quinta-feira, novembro 23, 2006

A Criação do Mundo ou a Tentação de Existir

Exposição de Vítor e Fátima


4 a 26 de Novembro de 2006
Sala de Exposições do Auditório Municipal de Penela

quarta-feira, novembro 22, 2006

Fórum de Turismo de Montanha e de Natureza

Lousã, 25 de Novembro de 2006

Mais informações em http://cm-lousa.pt

sábado, novembro 18, 2006

Sinal Vermelho!

Clique duas vezes em cima do título com o botão do lado direito do rato

Alterações Climáticas em Curso…

Ondas de calor fora de época, secas, incêndios, degelo, chuvas torrenciais e inundações…

O fenómeno das alterações climáticas é um dos maiores problemas ambientais que o Homem irá enfrentar durante este século.

Após Quioto e Montreal, mais uma conferência organizada pela ONU sobre ambiente, a 12ª Conferência das Nações Unidas sobre o clima, que se realizou em Nairobi, Quénia, entre 6 e 17 de Novembro de 2006, onde estiveram reunidos mais de 10 chefes de Estado e de governo e 130 ministros de todo o mundo e mais uma vez a montanha pariu um rato…

Os gases causadores do efeito estufa resultante da utilização dos combustíveis fósseis aumentaram mais de 9 vezes entre 1961 e 2003.

Os buracos nas camadas de ozono localizados sobre os pólos aumentam de dia para dia, embora nos queiram fazer crer o contrário.

O degelo nas calotes polares prossegue…

Prevê-se que as temperaturas médias globais aumentem até 5,8ºC e que o nível das águas do mar aumente em média de 15 a 95 centímetros, durante este século.

A temperatura da água do mar tem aumentado…

As Florestas Tropicais estão em xeque…

O deserto avança em África pondo em risco a sobrevivência humana naquele continente. Muitos países africanos vêem esgotar os seus recursos naturais. Ao sobrevoar-se aquele continente é possível avistar rios secos e imensos terrenos áridos em torno das cidades. Para um continente, no qual 70% das pessoas, que se encontram em condições de pobreza dependem da agricultura para sobreviverem, a desertificação da terra significa o aumento da miséria nesses países e o crescimento das favelas nas grandes cidades.

Sucedem-se as tempestades de elevado grau de intensidade, que tudo devastam…

Os relatórios apresentados nesta Conferência afirmam que o consumo humano supera a capacidade do planeta. Os números gerais indicam uma acentuada perda de recursos naturais. Em 33 anos (entre 1970 e 2003), houve uma redução em 1/3 das populações de espécies de vertebrados analisados.

O desaparecimento acelerado da biodiversidade marinha, resultado da pesca excessiva e da poluição, ameaça a segurança alimentar e o ambiente do planeta, alertaram os cientistas presentes na Conferência.

Até 2048 prevê-se o desaparecimento de todas as espécies marinhas.














O
Mar de Aral é um mar interior da Ásia, situado entre 43° e 46° de latitude norte e entre 58° e 62° de longitude leste, compartilhado entre o Cazaquistão ao norte e o Uzbequistão ao sul. Em 50 anos o Mar de Aral perdeu mais de metade da sua superfície...

Portugal será um dos países europeus mais afectados pelas alterações climáticas. Alterações que se traduzirão num aumento de temperatura e numa mudança no regime de precipitação (maior concentração temporal, com chuvas intensas em curtos espaços de tempo).

Devido ao aumento da temperatura e à diminuição da precipitação prevê-se que aumentem os períodos de seca no Alentejo, assim como a desertificação, nomeadamente em toda a margem esquerda do Guadiana, bem como a uma migração para norte de culturas mediterrânicas, como as oleaginosas e os sobreiros e ao desaparecimento das florestas de montanha.

O aumento da temperatura deverá ocorrer também na costa portuguesa, provocando alterações nas correntes e nos ecossistemas. Assistir-se-á a uma maior erosão costeira e à contaminação das reservas de água doce pela água salgada.

Aliás, os exemplos estão bem à vista, com a chuva intensa que se fez sentir no último mês, os rios Dueça e Ceira transbordaram e a água galgou as margens, colocando em risco povoações e estruturas viárias. E por isso, não vamos responsabilizar este ou aquele.

Rio Ceira

Porque isto sucede?

Porque as margens não são limpas e porque há construções que ocupam zonas protegidas e espaços naturais e leitos de rios e nalguns casos, neste país, a orla costeira. E ainda, porque todos nós temos responsabilidades, devido ao estilo de vida que levamos.

Cheias, incêndios florestais, secas graves ou aluimentos de terra ou aluimentos de terra são consequências óbvias que já começaram a ser sentidas.

Quando estes problemas se associam a casos de poluição, a situação pode tornar-se irreversível.

Aquíferos contaminados ou salinizados, solos degradados onde não cresce uma erva, cinzas que restam dos incêndios e são arrastadas encosta abaixo para reservas de abastecimento de água fundamentais, como o Rio Ceira (Segade).

A situação é preocupante… É necessário parar a destruição da natureza!

E revermos todos aquilo que podemos fazer para salvar este planeta, porque só há uma Terra…

sexta-feira, novembro 17, 2006

Miranda do Corvo, 870 Anos de História (1136-2006)

Comemorações dos 870 Anos da Carta de Foral - Foral atribuído em 19 de Novembro de 1136, por D. Afonso Henriques

