sexta-feira, março 09, 2007

«Tram Train»

Tram Train – Sistema de transporte ferroviário constituído por um veículo que pode circular tanto em zona urbana, como numa linha ferroviária.


Lotação de 250 a 300 passageiros, com 40% de lugares sentados e uma velocidade máxima de 100 km/h!


Heilbronn e Karlsruhe, Alemanha

Rápido, confortável, ecológico, moderno, seguro e silencioso, o «Tram Train» fará com que muitos lousanenses, mirandenses e conimbricenses ponham o seu automóvel de lado… Privilegiando a utilização dos transportes colectivos e melhorando as acessibilidades dos concelhos de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã.

… 298 milhões de euros já estão assegurados para colocar o Tram Train nos carris…

O Ramal da Lousã vai ser alvo de uma modernização profunda, estando prevista a sua electrificação. As estações actuais serão substituídas por modernos interfaces.

No entanto, prevê-se que o «Tram Train» só chegue ao Ramal em 2011. Só nessa altura será possível ir de Serpins aos HUC, em Coimbra.

Uma das propostas, Bombardier, Flexity:

Outra das propostas, o Citadis, fabricado pela Alstom (a mesma que fabrica os TGV):

Lyon, Strasburgo, Paris e outras cidades francesas optaram pelo Citadis

Outras opções:
Alphen, Holanda

HolandaReino Unido
Austria

Mais informações em:

http:// www.metromondego.pt

domingo, março 04, 2007

Haja Memória!!!


Será Preciso outro 25 de Abril?

48 anos de ditadura…

13 anos de guerra colonial, perseguições, tortura, presos políticos, exilados, assassinatos e deportações…

32 anos de democracia…

2007, no principal canal estatal de televisão, alguém pretende passar uma esponja no passado?

Ou será que o Tide lava mais branco?

Será Salazar, um santo?

Foi preciso uma cadeira providencial pregar uma partida ao destino de uma nação.

Ou estaremos todos anestesiados com o choque tecnológico ou à beira duma amnésia colectiva?

Mário Nunes



António Oliveira Salazar, Imagem dum Ditador...

«António de Oliveira Salazar (Vimieiro, Santa Comba Dão, 28 de Abril de 1889 — Lisboa, 27 de Julho de 1970) foi um ditador português, professor universitário e estadista.

Foi ministro das Finanças entre 1928 e 1932. Entre 1932 e 1968 foi o estadista que dirigiu os destinos de Portugal, com o cargo de Presidente do Conselho de Ministros (primeiro-ministro). Foi fundador e chefe da União Nacional (partido único durante o Estado Novo) a partir de 1931. Ele também foi o fundador e principal mentor do Estado Novo (1933-1974), substituindo a ditadura militar (1926-1933). Também exerceu o cargo de Presidente interino da República, mas somente no ano de 1951.»

in wikipedia

Será que a PIDE não existiu?...

A RTP deu mais de meia hora a Jaime Nogueira Pinto para defender um governante que foi o primeiro responsável do seguinte:

HAJA MEMÓRIA!

1931 - O estudante Branco é morto pela PSP, durante uma manifestação no Porto; 1932 - Armando Ramos, jovem, é morto em consequência de espancamentos; Aurélio Dias, fragateiro, é morto após 30 dias de tortura; Alfredo Ruas, é assassinado a tiro durante uma manifestação em Lisboa;

1934, 18 de Janeiro, Américo Gomes, operário, morre em Peniche após dois meses de tortura; Manuel Vieira Tomé, sindicalista ferroviário morre durante a tortura em consequência da repressão da greve; Júlio Pinto, operário vidreiro, morto à pancada; a PSP mata um operário conserveiro durante a repressão de uma greve em Setúbal; 1935 - Ferreira de Abreu, dirigente da organização juvenil do PCP, morre no hospital após ter sido espancado na sede da PIDE (então PVDE);

1936 - Francisco Cruz, operário da Marinha Grande, morre na Fortaleza de Angra do Heroísmo, vítima de maus tratos, é deportado do 18 de Janeiro de 1934; Manuel Pestana Garcez, trabalhador, é morto durante a tortura;

