sábado, novembro 03, 2007

Feira Sem Regras


Feira Sem Regras, mais logo, dia 03 de Novembro de 2007, das 10H30 em diante, no Terreiro, ao lado do Convento de Santa Clara a Velha, em Coimbra. Venha conhecer e aviar-se no Bazaar 73!!!

Pretende ajudar a animar esta zona da cidade! O nome da feira vem da sua proximidade com a Rua João das Regras, mas também pelo informal, divertido e criativo que se pretende conseguir.

Destina-se, exclusivamente, a "expositores" não profissionais vendem objectos que acumularam em casa ou do seu artesanato, bem como a pessoas das artes visuais, do espectáculo e da música.

Org: AMME - Associação de Amigos da Margem Esquerda

Apoios - Câmara Municipal de Coimbra; Junta de Freguesia de Sta Clara, Galeria Santa Clara

A pedido da Marta Gil

Cartaz de Cinema, de Miranda do Corvo


A Programação do Mês de Novembro do Cinema de Miranda do Corvo encontra-se disponível no blogue Kafe Kultura.

Em http://kafekultura.blogspot.com

sexta-feira, novembro 02, 2007

Sabores de Outono

1 a 11 de Novembro de 2007
Festival Gastronómico do Mel e da Castanha

ADFP comemora 20 Anos


«A ADFP, instituição de solidariedade social que conta actualmente com 3.400 utentes nas suas diversas, está a comemorar o 20.º aniversário.


A Associação para o Desenvolvimento e Formação Profissional (ADFP) de Miranda do Corvo está a assinalar o seu 20.º aniversário e reunirá, num jantar comemorativo que se realiza no próximo sábado, mais de cinco centenas de pessoas, entre membros dos órgãos sociais, funcionários, utentes, colaboradores e alguns convidados.
As comemorações abrem – se à participação da população no domingo, com uma “Viagem pela História da Vila”, um percurso pedonal organizado pelo Clube de Caminheiros. Pelas 16H00, o grupo musical Dixie Gringos actua na sala de cinema de Miranda do Corvo, numa iniciativa de entrada livre, que conta com o apoio do INATEL.


No dia do aniversário, 6 de Novembro, realiza-se, às 15H00, uma missa comemorativa, seguindo-se o descerramento de uma lápide em homenagem aos falecidos sócios honorários, Jaime Vicente e José Carranca Redondo, Alberto Anastácio, membro do Conselho de Fundadores, e Fausto Correia, membro do Conselho de Estratégia da ADFP.


Na semana que se segue decorre um conjunto de iniciativas comemorativas envolvendo as diversas valências da instituição, que incluem espectáculos de música, teatro e eventos desportivos, num salutar convívio para os utentes da instituição, colaboradores, beneméritos e população.



Integrar o indivíduo

IPSS sem fins lucrativos, reconhecida como de Utilidade Pública desde 1989, a ADFP tem sede em Miranda do Corvo e estende o seu raio de acção a vários concelhos do distrito de Coimbra, assegurando valências e serviços culturais nos concelhos de Coimbra, Penela, Lousã, Góis e Penacova.


A ADFP tem mais de 2.500 sócios e cerca de 3.400 utentes e utilizadores que frequentam regularmente os serviços disponibilizados pela instituição, e destes, 250 pessoas, entre idosos, deficientes, doentes crónicos, mulheres maltratadas e crianças, vivem nas residências da IPSS. A instituição possui valências sociais, serviços de saúde, secções culturais, recreativas e desportivas e apoia deficientes, doentes crónicos e inadaptados, crianças, jovens e idosos, lutando pela “completa integração do indivíduo na sociedade” e “integração de diferentes grupos sociais e convívio intergerações”, realça uma nota enviada à comunicação e assinada pelo presidente da ADFP, Jaime Ramos.


A ADFP “é o maior empregador do concelho de Miranda do Corvo com quase 200 funcionários, pagando ainda subsídios regulares de formação, ocupação e prémios de voluntariado a cerca de 200 pessoas”, refere a mesma nota, sublinhando que “quase 30 por cento das actividades laborais da ADFP são desempenhadas por pessoas com deficiência”.

Criar uma fundação

A ADFP nasceu em 1987 de uma iniciativa de formação profissional para deficientes promovida por Jaime Ramos, que contou com o apoio da ARCIL da Lousã e de Aires Silva Caetano e Carlos Torres das Neves. No ano em que completa 20 anos, a instituição avança para a sua transformação organizacional criando a Fundação ADFP. Nos projectos para os próximos anos inclui um hospital/clínica médico-cirúrgica, um lar para idosos no Senhor da Serra, construção de um prédio para habitação social, o Hotel na Quinta da Paiva, um Museu de Artes e Ofícios Tradicionais e um parque temático com animais selvagens autóctones.»

In As Beiras

Continua a Escalada (2)...