Programação - 19 de Novembro de 2006:
11 horas - Início da cerimónia, com o hastear da bandeira, na Praça José Falcão, defronte da Câmara Municipal de Miranda do Corvo.
Quinze minutos depois terá início um concerto com a Filarmónica do Grupo Recreativo Mirandense.
15 horas - Segue-se sessão solene a ter lugar no Auditório Municipal, da Câmara Municipal de Miranda do Corvo, com a historiadora, Maria Helena da Cruz Coelho, especialista em História Medieval, da Universidade de Coimbra. Após a palestra terá lugar um recital com o cantor Nuno Guerreiro (ex-Ala dos Namorados).
16:15 horas- Inauguração do monumento comemorativo - réplica do pelourinho, do século XVI, que se encontra colocado no átrio da Câmara Municipal.
Segue-se uma festa popular, com saltimbancos, jograis e jogralesas, cantigas de amor e de amigo.
Estará presente na festa o Príncipe Afonso Henriques e o seu séquito real.
Será entregue aos representantes do povo, o foral de Miranda do Corvo aos Senhores Uzberto e Marina.
Os comes e bebes, não serão esquecidos, haverá um porco no espeto, caldo verde, broa e vinho...
Os artesãos do nosso concelho marcarão presença, expondo as suas obras em tendinhas.
Muita animação marcará por certo esta tarde de Domingo, que terminará com a actuação no Auditório Municipal, do Grupo de Fados Verdes Anos.


quarta-feira, novembro 15, 2006

Um Passeio a... Penela

Ameia do Castelo de Penela e vista para os Paços do Concelho

E que tal, num fim de semana próximo, agarrar no automóvel, na família, percorrer os 15 quilómetros de estrada, que nos separam da vila de Penela e do seu milenar castelo e mergulhar na história…

Castelejo ou Forte, interior do Castelo de Penela

Acredita-se que a ocupação da região remonte aos primitivos povos celtas, por lá passaram romanos, visigodos e árabes…

Foto do Forte

Na época da Reconquista cristã da península, os domínios de Penela terão sido tomados pelas tropas de Fernando Magno, em 1064. Em 1065, o rei de Leão concedeu carta de povoamento a Penela, já então murada, e a mais quatro povoações da região. No testamento do conde Sesnando Davides - 1087, a quem o soberano entregara a administração do condado Conimbricense, afirma-se ter sido o conde a povoar os domínios do Castelo de Penela.

A ofensiva muçulmana que, em vagas sucessivas 1116 e 1117, conquistou e destruiu o Castelo de Miranda do Corvo, causando o abandono do Castelo de Soure, integrantes da linha de defesa de Coimbra, terá ameaçado o Castelo de Penela. A perda ou abandono de sua posição explicaria a conquista que é atribuída a D. Afonso Henriques em (1112-1185). A carta de Foral, foi outorgada pelo soberano em 1137.

Trás dos Castelos, presumível estábulo

A antiga fortificação chegou ao século XX em estado de abandono e ruína.

Escadaria de acesso ao Forte

Castelo de montanha, em pedra de granito, ocupa uma área aproximada de meio hectare. Apresenta planta com o formato poligonal irregular, orgânica (adaptada ao terreno), com elementos dos estilos românico, gótico e manuelino. Os estudiosos admitem que os seus trabalhos se desenvolveram em duas etapas construtivas principais:

- No Século XIV, quando foi erguido o circuito das muralhas, onde se conservam quatro das doze torres que o integravam; e

- No Século XV, a que pertence a Porta da Vila (a Sudoeste) e o castelejo ou forte, evolução estrutural da antiga Torre de Menagem.

Subsistem ainda a chamada Porta da Traição ou dos Campos (Nordeste), e os vestígios da Torre de Menagem.

Outras fotos:

Casa Centenária na Vila de Penela

Penela tão longe e tão perto…

sábado, novembro 11, 2006

Comemoração dos 870 anos da Carta de Foral

Miranda do Corvo

19 de Novembro de 2006
Uma História com 870 anos, de 1136 a 2006

sexta-feira, novembro 10, 2006

Todo o Terreno

VI Passeio TT
12 de Novembro de 2006

Organização - Bombeiros Voluntários de Serpins

E ainda, no próximo dia 18 de Novembro de 2006
Campeonato Nacional de Navegação TT
Serras do Xisto, Montanha Clube e C.M. da Lousã

Organização a cargo do Montanha Clube e da C.M. da Lousã
Mais Informações no link - http://www.montanha-clube.pt

quarta-feira, novembro 08, 2006

Viagem pelo Mundo das Letras


A Biblioteca Municipal oferece a todos os Mirandenses, desde Outubro de 1997, um vasto leque de opções, destinada a um público de todas as idades e a todos aqueles que queiram passar um bom bocado, em serenidade.
A mesma, tem para nos proporcionar um riquíssimo espólio bibliográfico – romances, ensaios, enciclopédias (sobre todos os assuntos), livros didácticos, desde o pré-escolar, até ao ensino universitário.
Dispõe de acesso à Internet, podendo os utentes da rede, se o desejarem obter a impressão do resultado da sua pesquisa.
Os estudantes também podem solicitar fotocópias sobre o objecto da consulta bibliográfica.
Há uma sala para leitura de jornais, bem como uns maples bem relaxantes.

Sala do Conto, para os mais pequeninos, na Biblioteca Miguel Torga, em Miranda do Corvo

Os mais pequeninos também não foram esquecidos: desenhos animados, um baú de peluches, teatro de fantoches, livros em cartão e uns adoráveis bonecos enormes em pano para brincarem.
Para as crianças em idade escolar, no 1º andar há 2 salas pejadas de livros – Banda Desenhada, livros de aventuras, enciclopédias e dicionários. Dispõem ainda de computadores onde poderão ter acesso a jogos didácticos e a programas educativos.
Por outro lado, a Biblioteca dispõem de um serviço de empréstimo de livros, podendo os utentes levarem os livros para casa.
Para além disso, a Biblioteca Municipal dá apoio às escolas do Concelho de Miranda do Corvo. Apesar de haver infantários que tenham tirado proveito disso.
Os cinéfilos e os apreciadores de boa música também não foram esquecidos. Dispondo a Biblioteca Municipal de Miranda do Corvo duma Fonoteca e de uma Videoteca exemplar, para o meio em que estamos inseridos.
De vez em quando, os apreciadores de arte podem apreciar as obras expostas em Exposição no Salão daquelas instalações.
Espaçadamente ocorrem ainda naquele espaço acções de formação de vária índole.
É pena, não haver um auditório capaz, para a realização de espectáculos culturais, que poderiam ocorrer ao longo do ano.
Horário: Segunda a Sexta-Feira, das 10:30 às 17 horas e Sábados, das 10 às 12:30 horas.



terça-feira, novembro 07, 2006

17ª Feira do Mel e da Castanha, Lousã

11 a 12 de Novembro de 2006
Pavilhão Municipal de Exposições



Festival Gastronómico do Mel e da Castanha

3 a 12 de Novembro de 2006, na Lousã


Sabores de Outono
Estabelecimentos aderentes (a letra pequenina):
- O Burgo;
- Adega da Vila;
- Lousanense;
- O Arunce;
- Casa Velha;
- O Astro 2;
- Borges;
- O Gato;
- Alameda Carlos Reis;
- Ti Lena;
- A Copa;
- São Paulo;
- O Botânico;
- Universal;
- Barca do Arouce;
- A Viscondessa;

sexta-feira, novembro 03, 2006

A Festa da Chanfana

A Chanfana será mais uma vez o prato principal no local do Senhor da Serra.

