quinta-feira, agosto 09, 2007

Miguel Torga, 1907-2007

Este domingo, 12 de Agosto de 2007, passam cem anos sobre o nascimento do insigne poeta, escritor e médico Miguel Torga.

Adolfo Correia da Rocha, que será conhecido por Miguel Torga, nasce em 12 de Agosto de 1907, em S. Martinho da Anta, concelho de Sabrosa, Trás-os-Montes.

Filho de gente do campo, não mais se desliga das origens, da família, do meio rural e da natureza que o circunda.

Mesmo quando não referidos, estão sempre presentes: as fragas, as serranias, a fronteira, o campo, a magreza da terra, o suor para dela arrancar o pão, os próprios monumentos megalíticos em que a região é pródiga.

Não dá nada a ninguém, diz-se. Imensas consultas gratuitas como médico, desmentem a atoarda. Não dispõe de recursos folgados, confidencia a alguns amigos. Compreende-se: por motivos políticos, a sua mulher, Profª. Andrée Crabbé Rocha, é proibida de leccionar e, ao longo dos anos iniciais, altos são os custos editoriais do que publica...

A ideia da morte e da solidão acompanham-no permanentemente. Desde criança mantêm-se presentes no corpo e no espírito.

Morre em 17 de Janeiro de 1995. Enterrado em S. Martinho da Anta, junto dos pais e irmã.

A vida e a obra

1920: Emigra para o Brasil. - 1925: Regressa do Brasil. - 1927: Fundação da "Presença" em que colabora desde o começo. - 1928: Ingressa na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra; Ansiedade, primeiro livro, poesia. - 1930: Deixa a "Presença". - 1931: Pão Ázimo, primeiro livro em prosa. - 1933: Formatura em Medicina. - 1934: A Terceira Voz, prosa; passa a usar o pseudónimo Miguel Torga. - 1936: O outro livro de Job, poesia. - 1937: A Criação do Mundo - Os dois primeiros dias. - 1939: Abertura do consultório médico, em Coimbra. - 1940: Os Bichos. - 1941: Primeiro volume do Diário; Contos da Montanha, que será reeditado no Rio de Janeiro; Terra firme, Mar, primeira obra de teatro. - 1944: Novos Contos da Montanha; Libertação (poesia). - 1945: Vindima, o primeiro romance. - 1947: Sinfonia (teatro). - 1950: Cântico do Homem (poesia); Portugal. - 1954: Penas do Purgatório (poesia) - 1958: Orfeu Rebelde, poesia. - 1965: Poemas Ibéricos. - 1981: Último volume de A Criação do Mundo. - 1993: Último volume do Diário (XVI).

quarta-feira, agosto 08, 2007

Golfinho Branco - Extinto!

Após 20 milhões de anos desapareceu da face da Terra, o golfinho branco, do Rio Yang Tse, no Oeste da China.
Para isso contribuimos todos nós!
Devido à rápida industrialização da China, à poluição devastadora, à pesca ilegal e ao movimento verificado naquele rio.

terça-feira, agosto 07, 2007

Mostra de Artesanato e Associativismo da XVIII Feira do Mel do Espinhal


A feira vai ter início no dia 31 de Agosto, e a abertura vai ser marcada com uma sessão cultural, onde vão estar presentes os Sons da Alma.

No dia 1 de Setembro, Quim Barreiros vai animar a vila, e no dia 2 vai ter lugar a feira.
Na feira vão ser apresentados produtos derivados do mel, como licores, água ardente e bolos.
O evento vai ter ainda stands de artesanato, onde a cestaria de vimes, a latoaria e as tecelagens em linho vão estar em destaque.

A iniciativa vai ser realizada pela Junta de Freguesia da Vila do Espinhal, com a colaboração da Câmara de Penela.

Piscinas Municipais Descobertas Superam Todas as Expectativas e são um Sucesso


A Câmara Municipal de Miranda do Corvo conta já com quatro infra-estruturas de elevada qualidade para a prática das actividades aquáticas, quer ao nível da competição, quer da formação ou mesmo do lazer e recreação.

A par com as piscinas municipais cobertas encontram-se este ano a funcionar três Piscinas Municipais descobertas em Miranda, na Quinta da Paiva, em Semide e em Vila Nova.

Para a exploração e manutenção das piscinas de Semide e Vila Nova o executivo camarário “deu as mãos” com o Cube Náutico e com a Santa Casa da Misericórdia de Semide e celebraram protocolos de exploração das piscinas municipais de Vila Nova e Semide, respectivamente.

A Câmara Municipal cede a título gratuito a exploração da piscina e respectivo bar, tendo o Clube Náutico e a Santa Casa da Misericórdia a responsabilidade da manutenção das piscinas, infra-estruturas de apoio e zonas de lazer envolventes, mantendo-as em bom estado de funcionamento, conservação e segurança, nomeadamente efectuando a sua manutenção e tratamento de águas.

A piscina de Vila Nova, inaugurada em 2005, está aberta todos os dias das 16 às 20 horas, registando diariamente uma razoável afluência de utentes das mais diversas idades.

A piscina de Semide, inaugurada já em 2007, está aberta todos os dias das 15 às 19 horas, verificando-se uma afluência superior a 50 utentes/dia.

