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domingo, dezembro 05, 2010

Encontro de Coros no Mosteiro de Semide

A Igreja do Mosteiro de Santa Maria de Semide vai voltar a ser palco do encontro de coros, que se realiza no dia 5 de Dezembro de 2010, pelas 17h30.

A envolvência quase milenar do Mosteiro e as excelentes condições acústicas da sua Igreja criam o ambiente e o palco perfeitos para a apresentação dos coros que, ano após ano, têm cativado uma enorme e fiel assistência.

Este ano o evento assinala o seu 16.º aniversário. Esta longevidade é demonstrativa da grande qualidade que o evento tem vindo a demonstrar ano após ano.

O evento conta este ano com a participação do Coro da Casa do Povo de Miranda do Corvo, do Cantemus – Coro Juvenil do Município de Cantanhede e do Israel Kibbuts Choir.

O Encontro de Coros é organizado pela Câmara Municipal de Miranda do Corvo com a colaboração do CEARTE, Casa do Povo de Miranda do Corvo e Paróquia de Semide.

domingo, outubro 24, 2010

XI Feira da Árvore de Semide


Decorre neste fim-de-semana, dias 22, 23 e 24 de Outubro, a XI edição da “Feira da Árvore” que este ano se realiza no Pavilhão Multiserviços de Semide, regressando assim à sede de freguesia.

A inauguração oficial da feira decorre amanhã, dia 22 de Outubro, pelas 18 horas, com a visita das entidades oficiais ao recinto.

Trata-se de um certame que alcançou grande tradição, organizado pela Câmara Municipal de Miranda do Corvo, Junta de Freguesia de Semide e com o apoio da Associação de Viveiristas do Distrito de Coimbra e Junta de Freguesia de Ceira.

Esta feira já criou raízes, estando transformada num espaço de troca de experiências, conhecimentos, contactos profissionais, para além da parte lúdica e gastronómica.

A feira conta com cerca de 76 expositores, entre viveiristas (36), instituições públicas e stands de equipamentos para a actividade (10). A novidade deste ano na Feira da Árvore é a realização da I Feira de Artesanato, que vai contar com 30 expositores.

O objectivo do certame passa por divulgar e defender uma actividade de grande importância no concelho de Miranda do Corvo e que assume um papel também importante em concelhos vizinhos, nomeadamente Coimbra (Freguesia de Ceira) e Lousã.

Salienta-se o facto de na freguesia de Semide se encontrar a maioria dos agricultores que desenvolve esta actividade no país, tornando-se assim uma área de grande expressão que importa apoiar e desenvolver. Do seu sucesso enquanto viveiristas depende não só um aspecto importante de riqueza concelhia e regional mas também da sua representatividade nacional.

Apesar de ser uma zona relativamente pequena, cerca de 80% da produção nacional de viveiros provêm da freguesia de Semide e região envolvente, como é o caso de Ceira e Lousã.

Para além da divulgação da actividade e produtos viveiristas, a feira serve também como ponto de encontro entre profissionais que desta forma podem trocar experiencias através da realização de jornadas técnicas. Este ano as jornadas realizam-se no dia 23 de Outubro e são organizadas pela Escola Superior Agrária de Coimbra e contam também com a colaboração de diversas entidades, nomeadamente do Instituto Nacional de Recursos Biológicos, do Centro Operativo e Tecnológico Hortofrutícola Português e da SYGENTA, empresa líder mundial no sector agrícola.

As jornadas técnicas iniciam-se pelas 9 horas e 30 e vão abordar temas como “Princípios da Multiplicação de Fruteiras em Viveiros”, “A Importância da Inspecção de Viveiros para a Fruticultura Competitiva”, “Videiras” e “O Pedrado”.

Também à semelhança de anos anteriores, a gastronomia terá lugar de destaque na Feira da Árvore.