1937 - Ernesto Faustino, operário; José Lopes, operário anarquista, morre durante a tortura, sendo um dos presos da onda de repressão que se seguiu ao atentado a Salazar; Manuel Salgueiro Valente, tenente-coronel, morre em condições suspeitas no forte de Caxias; Augusto Costa, operário da Marinha Grande, Rafael Tobias Pinto da Silva, de Lisboa, Francisco Domingues Quintas, de Gaia, Francisco Manuel Pereira, marinheiro de Lisboa, Pedro Matos Filipe, de Almada e Cândido Alves Barja, marinheiro, de Castro Verde, morrem no espaço de quatro dias no Tarrafal, vítimas das febres e dos maus tratos; Augusto Almeida Martins, operário, é assassinado na sede da PIDE (PVDE) durante a tortura ; Abílio Augusto Belchior, operário do Porto, morre no Tarrafal, vítima das febres e dos maus tratos;

1938 - António Mano Fernandes, estudante de Coimbra, morre no Forte de Peniche, por lhe ter sido recusada assistência médica, sofria de doença cardíaca; Rui Ricardo da Silva, operário do Arsenal, morre no Aljube, devido a tuberculose contraída em consequência de espancamento perpetrado por seis agentes da Pide durante oito horas; Arnaldo Simões Januário, dirigente anarco-sindicalista, morre no campo do Tarrafal, vítima de maus tratos; Francisco Esteves, operário torneiro de Lisboa, morre na tortura na sede da PIDE; Alfredo Caldeira, pintor, dirigente do PCP, morre no Tarrafal após lenta agonia sem assistência médica;

1939 - Fernando Alcobia, morre no Tarrafal, vítima de doença e de maus tratos;

1940 - Jaime Fonseca de Sousa, morre no Tarrafal, vítima de maus tratos; Albino Coelho, morre também no Tarrafal; Mário Castelhano, dirigente anarco-sindicalista, morre sem assistência médica no Tarrafal;

1941 - Jacinto Faria Vilaça, Casimiro Ferreira; Albino de Carvalho; António Guedes Oliveira e Silva; Ernesto José Ribeiro, operário, e José Lopes Dinis morrem no Tarrafal; 1942 - Henrique Domingues Fernandes morre no Tarrafal; Carlos Ferreira Soares, médico, é assassinado no seu consultório com rajadas de metralhadora, os agentes assassinos alegam legítima defesa (?!); Bento António Gonçalves, secretário-geral do P. C. P. Morre no Tarrafal; Damásio Martins Pereira, fragateiro, morre no Tarrafal; Fernando Óscar Gaspar, morre tuberculoso no regresso da deportação; António de Jesus Branco morre no Tarrafal;

Será que o Tarrafal não existiu?

1943 - Rosa Morgado, camponesa do Ameal (Águeda), e os seus filhos, António, Júlio e Constantina, são mortos a tiro pela GNR; Paulo José Dias morre tuberculoso no Tarrafal; Joaquim Montes morre no Tarrafal com febre biliosa; José Manuel Alves dos Reis morre no Tarrafal; Américo Lourenço Nunes, operário, morre em consequência de espancamento perpetrado durante a repressão da greve de Agosto na região de Lisboa; Francisco do Nascimento Gomes, do Porto, morre no Tarrafal; Francisco dos Reis Gomes, operário da Carris do Porto, é morto durante a tortura;

1944 - General José Garcia Godinho morre no Forte da Trafaria, por lhe ser recusado internamento hospitalar; Francisco Ferreira Marques, de Lisboa, militante do PCP, em consequência de espancamento e após mês e meio de incomunicabilidade; Edmundo Gonçalves morre tuberculoso no Tarrafal; assassinados a tiro de metralhadora uma mulher e uma criança, durante a repressão da GNR sobre os camponeses rendeiros da herdade da Goucha (Benavente), mais 40 camponeses são feridos a tiro.

1945 - Manuel Augusto da Costa morre no Tarrafal; Germano Vidigal, operário, assassinado com esmagamento dos testículos, depois de três dias de tortura no posto da GNR de Montemor-o-Novo; Alfredo Dinis (Alex), operário e dirigente do PCP, é assassinado a tiro na estrada de Bucelas; José António Companheiro, operário, de Borba, morre de tuberculose em consequência dos maus tratos na prisão;

1946 - Manuel Simões Júnior, operário corticeiro, morre de tuberculose após doze anos de prisão e de deportação; Joaquim Correia, operário litógrafo do Porto, é morto por espancamento após quinze meses de prisão;

1947 - José Patuleia, assalariado rural de Vila Viçosa, morre durante a tortura na sede da PIDE;

