segunda-feira, outubro 25, 2010

Queremos o nosso Metro!

Longe de mim ser nacionalista.

Embora navegue pela esquerda portuguesa.

No entanto respeito as ideias dos outros.

Considero muito interessante este cartaz desenvolvido pelo PNR. Imagino que este post irá provocar muita comichão a muito boa gente, mas estou-me perfeitamente nas tintas.

Parece que está toda a gente adormecida, por isso toca a acordar.

Despertem da letargia em que estão mergulhados, parecem todos uns “zombis”.

Acordem de vez!

Fecharam-nos a linha!

Escangalharam-na!

Prometeram-nos o Metro!

Mundos e Fundos.

Quem se “abotou” com milhões?

É caso para dizer chamem a polícia.

Que este é um caso de Judiciária ninguém tenha dúvidas…

Haja alguém que pegue nesta história e a leve até às últimas consequências, doa a quem doer. Seja o PNR ou outro partido qualquer. A mim tanto me importa.

Haja alguém que encoste o dedo no nariz dos poderosos deste país e apresente queixa.

Isto é uma vergonha.

Parece que tudo está a saque neste Portugal (cada vez mais de Bruxelas).

Urge terminar com a pouca vergonha e pôr um moral neste país.

Senão for assim dificilmente iremos para a frente, por isso há que apurar responsabilidades.

Ficamos perdidos no meio da Serra, acabamos de recuar mais de cem anos.

Não compreendemos o legado que nos deixaram os nossos antepassados.

Agora quem paga a empreitada para colocar os carris no sítio e o comboio no lugar?

A pergunta fica no ar...

Caminhada de S. Martinho

Percurso:
08 horas - Inicio no Parque Municipal de Exposições (Lousã)
- Central da Ermida
- Talasnal
- Senhora da Piedade
- Parque Municipal de Exposições

Jantar de Halloween em Vilarinho

31 de Outubro de 2010, pelas 20 horas, no Clube Recreativo Vilarinhense, Vilarinho.
As inscrições podem ser feitas na Junta de Freguesia de Vilarinho, na antiga Escola do Prilhão ou no Café Nurenberg.

domingo, outubro 24, 2010

XI Feira da Árvore de Semide


Decorre neste fim-de-semana, dias 22, 23 e 24 de Outubro, a XI edição da “Feira da Árvore” que este ano se realiza no Pavilhão Multiserviços de Semide, regressando assim à sede de freguesia.

A inauguração oficial da feira decorre amanhã, dia 22 de Outubro, pelas 18 horas, com a visita das entidades oficiais ao recinto.

Trata-se de um certame que alcançou grande tradição, organizado pela Câmara Municipal de Miranda do Corvo, Junta de Freguesia de Semide e com o apoio da Associação de Viveiristas do Distrito de Coimbra e Junta de Freguesia de Ceira.

Esta feira já criou raízes, estando transformada num espaço de troca de experiências, conhecimentos, contactos profissionais, para além da parte lúdica e gastronómica.

A feira conta com cerca de 76 expositores, entre viveiristas (36), instituições públicas e stands de equipamentos para a actividade (10). A novidade deste ano na Feira da Árvore é a realização da I Feira de Artesanato, que vai contar com 30 expositores.

O objectivo do certame passa por divulgar e defender uma actividade de grande importância no concelho de Miranda do Corvo e que assume um papel também importante em concelhos vizinhos, nomeadamente Coimbra (Freguesia de Ceira) e Lousã.

Salienta-se o facto de na freguesia de Semide se encontrar a maioria dos agricultores que desenvolve esta actividade no país, tornando-se assim uma área de grande expressão que importa apoiar e desenvolver. Do seu sucesso enquanto viveiristas depende não só um aspecto importante de riqueza concelhia e regional mas também da sua representatividade nacional.

Apesar de ser uma zona relativamente pequena, cerca de 80% da produção nacional de viveiros provêm da freguesia de Semide e região envolvente, como é o caso de Ceira e Lousã.