A animação tem marcado também a realização da Feira da Árvore. Este ano, o programa é bastante rico e diversificado e conta nomeadamente com a actuação do grupo “Ús Sai de Gatas”, no dia 22, às 22 horas. No dia 23, pelas 17 horas haverá animação cultural ainda a definir e pelas 22 horas e 30 realiza-se um espectáculo musical com o Grupo “Função Públika”. O Domingo, dia 24, será bastante preenchido, realizando-se pelas 15 horas uma tarde de folclore com a actuação do Rancho Flor das Cortes, do Rancho Típico de Semide e do Rancho Infantil da Granja de Semide. pelas 16 horas e 30 poder-se-á assistir a um espectáculo da Tuna Feminina da Universidade de Coimbra, as Mondeguinas.

domingo, agosto 15, 2010

Ecos de órgão no Mosteiro de Semide


No próximo dia 15 de Agosto, pelas 18 horas, o Mosteiro de Semide vai acolher o segundo concerto de uma série de 4, integrados no programa Ecos de Órgão 2010, promovido pela Delegação Regional da Cultura do Centro, com o apoio da Câmara Municipal de Miranda do Corvo. 

O concerto será interpretado pelo organista João Santos que vai percorrer um programa bastante variado: Joahnn Kaspar Kerll (1627-1693) Passacaglia Ex D, Johann Jakob Froberger (1616-1667) Ricercar Iv (1656), Girolamo Frescobaldi (1583-1643) Toccata Per L’elevazione (Messa delli Apostoli), Capricio Sopra La Bassa Fiamenga, Christian Erbach (1568-1635) Toccata Primi Toni, Andrea Gabrieli (c.1532-1585) Canzon Ariosa Toccata Del 6. Tono, Jan Pieterszoon Sweelinck (1562-1621) Fantasia Ut Re Mi Fa Sol À 4, SWWV 263 e Georg Muffat (1653-1704) Toccata Duodecima Et Ultima.

João Santos é licenciado em Música Sacra pela Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa (UCP) - Porto, onde estudou com Luca Antoniotti (Órgão, nota máxima em exame), Eugénio Amorim (Composição e Direcção de Coros), Cesário Costa (Direcção de Orquestra), Anselm Hartmann (Piano), José Paulo Antunes (Liturgia), entre outros.

Iniciou os estudos musicais no Seminário Diocesano de Leiria e em 1996 ingressou na Escola de Música do Orfeão de Leiria (EMOL), obtendo, em 1997, o primeiro prémio "exaequo" do escalão B do 1º Concurso Jovens Organistas da cidade do Lis. João Santos alcançou também o terceiro prémio no Terceiro Concurso de Composição Coral (2001) da ACAL (Associação de Coros da Área de Lisboa) e, em 2002, recebeu o prémio "Jovens Compositores", no primeiro concurso para Bandas "Maestro Silva Dionísio" com a obra "Antologia", interpretada durante do XXI Festival de Música em Leiria.

Em 2004, foi apresentada em primeira audição a sua obra "Summa Augustiniana" para coro, barítono, saxofone, sinos, tímpanos e órgão, encomendada pela diocese de Leiria para a comemoração do Ano Agostiniano. Foram também apresentadas em primeira audição as seguintes obras: "Dies Natalis" para coro, órgão, piano e clarinete solo (2003), "Jesu Dulcis Memoria" para coro, piano e sinos (2005) e "O Quarto Sinal" para orquestra de cordas (2005).

João Santos foi o representante português em 2004 e 2005 do projecto europeu "Church Organs, Mobility of Traditions" inserido no Programa Sócrates, no qual contactou com organistas como Theo Jellema, Wolfgang Zerer, Michel Bouvard, Jan Janssen, François Espinasse, entre outros.

Efectuou vários recitais de órgão tanto no país (Leiria, Aveiro, Porto, Mafra) como no estrangeiro (Rheiner Orgelsommer, Alemanha). Lecciona Órgão na EMOL e na Academia de Música do Orfeão de Ovar. Lecciona também Técnicas de Composição na UCP- Porto. É organista e director do coro da Catedral de Leiria.

O Mosteiro de Semide tem cerca de 10 séculos de história. Foi inicialmente uma casa masculina que foi convertida em convento feminino em 1183, sendo a sua 1ª Abadessa D. Sancha Martins, descendente de Martim Anaia que foi quem concedeu a 1ª carta de povoamento a Semide. A actual igreja, onde se realizará o concerto é seiscentista e ao longo da sua história foi sofrendo várias obras que a foram enriquecendo com diversos estilos arquitectónicos e decorativos, entre eles o barroco e o rococó.

O órgão da igreja do Mosteiro de Semide é de carácter ibérico com 5 corpos de tubos, situa-se na parede do fundo, no coro, exibe uma caixa de estilo rococó, atribuindo-se a sua construção a António Xavier Machado e Cerveira em 1796, tendo sido recentemente restaurado.