1948 - António Lopes de Almeida, operário da Marinha Grande, é morto durante a tortura; Artur de Oliveira morre no Tarrafal; Joaquim Marreiros, marinheiro da Armada, morre no Tarrafal após doze anos de deportação; António Guerra, operário da Marinha Grande, preso desde 18 de Janeiro de 1934, morre quase cego e após doença prolongada;

1950 - Militão Bessa Ribeiro, operário e dirigente do PCP, morre na Penitenciária de Lisboa, durante uma greve de fome e após nove meses de incomunicabilidade; José Moreira, operário, assassinado na tortura na sede da PIDE, dois dias após a prisão, o corpo é lançado por uma janela do quarto andar para simular suicídio; Venceslau Ferreira morre em Lisboa após tortura; Alfredo Dias Lima, assalariado rural, é assassinado a tiro pela GNR durante uma manifestação em Alpiarça;

1951 - Gervásio da Costa, operário de Fafe, morre vítima de maus tratos na prisão; 1954 - Catarina Eufémia, assalariada rural, assassinada a tiro em Baleizão, durante uma greve, grávida e com uma filha nos braços;

1957 - Joaquim Lemos Oliveira, barbeiro de Fafe, morre na sede da PIDE no Porto após quinze dias de tortura; Manuel da Silva Júnior, de Viana do Castelo, é morto durante a tortura na sede da PIDE no Porto, sendo o corpo, irreconhecível, enterrado às escondidas num cemitério do Porto; José Centeio, assalariado rural de Alpiarça, é assassinado pela PIDE;

1958 - José Adelino dos Santos, assalariado rural, é assassinado a tiro pela GNR, durante uma manifestação em Montemor-o-Novo, vários outros trabalhadores são feridos a tiro; Raul Alves, operário da Póvoa de Santa Iria, após quinze dias de tortura, é lançado por uma janela do quarto andar da sede da PIDE, à sua morte assiste a esposa do embaixador do Brasil;


13 anos de Guerra Colonial. Travamos em África uma das mais longas guerras do século XX

1961 - Cândido Martins Capilé, operário corticeiro, é assassinado a tiro pela GNR durante uma manifestação em Almada; José Dias Coelho, escultor e militante do PCP, é assassinado à queima-roupa numa rua de Lisboa;

1962 - António Graciano Adângio e Francisco Madeira, mineiros em Aljustrel, são assassinados a tiro pela GNR; Estêvão Giro, operário de Alcochete, é assassinado a tiro pela PSP durante a manifestação do 1º de Maio em Lisboa;

1963 - Agostinho Fineza, operário tipógrafo do Funchal, é assassinado pela PSP, sob a indicação da PIDE, durante uma manifestação em Lisboa;

1964 - Francisco Brito, desertor da guerra colonial, é assassinado em Loulé pela GNR; David Almeida Reis, trabalhador, é assassinado por agentes da PIDE durante uma manifestação em Lisboa;

1965 - General Humberto Delgado e a sua secretária Arajaryr Campos são assassinados a tiro em Vila Nueva del Fresno (Espanha), os assassinos são o inspector da PIDE Rosa Casaco e o subinspector Agostinho Tienza e o agente Casimiro Monteiro;

1967 - Manuel Agostinho Góis, trabalhador agrícola de Cuba, more vítima de tortura na PIDE;

1968 - Luís António Firmino, trabalhador de Montemor, morre em Caxias, vítima de maus tratos; Herculano Augusto, trabalhador rural, é morto à pancada no posto da PSP de Lamego por condenar publicamente a guerra colonial; Daniel Teixeira, estudante, morre no Forte de Caxias, em situação de incomunicabilidade, depois de agonizar durante uma noite sem assistência;

1969 - Eduardo Mondlane, dirigente da Frelimo, é assassinado através de um atentado organizado pela PIDE; 1972José António Leitão Ribeiro Santos, estudante de Direito em Lisboa e militante do MRPP, é assassinado a tiro durante uma reunião de apoio à luta do povo vietnamita e contra a repressão, o seu assassino, o agente da PIDE Coelho da Rocha, viria a escapar-se na "fuga-libertação" de Alcoentre, em Junho de 1975;