96,80 Dólares por barril de petróleo...
Até onde é que isto vai?
Antes do final do ano é provável que o preço do barril tenha atingido os três dígitos e que a Turquia tenha invadido o Iraque mergulhando aquela zona do globo, na anarquia e no caos...
A procura será superior à oferta e segundo os economistas prevê-se que a banca americana mergulhe na crise, arrastando os principais mercados financeiros e respectivas bolsas. Estará o BCE preparado?

quarta-feira, outubro 31, 2007

Metro Mondego - Ramal Urbano funcionará em 2012


«O presidente da sociedade Metro Mondego manifestou-se ontem convicto que, nas próximas semanas, haverá decisões do Governo de modo a por a funcionar o metro em 2012.



O responsável, Álvaro Maia Seco, que falava no final de um encontro com deputados do PCP, revelou à Lusa que espera que a secretária de Estado do Transportes, Ana Paula Vitorino, aprove em breve um conjunto de propostas apresentadas pela sociedade para execução dos projectos calendarizados.


Este ano, e no próximo, deverão ficar concluídos os processos para a libertação do “canal” através da zona histórica na Baixa da cidade, com as aquisições ou expropriações de edifícios, seguindo-se as intervenções de requalificação necessárias em conjugação com as actividades camarárias e da Sociedade de Reabilitação Urbana, uma entidade criada entre o Estado e a autarquia.


De acordo com o responsável, esse processo deverá ficar concluído quando for lançado o concurso público internacional do “canal de metropolitano até aos Hospitais da Universidade de Coimbra”, no próximo ano, para estar a funcionar em 2012.


Álvaro Maia Seco adiantou que, até ao final deste ano, deverão ficar concluídos as interfaces da Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra, para a execução do projecto nesse ramal ferroviário.


A intervenção no ramal ferroviário Coimbra-Lousã, a iniciar em 2008 e que obrigará a uma interrupção da circulação durante dois anos, deverá ficar concluída em 2010, com a entrada em funcionamento do serviço de metropolitano ligeiro de superfície.


Em 2012, espera-se que esteja em funcionamento o troço entre Coimbra e Lousã, a aproveitar o ramal ferroviário, e o troço urbano até aos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC), um projecto que custará mais de 300 milhões de euros, o maior empreendimento público lançado nesta zona, segundo Álvaro Maia Seco.
O presidente da Metro Mondego adiantou que, no próximo ano, será delineado com os Serviços de Transportes Urbanos de Coimbra (SMTUC) um sistema integrado de mobilidade na cidade. Embora o projecto ainda esteja a mais de quatro anos de se tornar realidade, a sociedade já está a estudar eventuais possibilidades para a expansão da rede de metropolitano do Mondego.
Ontem, o deputado do PCP Bruno Dias reuniu-se com os presidentes da Metro Mondego e da Câmara Municipal de Coimbra, Carlos Encarnação (PSD), para melhor se inteirar do projecto, e no final manifestou-se contra a possibilidade de a rede do metropolitano implicar o fim do ramal ferroviário da Lousã.
“Comboio é comboio. Metropolitano é metropolitano”, declarou o deputado, observando que não está a ver “um alfa pendular a passar pelo centro de Coimbra nem um metropolitano a subir para Serpins”, uma pequena localidade no concelho da Lousã. Na sua opinião, o metropolitano ligeiro de superfície tem um “carácter estruturante na zona de malha urbana”, enquanto o comboio é um factor de desenvolvimento, pela possibilidade de transporte de mercadorias e interligação à rede ferroviária nacional. Nesse sentido, defendeu a construção de um túnel entre a estação de Coimbra-Parque (Ramal da Lousã) e Coimbra-B (Linha do Norte), que elimine os constrangimentos no atravessamento da Baixa da cidade, um projecto posto de lado pelos elevados custos.
Bruno Dias adiantou que o seu grupo parlamentar irá interpelar na Assembleia da República o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, sobre esta opção. A interpelação, no âmbito da discussão sobre o Orçamento de Estado para 2008, incidirá ainda sobre a ausência de verbas no PIDDAC (Plano de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central) para a rede ferroviária e a indefinição quando ao custo do serviço de metropolitano para as populações da zona de Coimbra, tendo em atenção a realidade verificada com o Metro do Porto nas ligações em que este transporte substituiu o comboio.»

In As Beiras

terça-feira, outubro 30, 2007

«Vamos Reflorestar a Serra da Lousã»


«“Vamos reflorestar a Serra a Lousã” é o mote das iniciativas que a Lousitânea vai promover, tendo em vista a reflorestação da região. Uma oportunidade para «deixar o sofá» e participar no futuro da serra.

