Mostrar mensagens com a etiqueta Saúde. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Saúde. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, julho 01, 2009

Expo-Saúde, Teste a sua Saúde!


Nos dias 5 e 6 de Julho decorre no Auditório Municipal de Penela (edifício da Biblioteca Municipal), a Expo-Saúde, uma exposição inteiramente dedicada à saúde onde serão realizados vários testes gratuitos a quem estiver interessado, bem como aconselhamento sobre como melhorar a saúde.

PROGRAMA
5 de Julho (Domingo)

15H00 às 19H00 – Testes gratuitos: colesterol total, glicose, tensão arterial, densitómetria óssea, Teste de Endurance Física de Harvard, medição de percentagem de gordura corporal, avaliação do seu Risco Cardíaco e da Idade pela Saúde, entre outros.

19H30 – Conferência “Como Evitar o Cancro”

6 de Julho (segunda-feira)

18H00 às 20H00 – Testes gratuitos: colesterol total, glicose, tensão arterial, densitómetria óssea, Teste de Endurance Física de Harvard, medição de percentagem de gordura corporal, avaliação do seu Risco Cardíaco e da Idade pela Saúde, entre outros.

20H00 – Conferência “Exercício para a Vida"


Venha visitar a Expo-Saúde em Penela e descubra alguns truques para ter uma vida saudável!

sábado, março 28, 2009

Câmara Municipal de Miranda do Corvo contra sede de agrupamento de centros de saúde na Lousã


O Governo decidiu instalar a sede do Agrupamento de Centros de Saúde do Pinhal Interior Norte na Lousã. Este agrupamento inclui os concelhos de Arganil, Góis, Lousã, Miranda do Corvo, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra, Tábua e Vila Nova de Poiares.
A Câmara Municipal de Miranda do Corvo considera esta decisão do Governo completamente irracional do ponto de vista económico.
A instalação deste serviço na Lousã implica o pagamento de rendas e eventuais despesas num edifício que é propriedade privada.
O Ministério da Saúde tem edifícios com grande dignidade, propriedade do Estado, com várias salas fechadas como é o caso do Centro de Saúde de Miranda do Corvo. Também em Poiares existe um Centro de Saúde subaproveitado e propriedade do Estado.
Não se compreende como é que tendo o Ministério da Saúde edifícios subaproveitados opte por instalar serviços em instalações alugadas e em muito pior estado de conservação.
Esta situação é ainda mais grave porque logo que a Câmara Municipal e a Comissão Municipal de Saúde tomaram conhecimento que o Ministério da Saúde iria criar as sedes de agrupamentos, alertaram o Presidente da ARS para a existência de instalações condignas e subaproveitadas em Miranda do Corvo. Não pode por isso o Governo alegar desconhecimento.
O Centro de Saúde de Miranda do Corvo possuía internamento e urgências 24 horas. Sofreu obras de modernização há cerca de 4 anos. Posteriormente, numa atitude que ainda hoje não compreendemos, o Governo encerrou as urgências e o internamento.
Perguntamos como é que um Governo que encerrou serviços, nomeadamente o internamento do Centro de Saúde, supostamente para poupar, prejudicando com isso as pessoas, a seguir abre serviços administrativos ocupando várias dezenas de pessoas utilizando instalações alugadas?
Porque é que o Governo não utiliza as instalações subaproveitadas que tem?
Esta decisão do Governo foi analisada na reunião da Comissão Municipal de Saúde do Município de Miranda do Corvo que também manifestou o seu desagrado pela decisão, considerando a mesma despesista e incompreensível.
Trata-se de uma decisão completamente irracional e similar à que ocorreu recentemente em Coimbra com a transferência da Delegação Regional da Economia para Aveiro.

domingo, maio 25, 2008

Festival do Bem-Estar

Miranda do Corvo acolheu pela primeira vez, o Festival do Bem-Estar, que principiou no passado dia 22 de Maio e terminou hoje, dia 25 de Maio de 2008, cujo objectivo foi "levar as pessoas a desfrutar melhor os tempos livres".


Durante quatro dias, a população do concelho e os visitantes foram convidados a usufruir de actividades de lazer, relaxamento e desporto: Reiki, Hipnoterapia, Biodança, Danças latinas, Ioga do Riso, GAP/Aeróbica, Pilates, Yoga, Tai Chi Chuan, Shiatsu e Acupuntura, Caminhadas, Judo.


No entanto, a música e a dança marcaram também presença.

"Tirando partindo da proximidade a Coimbra (capital da saúde), e da existência no concelho de vários serviços de apoio à saúde e ao bem-estar vocacionados para diferentes escalões etários, pretende-se assumir Miranda do Corvo como um pólo de conhecimentos na área do bem-estar estar e longevidade", segundo disse Fátima Ramos, presidente da autarquia, aos meios de comunicação social presentes nesta iniciativa.