25 de Abril de 1974, a Revolução dos Cravos

1973 - Amilcar Cabral, dirigente da luta de libertação da Guiné e Cabo Verde, é assassinado por um bando mercenário a soldo da PIDE, chefiado por Alpoim Galvão; 1974, 25 de Abril - Fernando Carvalho Gesteira, de Montalegre, José James Barneto, de Vendas Novas, Fernando Barreiros dos Reis, soldado de Lisboa, e José Guilherme Rego Arruda, estudante dos Açores, são assassinados a tiro pelos pides acoitados na sua sede na Rua António Maria Cardoso, são ainda feridas duas dezenas de pessoas. A PIDE acaba como começou, assassinando. Aqui não ficam contabilizadas as inúmeras vítimas anónimas da PIDE, GNR e PSP em outros locais de repressão. Mais ainda, podemos referir, duas centenas de homens, mulheres e crianças massacradas a tiro de canhão durante o bombardeamento da cidade do Porto, ordenada pelo coronel Passos e Sousa, na repressão da revolta de 3 de Fevereiro de 1927. Dezenas de mortos na repressão da revolta de 7 de Fevereiro de 1927 em Lisboa, vários deles assassinados por um pelotão de fuzilamento, à ordens do capitão Jorge Botelho Moniz, no Jardim Zoológico.Dezenas de mortos na repressão da revolta da Madeira, em Abril de 1931, ou outras tantas dezenas na repressão da revolta de 26 de Agosto de 1931. Um número indeterminado de mortos na deportação na Guiné, Timor, Angra e no Cunene. Um número indeterminado de mortos devido à intervenção da força fascista dos "Viriatos" na guerra civil de Espanha e a entrega de fugitivos aos pelotões de fuzilamento franquistas. Deze nas de mortos em São Tomé, na repressão ordenada pelo governador Carlos Gorgulho sobre os trabalhadores que recusaram o trabalho forçado, em Fevereiro de 1953. Muitos milhares de mortos durante as guerras coloniais, vítimas do Exército, da PIDE, da OPVDC, dos "Flechas", etc.(A lista de mortes do fascismo, é adaptada de um texto da autoria da Comissão "Abril Revolucionário e Popular")

Texto enviado por Paulo Andrade

sábado, março 03, 2007

Na Agenda... Penela


  • INVERNO CULTURAL com o Grupo Teatro Cumieira e Grupo “ou Vai Ou Racha”, dia 4 de Março de 2007, na Associação Cultural e Recreativa da Louriceira - 15h00

  • Percurso Pedestre: Penela – Monte Vez, dia 7 de Março de 2007, Penela – Monte Vez - 15h00

  • 12 Horas Non Stop, dia 10 de Março de 2007, Pavilhão Multiusos de Penela

  • INVERNO CULTURAL com Sociedade Filarmónica do Espinhal e Rancho Folclórico do Rabaçal, dia 11 de Março de 2007, no Centro Cultural de Monte de Vez - 15h00

  • INVERNO CULTURAL com o Grupo “Terra Firme” e Orquestra dos Antigos Tunos da Universidade de Coimbra, no dia 17 de Março de 2007, na Sede da S. F. do Espinhal - 21h00

  • INVERNO CULTURAL com Grupo “ou Vai Ou Racha” e Coro dos Professores de Coimbra, no dia 18 de Março de 2007, na Associação Cultural e Recreativa de Podentes - 15h00

  • Comemorações do Dia Mundial da Floresta e da Água, no dia 19 a 23 de Março de 2007

  • EXPO SAÚDE, de 17 a 19 de Março de 2007, no Auditório Municipal - todo o dia

  • INVERNO CULTURAL com Grupo Etnográfico da Cercipenela e Sociedade Filarmónica Penelense, no dia 25 de Março de 2007, no Centro Cultural da Serra do Espinhal - 15h00

  • INVERNO CULTURAL com Grupo de Teatro da Cumieira e Tuna Quecofónica do Cifrão, no dia 31 de Março de 2007, na Associação Cultural de Viavai - 21h00

Na Agenda.. Miranda do Corvo

Caminhada
Miranda do Corvo
4 de Março, às 9 horas
Praça da Liberdade-Vidual - Praça da Liberdade
18 de Março, 9 horas
Rally Paper Pedestre pela vila
1 de Abril, 9 horas
Praça da Liberdade- Vale Salgueiro-Carapinhal- Praça da Liberdade


Inscrições na ADFP (tel. 239 530 150)
Org. Clube dos Caminheiros da ADFP
Apoio CMMC



8 de Março
Comemorações do Dia Internacional da Mulher
9 de Março, às 19:30 horas, Jantar da Mulher, no Salão de festas da ADFP, inscrições no Clube da Mulher
13 de Março, 21 horas, Cinema com Elas, Cinema de Miranda do Corvo (Inscrições no Clube da Mulher e no Posto de Turismo)
17 de Março, 15 horas, "À Conversa com..." Médica Convidada, Dra. Carla Batista, tema Nutrição, no Auditório Municipal, Largada de Balões
Org. CMMC (Posto de Turismo 239530316) e Clube da Mulher da ADFP (239530150)