Estão assim reunidas todas as condições que permitirão realizar um concerto memorável, quer pela envolvência do espaço, quer pela mestria do executante quer pelo rico reportório que será interpretado.

sábado, outubro 31, 2009

X Feira da Árvore de Semide


Decorre neste fim-de-semana, dias 30 e 31 de Outubro e 1 de Novembro, a X edição da “Feira da Árvore” que se realiza novamente nas instalações da Escola Ferrer Correia, no Senhor da Serra.

A inauguração oficial da feira decorre hoje, dia 30 de Outubro, pelas 18 horas, com a visita das entidades oficiais ao recinto.

Trata-se de um certame que alcançou grande tradição, organizado pela Câmara Municipal de Miranda do Corvo, Junta de Freguesia de Semide e Associação de Viveiristas do Distrito de Coimbra. Como em anos anteriores, o certame conta o apoio do Agrupamento de Escolas Ferrer Correia.

A feira conta com cerca de 50 inscritos entre viveiristas, instituições públicas, e stands de equipamentos para a actividade.

O objectivo do certame passa por divulgar e defender uma actividade de grande importância no concelho de Miranda do Corvo e que assume um papel também importante em concelhos vizinhos, nomeadamente Coimbra (Freguesia de Ceira) e Lousã.

Salienta-se o facto de na freguesia de Semide se encontrar a maioria dos agricultores que desenvolve esta actividade no país, tornando-se assim uma área de grande expressão que importa apoiar e desenvolver. Do seu sucesso enquanto viveiristas depende não só um aspecto importante de riqueza concelhia e regional mas também da sua representatividade nacional.

Apesar de ser uma zona relativamente pequena, cerca de 80% da produção nacional de viveiros provêm da freguesia de Semide e região envolvente, como é o caso de Ceira e Lousã.

Para além da divulgação da actividade e produtos viveiristas, a feira serve também como ponto de encontro entre profissionais que desta forma podem trocar experiências através da realização de jornadas técnicas. Este ano as jornadas realizam-se no dia 31, a partir das 9 horas e vão debater os temas “Análise da actividade viveirista no sector agrícola actual” e “sensibilização na defesa da floresta”.

Também à semelhança de anos anteriores, a gastronomia terá lugar de destaque na Feira da Árvore. Estando a origem da chanfana ligada à freguesia de Semide, a organização vai promover a realização da 3.ª prova gastronómica de chanfana, que decorrerá durante toda a feira.

A animação tem marcado também a realização da Feira da Árvore. Este ano, o programa é bastante rico e diversificado:

Dia 30-10

18H00 Abertura da Feira da Árvore com os Jovens Gaiteiros do Espinho

21H00 Actuação do grupo “Cepa Torta”.

Dia 31-10

17H00 Actuação do grupo de música tradicional “Vai ou Racha”, de Penela

22H00 Baile com o grupo “Tekos”

Dia 1-11

15H00 Actuação do Orfeon Universitário do Porto

Grupo de Pauliteiros

Grupo de danças etnográficas

Tuna Feminina

Grupo de Cantares de Maçadeiras

Coro Alentejano

17H00 Magusto

17H30 Actuação do grupo “Roncos & Couriscos”

terça-feira, junho 30, 2009

Junta de Freguesia de Semide já está «on line»


A segunda maior freguesia do concelho de Miranda do Corvo inaugurou o seu site na web, onde pode ser consultado em http://www.freguesiadesemide.eu

Neste novo site pode-se ficar a conhecer um pouco melhor a vila e freguesia de Semide, que dispõe de vários motivos de interesse: o Mosteiro, o Santuário do Senhor da Serra, a praia fluvial de Segade, a piscina municipal descoberta entre vários outros locais.

sábado, junho 20, 2009

Piscinas de Vila Nova e Quinta da Paiva abrem este fim de semana

As condições climatéricas que se têm feito sentir convidam a momentos de lazer refrescantes.

A partir deste sábado, dia 20 de Junho, a Câmara Municipal vai abrir ao público as piscinas municipais da Quinta da Paiva e de Vila Nova.

A piscina da Quinta da Paiva irá funcionar todos os dias das 10 às 13 horas e das 14 às 20. A piscina de Vila Nova, por seu lado, vai funcionar todos os dias entre as 16 e as 20 horas.

O concelho de Miranda do Corvo dispõe ainda de mais duas piscinas, a piscina de Semide e a praia fluvial de Segade. No corrente ano, o funcionamento destas infraestruturas será assegurado pelos Bombeiros Voluntários de Miranda do Corvo.