O Festival do Bem-Estar realizou-se em parceria com o Instituto Português de Naturologia, Centro de Saúde de Miranda do Corvo, Casa de Saúde de Santa Filomena (Coimbra), Inatel e Associação para o Desenvolvimento e Formação Profissional de Miranda do Corvo.

quinta-feira, abril 03, 2008

Tribuna Pública - Em Defesa do Serviço Nacional de Saúde


No próximo sábado dia 5 de Abril em Coimbra, pelas 10:30 na Praça 8 Maio, realizar-se-á uma tribuna pública em defesa do SNS.



Esta Iniciativa é promovida pelo MUS - Movimento de Utentes da Saúde, Movimento Utentes Pelos HUC, Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública Centro e União dos Sindicatos de Coimbra.



Participe e divulgue esta iniciativa.

Pela Abolição das taxas moderadoras

Pelo Direito ao acesso a cuidados de saúde de qualidade

Contra o encerramento dos Serviços Públicos de Saúde

Bloco de Esquerda Promoveu Debate Sobre SNS Em Miranda do Corvo


«Nenhuma das forças políticas presentes, na tarde do passado dia 24 de Fevereiro, na Biblioteca Municipal de Miranda do Corvo, no debate sobre o Serviço Nacional de Saúde (SNS), esteve de acordo com as reformas do governo Sócrates no sector. Mais ainda: sobre a nova ministra ninguém nutre quaisquer expectativas de mudança política.»



«Sem os socialistas, que não responderam ao convite, como sublinhou a moderadora Júlia Correia (BE), mas com a presença do deputado bloquista João Semedo, de Carla Baptista (Vereadora do PSD), Márcia Simões (PCP) e Jaime Ramos, presidente da Direcção da Associação para o Desenvolvimento e Formação Profissional (ADFP), o debate pôs a nu as deficiências do SNS. A principal crítica recaiu sobre o encerramento casuístico dos SAP (Serviço de Atendimento Permanente), nos Centros de Saúde, sem que tivessem sido criadas alternativas credíveis.



João Semedo (BE) acusou o PS de «impedir que a ministra fosse ao parlamento expor as suas ideias», acrescentando que «ela está em tournée pelo país em torno do que não é contestável, as USF (Unidades de Saúde Familiar)».


Carla Baptista (PSD) apresentou números da OMS (Organização Mundial de Saúde): «Portugal recuou do 12º para o 19º lugar em termos de qualidade e eficiência». Para esta antiga Directora do Centro de Saúde local, «não pode haver desumanização dos serviços de saúde, o que faz crescer a insegurança das populações», e o que mudou «foi rápido demais e mal estruturado, com os SAP arrancados traiçoeiramente às populações».(…)

Ler mais em:

http://adfp.pt/sartigo/index.php?x=2439


Decorridos cerca de um mês e uma semana, após reflexão, tanta unanimidade merece um comentário, porque motivo as forças políticas mirandenses, não deram as mãos, em defesa do SAP?

Porque motivo, não protestaram veementemente contra o encerramento nocturno do SAP?

Porque não foi interposto o competente procedimento cautelar no Tribunal de Comarca ou no Tribunal Administrativo de Coimbra?

Porque não foi tomada a mesma posição, que a população de Anadia adoptou?

sábado, fevereiro 09, 2008

Novo Hospital nasce em Miranda do Corvo


«A ideia da Associação para o Desenvolvimento e Formação Profissional (ADFP) de Miranda do Corvo em construir um hospital médico-cirúrgico, que prime pela proximidade ao cidadão, começou quando o Governo encetou a sua política de encerramento de extensões de saúde, de serviços de internamento e de atendimento permanente nos centros de saúde. A colectividade, que já tinha terreno para o efeito, fez o projecto e agora pugna pelo financiamento que é, nesta altura, a principal dificuldade.
O hospital terá um serviço de urgência aberto 24 horas por dia, bloco operatório com duas salas de cirurgia, internamento com capacidade para 70 camas, serviço ambulatório para diversas especialidades, área de imagiologia com TAC, RX, ecografia e ainda análises clínicas. A área prevista de construção é de cerca de quatro mil metros quadrados, contando com 260 lugares para estacionamento. O investimento ronda os cinco milhões de euros, já com equipamento incluído.


A localização já está definida. “Será junto ao Centro Social Comunitário, onde a ADFP tem terrenos comprados”, referiu-nos Jaime Ramos, presidente da instituição, contando que, apesar de já ter sido sugerida outra localização (nomeadamente junto à Estrada da Beira, proposta pelo presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares, Jaime Soares), um local junto a um centro urbano continua a ser, em seu entender, a melhor localização para uma unidade hospitalar. “Os utentes podem querer almoçar num restaurante, comprar flores. Terá de ter uma componente urbana envolvente”, justificou o médico, que considera que o Hospital Médico-Cirúrgico de Miranda do Corvo – como futuramente se designará – pode vir a responder a necessidades das populações de Lousã, Miranda, Penela, Poiares e ainda Almalaguês e Condeixa-a-Nova.