O convite é lançado pela Lousitânea, Liga de Amigos da Serra da Lousã, que pretende chamar todos os interessados a dar uma ajuda na reflorestação da Serra da Lousã. São três as iniciativas gratuitas, que vão decorrer em Novembro e Dezembro, em vários pontos da serra, em acções que visam o repovoamento arbóreo e arbustivo autóctone e combate às espécies infestantes.

“Vamos reflorestar a Serra da Lousã” é o mote para as iniciativas que têm início a 11 de Novembro, na Lousã. O ponto de encontro está marcado para as 9h00, junto à Câmara Municipal. Primeiramente é feito um enquadramento da iniciativa, a que se segue a partida para a caminhada tendo em vista a reflorestação.

A 1 de Dezembro, os voluntários voltam a subir à serra, desta feita no concelho de Góis, num percurso que contempla passagem pelas aldeias de xisto de Aigra Nova, Aigra Velha, Comareira e Pena, onde, refere a organização, é possível «deslumbrar uma paisagem única e usufruir de espaços ainda preservados em termos ambientais». «Numa zona no centro da Rede Natura 2000, iremos, com o apoio da população local, plantar muitas árvores autóctones que irão fazer a diferença no futuro», sublinha ainda a Lousitânea. Nesta acção o ponto de partida está marcado para as 9h00, junto à Câmara de Góis.

A terceira reflorestação da Serra da Lousã acontece numa outra zona, em Coentral, já no concelho de Castanheira de Pêra, com concentração dos participantes às 9h30, na rotunda da nora, à entrada de Castanheira de Pêra. «Mais uma oportunidade para deixar o sofá e a televisão, e passar um dia ao ar livre e a participar no futuro de uma Rede Natura 2000», diz a associação que, por relatos chegados até hoje, lembra que a serra tinha um coberto vegetal, constituído por carvalhais e soutos, que se deve introduzir novamente, «aumentando a biodiversidade e reduzindo o risco de incêndio».
Pelo meio, a 24 de Novembro, a associação promove uma outra iniciativa no Vale do Ceira (Góis), desta vez tendo como objectivo a interpretação ambiental, a recolha de sementes e a realização de trabalho de controlo de infestantes. Esta, contrariamente às restantes, é uma actividade paga (cinco euros), valor que permitirá cobrir os custos relacionados com a reflorestação da serra.

A Lousitânea é uma associação de conservação da natureza e de valorização do património e cultura da Serra da Lousã. Parte das suas iniciativas tem em vista o repovoamento arbóreo e arbustivo autóctone da Serra da Lousã e combate às espécies infestantes, tendo como base logística o viveiro de espécies autótones de Vila Nova do Ceira, concelho de Góis, que se encontra actualmente a reproduzir espécies como o azereiro, o azevinho, o carvalho, o folhado, o loureiro, o sobreiro e o teixo.
Em todas as acções, a associação aconselha o uso de roupa leve e confortável, agasalho, luvas, reforço alimentar e água. As inscrições podem ser feitas através do telefone/fax 235778644 ou e-mail lousitanea@sapo.pt.
Refira-se que, para além deste tipo de iniciativas, a Liga de Amigos da Serra da Lousã dedica também parte do seu trabalho à valorização das tradições e lendas, preservação dos valores naturais, animação da história secular e promoção do turismo na região, alertando as populações locais para o potencial da serra. Actua nas vertentes turística, natural, ambiental, rural, cultural, etnográfica, histórica, patrimonial, gastronómica, desportiva, social e educativa. »

In Diario de Coimbra

Um Eléctrico Chamado Raúl

Queria ser bailarino ou árbitro de futebol. Deu em polícia do trânsito.
Graças ao Raul, houve quem tivesse chegado a casa a horas de ver o futebol na TV.


Muito simplesmente, punha os empatas a dar corda aos pneus.
Reformou-se. As ruas de Coimbra perderam algum do seu encanto.


domingo, outubro 28, 2007

Até Serpins de Comboio

«Excursionistas comemoraram os cem anos do Ramal da Lousã, numa iniciativa do Jornal e Cooperativa Trevim e ainda no âmbito das comemorações do centenário do Ramal da Lousã, vários excursionistas apanharam no passado dia 20 de Outubro, a automotora na estação da Lousã, rumo a Serpins, a fim de visitarem ou revisitarem locais interessantes da vila.

Numa curta viagem, que durou menos de 10 minutos, comentou-se o projecto do tram-train, os futuros preços dos bilhetes e ainda a problemática dos transportes alternativos, aquando das obras no ramal. “Quantos autocarros serão necessários para transportar de manhã tantas pessoas que utilizam a automotora para irem trabalhar para Coimbra”, disse um dos viajantes, aludindo a um artigo de opinião que lera num jornal da região.