Como já é tradição, no próximo fim-de-semana, dias 4 e 5 de Novembro, o Senhor da Serra presta a devida homenagem a este prato típico, da forma mais correcta, à mesa!

Assume este prato um dos valores culturais e gastronómicos mais característicos da zona centro e, especialmente, do Senhor da Serra.

Verdade é que a disputa da paternidade da chanfana é defendida pelo Senhor da Serra de uma forma simples: Pelo Sabor…da História!

Crê-se que a receita da Chanfana (à moda do Senhor da Serra) foi criada no mosteiro de Semide: os pastores pagavam os foros com cabras e, como as freiras não conseguiam manter o rebanho e queriam conservar a carne, assavam-na em vinho, também oferecido pelos rendeiros, e juntavam-lhe o louro e os alhos da quinta.

Depois de confeccionada a carne, as tripas são aproveitadas para os negalhos e os restos que sobram na caçoila, adicionados a pão e couves, resultam na designada sopa de casamento.

Agora que sabem o segredo da receita não podem deixar passar esta oportunidade de provar este prato secular com sabores genuínos!

Deixo-vos assim o convite para visitarem o Senhor da Serra o qual é dirigido em especial a todos os amantes da boa gastronomia!


Resta-me desejar-lhes um bom apetite !!

Santinho Antunes, residente no Senhor da Serra, Semide, Miranda do Corvo

quarta-feira, novembro 01, 2006

Casa do Povo de Miranda do Corvo - Centro de Cultura e de Desporto


(link - http://www.casapovomirandacorvo.greatnow.com/index1.htm)

Pavilhão da Casa do Povo de Miranda do Corvo - Centro de Cultura e de Desporto

Trinta e três anos volvidos, vencendo dificuldades de toda a espécie, a Casa do Povo de Miranda do Corvo movimenta hoje, cerca de 500 atletas em modalidades: como o Atletismo, o Andebol, o Futsal, a Ginástica e o Judo e mantêm activos: o Coro da Casa do Povo de Miranda do Corvo e um Grupo de Teatro denominado «Escola em Cena».

A 03 de Março de 1973, era emitido, pelo Ministério das Corporações e Previdência Social, o Alvará que aprovava os Estatutos da Casa do Povo de Miranda do Corvo. À data esta tinha funções sociais inerentes à Segurança Social, funções que perde no desenrolar da década de 80 e os seus estatutos sido alterados em 1994, para se dedicar de corpo e alma à cultura e ao desporto.

Secções Desportivas:
- Atletismo

O Atletismo dispõem de 10 atletas que se encontram distribuídos pelas especialidades dos lançamentos de disco e peso e ainda velocidade: 60, 100, 200 e 400 metros.
Apesar desta Secção movimentar poucos atletas, estes tem conseguido óptimos resultados desportivos. Logo que possível serão inseridos mais elementos sobre esta modalidade.
Os treinos são à 2ª e 4ª feiras, pelas 20 horas e à 6ª feira, desde as 19:30 às 20:15.
A mensalidade é de 8 €.

- Andebol

O Andebol dispõem este ano de 30 atletas, que vão competir nos escalões jovens, decorrem treinos de captação e a época ainda não começou…
Ainda não está definido o horário dos treinos. Logo que possível este será inserido, bem como mais elementos sobre esta modalidade.
A mensalidade é de 8 €.



- Futsal
(link - http:casadopovofutsal.com.sapo.pt)


O Futsal conta este ano com cinco equipas de competição (Seniores Masculinos, Feminino e Escalões Jovens). Estas equipas disputam o Campeonato Distrital de Futsal da Associação de Futebol de Coimbra e tão bem tem dado conta de si, nos últimos anos alcançado excelentes resultados desportivos e proporcionado muitas alegrias aos mirandenses. A equipa juvenil de futsal na época passada alcançou as meias finais da Taça Nacional de Juvenis de Futsal e sido afastada pelo Sporting.
Além destas equipas, foi ainda criada a Escolinha de Futsal, onde os mais pequenos aprendem os conceitos básicos necessários à sua integração no escalão seguinte e que tem uma grande adesão, contando com mais de 40 crianças.
Muito se tem feito com tão pouco e os resultados são francamente animadores nesta modalidade.
Horário dos Treinos:
Escolinhas Futsal – 2ª e 4ª feiras, das 18:45-19:15 horas;
Escolas Futsal – 3ª feira, das 17:45-18:15 e à 6ª feira, das 18:30-19:00 horas;
Futsal Infantis – 2ª feira, das 17:15-18:30 e 4ª feira, das 16:15-18:15 horas;
Futsal Iniciados/Juvenis – 3ª feira, das 19:30-21:00 horas (Iniciados/Juvenis), 5ª feira, das 19:30 às 21 horas (Iniciados) e 6ª feira, das 16:00-17:30 horas (Juvenis);
Futsal Sénior – 3º e 5ª feiras, das 21 às 23 horas;
Jogos Escolinhas e Infantis, aos Sábados das 11 às 12 horas;
Jogos Iniciados, aos Sábados, das 16 às 17:30 horas;
Jogos Juvenis, aos Domingos, das 11 às 12 horas;
Jogos Seniores, aos Sábados, das 18:30 às 19:30 horas;
A mensalidade é de 8 €.