Nesta perspectiva de benefícios multimunicipais, a ADFP já reuniu com os presidentes das câmaras de Lousã, Penela, Poiares e Miranda que consideraram muito útil e necessária a construção do edifício.


Agora, o financiamento é o calcanhar de aquiles da obra. Segundo Jaime Ramos, a instituição (que não tem fins lucrativos) não dispõe de financiamento para cobrir a empreitada na sua totalidade. “Terá de conseguir pelo menos 40 por cento da verba, no mínimo 30”, disse o responsável, com convicção.


Além de candidatar o projecto a apoios comunitários ou nacionais, Jaime Ramos pondera também a possibilidade de pedir apoio às autarquias: “nós admitimos fazer uma sociedade com Câmaras e/ou instituições, havendo depois uma gestão partilhada”.
Embora se trate de um hospital privado, a questão do preço para aceder aos serviços é, para o médico, “uma falsa questão”. E explica: “No âmbito do Serviço Nacional de Saúde, as pessoas têm de obter credenciais para fazer análises ou um TAC para outro local sem ser no hospital. Se trouxerem essas credenciais, pagam o mesmo que agora, se o Estado contratualizar com uma estrutura privada”, esclareceu o médico, frisando que a instituição não tem fins lucrativos.


O hospital já tem parecer favorável da Direcção Geral de Saúde e o tempo de duração da obra é de 18 meses. Para Jaime Ramos, as vantagens deste investimento são múltiplas. “Vai permitir um atendimento permanente a situações urgentes, mas que não justique a ida a um hospital central, como uma otite, amigdalite, cólica renal, entre outras. Podem ser feitas cirurgias às varizes, hérnias e outras enfermidades, permitindo uma maior humanização”, concretizou.


A ADFP é uma Instituição Privada de Solidariedade Social que gere já algumas unidades de saúde: Clínica de Fisioterapia e Reabilitação, Unidade de Cuidados Continuados de Média e Longa Duração, Unidade de Vida Apoiada e Fórum Sócio Ocupacional para doentes psiquiátricos e ainda uma Unidade de Internamento de Apoio Integrado.»

Citando Trevim

domingo, janeiro 20, 2008

ADFP procura apoios para construir Hospital

«Depois do apoio manifestado pelo autarca de Poiares à construção do hospital da ADFP, a instituição convocou uma reunião com os presidentes dos quatro municípios do vale do Ceira e Dueça para apresentar o projecto e obter apoios. A Associação para o Desenvolvimento e Formação Profissional (ADFP) de Miranda do Corvo anunciou que vai reunir com os autarcas dos municípios do vale do Ceira e Dueça para obter apoio para a construção de um hospital. O presidente da instituição, Jaime Ramos, adiantou que os autarcas dos concelhos de Miranda do Corvo, Poiares, Lousã e Penela confirmaram a presença numa reunião a realizar «no dia 30 de Janeiro ou 01 de Fevereiro». A reunião foi despoletada depois do apoio público manifestado pelo presidente da Câmara de Poiares que, segundo Jaime Ramos, considerou «o hospital útil para os municípios de Miranda do Corvo, Poiares e Lousã». «A ADFP considera muito positivo que Jaime Soares, presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares, tenha considerado o hospital útil para os municípios de Miranda do Corvo, Poiares e Lousã», refere um comunicado da instituição. Segundo o documento, o autarca de Poiares tornou público «que tinha proposto aos seus colegas de Miranda do Corvo e Lousã que o hospital, que a ADFP pensa construir, beneficie do apoio dos três municípios». Jaime Soares mostrou a sua preferência para que o hospital possa ser construído junto à Estrada da Beira, no concelho de Miranda do Corvo. «Ao fim de dez minutos, qualquer cidadão de Poiares, Lousã e Miranda do Corvo está nessa unidade com os cuidados de saúde garantidos», diz Soares, convicto que esta seria uma boa resposta para a actual situação de socorro. Actualmente, os bombeiros demoram «uma hora» a chegar a Coimbra e os utentes são obrigados a esperar depois «mais quatro ou cinco horas» por atendimento na urgência do hospital central que, recorda, «não está preparado para responder a tamanho afluxo de pessoas». A unidade defendida pelo presidente da autarquia de Poiares resultaria de uma parceria público-privada, «que é perfeitamente exequível». Direcção Geral de Saúde deu parecer favorável O presidente da ADFP recorda que o futuro hospital foi projectado para o Centro Social Comunitário, em Miranda do Corvo, onde possui terrenos e diversas valências sociais, mas admite debater a ideia de transferir o equipamento para outro local. «Vamos conversar», diz, de forma lacónica. O projecto da clínica médico-cirúrgica, que já obteve parecer favorável da Direcção Geral de Saúde, prevê a construção de um edifício de três pisos, com serviço de urgência, bloco operatório, consultas de várias especialidades e serviços de imagiologia (TAC, RX e ecografia), análises clínicas e farmácia. Engloba internamento com 70 camas para cuidados paliativos e de convalescença, duas salas de cirurgia e serviço de ambulatório nas áreas de Pediatria, Ginecologia, Urologia, Ortopedia, Oftalmologia, Dermatologia, Psiquiatria e Medicina Interna. O Hospital da ADFP tem uma área prevista de 4.000 metros quadrados e um custo aproximado de cinco milhões de euros, contando com 260 lugares de estacionamento automóvel. «A instituição considera que o Hospital Médico Cirúrgico de Miranda do Corvo poderá responder às necessidades dos quatro municípios (Lousã, Miranda, Penela e Poiares) e também a algumas populações de Coimbra, como Almalaguês e de Condeixa», lê-se no documento. Os quatro concelhos constituem a Dueceira, Associação de Desenvolvimento do Ceira e Dueça, que abrange uma população de cerca de 50.000 habitantes. Recorde-se que nestes municípios o Governo encerrou os Serviços de Atendimento Permanente nos centros de saúde, criando consultas abertas com horário reduzido, que «não respondem às situações ligeiras de urgência médica cirúrgica que não precisam de ser tratadas nos Hospitais Centrais de Coimbra». In Diário de Coimbra, 19.01.2008