O destino era a garganta do Cabril. Mas, o condutor do autocarro, gentilmente cedido pela Junta de Freguesia de Serpins, sugeriu ir ao santuário de Nossa Senhora da Candosa, o que se revelou uma ideia muito interessante, por toda a paisagem possível de vislumbrar daquele local. Junto à capela, descendo umas escadas de pedra, via-se ao longe várias casas que faziam o aglomerado de Vila Nova do Ceira. Uma paisagem registada na retina e nas máquinas fotográficas.


Mesmo em frente, erguia-se ao olhar um morro que constitui um destino turístico e também de investigação científica, local avalizado como de interesse nacional, alvo de muitas visitas de estudo. Caracterizado a nível de estratigrafia como Ordovícico Inferior- Silúrico, tem uma importância excepcional e é conhecido como o “corte geológico do Rio Ceira”.


O flanco nordeste do sinclinal está completo, atingindo mais de mil metros de espessura. Começa com a formação do quartzito armoricano com espessas bancadas de quartzito, atravessadas pelo rio, formando o cabril ou garganta da Sra da Candosa. O corte desenvolve-se no caminho ao longo da margem direita do rio Ceira, abrangendo 12 formações geológicas. Ainda é possível observar diversos fósseis como cruziana, braquiópodes, trilobites e bivalves.


O passeio continuou com uma visita ao Cabril, que emudeceu alguns visitantes pela beleza, tranquilidade e limpidez das águas, convidativas a um banho. Como ninguém ia preparado para tal, tiraram-se fotografias e visitou-se o túnel que ainda chegou a ser aberto para a passagem do caminho-de-ferro que, como é sabido, deveria ter ido até Arganil. O que não sucedeu. O próprio caminho que conduziu os visitantes para a garganta do Cabril era o que estava previsto para a instalação da linha. Embora pisassem terra batida, os viajantes levavam consigo a preocupação do caminho-de-ferro e, sempre nas suas mentes, a defesa da ferrovia.


O caminho de regresso fez-se, como é óbvio, também de automotora e foi ao chegar à estação da Lousã que alguns sentimentos afloraram aos excursionistas: os azulejos a degradarem-se e o armazém e a gare que serão destruídos. Mas nem tudo era mau: a estação estava com melhor aspecto e já tinha alguns bancos, coisa que numa anterior visita, os mesmos excursionistas não tinham podido observar. Foi no interior da estação que Pedro Júlio Malta, presidente da Assembleia Geral da Cooperativa Trevim, fez algumas referências ao livro intitulado “O Caminho de Ferro de Arganil”, publicado este ano por Manuel Fernandes Dias. Os avanços e recuos de uma obra pela qual todos os arganilenses ansiaram, mas que nunca se concretizou. “O nonagenário fez uma investigação que durou muito tempo, porque consultou jornais, documentos oficiais, etc., publicando em fascículos no jornal “A Comarca de Arganil”. O livro fala das guerras entre os sucessivos governos, uns que defendiam a continuação do caminho-de-ferro em via estreita, outros em via larga.


“O Estado Novo terminou com todas as esperanças”, leu Pedro Malta, concluindo valer a pena conhecer a obra, uma vez que demonstra o quanto a população de Arganil desejou o comboio.»

In Jornal Trevim

http://www.trevim.pt/noticia.asp?edcid=277&sccid=109&ntcid=5497

quinta-feira, outubro 25, 2007

Inauguração da Requalificação da Escola de Vila Nova


A conclusão das recentes obras de requalificação e ampliação da escola de Vila Nova levaram à organização de um almoço-convívio que juntou as crianças, encarregados de educação, professores, funcionários e representantes do executivo camarário.

Este convívio foi organizado pelos professores da escola de forma a assinalar a melhoria das condições das instalações, particularmente o novo refeitório.

Para além desta sala de refeições foi também construída uma copa e melhorado o recreio coberto e as instalações sanitárias.

Já anteriormente esta escola tinha recebido obras de beneficiação com a substituição do telhado e das janelas e construção de vedação.

Desde o inicio de funções do actual executivo camarário que tem sido levado a cabo um grande investimento da melhoria da rede escolar concelhia, em que se insere este investimento.

Actualmente a escola de Vila Nova é frequentada por 24 crianças e é a única a funcionar nesta freguesia.

ETAR de Serpins - Obra já Começou

A empreitada para a construção da ETAR de Serpins teve já o seu início.

Esta nova ETAR está dimensionada para o ano horizonte de projecto de 2028, detendo uma capacidade instalada equivalente a 2.500 habitantes, incorporando um nível de tratamento terciário, à base de lamas activadas em regime de arejamento prolongado, com remoção de carbono e azoto, desinfecção para a totalidade do efluente e reutilização de parte do mesmo para água industrial, de serviço e rega de espaços verdes.



A obra, da responsabilidade do sistema intermunicipal das Águas do Mondego S.A., foi adjudicada pelo valor de 1.201.454,66€, será efectuada pelo Consórcio Empreiteiros Casais, S.A., de Braga e ELITE-Sistemas Ambientais, Lda, da Figueira da Foz e tem a sua conclusão prevista em 645 dias.

quarta-feira, outubro 24, 2007

Massa Crítica...