Com o objectivo de dinamizar o local e permitir agradáveis momentos de convívio, a Santa Casa da Misericórdia está a organizar alguns eventos, destacando-se um desfile de vestidos e artigos de noiva no próximo dia 04 (22h00), estando dia 10 de Agosto a noite reservada a ritmos africanos.

Os preços dos bilhetes nestas piscinas variam entre os 0,60€ e os 1,50€, consoante as idades.

O Parque Lúdico da Quinta da Paiva é um importante espaço de lazer da autarquia que dispõe de piscina, balneários e circuito de manutenção já em funcionamento e com apoio de um pequeno bar provisório.

Os campos de futebol e vólei de praia, o auditório ao ar livre, o parque infantil e o parque de merendas encontram-se já em fase de construção. O bar de apoio será iniciado no final do verão.

Destes equipamentos, foram já inaugurados a piscina, os balneários e o circuito de manutenção, com cerca de 900 metros, sendo que a maior afluência neste último acontece ao final da tarde.

O horário de funcionamento da piscina é das 10 às 20 horas, encerrando uma hora entre as 13 e as 14 horas, registando uma média de entradas entre os 150 e os 200 utentes diários. Os preços dos bilhetes varia entre os 0,60€ e os 3,00€, de acordo com a idade e o período a frequentar.

Na piscina da Quinta da Paiva a autarquia irá promover aulas de danças latinas durante o mês de Agosto, todas as quintas-feiras a partir das 18h30, para os seus utentes.

As aulas estarão a cargo da professora, Luísa Alves, da escola de dança L.A Smile Dancing. Os participantes terão assim oportunidade de aprender a dançar, gratuitamente, merengue, salsa e rumba.

A piscina foi inaugurada no dia 23 de Junho e regista uma enorme procura, tendo já registado mais de 5000 entradas.

É convicção do executivo que o conjunto de equipamentos da Quinta da Paiva é uma mais valia estruturante para o concelho e um pólo capaz de atrair muitos visitantes, quer jovens estudantes, quer turistas nacionais e estrangeiros.

Fonte: C.M.M.C.

domingo, agosto 05, 2007

Aldeias do Xisto - A Descoberta Começa Aqui



«O Gondramaz é uma pequena aldeia de xisto encravada na serra de Vila Nova, cuja origem se perde nos tempos. Com meia dúzia de habitantes fixos, a aldeia é actualmente alvo de um programa de reabilitação por estar inserida na Rede das Aldeias de Xisto. A tipicidade das suas casas e dos seus moradores - de onde sobressai o escultor Carlos Rodrigues - faz deste pedaço de paraíso natural um local a visitar e descobrir.



Com a evolução dos tempos e a busca de melhores e mais dignas condições de vida, a Aldeia foi sendo substituída pela Cidade, e a estas comunidades onde fervilhava gente deram lugar os largos abandonados de conversas, onde aqui e ali se sentam os que ficaram e esperam lentamente que o ponteiro dos segundos passe, ansiando que o Verão chegue e traga de volta aqueles que o vento levou para longe.


Durante a subida da montanha vamo-nos apercebendo de vários pontos de miragem sobre a vila de Miranda do Corvo e das encostas das montanhas de uma beleza rara de vegetação que vai escorrendo e envolvendo a íngreme depressão até ao sopé, terminando numa euforia de verde.
A fauna, esconde-se no embrenhado da flora, mostrando-se aqui e ali de uma forma tímida. Veados e javalis dividirão com o aventureiro os caminhos pedonais que se abrem diante dos seus olhos e que o guiam neste passeio pedestre.


Chegados ao cimo da montanha, deixando para trás a aldeia do Cadaval, abandonada, pinta-se perante os nossos olhos, um quadro feito pelos deuses. As elevações e depressões, as várias tonalidades de verde, toda a paisagem parece não ter fim.


O percurso continua, sobre os caminhos de terra batida, levando-nos à explosão de beleza máxima e ao terminus do percurso: a aldeia do Gondramaz. Ergue-se do solo uma aldeia que de uma forma envergonhada se mostra por detrás da vegetação. A sensação é esmagadora.
A sinaléctica indica-nos os pontos de referência da aldeia e dá-nos a conhecer os seus segredos. A audição é envolta de um som forte, por uma música de uma pauta escrita pelas asas das abelhas. O cheiro é extasiante, de um odor de verde da natureza. O sabor está envolto no gosto delicioso das castanhas que envolvem o chão.


A aldeia do Gondramaz é um exemplo puro de várias vidas que se perdem no tempo e no espaço. Para além da sua localização, afastada do mundo do século XXI, do corrupio das vidas agitadas, no Gondramaz o relógio parou há muito. Os seus habitantes envelhecidos, alimentam as horas do dia com a refeição da solidão.


O Gondramaz é, sem dúvida, o símbolo da adequabilidade ao local, da natureza, da arquitectura popular que, felizmente, se preservou ao longo das gerações. Aqui os únicos cinco residentes vivem da pastorícia e da agricultura, a que, de uma forma tão apaixonada, decidam a vida, os dias.»