17 de Março - Piscina Municipal de Miranda do Corvo
Apuramento para o Campeonato Regional de Natação - Escolas



25 de Março, às 15 horas, na Praça José Falcão, em Miranda do Corvo
Comemorações dos 50 Anos da Assinatura do Tratado de Roma
15 horas - Concerto Comemorativo pela Banda da Filarmónica do Grupo Recreativo Mirandense
16 horas - Entoação do Hino da Europa

Na Agenda... Lousã

2, 9, 16 e 23 de Março de 2007, a partir das 15:45 horas e 26 a 30 das 15 horas



Actividades na Biblioteca Municipal


Hora do Conto – Leitura dramatizada, atelier de pintura e actividades
“Uns óculos para a Rita”, de Luísa Ducla Soares; “Tio Lobo”, de Xosé Ballesteros e Roger Olmos, “A casa da mosca fosca”, de Eva Mejuto e Sérgio Mora e “A verdadeira vida da formiga rabiga” de Violeta Figueiredo.

Local : Sala Infanto – Juvenil



“2007 – Ano Europeu da Igualdade” - Seminário Internacional no âmbito do Projecto “Roots and Wings”


7 a 10 de Março

Seminário Internacional no âmbito do Projecto “Roots and Wings”

Local : Hotel Melia Palace da Lousã
Org. : Arte-Via Cooperativa


VI Fórum Internacional do Desporto

9 de Março de 2007, 09 às 18 horas

Local: Cine-Teatro da Lousã
Organização: Câmara Municipal da Lousã/FCDEF-UC

Programa


Exposição de Pintura de MEAF

9 de Março

Local : 94 Bar

Feira do Papel e do Livro - Festa da Educação . 8.ª edição

Cartaz do Evento

12 e 13 de Março de 2007 - Conferências

Local: Auditório da Biblioteca Municipal da Lousã




15 a 18 de Março de 2007 - Parque Municipal de Exposições

Floresta (produção, gestão, exploração florestal, combate a incêndios)
Papel (produção artesanal e fabril, 3 R’s, história)
Livro (Escritores e Ilustradores Portugueses, Contadores de Histórias)
Exposições temáticas

Org. Câmara Municipal da Lousã

O Tesouro da Sombra, de Alejandro Jodorowsky

19 de Março, às 21:30 horas

Pela ESAD/CR – Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha


Local : Cine Teatro da Lousã


Exposição documental, “A temática ferroviária no postal ilustrado antigo”, a partir da Colecção de António Carvalho Pinheiro

23 de Março a 20 de Abril



Comemoração dos 100 Anos da Inauguração da Linha do Caminho de Ferro Coimbra – Lousã

Local : Átrio da Biblioteca Municipal da Lousã
Org. : Câmara Municipal da Lousã

Mercadilho

25 de Março, das 10 às 17 horas

Feira de Produtos Biológicos, Naturais e Artesanato.
(Último Domingo de cada mês)


Local:
Mercado de Foz de Arouce, na Sr.ª da Pégada

III Workshop Internacional de Ferromodelismo de Coimbra - Painéis, exposições, projecções, modelismo, pistas, concursos

30 de Março a 4 de Abril



Comemoração dos 100 Anos da Inauguração da Linha do Caminho de Ferro Coimbra – Lousã

Local : Pavilhão Municipal de Exposições da Lousã
Org. : CRA – Clube Radical de Animação de Coimbra
Apoio : Câmara Municipal da Lousã

sexta-feira, março 02, 2007

Programação do Cinema de Miranda do Corvo - Mês de Março de 2007

Para mais informações clique com o botão do lado direito do rato em cima do título
Programação do mês de Março de 2007, do Cinema de Miranda do Corvo, disponível em http://kafekultura.blogspot.com

quinta-feira, março 01, 2007

Livros ao Domicílio...