sábado, novembro 24, 2007

«Tribunal de Contas põe em dúvida contas de Correia de Campos»

As dívidas do Serviço Nacional de Saúde (SNS) aumentaram 40% face ao ano anterior e o passivo dos hospitais-empresa disparou. Estas são conclusões de uma auditoria que contesta as contas apresentadas por Correia de Campos.
Ainda assim, o ministro declara-se «optimista face aos progressos» financeiros do SNS.

In Sol

«As Administrações das EPE ficam caras. E os pagamentos de serviços que estas contratam também!


Quando é que vai parar a destruição do SNS?


Parece-me importante divulgar esta mensagem para acabar com a campanha que o Ministro da Saúde e o governo querem fazer passar!»

Gabriela Francisco

segunda-feira, outubro 08, 2007

Mais Saúde... Para Todos!


O Movimento Utentes pelos HUC realizou a sua primeira iniciativa pública durante a tarde de 22 de Setembro de 2007 frente ao bloco central dos Hospitais da Universidade de Coimbra, distribuindo panfletos e promovendo um abaixo-assinado, que se encontra já disponível em formato digital. Podem consultar mais pormenores sobre este assunto na página do Movimento.

http://utentesdoshuc.blogspot.com
http://www.petitiononline.com/PelosHUC


Agradecemos que divulguem o endereço do sítio do Movimento Utentes pelos HUC e também do Abaixo-Assinado pelos vossos contactos.

A participação de todos na defesa do Serviço Nacional de Saúde é fundamental. Contamos convosco!

(A pedido da Gaby)

sexta-feira, outubro 05, 2007

Nuvens Negras sobre os HUC


«Foi atribulada a passagem de Correia de Campos pelos HUC. Logo à chegada, o ministro da Saúde tinha à sua espera uma comitiva do Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública do Centro. Os sindicalistas entregaram ao governante uma carta aberta em que exigem resposta ao consideram ser “medidas contraditórias” do ministério que, por um lado, “quer colocar, em 2008, 25 por cento dos actuais efectivos na mobilidade” e, por outro, publica “anúncios para contratar a prazo auxiliares, enfermeiros, médicos, etc...”. De Correia de Campos ouviram apenas uma frase: “esperemos que não haja despedimentos”.
Mas o momento mais conturbado deu-se à chegada para o auditório dos HUC, onde decorreu a sessão evocativa do dia de S. Jerónimo. Paulo Anacleto, do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, abordou o ministro, desafiando-o a garantir aos enfermeiros presentes – que ostentavam uma faixa contra o trabalho precário – que os seus postos não estavam em risco. Como Correia de Campos não respondeu, os ânimos exaltaram–se e as vozes subiram de tom.
O sindicalista explicou aos jornalistas o motivo do descontentamento: “até dia 2 de Novembro, as diversas instituições públicas têm que fazer a lista da mobilidade especial. Encaramos esta situação como algo que não faz sentido, uma barbaridade”. Paulo Anacleto baseou-se em “instrumentos do ministério da Saúde” que dizem que “faltam na ordem dos 30 mil enfermeiros em Portugal” para concluir que “se algum enfermeiro entrar para a mobilidade especial, será um drama”.

Também a passagem dos HUC para EPE preocupa os enfermeiros, que temem que “aumentem os horários de trabalho e que haja menos enfermeiros por turno”. Paulo Anacleto critica ainda o “secretismo absoluto” em que o processo se está a desenrolar”: “haverá 12 grupos de trabalho e ninguém sabe quem são”, concluiu.

Por último, foi Ricardo Matos, do Movimento de Utentes pelos HUC, a entregar ao ministro da Saúde um documento onde demonstra a sua preocupação com “a asfixia financeira (...) as notícias de possíveis encerramentos de serviços e a constatação de diversas alterações na prestação de cuidados médicos”.»

