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quinta-feira, abril 21, 2011

Não basta mudar as moscas... Propostas para restaurar a República, por Jaime Ramos


António Arnaut classificou o livro de Jaime Ramos como “acto de cidadania” e «uma pedra atirada à consciência de muitos".

O lançamento do livro “Não Basta Mudar as Moscas”, do ex-governador civil de Coimbra, Jaime Ramos, na noite de sexta-feira, lotou o Cinema de Miranda do Corvo, terra que o viu nascer. Com um trio de convidados de peso - o pai do Sistema Nacional de Saúde, António Arnaut, Linho Vinhal, jornalista e empresário da comunicação social e Fátima Ramos, presidente da Câmara de Miranda e irmã do autor – a cerimónia acabou por ser uma reflexão sobre o estado actual da democracia e, em simultâneo, o desfolhar de alguns traços de carácter de Jaime Ramos, revelado através de pequenas histórias do seu percurso.

«Este livro não foi escrito para alcançar qualquer lugar. Este livro foi escrito para incomodar», declarou António Arnaut, considerando que «Jaime Ramos fez uma análise profunda, lúcida e objectiva dos principais problemas do país».

Defendendo que a obra é «um acto de cidadania» que pode ser «uma pedra atirada à consciência de muitos mas, ao mesmo tempo, uma mão estendida a quem estiver interessado em salvar o país», o socialista destacou algumas das sugestões apontadas pelo autor para “restaurar a República”. Uma das mais enfatizadas prende-se com os votos brancos e nulos, que Jaime Ramos defende no livro que «deveriam contar e eleger/não eleger lugares vagos nos municípios, nas juntas, na Assembleia da República». Ideia aplaudida por António Arnaut que afirmou que «a democracia ganhava se o voto branco tivesse representatividade nas cadeiras do Parlamento».
Já Lino Vinhal, mais do que falar sobre a obra, contextualizou-a no percurso de vida de Jaime Ramos, recuando ao tempo em que o hoje presidente da Fundação ADFP foi deputado do PSD. «Foi dos mais novos deputados na Assembleia da República. Era o rapazito aí de Coimbra que mais questões colocou ao Governo sobre a nossa região e não só», contou o jornalista, sublinhando que Jaime Ramos «é chato, é incómodo, não é carreirista» e que uma das suas maiores qualidades é o «elevado espírito cívico que ele tem».

“Democracia não é o que conhecemos”.

«Sentia que vivíamos num Estado em que os nossos políticos estavam delirantes, via um primeiro-ministro continuar a dizer que era preciso fazer uma terceira ponte em Lisboa, que era necessário um novo aeroporto, que era preciso um TGV», considerou Jaime Ramos, esclarecendo o porquê de escrever um livro deste género. Uma ideia que surgiu durante as comemorações do centenário da República, quando o ex-deputado começou a constatar que se faziam «muitos elogios à primeira República, críticas à segunda, mas fechando os olhos ao presente».

«A democracia não é aquilo que nós conhecemos, é aquilo que podemos criar», anunciou, sublinhando que «democracia é o que aconteceu na Islândia», em que a população decidiu não pagar a dívida aos credores externos, através de um referendo. O autor explicou que o livro assenta em «três desígnios nacionais fundamentais», nos quais é necessário intervir, nomeadamente, o envelhecimento da população portuguesa, o «desprezo pelo território» e a balança externa.

A cerimónia presidida por Fátima Ramos, que mais do que presidente de Câmara, falou como irmã, recordando algumas histórias de infância do autor, começou com uma actuação do Grupo Coral da Universidade Sénior da Fundação ADFP.

Notícia de Susana Ramos no Diário de Coimbra de Domingo 17/Abril

Penela: apresentação do livro Não basta mudar as moscas

Sexta-feira, 29 de Abril às 21:00

Local: Centro Estudos Locais e R Salvador Arnaut

Lousã apresentação do livro Não basta mudar as moscas

Domingo, 1 de Maio às 15:00

Local: Biblioteca Municipal

Lisboa Apresentação do "Não basta mudar as moscas"

Terça-feira, dia 10 de Maio, 18h, numa livraria FNAC

Serão oradores António Capucho, Conselheiro de Estado, Ex Ministro e ex Secretário-geral do PSD, e Carvalho da Silva, Secretário-geral da CGTP, comunista.

Vão ser, seguramente, duas excelentes leituras, diferentes, do livro


terça-feira, abril 05, 2011

Jaime Ramos lança o livro "Não basta mudar as moscas... Propostas para restaurar a República"

O antigo deputado e governador civil de Coimbra, Jaime Ramos, vai lançar no dia 15 de Abril, o livro “Não basta mudar as moscas… Propostas para restaurar a República”, que pretende ser um diagnóstico das fragilidades e potencialidades nacionais.

“Este livro foi escrito no verão passado, quando senti que o país caminhava para uma grave crise, perante a irresponsabilidade da classe política e de um certo absentismo das elites do país”, disse hoje à Lusa Jaime Ramos. Médico de profissão e presidente da Fundação ADFP, o autor foi deputado do PSD entre 1979 e 1985 e governador civil de Coimbra em 1990 e 1991, tendo ainda sido presidente da Câmara de Miranda do Corvo de 1979 a 1990.

“Na nossa democracia não basta mudar de Primeiro-ministro e de partido. É preciso mais do que isso, mudanças profundas em termos políticos, na sociedade, como gerimos o país e nos comportamos com o estrangeiro”, sustenta o médico.