Casal Novo, Talasnal, Cerdeira, Aigra Nova, Comareira, Benfeita, Gondramaz, Chiqueiro, Aigra Velha, Pena, Fajão, Barroca, Janeiro de baixo, Janeiro de Cima, Álvaro, Pedrógão Pequeno, Ferraria de S. João, Casal de S. Simão, Martim Branco, Sarzedas, Foz do Cobrão e Água Formosa.

São estas as 23 Aldeias do Xisto espalhados por vários municípios do Pinhal Interior. É um território de uma enorme beleza natural, rico em património e que oferece infinitas possibilidades de lazer.

A revista Aldeias do Xisto é uma publicação editada pela associação Pinus Verde, enquanto entidade promotora do Plano de Desenvolvimento Sustentado das Aldeias do Xisto.

sexta-feira, agosto 03, 2007

Uma Questão Pertinente...

Será que todos os aerogeradores que vemos «plantados» por esse país fora estão ligados à Rede Eléctrica Nacional?

quinta-feira, agosto 02, 2007

Aromas e Sabores das Aldeias do Xisto


4 de Agosto - Gondramaz

09h30: Ponto de encontro no Largo da Câmara Municipal de Miranda do Corvo

10h00: Viagem até à Aldeia do Xisto de Gondramaz

10h30: Apresentação da Aldeia

- Confecção do pão

- Percurso “À descoberta da Aldeia”, com orientação e jogos tradicionais

13h00: Almoço volante

15h00: Percurso pedestre “A Natureza e o Céu”

16h00: Tempo livre

17h00: Viagem até ao Observatório Astronómico no alto da Serra da Lousã

- familiarização com instrumentos de Astronomia

- visita aos aerogeradores do parque eólico de Vila Nova

19h00: Ceia Slow Food no Observatório Astronómico

21h00: 1ª viagem de regresso a Miranda do Corvo

22h30: Opcional – sessão astronómica na cúpula do observatório

24h00: Viagem final de regresso a Miranda do Corvo

Na Agenda de Miranda do Corvo, Mês de Agosto de 2007

Eventos:

Cultura

DESFILE DE VESTIDOS E ACESSÓRIOS DE NOIVA

4 de Agosto :: 22H | Semide - M. do Corvo

Org.:Santa Casa da Misericórdia de Semide | Apoio: Câmara Municipal de Miranda do Corvo

NOITE AFRICANA

10 de Agosto :: Piscina Municipal de Semide - M. do Corvo

Org.:Santa Casa da Misericórdia de Semide | Apoio: Câmara Municipal de Miranda do Corvo

GRUPO FOLKLORICO DE DANZAS INTERNACIONALES DOS PATRIAS - VENEZUELA

17 de Agosto :: 21H30 | Praça José Falcão - M. do Corvo

Org.: Câmara Municipal de Miranda do Corvo

FAUNA & FLORA WORKSHOPS E PASSEIOS PEDESTRES

25 de Agosto :: inicio da tarde | Gondramaz - M. do Corvo

Contactos: Pinus Verde > telef. 275 647 700 | Câmara Municipal de M. do Corvo > Ana Figueiredo 230 530 320

Org.: Pinus Verde | Câmara Municipal de Miranda do Corvo

ANIMAÇÃO / AULAS DE DANÇAS LATINAS

Todas as Quintas :: 18H00 | Piscina Municipal da Quinta da Paiva - M. do Corvo

Org.: Câmara Municipal de Miranda do Corvo | Apoio: L.A. Smile Dancing

Desporto

CLUBE ATLÉTICO MIRANDENSE - ÉPOCA 2007-2008

04 - AGO 17H | JOGO EM SANTA COMBA DÃO > NELAS - MIRANDENSE

07 - AGO 19H30 | TOCHA - MIRANDENSE

09 - AGO 19H30 | OLIVEIRA DO BAIRRO - MIRANDENSE

15 - AGO 17H00 | TOURIZENSE - MIRANDENSE

26 - AGO INICIO DO CAMPEONATO NACIONAL DA 3ª DIVISÃO - SÉRIE D

10 - AGO

15H00 | SEDE NAS ANTIGAS INSTALAÇÕES DA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS

Apresentação da equipa aos sócios, comunicação social e simpatizantes.

18H00 | MIRANDENSE - ANADIA (Jogo treino)

1º TORNEIO QUADRANGULAR EM MIRANDA

"Lousanense; Mirandense; Moinhos e Penelense"

CASA DO POVO X SPORT LISBOA E BENFICA

7 de Agosto :: 20H00 | Pavilhão Municipal - M. do Corvo

Bilhetes à venda no Posto de Turismo

Org.: Casa do Benfica da Bairrada | Câmara Municipal de Miranda do Corvo

Rock na Quinta

quarta-feira, agosto 01, 2007

Na Agenda de Penela, Mês de Agosto de 2007


Cultura

  • Fluvioteca – Biblioteca Municipal na praia fluvial da Louçainha, a funcionar do dia 1 a 31 de Agosto, na Praia Fluvial da Louçainha, das 14h00 às 18h00

  • Concerto Swing Fever - Big Band (Erbach - Alemanha), no dia 11 de Agosto, na Praça da República, às 22h00