Ler mais nas «As Beiras»

In http://www.asbeiras.pt/?area=destaque&numero=49839&ed=02102007

Nuvens Negras nos HUC

«Angústia é a palavra que melhor exprime o estado de alma de boa parte dos servidores dos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC), entre médicos, enfermeiros, paramédicos e outros trabalhadores. Entre os rumores estimulados pelo silêncio sobre o futuro avultam o da dispensa de perto de 500 trabalhadores, alienação (total ou parcial) do Bloco de Celas, redução de 50 camas em Ortopedia, desaparecimento de um dos três serviços de Cirurgia, cortes na Cirurgia vascular e na Cirurgia plástica e ameaça de extinção da Unidade de Tumores Ósseos.»´



Ler mais em



http://www.campeaoprovincias.com/jornal/index.php?option=com_content&task=view&id=1812&Itemid=72



Rui Avelar, em «O Campeão das Províncias»


quarta-feira, outubro 03, 2007

Hospitais S.A. – A Privatização Arranca em Breve nos HUC


Os Hospitais da Universidade de Coimbra, centro de excelência da saúde em Portugal, Pólo da Saúde e referência da cidade de Coimbra, vão passar a ser geridos, a partir de Janeiro de 2008, como uma gigantesca firma privada e para breve está a mudança do estatuto jurídico da unidade hospitalar, para entidade pública empresarial (EPE).

Há serviços que vão ser amputados, vão encolher, havendo unidades, em que o número de camas vai ser reduzido. Há ainda quem fale, em despedimentos e na alienação do Bloco de Celas, a privados, conforme notícias vindas a público, hoje, na imprensa regional.

Após, o encerramento dos SAP, Hospitais Concelhios, Maternidades, Centros de Saúde, prossegue a liquidação e privatização do sector público da saúde, em Portugal.

Das duas uma, qualquer dia, para se ter acesso à saúde em Portugal ou se tem um bom seguro de saúde ou então uma carteira recheada de notas.

O que será dos nossos reformados, com pensões de miséria?

E as pessoas que auferem o ordenado mínimo nacional?

Outra questão pertinente e em relação ao encaminhamento dos doentes de Miranda do Corvo e da Lousã, para as Urgências dos HUC, não estará comprometida no futuro?

Ou iremos passar a noite e o dia ao Hospital Geral, sito nos Covões.

E depois há quem diga que este governo é socialista?

Será!?

Claro que não é, parece-me neo-liberal…

Em metade dum mandato rebentaram com o Serviço Nacional de Saúde, resta saber o que farão a seguir se ganharem as próximas eleições legislativas?

Espanta-me o silêncio dos socialistas, que criaram o Serviço Nacional de Saúde…

E ainda que o meu povo, a tudo assista impávido e sereno, tamanho é o choque tecnológico e os xaropes e sucedâneos servidos à hora de jantar: Casa Pia, Apito Dourado, Maddie McCann, José Mourinho, a agressão de Scolari, tudo notícias de interesse nacional!

Desta vez, não será necessário, um 25 de Abril, mas sim, um 5 de Outubro, para apear o caudilho de Bruxelas.

Texto – Mário Nunes

segunda-feira, setembro 10, 2007

Embalagens de Leite


Muita atenção quando forem comprar leite em embalagem! Fiquei sabendo por fontes seguras que, por não serem vendidas até determinado prazo, esses pacotes voltam para a fábrica para que o leite seja repasteurizado! Isso pode ocorrer por até 5 vezes, o que acaba deixando o leite com um sabor diferente, aumentando a possibilidade dele coalhar e reduzindo significativamente sua qualidade, já que o teor nutricional diminui.

Ao voltarem para a venda ao consumidor final, o pequeno número que está marcado na figura acima com a pequena seta é alterado. Esse número varia de 1 a 5 e o ideal é comprar até o número 3, acima disso, a qualidade do leite estará bem má. Esse pequeno número fica localizado no fundo da embalagem, se você for comprar uma embalagem fechada, basta verificar apenas um pacote, todas os outros terão a mesma numeração. Por exemplo, se uma embalagem tiver o número 1, significa que é a primeira vez que sai da fábrica e chega ao supermercado para a venda final, já se tiver o número 4, significa que ele já foi repasteuridado 4 vezes e depois retornou para o supermercado para a venda final e assim por diante... Dêem mais atenção, principalmente, quando a oferta for muito boa, geralmente, o supermercado coloca um valor menor para os produtos que já passaram várias vezes por esse processo, os de número 4 e 5.

Essas informações são de uma pessoa que já trabalhou na indústria alimentícia e conhece todo esse processo, por isso, não deixem de fazer sempre essa observação!

Saúde a todos!