Prevê-se que a piscina de Semide entre em funcionamento no próximo dia 24 e a praia fluvial de Segade no próximo dia 27. A praia fluvial de Segade funcionará entre as 16 e as 20 horas e a piscina de Semide irá funcionar entre as 14 e as 20 horas, excepto aos domingos que irá estar em funcionamento entre as 10 e as 20 horas.

A Câmara Municipal de Miranda do Corvo disponibiliza assim aos seus residentes e aos visitantes 4 excelentes espaços de lazer que certamente serão muito do agrado de todos. Recorde-se que no Verão passado, só a piscina da Quinta da Paiva registou cerca de 15.000 entradas.

segunda-feira, janeiro 12, 2009

As Obras ficaram a meio no Mosteiro de Semide

A Câmara Municipal de Miranda do Corvo, face à total inexistência de medidas que levem ao lançamento das obras da 2.ª fase da recuperação do Mosteiro de Semide, voltou a alertar o Governo e a Presidência da República para o estado de degradação em que se encontra este edifício, classificado como monumento nacional.

Segundo nota distribuída à comunicação social, o município mirandense considera que o que se está a passar com este processo é uma autêntica vergonha para o Estado. Foi gasto dinheiro na primeira fase do restauro e a obra ficou inacabada e sem qualquer utilidade.

Neste momento, através do QREN e como o IEFP tem estado disponível para comparticipar a obra dado que necessita de salas para formação profissional, não há razão para a obra não avançar. Recorde-se que numa das outras alas do Mosteiro são realizados cursos pelo CEARTE, que está contudo com carência de espaço.

sábado, dezembro 13, 2008

Encontro de Coros no Mosteiro de Semide

A Igreja do Mosteiro de Santa Maria de Semide vai mais uma vez ser palco do encontro de coros, que se realiza pelo 14.º ano consecutivo.

O Encontro terá início pelas 16 horas e 30 do dia 14 de Dezembro.

A envolvência quase milenar do Mosteiro e as excelentes condições acústicas da sua Igreja criam o ambiente e o palco perfeitos para a actuação dos coros. A grande qualidade deste evento levou a que em 2003, este espectáculo fosse incluído no programa “Coimbra Capital da Cultura”.

Este ano estarão presentes: o Coro da Casa do Povo de Miranda do Corvo, o Coro Juvenil Santa Maria de Semide, o Grupo Coral da Freguesia de Lamas e o Coro da Cruz Vermelha de Águeda.

A edição deste ano conta também com uma actuação integrada na “Rota dos Orgãos” do Festival de Música de Coimbra. Em Semide irão actuar Paulo Bernardino e Maria João Silva respectivamente no órgão e violino.

A organização do Encontro de Coros é da responsabilidade da Câmara Municipal de Miranda do Corvo, com a colaboração do CEARTE e Delegação Regional da Cultura do Centro e Casa do Povo de Miranda do Corvo.




quinta-feira, outubro 23, 2008

IX Feira da Árvore, 24 a 26 de Outubro, Semide – Miranda do Corvo


Vai decorrer no próximo fim-de-semana, dias 24, 25 e 26 de Outubro, a IX edição da “Feira da Árvore” que se realiza novamente nas instalações da Escola Ferrer Correia, no Senhor da Serra.

A inauguração oficial da feira decorrerá no dia 24 de Outubro, pelas 19 horas, com a visita das entidades oficiais ao recinto.

Trata-se de um certame já com grande tradição organizado pela Câmara Municipal de Miranda do Corvo, Junta de Freguesia de Semide, Junta de Freguesia de Ceira e Associação de Viveiristas do Distrito de Coimbra. À semelhança do ano anterior, o certame conta com a colaboração da Junta de Freguesia de Ceira e o apoio do Agrupamento de Escolas Ferrer Correia, CIER – Turismo do Centro. Este ano a Feira conta também com a colaboração da Câmara Municipal de Coimbra.

A feira conta com cerca de 50 inscritos entre viveiristas, instituições públicas, e stands de equipamentos para a actividade.

O objectivo do certame passa por divulgar e defender uma actividade de grande importância no concelho de Miranda do Corvo e que assume um papel também importante em concelhos vizinhos, nomeadamente Coimbra (Freguesia de Ceira) e Lousã.