  • Teoartis/I Encontro Internacional de Arte Jovem, de 28 de Agosto a 4 de Setembro, em Penela e no Espinhal

  • Mostra de Artesanato e Associativismo da XVIII Feira do Mel, 31 de Agosto a 2 de Setembro,Vila do Espinhal

  • Sessão Cultural com Sons da Alma, 31 de Agosto, Largo da Igreja do Espinhal - 21h00 horas

  • Atelier Aberto do Teoartis / I Encontro Internacional de Arte Jovem, 1 de Setembro, Vila do Espinhal

Desporto

  • VIII Estágio Internacional de Aikido de Penela, 6 a 12 de Agosto, no Pavilhão Multiusos de Penela
  • Férias Desportivas de Verão, até 10 de Agosto, vários locais - todo o dia

Fonte - C.M. Penela

Na Agenda da Lousã, Mês de Agosto de 2007


Cultura

01 a 31 de Agosto

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA: COIMBRA D — DEAMBULAÇÕES PELO DISTRITO DE COIMBRA

Local : Sala de Exposições Temporárias do Museu Etnográfico Dr. Louzã Henriques
Org.: Instituto Superior Miguel Torga — Licenciatura em Comunicação Social
Apoio
: Câmara Municipal da Lousã

01 a 31 de Agosto

Comemoração dos 100 Anos da Inauguração da Linha do Caminho de Ferro Coimbra – Lousã

Exposição Bibliográfica e de Objectos diversos relacionados com os comboios

Local : Átrio da Biblioteca Municipal da Lousã
Org.: Câmara Municipal da Lousã
Apoio: Todos os Particulares que cederam objectos para esta exposição

01 a 31 de Agosto

ACTIVIDADES NA BIBLIOTECA MUNICIPAL

Todas as tardes a partir das 15h na sala infanto-juvenil

O Grilo Verde, col. António Mota e ilust. de Elsa Navarro
Risco, O Peixe Aranha, texto e ilust. de Elsa Lé
O Bicharoco Que Era Oco, de Ana Ventura e ilust. de Carla Pott
A Verdadeira Vida Da Formiga Rabiga, de Violeta Figueiredo e ilust. de Martinho Dias

Feiras e Festas

26 de Agosto, 10h00m às 17h00m

Mercadilho

Feira de Produtos Biológicos, Naturais e Artesanato.
(Último Domingo de cada mês)

Local: Mercado de Foz de Arouce, na Sr.ª da Pégada

Fonte - C.M. Lousã

terça-feira, julho 31, 2007

Serões de Verão no Gondramaz


Numa iniciativa denominada “Serões de Verão no Gondramaz”, numa parceria entre a Câmara Municipal de Miranda do Corvo, o apoio da Sinergiae, Ecoturismo e Planeamento, Lda. e a gentileza do Dr. Luís Freitas e do Sr. Fernando Silva, a Aldeia do Gondramaz será brindada com os sons da música jazz e da música portuguesa, tendo por cenário os sons da noite da Serra da Lousã e o silêncio do xisto.

3 de Agosto, Gondramaz

21h30: Concerto de Jazz com o grupo “Ap Trio”

4 de Agosto, Gondramaz

21h30: Concerto Gent’ilesa — Teresa Gentil (música portuguesa)

22h00 — 24h00: Sessão de Astronomia

5 de Agosto, Praça José Falcão, Miranda do Corvo

17h00: Peça de teatro infantil “A Menina Azul” pelo grupo “Descalças – Cooperativa cultural”

Será disponibilizado transporte, às 21h00 a partir da Câmara Municipal, devendo para isso proceder à inscrição no Posto de Turismo de Miranda do Corvo, Avenida José Falcão, Telef.: 239 530 316.

Fonte C.M.M.C.

segunda-feira, julho 30, 2007

Gondramaz - Ciclo Gastronómico e Cultural das Aldeias do Xisto

Visite uma aldeia onde nem só o xisto é Senhor. Usufruir dos sabores desta terra torna-se num prazer inigualável despertando sentidos adormecidos. A visão da beleza natural que se oferece, o contacto das mãos que podem colher ingredientes da Mãe Natureza, o olfacto inebriado dos aromas e perfumes da serra e o canto do rio, tudo conjugado no charme e no requinte da degustação de uma deliciosa refeição típica da aldeia. Reserve o dia 4 de Agosto e participe no primeiro evento do Ciclo Gastronómico e Cultural das Aldeias do Xisto em Gondramaz.

No dia 4 de Agosto, a Aldeia do Xisto do Gondramaz tem o prazer de o desafiar a participar num dos eventos mais históricos e saborosos da aldeia, inserido no Ciclo Gastronómico e Cultural das Aldeias do Xisto, onde pode desfrutar de uma natureza única, e aprender com os habitantes os segredos da cozinha regional.

O programa do evento começa com ponto de encontro pelas 9h30 no Largo da Câmara Municipal de Miranda do Corvo, seguindo-se um percurso pedestre “À procura da Aldeia” com orientação e jogos. Em seguida, os participantes dedicam-se à confecção do pão, para depois almoçar e recarregar baterias para uma tarde cheia de actividades: percurso pedestre “A Natureza e o Céu” e visita ao Observatório no alto da Serra da Lousã, onde todos os participantes têm a oportunidade de se familiarizarem com instrumentos de Astronomia e visitar os aerogeradores do parque eólico de Vila Nova.