E-mail a vogar na rede.

domingo, agosto 12, 2007

Desfibrilhadores só existem em 37 ambulâncias do INEM


Existem desfibrilhadores automáticos externos apenas em 37 das 244 ambulâncias do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e nas 37 Viaturas Médicas de Emergência e Reanimação (VMER) em funcionamento, de acordo com a edição deste domingo do Público.

«Não é possível ter um ao pé de cada pessoa», mas é recomendável que exista um por centro de saúde, defende o coordenador nacional para as doenças cardiovasculares, Ricardo Seabra-Gomes, e depois noutros sítios de acesso ao grande público.

O coordenador explica ainda que serão obrigatórios estes aparelhos nos 25 centros de saúde que vão ser transformados em urgência básica, e reconhece que desconhece números nacionais sobre a sua existência em centros de saúde mas refere que a zona do país mais bem apetrechada é a do Algarve.

E a presença de desfibrilhadores nas ambulâncias é um fenómeno recente. Segundo o Público, o INEM, só começou a apetrechar as suas ambulâncias em 2004 (com 18 equipadas) - hoje são 37 operadas directamente pelo instituto, num universo total de 244 ambulâncias.

segunda-feira, junho 18, 2007

Sicko, A film by Michael Moore ou a Saúde da América vista à Lupa



Michael Moore mostrou em Cannes, o seu novo documentário, «Sicko».

«Sicko», entre sick e psycho é uma viagem pelos sistemas de saúde e levanta questões bem pertinentes acerca da saúde.

Saúde pública, privada ou na mão das seguradoras?

Para ver e reflectir, quando o governo de José Sócrates está empenhado em entregar a Saúde Nacional, na mão de privados e das seguradoras.

Por cá encerram-se SAPs, Centros de Saúde, Maternidades e Hospitais, é hora de dizer basta, as pessoas não são números…

A comparação entre o Sistema de Saúde americano e o cubano… Está patente neste documentário que tem chocado os americanos.

A par com as histórias dramáticas de gente de carne e osso que, apesar de viver num dos países mais ricos do mundo, vê o direito à saúde ser-lhe constantemente negado.

Um jovem casal negro que abandona um hospital com um bebé doente nos braços…

Um grupo de sem abrigo idosos que são postos na rua depois de receber tratamento médico…

Uma ex-funcionária de uma seguradora que admite ter negado autorizações para cirurgias necessárias…

O homem que cortou a cabeça de dois dedos numa serra eléctrica e que teve de escolher, por imposição da seguradora, qual delas é que queria ver reconstituída – só tinha direito a cobertura para um dedo.

Ou a rapariga que teve um acidente de carro e quando recuperou a consciência no hospital percebeu que a seguradora não lhe ia pagar nada, porque ela não lhes comunicara antecipadamente que precisava de ser socorrida.

Ou ainda o caso da mulher de 22 anos que teve um cancro mas não teve ajuda da seguradora para os tratamentos porque aos 22 anos não é normal ter-se cancro – quer dizer, é um luxo.

No sistema de saúde americano, explica Moore, não há intervenção do Estado e os doentes são um estorvo para as empresas privadas, as seguradoras. Que tratam não de doentes, mas do lucro máximo.

Como não bastasse Michael Moore enaltece o sistema de saúde cubano.

Ao longo das filmagens, o polémico realizador transportou vários doentes crónicos para a terra de Fidel, onde estes tiveram acesso a tratamentos, que lhes foram negados nos EUA.

E recorreu às estatísticas, que pintam um panorama negro: os cubanos gastam 45 vezes menos em saúde, mas a esperança média de vida nos dois países é idêntica, 77 anos. A mortalidade infantil é ainda menor em Cuba.

E por isso as autoridades americanas, no país de todas as liberdades querem fazer perguntas.

Como é que Moore chegou a Havana?

Violou o embargo?

Vai pagar multa ou vai preso?

Há cerca de um mês recebeu uma notificação do governo americano informando-o dos seus direitos: está sob investigação!

Após «Bowling for Columbine» e «Fahrenheit 9/11»…

http://www.michaelmoore.com/sicko/

http://sicko-movie.com/

sábado, janeiro 06, 2007

Você, Disse Urgente? - Parte III

Serviço Nacional de Saúde à beira da asfixia.

SAPS, Maternidades e Urgências Hospitalares encerrados.

As conquistas de Abril colocadas em causa, por um governo que se diz de esquerda e governa à direita, com o beneplácito de outra força de esquerda no parlamento, que em nada se importam com os dissabores dos portugueses, face ao aumento do custo de vida, ao desemprego, à falência do sector privado e à rotura do sector público e a consequente privatização dos serviços e ainda desertificação humana do interior do País.

«A paz, o povo, a educação, a habitação, a saúde,…»

Há quem não se importe com isso, são meros amendoins, num «show» tipo «Big Brother», pelo sim, pelo não, o que interessa é aparecer bem na televisão, imagem «very clean», sorriso «kleenex», com cassete é mais barato, tudo bem?