Ginástica

- A ginástica criada em Setembro de 1983, conta neste momento com 220 atletas inscritos distribuídos pelas classes de: Ginástica Infantil, Acrobática, Aeróbica, Step, equilíbrio e bem estar e aerocombate.
Em destaque todos os atletas, em especial a Ginástica acrobática que tem deslumbrado pavilhões e os mais pequeninos a alegria da nossa alma.
Treinos:
Ginástica Infantil – 3ª e 5ª feiras, das 18:15-15:45 horas;
Ginástica Acrobática - 3ª e 5ª feiras, das 19 às 19:30 horas;
Ginástica – aos Sábados, das 17:15 às 17:45 horas;

E ainda:
Ginástica de Lazer
Horário
2ª feira, das 18:30-19:25, Equilíbrio e Bem Estar; das 19:30-20:25, Step e Aeróbica , das 20:30-21:25 Localizada, Postural e Aerocombate;
3ª feira, das 18:30-19:25, Bom Coração seguido às 19:30 às 20:25, de Step e Aeróbica;
4ª feira, das 18:30-19:25, Equilíbrio e Bem Estar, seguido às 19:30 às 20:25 horas de Step e Aeróbica e ainda das 20:30-21:25 horas, Localizada, Postural e Aerocombate;
5ª feira, das 19:30-20:25 horas, Step e Aeróbica;
6ª feira, das 19:30-20:25 horas, Step e Aeróbica seguido às 20:30-21:25 de Localizada, Postural e Aerocombate ;
Sábado, das 17 às 17:55 horas há Equilíbrio e Bem Estar e ainda Aerocombate.

A mensalidade é de 12 € (há a possibilidade de frequentar 12 aulas por semana) o seguro anual é de 10 €.

- Judo
(link - http://judoka.com.sapo.pt)



Arte marcial de origem japonesa, com uma distinta filosofia, foi criado em 1882, pelo Mestre Jigoro Kano.


Em Portugal, o Judo foi divulgado e fomentado muito por obra do Mestre Kyuishi Kobayashi, considerado o pai do judo em Portugal.
O Judo é uma secção que conta com cerca de 80 atletas e foi criada em 1985.
A sala de treino de Judo de Miranda do Corvo fica situada junto ao Pavilhão da Casa do Povo,na rua 25 de Abril, e em frente ao Centro de Saúde. Os treinos, orientados pelo Mestre Filipe Nuno Rosa, têm lugar às Terças e Quintas. Das 19:15 às 20h treinam os mais jovens. Os mais velhos treinam a partir das 20h.
Aos Sábados, a partir das 18:00, decorre o treino dos Veteranos.
Existe, igualmente, uma classe de INICIAÇÃO AO JUDO para crianças, orientada pelo Monitor Paulo Sousa e que tem lugar às Segundas e Quartas.
Qualquer pessoa pode ir experimentar. Basta, para isso, dirigir-se à sala de treino nos dias e horários acima indicados e falar com o Mestre.
Se gostar, pode inscrever-se. A mensalidade é de apenas 8 Euros e o seguro (obrigatório para todos os atletas inscritos, bem como um atestado médico) é de aproximadamente 20 Euros por ano.

Secções Culturais:

Coro da Casa do Povo de Miranda do Corvo
(link - http://members.lycos.co.uk/coromirandacorvo)


O coro foi fundado em Outubro de 1994 e é constituído actualmente por cerca de 40 elementos. Tem vindo a realizar vários concertos com bastante sucesso, dos quais se destaca entre outros, os Encontros de Coros, sendo frequentemente solicitado. Entre os seus pares é reconhecida a sua qualidade.
Tendo como primeiro objectivo a divulgação da música coral, bem como a animação cultural, conta com vários tipos de peças no seu reportório:
- Corais;
- Peças litúrgicas;
- Espirituais Negros;
- Música Tradicional Portuguesa;
- Música de Intervenção e ainda algumas peças em língua estrangeira.
Bem recentemente saiu o livro «Coro da Casa do Povo de Miranda do Corvo – 12 anos a (En)cantar, da autoria de Maria Manuela Antunes Leal de Oliveira Leal, Joaquim Manuel Leal, Maria de Fátima Jacinto Andrade e Armindo Rodrigues.

Teatro
O Grupo de Teatro «Escola em Cena» está a dar os primeiros passos e já tem uma peça em cena, denominada «Fernão Capelo Gaivota», com a duração de 40 minutos, esta peça tem sido exibida em várias escolas.

Nas Secções Culturais do Coro e do Teatro ninguém paga nada.

Todos os anos a Casa do Povo de Miranda do Corvo participa nas Marchas de São João e organiza a Fespovo.

As quotas mensais de sócio são de 50 cêntimos mensais.

«Mexa-se… por si!
Saia de casa, venha praticar desporto.
A actividade física vai melhorar a sua vida.»

«Todos os dias, professores e monitores das várias secções dão o seu tempo gratuito, para o bem comum, levando para a frente uma tarefa quase hercúlea de fazer muito, a partir do nada.»
Citações da Profª. Ana Maria Gouveia

Desde já quero expressar o meu público agradecimento e a atenção dada pela Profª. Ana Maria Gouveia, mestre Filipe Nuno Rosa e pelo Sr. Rogério que viabilizaram este post, tendo fornecido vários elementos de consulta e informação preciosa para a elaboração do mesmo.


sábado, outubro 28, 2006

Comboios de Portugal – Uma História com 150 Anos

(Clique duas vezes com o botão do lado esquerdo, do rato no título)