:: BICICLETADA - MASSA CRÍTICA ::

Pelo Ambiente, pela sua Saúde, por um mundo melhor!
Nesta Sexta-feira às 18h

... Website Nacional: http://massacriticapt.net ...

... Porto na Praça dos Leões ...


http://massacritica.pegada.net

... Lisboa no Marquês de Pombal ...


http://massacriticapt.net

... Coimbra no Largo da Portagem ...



18H00 - LISBOA, Marquês de Pombal

18H00 - PORTO, Praça dos Leões

18H00 - COIMBRA, Largo da Portagem

A Massa Crítica (também designada de Bicicletada) está inserida no contexto de um movimento internacional de nome "Critical Mass", iniciado em São Francisco há já 10 anos. A ideia consiste em realizar um passeio lúdico e reivindicativo de bicicleta pelas ruas da cidade. Neste passeio os participantes divulgam de maneira criativa o uso de bicicletas e protestam contra o uso abusivo de transportes poluentes.

Todos os meses dezenas de ciclistas pedalam em Lisboa e Porto pela Liberdade e Revolução nas Estradas, incentivando o uso de bicicleta como meio de transporte ecológico.

Objectivos:

1. Divulgar e promover o uso da bicicleta como meio de transporte;
2. Criar condições favoráveis ao uso da bicicleta como meio de transporte;
3. Tornar mais ecológicos os sistemas de mobilidade e transporte.


Resumo dos Princípios:



Não há hierarquia de cargos. As decisões são tomadas por consenso. A Massa Crítica é um movimento apartidário e não comercial. A participação é aberta a qualquer pessoa ou entidade que esteja de acordo com os objectivos do movimento. Para participar na Massa Crítica basta comparecer no local combinado, no dia e hora marcados com a sua bicicleta, skate ou patins. Não é preciso fazer qualquer tipo de inscrição ou pagar qualquer taxa. Os roteiros são decididos na hora e podem ser realizados por todos, inclusive principiantes. Pode trazer seus próprios panfletos, cartazes ou faixas ou usar os já existentes. Se é automobilista e não pode participar da Bicicletada pedalando, o seu apoio também é bem-vindo, seja divulgando a causa, seja respeitando o ciclista no seu dia a dia.

... Descrição da Massa Crítica ...

Bicicletas, skates, patins (e outros transportes não poluentes) desfilarão, por mais de 350 cidades espalhadas pelo mundo, conduzidos por cidadãos comuns, em Portugal realiza-se no Porto e em Lisboa.

A Massa
Crítica é um evento que se tem vindo a realizar todos os meses, com um número crescente de aderentes. A "Massa Crítica" pretende ser um movimento capaz de congregar todos os cidadãos inconformados com a supremacia automóvel. O objectivo primordial é realizar uma marcha de bicicletas, e outros meios de transporte não poluentes, com uma forte componente reivindicativa, que transmita uma mensagem pedagógica e exija a criação de políticas de mobilidade mais vantajosas para a utilização de meios de transporte ecológicos (bicicletas, patins, andar a pé).



A "Massa Crítica" é um movimento espontâneo e livremente organizado, e insere-se numa filosofia mundial de reivindicação dos direitos dos cidadãos face ao despotismo do automóvel e às políticas ecologicamente subdesenvolvidas, divulgando a existência de alternativas viáveis à utilização de transportes motorizados privados. Pretende, para além disso, ser o início de um movimento mais amplo e estruturado de activismo ecológico e social.



A "Massa Crítica" não requer grande capacidade física (dado que é uma iniciativa de grupo com uma forte solidariedade entre todos os seus membros). É aconselhável a utilização de capacete de ciclista, máscara anti-poluição e levar água. Muito mais que um protesto, a "Massa Crítica" é uma acção directa saudável, pacifica, didáctica e divertida.

Marionetas ao Centro no Auditório Municipal de Penela

Continua este fim-de-semana, o 2º Festival de Marionetas ao Centro.
No próximo Sábado, dia 27 de Outubro, pelas 21h30, Trulé apresenta “Variação de Marionetas ao redor da Música”, sketches musicais onde as marionetas serão preparadas à frente dos espectadores. Por sua vez, no Domingo, pelas 18h30, compete à Companhia Marimbondo apresentar “Será que as girafas lavam os dentes?”, um espectáculo para todos sobre desejos e as suas consequências que termina com um número de manipulação de bolas de sabão gigante…

A entrada é livre.

http://www.marimbondo.org

terça-feira, outubro 23, 2007

VIII Feira da Árvore de Semide

Vai decorrer no próximo fim-de-semana, dias 26, 27 e 28 de Outubro, a VIII edição da “Feira da Árvore” que este ano se realiza nas instalações da Escola Ferrer Correia, no Senhor da Serra.