Por volta das 19h00, está marcada uma ceia slow food no Observatório da Astronomia, seguindo-se a primeira viagem de regresso a Miranda do Corvo, uma vez que existe uma sessão opcional de astronomia na cúpula do observatório.

A inscrição deverá ser feita até ao dia 2 de Agosto para a Sinergiae, Lda para o telefone 239 821 057 ou 962 929 069 ou para reservas@sinergiae.pt, e tem um preço promocional de lançamento de 50,00 euros por pessoa, possibilitado pelo apoio do Plano de Animação da Rede de Aldeias do Xisto, incluindo todas as actividades e acções, nomeadamente serviço de catering e workshop gastronómico, incluindo almoço e lanche, acompanhamento continuo do percurso de interpretação e das actividades.

Ciclo Gastronómico e Cultural das Aldeias do Xisto:

- 4 de Agosto – Gondramaz

- 6 de Outubro – Fajão

- 1 de Dezembro – Talasnal

As Aldeias do Xisto são constituídas por 24 aldeias distribuídas por 14 Municípios do Pinhal Interior, na Região Centro de Portugal num território de enorme beleza e que oferece infinitas possibilidades de lazer.

Ao longo dos últimos anos, os 24 núcleos foram alvo de um programa de requalificação que permitiu às aldeias adquirir potencial humano de desenvolvimento, transformando-se em pólos de atracção turística dinâmicos que permitem a criação de uma nova base económica que passa, nomeadamente, pela recuperação das tradições, pela valorização do património arquitectónico construído, pela dinamização das artes e ofícios tradicionais e pela defesa e preservação da paisagem em que se enquadram. Este importante trabalho nunca perdeu de vista aquilo que era o seu principal objectivo: melhorar a qualidade de vida das populações das aldeias, elevando os seus níveis de auto-estima, qualificando o seu tecido social e agregando-as num processo participativo de desenvolvimento que é, antes de mais, seu.

Aldeias do Xisto. A descoberta começa aqui.

Fonte: C.M.M.C.

domingo, julho 29, 2007

Azeite na Água

Azeite na Água

Poluir é sinónimo de sujar, conspurcar ou macular.

Desde há cerca de 3 anos, que o Rio Ceira apresenta um cheiro característico a azeite.

Travo e cheiro que se estende à água destinada a consumo humano e proveniente da captação de águas de Segade (Rio Ceira) e que abastece parte da vila e concelho de Miranda do Corvo.

Em 3 anos, os Serviços de Fiscalização nunca conseguiram apanhar o poluidor, a meter o pé em ramo verde.

Estranha-se ainda o facto de estarmos nos finais do mês de Julho e não ser esta a época da azeitona, nem haver lagares em funcionamento nesta época do ano.

Contam-se pelos dedos de uma mão, os lagares em funcionamento, nos Concelhos de Miranda do Corvo e Lousã.

A água em Miranda do Corvo sabe e cheira mal, está imprópria para consumo humano, apresentando elevados teores de gordura, por vezes, o shampoo e o sabonete não lavam e os detergentes da máquina não funcionam.

Havendo uma directiva comunitária quadro da água, que pune severamente os infractores, porque motivo estes ainda não foram apanhados?

Interrogam-se muitos, será lícito a descarga de azeite/bagaço de azeitona ou águas provenientes das lavagens de tanques, no Rio Ceira?

Interrogam-se as populações, como é que o interesse de poucos, se pode sobrepor ao interesse colectivo?

Estarão em causa interesses económicos? Interesses políticos?

Poderá uma indústria ou lagar prejudicar severamente o meio ambiente?

Poderá pôr em risco imponentemente a saúde das populações?

Poderá pôr em causa a fauna e flora de um rio?

Estarão em causa postos de trabalho?

Muitas perguntas e poucas respostas…

Estamos em Portugal!

Texto – Mário Nunes

Mais em:

http://espacoaberto-umanovamiranda.blogspot.com/2007/01/politica-da-gua.html

http://espacoaberto-umanovamiranda.blogspot.com/2006/12/ambiente-curtas-e-directas-rio-ceira-e.html

http://espacoaberto-umanovamiranda.blogspot.com/2006/12/qualidade-da-gua-em-miranda-do-corvo.html

http://espacoaberto-umanovamiranda.blogspot.com/2006/12/gua-imprpria-para-consumo-humano.html

http://espacoaberto-umanovamiranda.blogspot.com/2006/10/alheda-duea-ceira-e-mondego-os-rios-da.html

sábado, julho 28, 2007

Município de Penela Adere ao Programa Território Artes

Foto: Luis Rocha

O Município de Penela integra, desde Fevereiro, o Programa Território Artes, através de um protocolo de participação com o Ministério da Cultura. Penela passa a fazer parte de uma rede de instituições, tendo acesso a uma bolsa de espectáculos e produções culturais a preços mais acessíveis, para apresentação no Concelho.