Salienta-se o facto de na freguesia de Semide se encontrar a maioria dos agricultores que desenvolve esta actividade no país, tornando-se assim uma área de grande expressão que importa apoiar e desenvolver. Do seu sucesso enquanto viveiristas depende não só um aspecto importante de riqueza concelhia e regional mas também da sua representatividade nacional.

Apesar de ser uma zona relativamente pequena, cerca de 80% da produção nacional de viveiros provêm da freguesia de Semide e região envolvente, como é o caso de Ceira e Lousã.

Para além da divulgação da actividade e produtos viveiristas, a feira serve também como ponto de encontro entre profissionais que desta forma podem trocar experiencias através da realização de jornadas técnicas. No presente ano estas jornadas realizam-se no dia 25, a partir das 9 horas e são globalmente subordinadas ao tema “A actividade viveirista: A experiência e a inovação.”

Também à semelhança do ano anterior, a gastronomia terá lugar de destaque na Feira da Árvore. Estando a origem da chanfana ligada à freguesia de Semide, a organização vai promover a realização da 2.ª prova gastronómica de chanfana, que decorrerá durante toda a feira.

A animação tem marcado também a realização da Feira da Árvore. Este ano, o programa é bastante rico e diversificado:

Dia 24

19H00 Abertura da Feira da Árvore com os Gaiteiros “TokAndar”

21H00 Grupo “Só Música” de Coimbra

Dia 25

17H00 Grupo de Cantares da Universidade Sénior da ADFP

21H00 Grupo “Sol na Eira”

22H00 “Ruizinho de Penacova”

Dia 26

14H00 Saltimbancos de Ceira

16H00 Grupo de Cordas e Cantares de Coimbra

17H30 Grupo “Roncos & Curiscos”

Convite para a Feira da Árvore, em Semide

quinta-feira, outubro 16, 2008

Obras de recuperação do Mosteiro de Semide continuam num impasse

«Face ao impasse em que continua o processo da 2.ª fase das obras de recuperação do Mosteiro de Semide, a Câmara Municipal voltou a alertar o Governo para a grande urgência no arranque destas obras.

O Mosteiro de Semide fica localizado na localidade com o mesmo nome, no Concelho de Miranda do Corvo. Trata-se de um Mosteiro beneditino fundado em 1154.

Neste Mosteiro existe um claustro quinhentista que necessita de obras imediatas, sob pena de se perder.

As obras de recuperação deste Mosteiro que remonta ao séc. XII foram alvo de um protocolo celebrado em 1999, entre o Instituto do Emprego e Formação profissional e a Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais.

Recordamos que no Mosteiro de Semide funcionam cursos de formação ministrados pelo CEARTE, razão pela qual o IEFP tem estado disponível para comparticipar nas obras. Neste espaço funciona igualmente um lar da Cáritas Diocesana de Coimbra.

Lamentavelmente a 1.ª fase das obras só arrancou em 2003, tendo sido concluída no início de 2004.

De seguida avançou a preparação da 2.ª fase das obras. O processo está concluído há bastante tempo. Esta empreitada inclui a consolidação do claustro. O IEFP, no âmbito do protocolo, teve disponível uma verba para permitir o início imediato da 2.ª fase. Não se compreende que a obra não tenha ainda arrancado, passados que estão quase quatro anos após o final da 1.ª fase.

Entretanto, em 2006, as obras foram novamente adiadas na sequência do Despacho de 31 de Agosto de 2006 do Secretário de Estado Adjunto e do Orçamento. Em 2007, apesar das fases de concurso estarem concluídas e a obra preparada para se iniciar, a mesma não foi consignada.

Fomos informados que o atraso de 2007 se devia a problemas administrativos, que dificultavam a resposta a solicitações do Tribunal de Contas.

Lamentavelmente, apesar dos alertas da Câmara Municipal, parte do claustro ruiu no dia 25 de Outubro de 2006.

Em 27 de Setembro de 2007, a autarquia é informada que o processo tinha sido devolvido pelo Tribunal de Contas dado faltar a publicação de portaria que confere ao IEFP a possibilidade de aplicar a dotação protocolada em mais do que um ano civil, portaria essa que viria a ser publicada no dia 10 de Dezembro de 2007, com o número 1075/2007, conferindo ao IEFP a possibilidade de financiar a obra.

Ficou assim resolvido o problema levantado pelo Tribunal de Contas.