Trata-se de um certame já com grande tradição organizado pela Câmara Municipal de Miranda do Corvo, Junta de Freguesia de Semide e Associação de Viveiristas do Distrito de Coimbra. Este ano o certame contará também com a colaboração da Junta de Freguesia de Ceira e o apoio do Agrupamento de Escolas Ferrer Correia, Região de Turismo do Centro e Dueceira.

A feira conta com 36 inscritos entre viveiristas, instituições públicas, e stands de equipamentos para a actividade.

O objectivo do certame passa por divulgar e defender uma actividade de grande importância no concelho de Miranda do Corvo e que assume um papel também importante em concelhos vizinhos, nomeadamente Coimbra (Freguesia de Ceira) e Lousã.

Salienta-se o facto de na freguesia de Semide se encontrar a maioria dos agricultores que desenvolve esta actividade no país, tornando-se assim uma área de grande expressão que importa apoiar e desenvolver. Do seu sucesso enquanto viveiristas depende não só um aspecto importante de riqueza concelhia e regional mas também da sua representatividade nacional.

Apesar de ser uma zona relativamente pequena, cerca de 80% da produção nacional de viveiros provêm da freguesia de Semide e região envolvente, como é o caso de Ceira e Lousã.

Para além da divulgação da actividade e produtos viveiristas, a feira serve também como ponto de encontro entre profissionais que desta forma podem trocar experiencias através da realização de jornadas técnicas.

Este ano estas jornadas realizam-se no dia 27, a partir das 9 horas e 30 e vão abordar o tema “Exigências de qualidade são a base de produção” e terão várias intervenções:

- Problemática dos nematodos em viveiros frutícolas, pela Dr.ª Maria José Cunha da Escola Superior Agrária de Coimbra;

- Sistemas de rega em viveiros e plantações de fruteiras, pelo Eng.º Jaume Guardia Cassa, Director de Marketing y Desarollo de Mercados;

- Perspectivas de mercado da cultura de Kiwi pelo Eng.º José Martino, Presidente da Associação de Produtores de Kiwi e Eng.º João Oliveira;

- Plano Regional da fileira dos viveiros, pelo Eng.º Nuno Neves da Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Centro;

- Serviço de Inspecção e calibragem de pulverizadores, pelo Eng.º Pedro Nunes, do Centro operativo e tecnológico hortofrutícola Português

Durante as jornadas técnicas vai ainda realizar-se uma visita ao campo de multiplicação de plantas mãe de citrinos certificados da Associação de Viveiristas do Distrito de Coimbra.

Ainda no dia 27, pelas 12 horas e 30 realiza-se uma visita à feira por parte das entidades oficiais presentes.

Paralelamente decorre o programa de animação cultural que contará, no dia 26, pelas 18 horas com uma actuação da escola de concertinistas da Lousã, no dia 27, pelas 22 horas, um encontro de tunas e no dia 28, pelas 15 horas com actuação do rancho Flores das Cortes, do rancho típico de Semide, do rancho infantil da Granja de Semide e do grupo de folclore da Casa do Povo de Ceira.

Também a gastronomia terá lugar de destaque na Feira da Árvore. Estando a origem da chanfana ligada à freguesia de Semide, nomeadamente ao seu mosteiro e à povoação de Chãs, a organização vai promover a realização da 1.ª prova gastronómica de chanfana, que decorrerá durante toda a feira.

Esta feira da árvore é também motivo para a organização de um concurso visando a promoção de comércio tradicional de Miranda do Corvo. Ao fazer compras no comércio tradicional do concelho de Miranda do Corvo, os compradores habilitam-se a ganhar prémios que serão entregues no dia 28, pelas 16 horas no recinto da feira.

Caminhada das Aldeias Serranas

Domingo, 28 de Outubro, às 8 horas no Parque Municipal de Exposições

A Câmara Municipal da Lousã em parceria com a Secção de Caminheiros do Montanha Clube, vai organizar a referida actividade no próximo dia 28 de Outubro de 2007 (Domingo).



Com a organização desta iniciativa a Câmara Municipal pretende sensibilizar a comunidade para a prática desportiva e seus benefícios, bem como proporcionar momentos de recreação/lazer e convívio social (pais/filhos, etc.) e um maior e/ou melhor conhecimento da nossa serra e património cultural e natural.

A caminhada terá início às 08h15m no Parque Municipal de Exposições com concentração no mesmo local às 08h00m passando pelas aldeias do Talasnal, Casal Novo e pela Central da Ermida.



As inscrições, poderão ser realizadas/entregues na Secretaria-Geral ou Sector de Desporto e Tempos Livres da Câmara Municipal ou ainda na Piscina Municipal da Lousã (telf/fax): 239990386


segunda-feira, outubro 22, 2007

Afinal, Quando é que Começam as Obras no Ramal da Lousã?