Automotora DMV Allan CP 0301V21, com a pintura vermelha

As locomotivas a vapor surgiram em Inglaterra, em 1825. Um comboio da época alcançava 45 km/h e podia fazer centenas de quilómetros seguidos, ao contrário dos veículos de tracção animal utilizados na época. A Revolução Industrial tornou o mundo mais veloz.
Os caminhos de ferro em Portugal foram inaugurados há 150 anos, mais precisamente em 28 de Outubro de 1856, entre Lisboa e o Carregado. Cinquenta anos depois foi concluída a rede ferroviária nacional.
16.12.1906 – Inauguração do Ramal da Lousã, com o percurso Lousã-Coimbra-Lousã.
No espaço de tempo compreendido entre 1907 e 1927 foram feitas várias tentativas para levar o caminho de ferro da Lousã, até Gois e Arganil, empreendimento que nunca foi finalizado, devido à mudança da monarquia para a república, ao deflagrar da I Grande Guerra Mundial, às graves crises económico-sociais que agitaram o início do Século XX e ao «crash» da bolsa de 1929, que teve graves repercussões na economia mundial.
Em 10 de Agosto de 1930 é inaugurado o troço Lousã-Serpins e, apesar dos protestos dos habitantes de Arganil, até hoje a ligação não foi concluída.
Na década de 50 chegou-se a falar da ligação do Ramal da Lousã ao Ramal de Tomar, concretizando a ligação à linha ferroviária nacional, mas, tudo não passaram de meras conjecturas.

Linha da Lousã - Ponte sobre o Rio Mondego

Em Novembro de 1952, graças ao Plano Marshall e outros empréstimos, a CP procedeu à aquisição de 41 automotoras DMV Allan CP 0301V21, com a pintura vermelha, que entraram ao serviço em 1953-1954 e circularam no ramal durante cerca de 50 anos! Estas foram objecto de recauchutagem, nas oficinas da EMEF, em 2000, onde foi reaproveitado o chassis e implementada uma carroçaria moderna de cor verde e o seu interior objecto de modificações, tendo sido introduzido o ar condicionado.

Automotoras Ferrobus (origem espanhola), utilizadas nos ramais da Lousã e da Figueira da Foz


Em 2000, automotora Allan, após a recauchetagem nas oficinas da EMEF

Nos finais dos anos 70, a CP adquiriu à Renfe, automotoras usadas, que acabaram de sair de circulação, pouco tempo depois, após múltiplos problemas!
Em 1996 é constituída a Sociedade Metro Mondego. Hoje, 10 anos depois, o metro ainda não saiu do papel, tendo apenas algumas casas ido abaixo em Coimbra, em obras que não parecem ter fim à vista, como tudo neste país. Desde sempre que a construção deste tem estado envolvida em polémica.
Desde 2005, nalguns horários, a CP introduziu as automotoras que circulavam na Linha da Amadora, permitindo nas horas de ponta o transporte de mais passageiros.


Unidade Dupla Diesel UDD da série 451-99, reabilitadas em 1999, nas oficinas da EMEF

Para a Linha da Lousã estão projectadas obras de remodelação, designadamente de electrificação, para permitirem a circulação de comboios mais rápidos e seguros e a instalação do tram-train (no âmbito da criação do metropolitano ligeiro de superfície em Coimbra e a sua articulação com a rede ferroviária da região). A nova linha terá um comprimento de 37 quilómetros, sendo constituída por dois troços distintos: um urbano/suburbano entre Coimbra B e Ceira e um outro de carácter regional entre Ceira e Serpins.
O Ramal da Lousã é utilizado por mais de 100.000 passageiros por ano e estende-se ao longo de 37 km, em via única, de Coimbra-Parque a Serpins, com passagem por Ceira, Miranda do Corvo e Lousã.
O Ramal tem 3 pontes, da Portela, sobre o Rio Mondego, com 27 metros de comprimento, de Almalaguês, com 25 metros e a de Ceira com 140 metros. Túneis são seis, a saber: Vale de Açor (282 metros), do Toco (60 metros), do Vale Mancabo (112 metros) do Passareiro (125 metros), do Carro (59 metros) e o de Miranda do Corvo (122 metros).
O cruzamento de comboios é feito em Coimbra-Parque, Ceira, Miranda do Corvo, Lousã e Serpins.
O comboio para além de possibilitar o desenvolvimento económico da região, concelhos de Miranda do Corvo e Lousã, possibilitou a expansão destas duas vilas, na década de 90, devido às casas serem mais económicas, do que em Coimbra.
A nível nacional, a CP aposta tudo por tudo na alta velocidade, no TGV, em prejuízo dos pequenos ramais, ponderando a breve prazo encerrar a título definitivo as linhas do Sabor, do Corgo e do Tua, condenando o interior à desertificação humana.
Ao contrário, da restante Europa, onde se investe cada vez mais, no caminho de ferro, relegando o alcatrão para segundo plano, melhorando o traçado, os horários, o material circulante, aumentando o número de composições e a comodidade destas.
Recentemente, a Áustria e a Suiça impuseram barreiras à circulação aos camiões TIR, favorecendo a deslocação de mercadorias através dos caminhos de ferro, por cá encerram-se linhas e cais de mercadorias. O cais de mercadorias de Miranda do Corvo encontra-se encerrado há uns anos e poderá dar lugar a mais alguns prédios a breve prazo, se a pressão imobiliária aumentar de novo.
Tudo deve ser feito para privilegiar os transportes públicos e a poupança de energia, relegando o automóvel pessoal para segundo plano.
Entretanto, a Refer votou os apeadeiros e as estações ao abandono, o vandalismo prossegue e o património de todos nós é todos dias delapidado, exemplo: os belos azulejos da Estação da Lousã, vítima de graffitis.


Rede Ferroviária Nacional em 1952!


«O abandono a que se sujeita a via férrea nacional é apenas um sinal da nossa colectiva perda de memória. Abandonar o comboio significa abandonar parte substancial da nossa história.»

terça-feira, outubro 24, 2006

Alheda, Dueça, Ceira e Mondego – Os Rios da Nossa Memória

(Clique duas vezes com o botão do lado esquerdo, do rato no título)

Rio Ceira

O Rio Alheda é um pequeno rio, com 8 quilómetros de extensão. Nasce no Gondramaz e desagua no Rio Dueça, em Miranda do Corvo.
O Rio Dueça é um rio afluente do Ceira. Nasce na Serra do Espinhal, concelho de Penela. A maior parte do seu percurso é feito no concelho de Miranda do Corvo, que atravessa, desaguando no Rio Ceira, em Ceira, a 6 quilómetros de Coimbra.
Ambos, os leitos destes rios secam no verão. No Inverno, os seus caudais engrossam, arrastando lama e água turva. Aqui e ali surgem pequenos casos de poluição provocados por efluentes domésticos e por pequenas unidades agrícolas e industriais.
O Rio Ceira nasce na Serra do Açor, tem um comprimento de 100 quilómetros, desaguando no Mondego, a alguns quilómetros, a montante de Coimbra.