Posteriormente fomos informados de novo adiamento, ou seja, a obra não avançaria até Março, altura em que seria incluída no QREN.

Estamos já em Outubro e continuamos sem informação sobre o inicio dos trabalhos.

Mais recentemente, aquando da apresentação da Concessão do Pinhal Interior, em Coimbra, com a presença do Sr. Primeiro-Ministro e do Sr. Ministro da Cultura, este informou que se iria empenhar na resolução. Dado que foram publicados os regulamentos de candidatura ao QREN, é neste momento possível avançar com as obras financiando-as pelo IEFP e pelos fundos comunitários do QREN.

Perante todas estas situações e contratempos, a Câmara Municipal teme pela integridade de claustro. Caso o Inverno que se aproxima se apresente chuvoso, o que resta do claustro fica em grande risco.

Perante todos os factos relatados e as sucessivas promessas, a Câmara Municipal não compreende o que se está a passar. A atitude é incompreensível.

Os investimentos realizados em 2003 não têm qualquer utilidade se não forem terminados com as obras da 2.ª fase. Existe uma boa oportunidade de financiamento para as obras da 2.ª fase, através do IEFP e dos fundos comunitários. Existe projecto, tendo inclusivamente sido lançado concurso em 2006 e seleccionada uma empresa para a realização das obras. Posteriormente existiu uma reorganização de serviços por parte do Estado. Será que uma reorganização de serviços, que levou à extinção da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais e a modificações no Ministério da Cultura, pode ter esta consequência?

Será possível que o Governo e o Sr. Primeiro-Ministro não actuem?

Em Miranda do Corvo existiu um castelo de grande importância na linha defensiva do Mondego. No séc. XIX grande parte do castelo ruiu, restando apenas a torre e a cisterna. Já perdemos um castelo. Será que no séc. XXI se vai perder um claustro quinhentista? » Segundo a C.M.M.C.


segunda-feira, julho 28, 2008

Pavilhão Multiusos de Semide, a concurso público

A Câmara Municipal colocou a concurso a construção de um Pavilhão Multiserviços em Semide.

Este edifício vai albergar diversas funções, estando, como se sabe, numa localidade com forte tradição comercial.

O local onde será construído o edifício é o mesmo onde actualmente se realiza a feira mensal que regista larga participação. Com a construção desta infra-estrutura surgirá um ponto de encontro, dinamizador e organizador de um espaço actualmente descaracterizado.

O edifício é composto de diversos corpos que se unem num fim comum: servir a freguesia de Semide, dotando a de um elemento fulcral para o seu desenvolvimento económico e urbano.

O edifício é constituído por dois volumes que organizarão o espaço exterior num contido e agradável espaço de estar, a plataforma superior, bem como num amplo espaço situado numa plataforma inferior, onde poderão ser realizados diversos eventos e actividades.

O piso inferior é um espaço destinado a mercado, com todas as condições de higiene, salubridade e funcionalidade exigidas a um espaço deste tipo como instalações sanitárias, cais de descarga, arrumos e uma sala de reuniões existindo ainda, já no piso superior, uma bateria de lojas que originarão um espaço destinado a comércio e/ou serviços, a nova sede da Junta de Freguesia de Semide e um espaço comercial de maiores dimensões.

Para a construção destes 1 583.00 m2 de área de edifício e dos arranjos exteriores prevê se uma estimativa orçamental de € 647 814.73, encontrando se a obra neste momento em fase de concurso público por parte da entidade responsável, o Município de Miranda do Corvo.

Com esta obra o Município de Miranda do Corvo responde ao desafio da requalificação dos seus espaços urbanos através de investimentos capazes de proporcionar desenvolvimento económico e social.

sexta-feira, julho 11, 2008

Bombeiro Voluntários de Miranda do Corvo tem nova ambulância

Desde o passado dia 4 de Julho, a população tem ao seu serviço mais uma ambulância, adquirida pela Câmara Municipal para a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Miranda do Corvo.

O valor desta ambulância é de 38.400 Euros. Este apoio dado pela autarquia destina-se a agilizar o funcionamento da corporação no destacamento de Semide, recentemente inaugurado.

As instalações do destacamento de Semide dos Bombeiros Voluntários de Miranda do Corvo foram inauguradas no dia 25 de Abril e mais recentemente, a 1 de Junho este destacamento iniciou as suas funções.

