da Serra da Lousã fez uma aposta inicial nos mamíferos representativos da vida selvagem portuguesa: lontras, raposas, javalis, gambos, veados, garranos, muflões, esquilos, ginetas, sacarrabos, coelhos-bravos, lebres, esquilos, o cão Rafeiro Alentejano e o cão Serra da Estrela, etc.

Recentemente foi criado um pequeno fluviário destinado a mostrar os peixes dos nossos rios, tanto mais que o parque ocupa as duas margens do rio Alheda, que tem início na serra de Sicó e é afluente do Ceira e do Mondego. Nos pequenos lagos há rãs e um cágado.

Um conjunto de outras estruturas, também recentes, destina-se a aves selvagens. Na margem esquerda, junto a um lago artificial, estão os patos e, a curta distância, rolas e perdizes. Depois pode-se apreciar algumas aves de rapina, como o milhafre e a águia.


Árvores de fruto formam labirinto

Uma das atracções para os visitantes é, por certo, o labirinto formado por 320 árvores de fruto, com 21 espécies numa área de 1.000 m2 e que, segundo se sabe, é único no mundo. O labirinto, uma homenagem aos viveiristas da região, permite realizar um percurso de aventura e, simultaneamente, ficar a conhecer cada variedade e, ao longo do ano, as folhas, as flores, os frutos.

Anexo ao labirinto existe um roseiral, com uma área de 400 m2, um local muito belo constituído por algumas das múltiplas variedades de roseiras.

Não se fica por aqui a visita ao Parque Biológico, dado que existe a Quinta Pedagógica, que mostra as actividades agrícolas através de vários afazeres da lavoura, utilizando técnicas e meios rudimentares, com animais treinados para recrear trabalhos ancestrais, como tirar água no engenho ou puxar um carro de transporte, ou carroça com pessoas.

Também se pode apreciar uma colecção de animais domésticos de raças tradicionais portuguesas, entre as quais vacas (raças barrosã, cachena, marinhoa e minhota), cabras (raças bravia e serrana), ovelhas (raças churra badana, Serra da Estrela variedade branca, Serra da Estrela variedade preta), porcos (raças alentejana e bísara), burros e cavalos.

Na quinta não faltam as aves, como o ganso, o pato-real, a galinha-pedrês, o faisão comum, o faisão dourado, a codorniz, o perú e a fraca (galinha preta e pequena, com pintinhas brancas).

O Centro Hípico, com picadeiro coberto, para além de uma actividade lúdica e desportiva gera postos de trabalho no tratamento de cavalos, promove a hipoterapia e a equitação adaptada. A prova do sucesso é um cavaleiro deste Centro Hípico ter representado Portugal em Atenas, em 2004, a primeira presença nacional nos jogos paralímpicos, nesta modalidade.

No espaço lúdico-desportivo, para além do hipismo, há uma piscina (construída e gerida pela Câmara Municipal) com 40 metros de comprimento e 12 de largura, com uma profundidade que varia entre 10 cm e 1,80 m, assim como um circuito de manutenção, um campo de jogos em areia e relva sintética (futebol e voleibol de praia), um parque de merendas e um parque infantil.


Fonte: Campeão das Províncias

sábado, novembro 22, 2008

Rão Kyao actua com a Orquestra Clássica do Centro nas comemorações dos 872 anos da Carta de Foral


No dia 23 de Novembro pelas 15h30, no âmbito da Comemoração dos 872 anos da Carta do Foral, ocorrerá no Salão de Festas da ADFP de Miranda do Corvo, o espectáculo com a Orquestra Clássica do Centro, intitulado como “Mondego”, com a participação do solista Rão Kyao e do maestro Virgílio Caseiro.

A Orquestra Clássica do Centro foi fundada em Dezembro de 1989 como associação sem fins lucrativos. Após um longo interregno, em Outubro de 2001, relançou-se o projecto da actual orquestra, desta vez constituída em moldes profissionais e composta por 25 elementos. O seu concerto inaugural foi realizado a 13 de Dezembro de 2001, no Teatro Académico de Gil Vicente em Coimbra. É seu maestro titular desde a fundação, o Dr. Virgílio Caseiro.

Neste concerto irão ouvir-se obras de grandes compositores como J. Afonso, Carlos Paredes, José Calvário e do solista Rão Kyao.