O Programa Território Artes (PTA) é um programa de descentralização das artes e formação de públicos do Instituto das Artes – Ministério da Cultura, que integra acções que visam criar condições de melhoria do acesso dos cidadãos aos bens culturais e que procuram a correcção de assimetrias regionais e desigualdades sociais, no respeito pelas normas constitucionais que asseguram o acesso de todos os indivíduos à fruição e criação cultural.



O Município de Penela candidatou-se à participação na modalidade Itinerário Cultural – Linha 1, que implicará o compromisso com um agendamento mínimo obrigatório de produções, incluindo agendamentos de espectáculos para público jovem e escolar e de espectáculos em regime de cooperação intermunicipal.



Espectáculos agenciados para Penela através do PTA:
A Ilha Verde/Encerrado para Obras - dia 14 de Junho

O Tetvocal/Penelaartes - dia 14 de Julho

Cantos da Língua do Trigo Limpo Teatro ACERT/Penelaartes - dia 22 de Julho (co-financiado pelo PTA)

Começar a acabar / Teatro do Bolhão - dia 1 de Dezembro

A Submersão do meu ser / Companhia de Dança de Almada - dia 15 de Dezembro (Espectáculo de grande dimensão/ Cooperação Intermunicipais)



Mais informações disponíveis através do endereço http://www.territorioartes.pt.


Pavimentação da Estrada Entre Tábuas e a Senhora da Piedade


A Câmara Municipal de Miranda do Corvo abriu concurso para a pavimentação da estrada entre Tábuas e a Senhora da Piedade.

Esta obra surge na sequência dos trabalhos de colocação de saneamento e pavimentação em Tábuas, realizados em 2005 e 2006.

Nesta mesma localidade foi construído um reservatório para abastecimento de água e mais recentemente foi adjudicada a construção de uma estação de filtragem que beneficiará a qualidade da água.

Tábuas está localizada próximo da Senhora da Piedade de Tábuas, local de grande valor paisagístico e religioso.

A Câmara Municipal de Miranda do Corvo foi também promotora de uma candidatura ao programa AGRIS, concretamente à medida “Recuperação e Valorização do Património Natural da Paisagem e dos Núcleos Populacionais em Meio Rural”. Esta candidatura mereceu parecer favorável.

No âmbito desta candidatura a Câmara Municipal elaborou um projecto de arquitectura para a recuperação do edifício da hospedaria do Santuário da Senhora da Piedade de Tábuas

A recuperação em curso visa devolver a vida a um espaço que caminhou para o esquecimento mas que tem grande potencial.

Fonte: C.M.M.C

Noites de Verão, na Lousã

Para ampliar, clique 2 vezes seguidas sobre o cartaz

quarta-feira, julho 25, 2007

Contra o Medo, Liberdade

«Nasci e cresci num Portugal onde vigorava o medo. Contra eles lutei a vida inteira. Não posso ficar calado perante alguns casos ultimamente vindos a público. Casos pontuais, dir-se-á.

Mas que têm em comum a delação e a confusão entre lealdade e subserviência. Casos pontuais que, entretanto, começam a repetir-se. Não por acaso ou coincidência. Mas porque há um clima propício a comportamentos com raízes profundas na nossa história, desde os esbirros do Santo Ofício até aos bufos da PIDE. Casos pontuais em si mesmos inquietantes. E em que é tão condenável a denúncia como a conivência perante ela.



Não vivemos em ditadura, nem sequer é legítimo falar de deriva autoritária. As instituições democráticas funcionam. Então porquê a sensação de que nem sempre convém dizer o que se pensa? Porquê o medo? De quem e de quê? Talvez os fantasmas estejam na própria sociedade e sejam fruto da inexistência de uma cultura de liberdade individual.



Sottomayor Cardia escreveu, ainda estudante, que "só é livre o homem que liberta". Quem se cala perante a delação e o abuso está a inculcar o medo. Está a mutilar a sua liberdade e a ameaçar a liberdade dos outros. Ora isso é o que nunca pode acontecer em democracia. E muito menos num partido como o PS, que sempre foi um partido de homens e mulheres livres, "o partido sem medo", como era designado em 1975. Um partido que nasceu na luta contra a ditadura e que, depois do 25 de Abril, não permitiu que os perseguidos se transformassem em perseguidores, mostrando ao mundo que era possível passar de uma ditadura para a democracia sem cair noutra ditadura de sinal contrário.

Na campanha do penúltimo congresso socialista, em 2004, eu disse que havia medo. Medo de falar e de tomar livremente posição. Um medo resultante da dependência e de uma forma de vida partidária reduzida a seguir os vencedores (nacionais ou locais) para assim conquistar ou não perder posições (ou empregos). Medo de pensar pela própria cabeça, medo de discordar, medo de não ser completamente alinhado. No PS sempre houve sensibilidades, contestatários, críticos, pessoas que não tinham medo de dizer o que pensam e de ser contra quando entendiam que deviam ser contra. Aliás, os debates desse congresso, entre Sócrates, eu próprio e João Soares, projectaram o PS para fora de si mesmo e contribuíram em parte para a vitória alcançada nas legislativas. Mas parece que foram o canto do cisne. Ora o PS não pode auto-amordaçar-se, porque isso seria o mesmo que estrangular a sua própria alma.