A Freguesia de Semide é a 2.ª maior do Concelho, possuindo várias infraestruturas, nomeadamente lares de idosos, sede do agrupamento de escolas, ensino profissional, extensão de saúde, entre outras.

sexta-feira, novembro 23, 2007

Mosteiro de Semide em Obras!


«É desta», afirma a presidente da Câmara de Miranda do Corvo, perante a recente informação do gabinete do primeiro-ministro que dá conta da existência de verba para a realização das obras da 2.ª fase de recuperação do Mosteiro de Semide.

Coincidência ou não, nas vésperas da conferência de imprensa marcada pela Câmara Municipal de Miranda do Corvo para denunciar o atraso nas obras de requalificação do Mosteiro de Semide, o gabinete do primeiro-ministro informou a autarquia de que foi já aprovada uma portaria e que existe um protocolo assinado no qual está definida uma verba de dois milhões e meio de euros, dos quais 400 mil afectos a 2007, para avançar com a 2.ª fase da requalificação do mosteiro. A presidente da Câmara de Miranda do Corvo está, por isso, convicta que as obras no monumento nacional vão arrancar ainda este ano. Caso contrário «poderá perder-se irremediavelmente um património de valor inestimável, quase milenar».
As obras de recuperação do Mosteiro de Semide foram alvo de um protocolo celebrado em 1999, entre o Instituto do Emprego e Formação Profissional e a Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais. A 1.ª fase das obras só viria, contudo, a arrancar em 2003, sendo concluída no ano seguinte. Nesta altura teve início a preparação da 2.ª fase da obra (construção de salas que vão ser utilizadas pelo CEARTE, recuperação e consolidação do claustro e construção de uma sala que vai funcionar como museu de arte sacra), para a qual chegou a existir uma verba para permitir o início imediato desta empreitada. «Não se compreende que a obra não tenha ainda arrancado, passados que estão quase quatro anos após o final da 1.ª fase», lamentou ontem, em conferência de imprensa a presidente da autarquia.


Mas os “azares” do mosteiro não se ficaram por aqui. No ano passado as obras foram novamente adiadas na sequência de um despacho do secretário de Estado Adjunto e do Orçamento e, apesar «apesar das fases do concurso estarem concluídas e a obra preparada para se iniciar, a mesma não foi adjudicada e consignada» por problemas administrativos que dificultaram a resposta a solicitações do Tribunal de Contas, criticou Fátima Ramos.


São «adiamentos sucessivos e inexplicáveis» que levaram a autarquia a fazer diligências junto de todas as entidades (Governo, Assembleia da República e secretário de Estado da Cultura). «Felizmente, na sexta-feira fomos informados pelo gabinete do senhor primeiro-ministro que foi aprovada uma portaria e que existe protocolo assinado com validade de dois anos, no qual está definida uma verba de 2.500.000 euros, dos quais 400.00 euros são afectos a 2007», disse Fátima Ramos, que aguarda agora apenas pela publicação da portaria para que as obras e iniciem. «Acho que agora não há razões para que não comecem com as obras. Acredito que é desta», afirmou Fátima Ramos para quem a não realização das obras em falta coloca em risco o monumento que é património nacional e que, para além de todo o seu valor arquitectónico, é um mosteiro «com vida», onde funciona uma vertente formativa (pólo do CEARTE) e uma social (lar da Caritas Diocesana de Coimbra).



Mosteiro “vítima” de várias catástrofes



Obras urgentes para que não se perca o que ainda resiste



Fundado em 1154, o Mosteiro de Santa Maria de Semide foi inicialmente ocupado por monges beneditinos, transformando-se, mais tarde, num convento de freiras. Ao longo dos anos foram muitas as catástrofes que o atingiram e que ditam agora uma intervenção urgente. Só incêndios foram três, de grandes dimensões. Em 1664 um incêndio devorou a maior parte do edifício que foi reconstruído em 1697, com a actual igreja. Em 1964 novo fogo destrói a ala poente e, mais recentemente, em 1990, um outro incêndio destruiu o claustro velho, a casa do capítulo e a sacristia. A 25 de Outubro de 2006 parte do claustro ruiu. «No ano passado, aquando das intempéries, perdeu-se parte do claustro quinhentista. Urge iniciar de imediato as obras para que não se perca o restante», afirma a presidente da autarquia para quem a não continuidade das obras põe em risco o património e as intervenções já realizadas em 2003.”


in Diário de Coimbra

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