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sábado, setembro 03, 2011

Águas fluviais obrigam a estragar obra feita… (dizia o Trevim)

Está bem, depois de estragar literalmente uma linha centenária, a febre do alcatrão varreu agora Serpins, Lousã e Miranda do Corvo.

Onde antes passava o comboio dos tempos da monarquia (para contra gosto de maçonaria e carbonária), passa agora, o alcatrão… e os autocarros (sinal de progresso).

Num tapa, destapa, mete alcatrão, parte tudo… para fazer de novo.

Contudo, em Serpins e na Lousã, as maldades foram mais longe com a via-férrea a dar lugar a modernas rotundas. Como circular é viver pode ser que depois, o Metro, perdão diria melhor o “tram train” ou o comboio vá perfazer uma volta à rotunda, tantos tem sido os disparates e os dislates que ninguém finge não ver - onde andam as oposições e os movimentos, nesta orquestrada movimentação?

“Este país é um colosso. Está tudo grosso!”

A célebre desgarrada de Camilo e Ivone Silva, no saudoso "Sabadabadu", tem, cada vez mais, razões para ser cantada! Não podemos abrir mais a boca, mau grado o espanto, sob pena de a rasgar.

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