Luzes, acção e meus amigos, o que está a dar é pelo sim, pelo não…

Mais umas jantaradas, para intelectuais, que decidem pelos outros, à semelhança do que acontece na televisão, com os comentadores, que pouco se importam com o aumento do custo de vida, com as famílias, porque o que interessa é a macro economia e as contas públicas…

Mas, em que país estamos nós?

As Urgências dos Hospitais estão congestionadas, devido ao encerramento dos SAPS e ao Protocolo de Manchester, há quem espere e desespere no corredor dum Hospital (24 horas para ser atendido), doentes e familiares à espera «ad eternum», porque as camas estão preenchidas.

«Caos, quem falou em caos?

Está tudo bem…

Nada de alarmismos, a situação está controlada.»

Enquanto isso, as Urgências estão a abarrotar, pelas costuras, devido a uma estranha epidemia de gripe, pneumonia e bronqueolite. Culpados, o frio e as infecções respiratórias.

E se a epidemia de gripe for galopante, como a gripe espanhola de 1918?

Provocou milhões de mortes em todo o mundo…

E se aparecer a gripe das aves ou a pneumonia atípica, com os Hospitais Centrais a abarrotar, o embaixador de Hades haveria de levar a barca de Caronte bem cheia, era sempre a aviar e falam eles em saúde pública?

Estaremos preparados?

«Não se preocupem portugueses, todos os planos de contingência estão preparados, os SAPS estão encerrados, podem morrer descansados em casa.»

Mas, deixemo-nos de bairrismos, porque são coisas de menos importância, interessa é o aborto, a descriminalização deste, gastar mais uns milhões de euros, na realização do referendo, porque, para umas coisas há dinheiro, para outras não, porque, o que interessa é aparecer na televisão, nos jornais, protagonismo político, gravatas bonitas, há também quem apareça sem elas, numa posse muito sóbria, a parecer bem…

E porque não se fala, na Educação Sexual, nas Escolas?

Na utilização do preservativo ou dos métodos anti concepcionais?

Ou em consultas de planeamento familiar?

Sim, porque neste momento, a população portuguesa está a envelhecer, a taxa de mortalidade é superior à taxa de natalidade.

Sim, porque não se fala nisso?

Sabiam que é preciso inflectir o diferencial entre os nascimentos e as mortes?

Sim, porque qualquer dia as escolas fecham, porque não há crianças, porque estamos todos velhos.

Não, toca a importar imigrantes….

Agora, quem apoia esta política está sujeito a ser colhido, devido aos dissabores sofridos pelos portugueses, que podem penalizar o caudilho de Bruxelas e do Sr. Euromilhões e os seus seguidores, à semelhança do que se passou nas Presidenciais.

Há quem conte à partida já com a vitória no papo. Mas, pode ser colhido pelo não ou pela abstenção…

Durante um mês e meio os portugueses vão andar entretidos com mais uma novela pelo sim ou pelo não.

Será que a Assembleia da República não tem competências para legislar sobre esta matéria?

Se o dinheiro não abunda, para quê gastar milhões num referendo?

«Está visto, no final a culpa é dos funcionários públicos, há que emagrecer o Estado.»

«Meus amigos, eu ofereço 10 Estádio novos, para o Europeu de Futebol!» - Alguém pediu contas ao Senhor que fez essa oferta à UEFA?

Entretanto, no interior do país, alguns portugueses foram condenados à eutanásia privada e outros morrem tranquilamente em casa ou a caminho do Hospital Central, mais próximo.

Assim, poupará o Estado alguns milhões de Euros.

Dupla poupança, nos Hospitais e nas reformas...

sábado, setembro 16, 2006

Você, disse Urgente? - Parte II



Ainda, a propósito das Urgências

Um, ..., cinco, ..., dez, ..., vinte, ..., trinta, ...., quarenta, ...., cinquenta, ..., sessenta minutos, podem fazer a diferença entre estar vivo ou morto.
Os primeiros socorros anteriormente prestados a meio da noite, no SAP do Centro de Saúde de Miranda do Corvo, a doentes com sintomas de AVC ou de enfartes de miocárdio ou ainda a vítimas apresentando hemorregias, em consequência de acidentes de viação e de trabalho, por certo que ajudaram a salvar vidas e fizeram sempre a diferença entre a vida e a morte.
E, por certo que os médicos e o pessoal de enfermagem aliviaram ao longo deste tempo, as dores a quem padecia de uma cólica renal, vulgo «pedra nos rins» ou de outras maleitas.
Como será se ocorrer um surto de gripe ou de outra doença provocada por um vírus contagioso?
Vamos entupir as urgências dos HUC?
Disporão os Bombeiros Voluntários de Miranda do Corvo de meios humanos e materiais para o efeito? Não apresentarão as ambulâncias o desgaste material dos últimos meses?
Terá o Estado em dia as contas com os Bombeiros?
E como será numa noite de inverno, o trajecto entre a sede do Concelho, os lugares e os HUC? Atribulada, por certo...