O evento é organizado pela Câmara Municipal de Miranda do Corvo e conta com os apoios do Ministério da Cultura, do Programa Território Artes e da ADFP.


sexta-feira, março 21, 2008

Quinta da Paiva abrangida pelo Programa de Incentivo ao Turismo

«ADFP recebe apoio do turismo de Portugal

O Núcleo de Educação Ambiental e Cultural da Quinta da Paiva viu aprovada uma candidatura ao PIT - Programa de Intervenção no Turismo, tendo lhe sido concedido um apoio financeiro na ordem dos 45 625,16 euros.


O PIT enquadra-se no Plano Estratégico Nacional do Turismo lançado pelo Governo com vista ao desenvolvimento do Turismo, segundo um modelo que privilegia a qualidade e conceitos como pólo turístico e produto turístico estratégico.»

In ADFP

domingo, janeiro 20, 2008

ADFP procura apoios para construir Hospital

«Depois do apoio manifestado pelo autarca de Poiares à construção do hospital da ADFP, a instituição convocou uma reunião com os presidentes dos quatro municípios do vale do Ceira e Dueça para apresentar o projecto e obter apoios. A Associação para o Desenvolvimento e Formação Profissional (ADFP) de Miranda do Corvo anunciou que vai reunir com os autarcas dos municípios do vale do Ceira e Dueça para obter apoio para a construção de um hospital. O presidente da instituição, Jaime Ramos, adiantou que os autarcas dos concelhos de Miranda do Corvo, Poiares, Lousã e Penela confirmaram a presença numa reunião a realizar «no dia 30 de Janeiro ou 01 de Fevereiro». A reunião foi despoletada depois do apoio público manifestado pelo presidente da Câmara de Poiares que, segundo Jaime Ramos, considerou «o hospital útil para os municípios de Miranda do Corvo, Poiares e Lousã». «A ADFP considera muito positivo que Jaime Soares, presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares, tenha considerado o hospital útil para os municípios de Miranda do Corvo, Poiares e Lousã», refere um comunicado da instituição. Segundo o documento, o autarca de Poiares tornou público «que tinha proposto aos seus colegas de Miranda do Corvo e Lousã que o hospital, que a ADFP pensa construir, beneficie do apoio dos três municípios». Jaime Soares mostrou a sua preferência para que o hospital possa ser construído junto à Estrada da Beira, no concelho de Miranda do Corvo. «Ao fim de dez minutos, qualquer cidadão de Poiares, Lousã e Miranda do Corvo está nessa unidade com os cuidados de saúde garantidos», diz Soares, convicto que esta seria uma boa resposta para a actual situação de socorro. Actualmente, os bombeiros demoram «uma hora» a chegar a Coimbra e os utentes são obrigados a esperar depois «mais quatro ou cinco horas» por atendimento na urgência do hospital central que, recorda, «não está preparado para responder a tamanho afluxo de pessoas». A unidade defendida pelo presidente da autarquia de Poiares resultaria de uma parceria público-privada, «que é perfeitamente exequível». Direcção Geral de Saúde deu parecer favorável O presidente da ADFP recorda que o futuro hospital foi projectado para o Centro Social Comunitário, em Miranda do Corvo, onde possui terrenos e diversas valências sociais, mas admite debater a ideia de transferir o equipamento para outro local. «Vamos conversar», diz, de forma lacónica. O projecto da clínica médico-cirúrgica, que já obteve parecer favorável da Direcção Geral de Saúde, prevê a construção de um edifício de três pisos, com serviço de urgência, bloco operatório, consultas de várias especialidades e serviços de imagiologia (TAC, RX e ecografia), análises clínicas e farmácia. Engloba internamento com 70 camas para cuidados paliativos e de convalescença, duas salas de cirurgia e serviço de ambulatório nas áreas de Pediatria, Ginecologia, Urologia, Ortopedia, Oftalmologia, Dermatologia, Psiquiatria e Medicina Interna. O Hospital da ADFP tem uma área prevista de 4.000 metros quadrados e um custo aproximado de cinco milhões de euros, contando com 260 lugares de estacionamento automóvel. «A instituição considera que o Hospital Médico Cirúrgico de Miranda do Corvo poderá responder às necessidades dos quatro municípios (Lousã, Miranda, Penela e Poiares) e também a algumas populações de Coimbra, como Almalaguês e de Condeixa», lê-se no documento. Os quatro concelhos constituem a Dueceira, Associação de Desenvolvimento do Ceira e Dueça, que abrange uma população de cerca de 50.000 habitantes. Recorde-se que nestes municípios o Governo encerrou os Serviços de Atendimento Permanente nos centros de saúde, criando consultas abertas com horário reduzido, que «não respondem às situações ligeiras de urgência médica cirúrgica que não precisam de ser tratadas nos Hospitais Centrais de Coimbra». In Diário de Coimbra, 19.01.2008
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