Ecosfera, Jornal Público, de 24 de Outubro de 2006

ou ainda

o link - http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1274433&idCanal=75

O Rio Ceira já apresenta problemas respeitantes ao tratamento de águas residuais (ver notícia na Ecosfera, Jornal Público, de 24 de Outubro de 2006) e por vezes sucedem-se as descargas de efluentes industriais, perto de Foz de Arouce, bem como a poluição provocada por fertilizantes agrícolas e pesticidas letais para a fauna aquática - viveiros industriais localizados nas margens do Ceira.
Por isso não é de estranhar, que a água que se bebe em Miranda do Corvo, apresente por vezes um sabor esquisito (azeite?) e cheire mal, apresentando algumas vezes uma estranha coloração, que nem para cozinhar serve. Quantos de nós já ficámos com os cabelos empastados no banho ou se queixaram que o detergente da máquina não funcionava e tiveram que recorrer ao supermercado para comprar água?
Actualmente, a maior parte da água que ingerimos é proveniente da captação de Segade, no Rio Ceira.


Rio Mondego, Coimbra

O Rio Mondego nasce na Serra da Estrela, em Gouveia, a 1425 metros de altitude, tem como afluentes, o Dão, na margem direita e na esquerda, o Alva, o Ceira e o Arunca.
Entre a nascente e a foz, as águas do Mondego percorrem 220 quilómetros. As suas margens entre Coimbra e a Figueira da Foz, são os terrenos mais férteis de Portugal. Nestes terrenos se produz mais arroz por hectare, em toda a Europa.
Recentemente o Estuário do Mondego (Reserva Ecológica Nacional) viu-se envolto em controvérsia, ao ter sido visado pelo UNEP – Programa Nacional das Nações Unidas para o Ambiente, como «zona morta», devido à falta de oxigenação das suas águas. O principal responsável pela asfixia do estuário do Mondego é o processo de eutrofização em curso e o excesso de fertilizantes agrícolas utilizados pelos rizicultores no Baixo Mondego, favorecendo o aparecimento de algas que vão competir com os peixes pelo consumo de oxigénio, acabando estes últimos por morrer.
O Mondego é mais um exemplo da realidade dos nossos rios. Metade das águas residuais que são lançadas para o rio não tem tratamento.
O Estuário do Mondego (zona húmida) é um dos principais locais de passagem e refúgio utilizados pelas aves migradoras.
O curso do rio Mondego, da Portela para baixo está ameaçado pelo assoreamento e perto da foz pelas empresas que substituíram as salinas, pela aquacultura.
O mesmo, sucede no Ave, no estuário do Vouga, no Lis, autêntico esgoto a céu aberto, nos Estuários do Tejo e do Guadiana.

Quantos recordam com nostalgia, os tempos de infância, numa quente tarde de verão e os mergulhos dados num destes rios. Ou ainda o sabor do peixe de rio frito. Saudades…

sexta-feira, outubro 20, 2006

A Preto e Branco - Parte II




A Preto e Branco – Parte II

Portugal, Século XXI, um país à procura de rumo…
Sem esperança, muitos portugueses, após perderem os seus empregos e em risco de perderem os seus lares, aos 40-50 anos fazem as malas e emigram, tendo como destino: Espanha, França, Alemanha, Holanda, Inglaterra, Irlanda, Suiça, EUA, Canadá, Austrália, Angola e Moçambique, onde irão recomeçar tudo de novo.
Desalentados, muitos, deixaram de acreditar numa classe política oportunista e mentirosa.
Os aumentos sucedem-se – combustíveis, medicamentos, electricidade (eram para ser 15,7%, agora são só 8,7%), transportes, taxas de juro (empréstimos concedidos à habitação), bens essenciais (alimentação), saúde (aumento das taxas moderadoras: urgências, consultas, internamentos e cirurgias), educação, etc.
A somar a isto tudo mais um rol de aumentos e mentiras.
Muitos interrogar-se-ão quantas Assembleias da República sustentamos nós?
Dirão uma, errado, quatro.
Alguém fez as contas às chorudas reformas dos senhores deputados, ex-presidentes de câmaras municipais, ex-presidentes da república que se encontram reformados ao fim de dois ou três mandados?
Anedota, dirão uns, temos que gramar a pastilha até aos 65 anos ou mais, se calhar quando lá chegarmos não temos reforma, a Segurança Social faliu…
E que dizer dos aumentos de 1,5%, que o Estado pretende dar à Função Pública e a esmola de 6 cêntimos por dia, destinados ao subsídio de alimentação… Uma palavra, ridículo.
Porque não aperta o Ministro das Finanças o cinto a muitos profissionais de renome – médicos, advogados, engenheiros e arquitectos? Porque é que são sempre os mesmos a pagar a crise? Quem, os escravos, os empregados por conta doutrem.
Porque não vai o Estado em cima dos lucros fabulosos dos Bancos e das Seguradoras, interrogar-se-ão outros?
Rigor e contenção, disse o Ministro Teixeira dos Santos, onde?


link - http://www.correiomanha.pt

«O orçamento global para os vencimentos do primeiro-ministro e respectivos 16 ministros regista um aumento de 6,1 por cento face ao montante atribuído para 2006. A soma total da verba prevista para despesas com a rubrica ‘titulares de órgãos de soberania e membros de órgãos autárquicos’, pela qual são pagos os salários dos membros do Governo, ascende, em 2007, a 1 027 348 euros, contra os 967 980 euros orçamentados para este ano.»
in «Correio da Manhã», do dia 21.10.2006