Todas estas questões passarão por certo, pela cabeça dalguns mirandenses que viram o SAP de Miranda do Corvo encerrar as suas portas, durante a noite e com a complacência de toda uma sociedade que pouco fez para o evitar.
Agora, interrogamo-nos se ter-se-à realmente feito tudo para evitar o enceramento do SAP de Miranda do Corvo?
Não houve procedimentos cautelares interpostos em Tribunais, recursos administrativos e o insurgimento de toda uma população, para defender aquilo que é nosso, à semelhança do ocorrido noutras localidades.
Uns dirão que são questões de pormenor, outros que são meros amendoins ou já nada havia a fazer, eles encerram tudo...
Certo, certo é que as pessoas não são números e não podem ser sacrificadas em nome da lógica econimicista de contas feitas em Lisboa e Bruxelas. Se há derrapagem de contas, tem que se começar a pedir contas públicas aos responsáveis e estes serem devidamente responsabilizados.
Se o sector público não funciona é altura de não colocarmos a cabeça na areia, como a avestruz e procurarmos outras soluções alternativas que não penalizem mais os mirandenses...
Porque não, um Hospital Privado, como por exemplo, o do Avelar, com urgências funcionais 24 horas, bloco operatório, consultas médicas, especialidades diversas, internamento a funcionar, dotado do equipamento de diagnóstico e análises essenciais, incluindo R/X.
Sacrilégio dirão uns, heresia, os outros. Mas, o SAP está fechado e é necessário fazer alguma coisa.
Pensando melhor, porque não?....

sexta-feira, setembro 01, 2006

Você disse Urgente...?


Você disse Urgente...?



Em comunicado, a Administração Regional de Saúde do Centro informou os utentes, que a partir de sábado, os centros de saúde de Miranda do Corvo, Lousã e Penela passariam a funcionar semanalmente das 8h00 às 22h00 e das 10h00 às 18h00 aos fins-de-semana e feriados. “Na mesma data, cessará a actividade do SAP, ficando assegurado pelos médicos de serviço no citado horário, o atendimento das situações clínicas agudas do âmbito do ambulatório”, lê-se no comunicado. Segundo a ARSC, “os casos urgentes ou emergentes terão adequada resposta nos Serviços de Urgência do Hospital da Universidade e do Centro Hospitalar de Coimbra, com boa acessibilidade pela sua proximidade geográfica, aliada à disponibilidade do Centro de Orientação de Doentes Urgentes (112), bem como dos serviços de transporte de doentes urgentes pelo INEM, Bombeiros e outras entidades competentes”. Os doentes do Centro de Saúde de Penela serão transportados para o Hospital dos Covões.

Há quem diga que não engole sapos, mas nas Autárquicas passadas engoliu sapos bem vivos e gordos, quando a questão poderia ter sido levantada em tempo de eleições, em momento oportuno, poderia ter sido apresentada aos eleitores dos concelhos de Miranda do Corvo e da Lousã. Tardiamente toda a gente acordou para o problema....

Mas como estamos num país de brandos costumes desbaratam-se milhares de euros numas urgências, para as depois encerrar meses mais tarde....


Muitas questões ficam já no ar a pairar:
- Entre as 22 horas e as 08 horas da manhã, será que os Bombeiros Voluntários de Miranda do Corvo, tem capacidade de resposta, quer em termos humanos, quer em termos materiais - ambulâncias, de transporte de vários doentes aos HUC?

- Haverá táxi e transportes a meio da noite para o efeito?

- Estarão as estradas concelhias e nacionais em boas condições, para permitir o acesso a meio da noite, a doentes que inspiram cuidados médicos? E em dias de chuva, como será? Quantos acidentes de viação ocorrerrão? As cabeças iluminadas que não conhecem o concelho e as suas estradas, se calhar não fizeram a conta real da situação.

- Com a implamentação do Código de Manchester nos HUC, quanto tempo vamos esperar para sermos vistos pelos médicos das Urgências daquele Hospital? Horas a fio....



Progresso ou Retrocesso, quando uma das grandes conquistas de Abril de 1974 - O Sistema Nacional de Saúde, vai por água abaixo...

Noutros tempos, a ONU contabilizava o ratio de desenvolvimento humano pelo nº de camas hospitalares ou o nº de médicos por mil habitantes, agora está-nos destinado o fundo da tabela, ao qual já vamos estando habituados.

As pessoas não são números, mas disto se esquecem todos aqueles que nos representam....

Em vez de encerrarem Centros de Saúde, que dizem que não dão lucro, porque não reduzem eles, o número de ministros ou de deputados na Assembleia da República, passando de 230 para 100? Será que não chegavam?

Muitos milhões de euros poupariam por certo ao país sem sacrificar as populações locais.

Ou será que um belo dia, quando acordarmos, o Centro de Saúde é privatizado, com consultas, centro cirurgico, especilidades médicas variadas, internamentos e cuidados ambulatórios, tudo em nome do lucro fácil.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...