A construção dos interfaces rodo-ferroviários da Lousã e de Miranda do Corvo esteve agendada para Fevereiro de 2007, passando depois, para o mês de Setembro de 2007, seguiu-se o mês de Outubro de 2007 e agora fala-se que a construção dos modernos interfaces só ocorrerá no decurso do próximo ano.

Quanto à intervenção na linha de caminho de ferro do Ramal da Lousã, esteve agendada para o 2º semestre de 2007, fala-se agora em 2008 e 2009, por causa dos cortes no PIDDAC.

Há até quem duvide que a modernização da linha seja feita.

Há ainda quem diga que o Metro só circulará dentro de Coimbra, o pior é se cortam a ligação à linha ferroviária nacional... Parece que o apeadeiro de S. José vai à vida, uma vez que o Metro passará defronte do Dolce Vida...

Resta saber se esta, não vai ficar duas ou três vezes mais cara, que o inicialmente previsto?


Aquando da construção da Ponte Europa houve na altura, quem dissesse que era um exemplo, a não seguir…

E agora?

Quem pede contas e fiscaliza em Portugal, as obras públicas? As derrapagens?

E os orçamentos iniciais?

E as obras a mais?

Texto e Fotos – Mário Nunes

Águas de Coimbra Pede Empréstimo de 12 Milhões de Euros


«O executivo camarário analisa hoje a contratação, pela AC, Águas de Coimbra, de um empréstimo de 12 milhões de euros. Dessa verba, "10 milhões vão estar alocados ao próximo ano (2008) e os outros dois milhões vão estar alocados a 2009", sendo que o montante do empréstimo servirá "para pagar as dívidas aos empreiteiros", segundo entrevista às Beiras, Nuno Curica, administrador da Águas de Coimbra.


O responsável deu ainda conta de uma dívida de 1,2 milhões de euros por parte das Águas do Mondego à Câmara de Coimbra, "relativa ao contrato da passagem para a empresa multimunicipal Águas do Mondego". Esta, por sua vez, tem a receber da Águas de Coimbra, uma verba de cerca de 4,5 milhões de euros.


Ao todo, são sensivelmente nove milhões que a empresa municipal deve à Águas do Mondego e a outros fornecedores. Um montante que – garantiu Nuno Curica – não coloca em causa a fluidez financeira da Águas de Coimbra. "Trata-se de um procedimento normal. Em todas as empresas há prazos de pagamento a 60 ou a 90 dias...", adiantou.


Contactado por aquele jornal, Jorge Gouveia Monteiro lembrou que, nos primeiros anos, sempre se perspectivou a fluidez financeira da Águas de Coimbra. "Como é que se chegou esta situação?", inquiriu. O vereador da CDU lembrou ainda o aumento do tarifário – primeiro de 12,5 (em 2005) e de cinco por cento (2006) – facto que levantou "muita polémica". "Parece que a situação financeira está longe de ser tão confortável como se anunciava na altura da sua constituição", frisou.


Por seu turno, Carlos Encarnação recordou a dívida de cinco milhões de euros que o INAG tem com a autarquia, no âmbito da participação de Coimbra no sistema multi municipal Águas do Mondego. "Se a Águas de Coimbra tivesse esse dinheiro não precisava de pedir um empréstimo tão elevado", referiu.

E – continuou –, “neste momento temos que concluir obras que são absolutamente necessárias, sobretudo nas freguesias de Vil de Matos e Torres do Mondego". »


in http://www.asbeiras.pt/?area=coimbra&numero=50884&ed=22102007

II Festival de Marionetas ao Centro


Depois do sucesso do ano passado, a Câmara Municipal de Penela preparou para a semana de 21 a 30 de Outubro, no Auditório Municipal a segunda edição do festival “Marionetas ao Centro” e tem como ponto de partida a marioneta e o boneco animado.


O espectáculo de abertura “a Fuga da Princesa” é baseado na lenda da formação da Europa, e vai ser levado a cabo pela companhia “Mundo da Lua”, no dia 21. Seguindo os moldes do primeiro festival, está ainda agendado para o público em geral, no sábado, dia 27 pelas 21h30, um espectáculo intitulado “Variações de Marionetas ao redor da Música”, já premiado em festivais internacionais. O evento termina dia 28, por volta das 17h00, com a peça “Será que as girafas lavam os dentes?”.


Estão agendados ainda ateliers e espectáculos para as escolas do 1º e 2º ciclo que decorrem ao longo da semana.