Há, é claro, o álibi do Governo e da necessidade de reduzir o défice para respeitar os compromissos assumidos com Bruxelas. O Governo é condicionado a aplicar medidas decorrentes de uma Constituição económica europeia não escrita, que obriga os governos a atacar o seu próprio modelo social, reduzindo os serviços públicos, sobrecarregando os trabalhadores e as classes médias, que são pilares da democracia, impondo a desregulação e a flexigurança e agravando o desemprego, a precariedade e as desigualdades. Não necessariamente por maldade do Governo. Mas porque a isso obriga o Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC) conjugado com as Grandes Orientações de Política Económica. Sugeri, em tempos, que se deveria aproveitar a presidência da União Europeia para lançar o debate sobre a necessidade de rever o PEC. O Presidente Sarkozy tomou a iniciativa de o fazer. Gostei de ouvir Sócrates a manifestar-se contra o pensamento único. Mas é este que condiciona e espartilha em grande parte a acção do seu Governo.

Não vou demorar-me sobre a progressiva destruição do Serviço Nacional de Saúde, com, entre outras coisas, as taxas moderadoras sobre cirurgias e internamentos. Nem sobre o encerramento de serviços que agrava a desertificação do interior e a qualidade de vida das pessoas. Nem sobre a proposta de lei relativa ao regime do vínculo da Administração Pública, que reduz as funções do Estado à segurança, à autoridade e às relações internacionais, incluindo missões militares, secundarizando a dimensão administrativa dos direitos sociais. Nem sobre controversas alterações ao estatuto dos jornalistas em que têm sido especialmente contestadas a crescente desprotecção das fontes, com o que tal representa de risco para a liberdade de imprensa, assim como a intromissão indevida de personalidades e entidades na respectiva esfera deontológica. Nem sobre o cruzamento de dados relativos aos funcionários públicos, precedente grave que pode estender-se a outros sectores da sociedade. Nem ainda sobre a tendência privatizadora que, ao contrário do Tratado de Roma, onde se prevê a coexistência entre o público, o privado e o social, está a atingir todos os sectores estratégicos, incluindo a Rede Eléctrica Nacional, as Águas de Portugal e o próprio ensino superior, cujo novo regime jurídico, apesar das alterações introduzidas no Parlamento, suscita muitas dúvidas, nomeadamente no que respeita ao princípio da autonomia universitária.

Todas estas questões, como muitas outras, são susceptíveis de ser discutidas e abordadas de diferentes pontos de vista. Não pretendo ser detentor da verdade. Mas penso que falta uma estratégia que dê um sentido de futuro e de esperança a medidas, algumas das quais tão polémicas, que estão a afectar tanta gente ao mesmo tempo. Há também o álibi da presidência da União Europeia. Até agora, concordo com a acção do Governo. A cimeira com o Brasil e a eventual realização da cimeira com África vieram demonstrar que Portugal, pela História e pela língua, pode ter um papel muito superior ao do seu peso demográfico. Os países não se medem aos palmos. E ao contrário do que alguém disse, devemos orgulhar-nos de que venha a ser Portugal, em vez da Alemanha, a concluir o futuro Tratado europeu. Parafraseando um biógrafo de Churchill, a presidência portuguesa, na cimeira com o Brasil, recrutou a língua portuguesa para a frente da acção política. Merece o nosso aplauso.

O que não merece palmas é um certo estilo parecido com o que o PS criticou noutras maiorias. Nem a capacidade de decisão erigida num fim em si mesma, quase como uma ideologia. A tradição governamentalista continua a imperar em Portugal. Quando um partido vai para o Governo, este passa a mandar no partido, que, pouco a pouco, deixa de ter e manifestar opiniões próprias. A crítica é olhada com suspeita, o seguidismo transformado em virtude.



Admito que a porta é estreita e que, nas circunstâncias actuais, as alternativas não são fáceis. Mas há uma questão em relação à qual o PS jamais poderá tergiversar: essa questão é a liberdade. E quem diz liberdade diz liberdades. Liberdade de informação, liberdade de expressão, liberdade de crítica, liberdade que, segundo um clássico, é sempre a liberdade de pensar de maneira diferente. Qualquer deriva nesta matéria seria para o PS um verdadeiro suicídio.



António Sérgio, que é uma das fontes do socialismo português, prezava o seu "querido talvez" por oposição ao espírito dogmático. E Antero de Quental chamava-nos a atenção para estarmos sempre alerta em relação a nós próprios, porque "mesmo quando nos julgamos muito progressistas, trazemos dentro de nós um fanático e um beato". Temo que actualmente pouco ou nada se saiba destas e doutras referências.



Não se pode esquecer também a responsabilidade de um poder mediático que orienta a agenda política para o culto dos líderes, o estereótipo e o espectáculo, em detrimento do debate de ideias, da promoção do espírito crítico e da pedagogia democrática. Tenho por vezes a impressão de que certos políticos e certos jornalistas vivem num país virtual, sem povo, sem história nem memória.