Nas mordomias dos deputados da Assembleia da República, dos gestores públicos, dos Directores da CGD ou do Banco de Portugal, …
Contenção na aquisição de viaturas de titulares de cargos públicos, nas chamadas de telemóveis, nas despesas de viagens de muitos, …
Estabilidade e crescimento, onde?
Nas SCUT, que continuam a ser suportadas por todos nós?
Nos Elefantes Brancos da Ota ao TGV, porquê?
Nos milhões de Euros gastos em missões militares de paz no Estrangeiro, somos o 6º país a nível mundial, com encargos com militares e material no Estrangeiro, será que somos uma potência militar, a quem tudo é permitido?
Nos Edifícios ocupados por Serviços Públicos, em que o Estado paga rendas principescas, quando o mesmo Estado é detentor de imóveis que se encontram vazios há anos (exemplo ver Baixa Pombalina, em Lisboa e Quartéis vazios do Exército, que se encontram espalhados por esse País fora).
Outros interrogar-se-ão, porque é que a TAP dá lucro e a CP não?
Porque é que a maior parte das empresas públicas apresentam resultados negativos?
Depois, há quem se continue a interrogar, porque motivo continuam a ser atribuídos Subsídios de Rendimento Mínimo e outras benesses sociais, a quem não trabalha e nada produz, quando não há dinheiro para pagar as reformas a quem trabalha e faz descontos e estão a ser cerceados aos trabalhadores o acesso à Educação e à Saúde, não dá para entender…
Oitenta anos depois, alguém segue a cartilha do Professor Salazar, esperamos é que não tenhamos que aguentar com 40 penosos anos de ditadura, até que alguma cadeira misericordiosa nos alivie o sofrimento.
Mobilidade querem eles, a precariedade no emprego também e as pessoas não contam?
Há políticos e governantes que querem a diminuição cega dos quadros, apenas para que as empresas privadas dos seus amigos e padrinhos possam ser contratadas para fazer serviços públicos e possam facturar muito…
Alguém fez as contas a quanto paga o Estado a firmas privadas de limpeza e de segurança – duas a quatro vezes mais, se esse serviço fosse assegurado por assalariados contratados para o efeito, pouparia o Estado milhões de Euros – imaginemos esse valor à escala nacional…
E os serviços públicos entregues a empresas de trabalho temporário…
Agora digam lá que tudo vai bem neste país à beira mar plantado, que a crise acabou, que a economia está a crescer…
Acordem!
Estão anestesiados com o choque tecnológico.
Despertem para a vida.


quarta-feira, outubro 18, 2006

«O Peso dos Funcionários Públicos»

«O Peso dos Funcionários Públicos na União Europeia»

Suécia .. 33,3%
Dinamarca .. 30,4%
Bélgica .. 28,8%
Reino Unido ..27,4%
Finlândia .. 26,4%
Holanda .. 25,9%
França .. 24,6%
Alemanha .. 24%
Hungria .. 22%
Eslováquia .. 21,4%
Áustria .. 20,9%
Grécia .. 20,6%
Irlanda .. 20,6%
Polónia .. 19,8%
Itália .. 19,2%
República Checa ..19,2%
PORTUGAL .. 17,9% - Não são assim tantos como querem fazer crer...
Espanha .. 17,2%
Luxemburgo .. 16%

(Dados Eurostat)


Não há pois funcionários públicos a mais. Há sim uma distribuição não correcta, o que faz com que haja sectores em falta e outros em excesso.

Nestes dias, a ideia que mais uma vez a comunicação social vendeu à opinião pública, foi a da necessidade de 200 mil despedimentos na função pública. Resulta que somos o 3º país da U.E. com menor percentagem de funcionários públicos na população activa.

Por exemplo, a reforma administrativa que, sem dúvidas, urge fazer-se, deverá começar por mudar a realidade dos dados que nos indicam que cada ministro deste e de outros governos tem, para seu serviço pessoal e sob as suas ordens directas, uma média de 136 pessoas (entre secretários e subsecretários de estado, chefes de gabinete, funcionários do gabinete, assessores, secretárias e motoristas) e 56 viaturas, apenas CINCO vezes mais que no resto da Europa.

Mais Palavras para Quê?...

quinta-feira, outubro 12, 2006

Energia Eólica – Barata, Limpa e Segura

(Clique duas vezes com o botão do lado esquerdo, do rato no título)

Após, a viragem do século XX, nas nações industrializadas disparou o consumo energético e o apetite voraz por energia subiu, desde os pequenos consumidores às super potências.
A procura é maior que a oferta e os preços do barril de petróleo atingiram máximos nunca vistos, desestabilizando mercados e as carteiras dos pequenos consumidores. Petróleo barato já era…


As grandes potências (EUA, Rússia e China) disputam entre si os campos petrolíferos e as suas áreas de influência, aumentando o risco de guerra em zonas do globo já de si instáveis.
Petróleo há para mais 25 anos e carvão para mais 300 anos. O petróleo e o carvão são combustíveis fósseis, sujos e finitos, que em muito contribuíram para o aquecimento do planeta e para o aumento do efeito estufa e consequentes alterações climatéricas que tem afectado todo o globo.
Cientes de tudo isso, em vários países como os EUA, Alemanha, Holanda, Espanha e China tem-se multiplicado as iniciativas, quer estatais, quer privadas, para a obtenção de uma energia barata, limpa, renovável e segura.


Várias experiências tem sido feitas, utilizando várias fontes como o Sol, para produção de energia solar, o calor fornecido pela própria terra, em zonas vulcânicas, energia geotérmica (exemplo: Açores), o vento, para a produção de energia eólica e a biomassa, utilizando detritos vegetais para a produção de gás e de energia eléctrica.
Renovável significa que não se vai esgotar.




Mas, há também quem defenda a opção do nuclear, com o riscos que são bem conhecidos de todos, há que recordar Chernobyl e Three Mille Island.
Desde há 2000 anos, que o Homem tem utilizado a força do vento para moer cereais. Os árabes introduziram os moinhos de vento no nosso país há cerca de 1.300 anos atrás.
As torres e as ventoinhas têm-se multiplicado como cogumelos «invadindo no bom sentido» as nossas serras.