Março de 2007


Biblioteca Fixa – ADFP

Horário

9.30 – 12.30

14.00 – 17.00

Biblioteca Itinerante


2 de Março

Infantário da ADFP 10.30 – 12.00

Quinta da Trémoa 16.15 – 16.50

Lobazes 17.00 – 17.30

Rio de Galinhas 16.45 – 18.40

Portela do Gato 18.50 – 19.30


5 de Março

Rabaçal 10.00 – 10.30

Cumieira 10.50 – 11.20

Grossinas 11.30 – 12.00

Ferrarias 12.10 – 12.40


7 de Março

Podentes 15.30 – 16.30

Pousafoles 16.40 – 17.20

Chão de Lamas 17.30 – 17.45

Lamas 17.50 – 18.20

Casais de S.Clemente 18.30 – 19.00

Bujos 19.15 – 19.45

8 de Março

Escola Primária de Miranda do Corvo 10.30 – 17.00

Pedreira 18.40 – 19.10

Carapinhal 19.20 – 19.45

9 de Março

Casal da Senhora 10.00 – 10.30

Semide 10.45 – 11.30

Rio de Vide – 11.45 – 12.30

Segade 16.50 – 17.30

Serpins 17.45 – 18.15

Casal de Ermio 19.00 – 19.30

12 de Março

Assafarge 15.30 – 16.15

Casal de S.João 16.25 - 17.10

Castelo Viegas 17.20 – 17.50

Anaguéis 18.05 – 18.40

Almalaguês 18.50 – 19.30


14 de Março

Cortes 10.15 – 10.45

Alvares 11.00 – 11.30

Bordeiro 15.45 – 16.15

Góis 16.30 – 17.30

Vila Nova do Ceira 17.45 – 18.15

Ponte do Sótão 18.30 – 19.15

16 de Março

Infantário da ADFP 10.30 – 12.00

Senhor da Serra 15.30 – 16.45

Vale de Açor 17.00 – 17.45

Tapada 18.00 – 18.30

S. Frutuoso 18.40 – 19.15

19 de Março

Chelo 16.00 – 17.00

Vila Nova de Penacova 17.15 – 18.00

Rebordosa 18.10 – 18.40

Foz do Caneiro 18.50 – 19.15

21 de Março

Cardeal 15.15 – 15.40

Vila Flor 16.00 – 16.45

Corvo 17.00 – 17.30

Meãs 17.40 – 18.00

Espinho 18.15 – 19.00

Vila Nova 19.15 – 19.45

23 de Março

Infantário Municipal 10.30 – 12.00

Cerejeiras 15.030 – 16.00

Santo Amaro 16.20 – 17.10

S. Sebastião 17.20 – 17.50

Penela 18.00 – 18.45

Espinhal 19.00 – 19.40

26 de Março

Roxo 16.00 – 16.45

Aveleira 17.00 – 17.45

Lorvão 18.00 – 19.00

28 de Março

Pereira 15.00 – 15.45

Godinhela 16.00 – 16.30

Braçais 16.50 – 17.15

Moinhos 17.30 – 18.40

Padrão 19.00 – 19.40

sábado, fevereiro 24, 2007

Eléctrico Rápido Articulado

Não são um projecto. São reais, rápidos e silenciosos.
Circulam na linha n.º 15, desde 1995, explorada pela Carris, entre a Praça da Figueira e Algés, em Lisboa...

São os eléctricos rápidos articulados, que a Carris tem em serviço na linha 15.

Capacidade - perto de 195 passageiros.
Fabricados pela Siemens, estes veículos dão prova da sua eficiência, transportando passageiros a boa velocidade...
Sabiamente, a Carris de Lisboa, manteve os eléctricos em circulação, ponderando alargar a linha e os eléctricos rápidos, a outras paragens na capital de Portugal.
Sem grandes ondas, a Carris de Lisboa, manteve o traçado da Linha 15, sem necessidade de especulações imobiliárias e expropriações...
Ao contrário doutras cidades portuguesas, em que os eléctricos foram retirados de cena, tendo sido remetidos ao museu e vendidos para o exterior. Eléctricos centenários!

Em Coimbra, há cerca de vinte anos, as linhas dos eléctricos foram arrancadas!
Saíram de cena, os eléctricos, que circulavam nas linhas 3, 4 e 8. Bem como, os Trolleys carros, uns anos mais tarde. Actualmente só está em funcionamento a linha 1. Nas linhas 3, 4, 5, 6, 7 e 8 circulam autocarros movidos a gasóleo.
Transportes ecológicos substituídos por autocarros poluentes...
Neste país destroí-se e anos mais tarde volta-se a fazer de novo...
Urge repensar este país e os investimentos públicos...

quarta-feira, fevereiro 21, 2007

Algumas Imagens do Metro do Porto...

Fotos: Ernst Kers, Herman Silbiger e de diversos autores
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