Não tenho qualquer questão pessoal com José Sócrates, de quem muitas vezes discordo mas em quem aprecio o gosto pela intervenção política. O que ponho em causa é a redução da política à sua pessoa. Responsabilidade dele? A verdade é que não se perfilam, por enquanto, nenhumas alternativas à sua liderança. Nem dentro do PS nem, muito menos, no PSD. Ora isto não é bom para o próprio Sócrates, para o PS e para a democracia. Porque é em situações destas que aparecem os que tendem a ser mais papistas que o Papa. E sobretudo os que se calam, os que de repente desatam a espiar-se uns aos outros e os que por temor, veneração e respeitinho fomentam o seguidismo e o medo.



Sei, por experiência própria, que não é fácil mudar um partido por dentro. Mas também sei que, assim como, em certos momentos, como fez o PS no verão quente de 75, um partido pode mobilizar a opinião pública para combates decisivos, também pode suceder, em outras circunstâncias, como nas presidenciais de 2006 e, agora, em Lisboa, que os cidadãos, pela abstenção ou pelo voto, punam e corrijam os desvios e o afunilamento dos partidos políticos. Há mais vida para além das lógicas de aparelho. Se os principais partidos não vão ao encontro da vida, pode muito bem acontecer que a recomposição do sistema se faça pelo voto dos cidadãos. Tanto no sentido positivo como negativo, se tal ocorrer em torno de uma qualquer deriva populista. Há sempre esse risco. Os principais inimigos dos partidos políticos são aqueles que, dentro deles, promovem o seu fechamento e impedem a mudança e a abertura.



Por isso, como em tempo de outros temores escreveu Mário Cesariny: "Entre nós e as palavras, o nosso dever falar." Agora e sempre contra o medo, pela liberdade.»

24.07.2007 - 23h15 , Manuel Alegre, in Público

Na íntegra…

terça-feira, julho 24, 2007

Artes da Lua d'Outono

Celebrando o equinócio

21, 22 e 23 de Setembro 2007

Praça da Canção - Coimbra


O artes da lua d'outono é um encontro animado por grupos, colectivos e indivíduos do espaço alternativo que propõem fazer desta iniciativa uma afirmação da sua cidadania. A festa da liberdade, da individualidade, da fraternidade, interveniente na arte, na criação, no debate, na acção.

Perante a degradação crescente do equilíbrio ambiental e social, só a evolução urgente de comportamentos, hábitos e atitudes que tragam uma alteração positiva e profunda na relação entre indivíduos, a sociedade e a Mãe-Terra pode assegurar a sobrevivência da espécie humana.

Vemos que nos anos recentes se desenvolveu na sociedade a influência de vivências alternativas que têm crescido em número e articulação. Diferentes experiências, organizações e eventos têm contribuído para uma maior visibilidade e capacidade de intervenção. Novas opções estão disponíveis e mais e maiores áreas da nossa vida podem ser saboreadas e construídas, livres dos preconceitos e mercantilismos predominantes.

Programa

Durante os três dias diversas actividades vão realizar-se em paralelo. O programa de animação vai incluir apresentações teatrais, circenses, espectáculos musicais. Haverá espaço para debates, conversas, oficinas, ateliers. Uma área estará disponível para a divulgação de projectos, associações, grupos, iniciativas. Será montada uma cozinha comunitária e está prevista uma área para acampar. Pela sua natureza, é um evento feito por participantes que convida a população de Coimbra a vir desfrutar do que lhe é proposto sendo a entrada livre para todas as actividades.

Encontro de Educação Alternativa

Queremos realizar durante o artes da lua d'outono um conjunto de actividades que permitam o encontro de diferentes experiências e instituições educativas, a reflexão sobre o papel que a educação representa nas nossas vidas, sobre que conteúdos pedagógicos e instituições temos ou podem vir a ser criadas. Que aqui possam germinar novas iniciativas e as já existentes encontrem apoio e divulgação.

Feira de artesanato e produtos naturais

Durante a tarde de dia 21 e os dias 22 e 23 decorrerá a Feira de Artesanato e Produtos Agrícolas e Alimentares Naturais e Caseiros. Se estás interessado em participar com os frutos do teu próprio trabalho, contacta-nos a solicitar o envio do manifesto de participação bem como da ficha de inscrição. O prazo limite para recepção de pedidos é até dia 1 de Setembro.

Como participar

Todo o trabalho de preparação e realização do artes da lua d'outono é desenvolvido de forma voluntária e sem remuneração. Na organização, nas actividades, na animação, todos são convidados a dar o seu contributo. O programa será preenchido com as actividades propostas pelos participantes, de todos esperamos a cooperação nas tarefas de manutenção, da cozinha, de divulgação, nos ateliers. O evento será para cada um a oportunidade de se reconhecer na partilha e na criação.

Todos os recursos económicos obtidos pelo artes da lua d'outono serão utilizados na concretização do mesmo, ou de futuros eventos com o mesmo espírito.

Mais Informação em:

artes@luadoutono.pegada.net

Apartado 6033, 3040-005 Coimbra

Colectivo Germinal - Associação Cultural

Apoio: Câmara Municipal de Coimbra Departamento de Cultura

Nova Bicicletada em Coimbra


É já na 6ª feira dia 27 de Julho. Local de encontro: Largo da Portagem pelas 18h.

Mais em http://massacriticacentro.casainho.net

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