Próximo da Aldeia das Souravas, a 940 metros de altitude, freguesia de Vila Nova, Concelho de Miranda do Corvo foi construído um parque eólico com 13 aerogeradores. Cada torre tem um aerogerador e 67 metros de altura. Este parque produz 66 Gigawatt/hora de energia, o equivalente ao consumo anual de electricidade de 30.000 pessoas.
Em 2006, Portugal produz 6526 Megawatts de electrecidade através das seguintes energias renováveis: eólica, hídrica, biomassa e solar. No Inverno temos para as nossas necessidades e exportamos energia, mas no Verão temos que comprar energia a Espanha e França. Deve-se contar ainda com a energia que é produzida com a queima de carvão em centrais eléctricas, com consequências nefastas para o ambiente.


A energia hídrica ocupa neste momento 4774 MW, seguindo-se a energia eólica, com 1286 MW.
Directrizes comunitárias apontam no sentido de se apostar cada vez mais no sector eólico. Em 2010 tudo leva a crer que a produção de energia eólica ultrapasse a produção de energia hídrica, obtida nas nossas barragens.
Claro, que há sempre um preço a pagar, poderão os puristas dizer que as torres e as ventoinhas são inestéticas e feias. Mas por outro lado há que diminuir a nossa dependência face aos países produtores de petróleo.
Apostar nos parques eólicos significa também equilibrar a balança comercial do país reduzindo os gastos na compra de energia.
O recurso à energia eólica é o que menos impactos negativos têm no ambiente.
O futuro passa pelas energias renováveis, limpas, baratas e seguras.

sexta-feira, outubro 06, 2006

Uma Colectividade - Clube Náutico de Miranda do Corvo

(Clique duas vezes com o botão do lado esquerdo, do rato no título)


Um Desporto, de eleição para muitos, a Natação


O Clube Náutico de Miranda do Corvo foi fundado em 13 de Outubro de 2000 e conta com 6 anos de actividade. Este clube surgiu por iniciativa dos pais e da comissão que o pôs de pé.

Modalidades praticadas: Hidroginástica e Natação.

O Náutico de Miranda do Corvo conta com cerca de 200 atletas e praticantes, com idades compreendidas entre os 3 e os 70 anos. As aulas são ministradas por 5 monitores de natação e os atletas e praticantes encontram-se distribuídos por classes de iniciação, aprendizagem, aperfeiçoamento, manutenção e competição.

Segundo a Direcção, as dificuldades são muitas e os apoios financeiros são escassos. O clube sobrevive com as quotas pagas pelos pais, que não pagam tudo. Pagam muitos, para alguns usufruírem. Mas o que leva tudo é a Natação de competição – deslocações, almoços, seguros, dormidas, inscrições nas provas…
As dificuldades têm sido muitas, mas os resultados alcançados na formação e em competição são animadores e encorajadores.


O Clube Náutico de Miranda do Corvo tem como despesas fixas: o pagamento aos monitores, o aluguer das piscinas – Piscina Municipal (entre 7.000 a 8.000 € anuais).

A actual direcção está empenhada em tudo fazer para melhorar o clube, solicitando a todos, que paguem atempadamente as suas quotas de sócio.

E um conselho a todos os mirandenses, saiam de casa, pratiquem desporto, pratiquem natação…

A Natação em Miranda do Corvo é a mais barata do País, quer para praticantes, quer para atletas e desde já fica um apelo do João Paulo da actual Direcção do Clube Náutico de Miranda do Corvo: - «Aproveitem as condições que o Náutico oferece e a piscina de Miranda do Corvo.»

Horários Disponíveis:
Desde as 17 horas até às 21:15 horas, de segunda a sexta feira.
Das 10 às 12:15 horas, de sábado, conforme o nível de apreendizagem.
Preços:
- Uma aula por semana - 10 € mensais;
- Duas aulas por semana - 13 € mensais;
- Mais que uma pessoa do agregado familiar, têm direito a descontos.

Contactos:
Telefone - 239 530324
Link - http://www.nauticomiranda.com.sapo.pt


Hidroginástica

- Melhora os níveis de força e desenvolve os grupos musculares.
- Tonifica os músculos, torneando braços, pernas e nádegas.
- Aumenta a circulação sanguínea e a resistência do sistema cardio-respiratório.
- Melhora a flexibilidade das articulações.


Natação é a actividade física do homem e de outros animais que consiste em deslocar-se, em meio líquido. Por movimentar praticamente todos os músculos e articulações do corpo, a prática da natação é considerada um dos melhores exercícios físicos existentes.

A natação se insere entre os desportos aquáticos. O objectivo de uma competição de natação é determinar qual o nadador mais rápido. Existe uma série de regulamentos acerca das competições da natação. A regra básica separa o modo pelo qual o atleta ganha impulso na água em quatro estilos diferentes:

crawl
costas
peito
mariposa
medley os quatros estilos de natação em sequência.
Cada um desses estilos tem especificações quanto ao posicionamento do tórax do atleta e ao movimento de pernas e braços. No estilo crawl, por exemplo, o atleta se posiciona com o peito voltado para o fundo da piscina, em posição horizontal no nível da água; os braços saem da água em posição paralela ao corpo, sendo jogados para frente por cima da água, alternadamente (enquanto um é jogado para frente, o outro braço volta para trás por baixo da água) ; as pernas movimentam-se para cima e para baixo também alternadamente. Ao nadar mariposa, o atleta também fica com o peito voltado para o fundo da piscina, mas joga os dois braços ao mesmo tempo para frente e produz um movimento também sincronizado com as pernas, para cima e para baixo. A o nadar de costas, o atleta fica com o peito voltado para cima, e as costas voltadas para o fundo da piscina.
A piscina oficial de competições mede 50 metros em extensão. Deve conter 8 raias, cada uma de 2,5 metros de largura, com um espaço suplementar mínimo de 20 centímetros ao lado das raias externas. A profundidade deve ser igual ou superior a 1,35 metros. A água deve estar a uma temperatura entre 25 ºC e 28 ºC nas competições.


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