Fonte: C.M.Penela

domingo, outubro 21, 2007

Valorização Paisagística do Castelo do Germanelo


A valorização do património turístico-histórico de Penela tem sido, ao longo dos últimos anos, ponto de partida para a promoção de um território “de portas abertas” … o Castelo de Penela, o Espaço-Museu do Rabaçal e agora o Castelo do Germanelo criam um circuito de três pólos museológicos irmanados por características, recursos, interesses e necessidades comuns que dão novo ímpeto à compreensão da história de Portugal e do nosso Concelho. A Villa Romana do Rabaçal revive a época clássica e os Castelos do Germanelo e Penela descrevem o período da reconquista cristã e a formação da nacionalidade.


Na componente de promoção turística, a Câmara Municipal pretende desenvolver mais e melhores acções que ajudem a criar laços de interpretação da história e valorização do território. Assim, o Castelo do Rabaçal, um dos imponentes castelos da linha defensiva do Mondego, prepara-se agora para sofrer obras com vista ao uso e valorização deste património a nível turístico e a nível de estudos científico/académicos.


Esta obra, da responsabilidade do Município e fruto de um protocolo com os descendentes do Prof. Doutor Salvador Dias Arnaut, proprietários do Castelo e zona envolvente, com conclusão prevista para a próxima Primavera, incluirá a valorização e protecção da flora existente e restauro de alguns acessos de forma a obter uma redução ao mínimo da intervenção no solo, introdução de vegetação de diferentes estratos, valorização do sistema de relações visuais para com a envolvente e dentro da área de intervenção, nomeadamente, com a colocação de leitores de paisagem e sinalética (indicativa e interpretativa), criação de um espaço de estadia e merendas, e construção de pontos de apoio ao longo do caminho de acesso ao castelo.


A Câmara Municipal de Penela aprovou a adjudicação da empreitada à empresa Calado & Duarte, Lda., pelo valor de 123.404,10 €.



A Fábula dos montes do Germanelo…


“Os irmãozinhos que, em data incerta nos séc. XII-XIII, receberam o nome de Germanelos, são dois montes cónicos, quase iguais que – diz a lenda – foram habitados por dois ferreiros, em tempos antiquíssimos. Muito pobres possuíam um único martelo que partilhavam de bom grado. Aliás, também partilhavam os próprios nomes com os montes onde viviam…


Um dia, o irmão Gerumelo acordou indisposto. Quando Melo lhe pediu o martelo, atirou-lho com tal arremesso que a ferramenta se desencabou no ar. O cabo, feito de zambujo, foi-se cravar no solo, a uns quilómetros para norte, e dele nasceu o Zambujal; a cabeça pesada, caiu mais perto aos pés de Melo e logo da pancada brotou uma nascente de água férrea. Pergunte-se por ela na aldeia da Fartosa que ali cresceu e antigamente se chamava Ferretosa.”

Festa da Arte na Lousã

«Afluência à festa da arte surpreendeu a organização que não esperava tanta gente a apreciar as cerca de centena e meia de obras que estiveram em exposição durante o passado fim-de-semana, de 12 a 14 de Outubro de 2007, no pavilhão municipal de exposições da Lousã.

O facto é que, pelo menos, 258 pessoas passaram pela festa e entusiasmaram-se pelos quadros, entrosando-se na iniciativa, porque sentiram o apelo para votar na sua obra favorita relativa ao centenário do Ramal da Lousã. Um concurso que decorreu durante os três dias de festa e que, entre as 23 obras a concurso, ditou como vencedora a obra de J. Eliseu (filho) intitulada “Trajecto Interrompido”, no valor de 2.500 euros que a Câmara Municipal irá adquirir. O “Fraternal Abraço” de Francisco Lagarto foi a segunda mais votada, seguida do quadro de Maria Laranjeira “Presente com Passado”.


O Movimento Artístico de Coimbra, entidade organizadora da iniciativa, registou com entusiasmo o número de votantes. “Foi muito bom ter havido tanta participação, que não é muito vulgar em eventos deste género”, disse Augusto Alfaiate, presidente do MAC, após a contagem. Aos visitantes também foi dada a oportunidade de ganharem cinco litografias (uma de Pinho Dinis, duas de Francisco Lagarto e três de João Luís Oliveira), que foram sorteadas no domingo à noite, o último dia de festa.


“Esta foi uma iniciativa para alargar horizontes e levar a cultura a povos mais recolhidos”, referiu Santana Alho, secretário do MAC. Em jeito de balanço, considerou que a iniciativa superou as expectativas em termos de afluência de público para a mostra de arte. Reconheceu, no entanto, que, se o programa não englobasse a actuação de vários grupos em manifestações culturais diversificadas, o número de visitas teria sido muito inferior.
Misturaram-se na Nave de Exposições obras em óleo, acrílico e técnicas mistas. Paisagens e naturezas mortas conviveram com figuras humanas reais e imaginárias e cruzaram-se com ferrovias, numa síntese de beleza e sensibilidade. »

Ler mais em:

http://www.trevim.pt/noticia.asp?edcid=276&sccid=18&ntcid=5484

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...