A apresentação do livro decorrerá no dia 15 de Abril, no cinema de Miranda do Corvo, pelas 21H00 horas, tendo como oradores Barbosa de Melo, ex-presidente da Assembleia da Republica, e Lino Vinhal, jornalista e empresário da comunicação social, num evento presidido pela presidente da Câmara Municipal, Fátima Ramos, irmã do autor.

No dia seguinte, a obra é apresentada em Coimbra, na Casa da Cultura, pelas 15H00, por António Arnaut, fundador do PS, e José Reis, professor de Economia da Universidade de Coimbra, numa cerimónia presidida pelo presidente da Câmara João Paulo Barbosa de Melo.

Fonte: As Beiras

sexta-feira, outubro 15, 2010

“Lá longe onde o Sol castiga mais: a guerra colonial contada aos mais novos”


Esta noite, pelas 21 horas, no Auditório da Câmara Municipal de Miranda do Corvo é lançado e apresentado o livro de Jorge Ribeiro “Lá longe onde o Sol castiga mais: a guerra colonial contada aos mais novos”

Sobre Jorge Ribeiro podemos adiantar que este jornalista, escritor e repórter de guerra escreveu inúmeras obras sobre a África colonial, ao longo dos anos acumulou uma experiência única sobre este tema, tendo enquadrado toda a sua produção literária nesta área, onde títulos como Capital Mueda e Marcas da Guerra Colonial continuam a merecer reedições. Centenas de artigos na imprensa, durante anos, reflectem uma investigação contínua da História do Colonialismo Português. É nesse contexto que surge a história do último tabu do Império: S. João Batista D’Ajudá – o seu primeiro romance na Arca das Letras.

Autor e realizador do único programa da rádio portuguesa produzido até hoje sobre os 13 anos de guerra em Angola, Guiné e Moçambique («Noites de África» / Rádio Press 1992-93), Jorge Ribeiro foi director de quatro estações de rádio, chefe de redacção do JN, e fez televisão durante 15 anos. Presidente do TEP e fundador do FITEI, é SG da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto.


Tornar um fenómeno político-social de grande complexidade, como a Guerra Colonial, acessível aos mais jovens, constitui o objectivo deste livro de Jorge Ribeiro, autor que utiliza uma linguagem simples e objectiva.

Recriação, a partir das memórias dos seus protagonistas, de um dos momentos mais trágicos da história portuguesa recente, esta novela dá voz a uma geração que, por motivos políticos, participou numa guerra para a qual não estava humana e materialmente preparada. No livro, e através dos relatos em primeira pessoa, ficamos a conhecer muitos dos aspectos escondidos da guerra, incluindo as doenças, o sofrimento, os crimes, as saudades… Assim, nesta publicação, que conta, a servir de ilustração, com inúmeros documentos reais, desde fotografias, a mapas, incluindo jornais, cartas e aerogramas, é reconstituída a participação portuguesa na Guerra Colonial a partir das memórias dos antigos combatentes. Instigados pela professora, os alunos descobrem, nas recordações dos seus avós, todo um passado esquecido e, muitas vezes, branqueado. O processo de revisitação parece actuar como catarse para os ex-combatentes e como descoberta para os adolescentes, confrontados com uma realidade simultaneamente próxima e distante. Sem tabus, a luz da memória ilumina algumas das sombras mais assustadoras da Ditadura em Portugal, falando, na primeira pessoa, dos combates, dos medos, das doenças, da resistência, do amor e da morte.

Fonte: http://195.23.38.178/casadaleitura/portalbeta/bo/portal.pl?pag=sol_la_fichaLivro&id=1379#

sábado, outubro 02, 2010

Apresentação de livro na Loja do Senhor Falcão


A "Rádio Dueça Informiranda, CRL. e "A Loja do Senhor Falcão"

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A Loja do Sr. Falcão acolhe “Campanha bufa” no 5 de Outubro.

A Rádio Dueça promove apresentação do livro de Casimiro Simões.

O lugar da Pereira, em Miranda do Corvo, vai acolher no dia 5 de Outubro a apresentação do livro “Campanha bufa”, do jornalista Casimiro Simões.

Organizada pela Rádio Dueça, a sessão realiza-se às 21 horas, na “Loja do Sr. Falcão”, espaço disponibilizado pelos proprietários que também colaboram na realização do evento.

“Campanha bufa – Porco no espeto na safra de Vale Tudo” será apresentada pelo advogado Carlos Fraião. O bibliotecário Carlos Marta, de quem o autor foi companheiro de escola na Lousã na década de 70, fará a sua apresentação. Será ainda feita a enfatização de extractos do texto por um colaborador a designar.

A Loja do Sr. Falcão é um espaço comercial, cultural e afectivo, concebido por Filomena Falcão e família como tributo à memória dos seus antepassados.

A Loja resultou da transformação da antiga taberna e mercearia que até há poucos anos pertenceu a Joaquim Falcão, “Quinzinho”, tendo-se mantido na posse desta família desde a sua fundação, no século XIX, funcionando no rés-do-chão da histórica casa onde a 1 de Junho de 1841 nasceu o republicano José Joaquim Pereira Falcão, mais conhecido por José Falcão, foi professor de Matemática na Universidade de Coimbra e político republicano.

Faleceu em Coimbra a 14 de Janeiro de 1893.

(a pedido da Rádio Dueça)

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