Para além da divulgação da actividade e produtos viveiristas, a feira serve também como ponto de encontro entre profissionais que desta forma podem trocar experiencias através da realização de jornadas técnicas. Este ano as jornadas realizam-se no dia 23 de Outubro e são organizadas pela Escola Superior Agrária de Coimbra e contam também com a colaboração de diversas entidades, nomeadamente do Instituto Nacional de Recursos Biológicos, do Centro Operativo e Tecnológico Hortofrutícola Português e da SYGENTA, empresa líder mundial no sector agrícola.

As jornadas técnicas iniciam-se pelas 9 horas e 30 e vão abordar temas como “Princípios da Multiplicação de Fruteiras em Viveiros”, “A Importância da Inspecção de Viveiros para a Fruticultura Competitiva”, “Videiras” e “O Pedrado”.

Também à semelhança de anos anteriores, a gastronomia terá lugar de destaque na Feira da Árvore.

A animação tem marcado também a realização da Feira da Árvore. Este ano, o programa é bastante rico e diversificado e conta nomeadamente com a actuação do grupo “Ús Sai de Gatas”, no dia 22, às 22 horas. No dia 23, pelas 17 horas haverá animação cultural ainda a definir e pelas 22 horas e 30 realiza-se um espectáculo musical com o Grupo “Função Públika”. O Domingo, dia 24, será bastante preenchido, realizando-se pelas 15 horas uma tarde de folclore com a actuação do Rancho Flor das Cortes, do Rancho Típico de Semide e do Rancho Infantil da Granja de Semide. pelas 16 horas e 30 poder-se-á assistir a um espectáculo da Tuna Feminina da Universidade de Coimbra, as Mondeguinas.

quarta-feira, outubro 20, 2010

“Governo tem de ser julgado nos tribunais” se o metro parar


Presidente da Câmara de Miranda censura o Estado por não ter informado os accionistas da Metro Mondego. Na Lousã, o executivo recolhe informações, e a oposição critica:

«Se neste momento o Governo interromper o processo [obra do Metro Mondego], tem de ser julgado nos tribunais». Quem o defende é Fátima Ramos, presidente da Câmara de Miranda do Corvo, que afirma mesmo que o julgamento seria a opção mais justa, «se estivéssemos num verdadeiro Estado de Direito», caso o projecto seja abandonado agora, quando já «foram levantados os carris e as pessoas utilizam um serviço que não é o ideal».

«Gastou-se muito dinheiro nesta obra, se um Governo neste momento interrompesse o processo, significaria deitar dinheiro fora», alertou a autarca, recordando uma vez mais, que a tutela iniciou as obras «já em pleno cenário de crise», sendo que os carris foram removidos em Janeiro deste ano, eliminando «um serviço que já existia e funcionava».

Lamentando a intenção do Governo de promover a extinção da sociedade Metro Mondego (MM), responsável por aquele sistema de mobilidade, e integrá-la na Refer, a autarca social--democrata defendeu, contudo, que «o fundamental é que o projecto avance» e que o «Governo faça um caderno de encargos», para garantir a continuidade das obras.

«Posso aceitar que o Governo eventualmente suspenda a sociedade», assumiu Fátima Ramos, lamentando, no entanto, que tal aconteça «numa altura em que a sociedade estava a desenvolver trabalho» e elogiando a postura do presidente demissionário, Álvaro Maia Seco, enquanto esteve à frente do projecto.

E se a edil até aceita a possibilidade de extinção da MM, desde que as obras prossigam, o mesmo já não se pode dizer da forma como essa intenção foi anunciada pelo Governo na proposta de Orçamento de Estado para 2011, sem informar previamente os restantes accionistas. «Tivemos duas assembleias marcadas», lembrou Fátima Ramos, defendendo que se o Governo «tivesse vindo às assembleias explicar as suas intenções aos accionistas, com base em números, que demonstrassem que a suspensão da MM era o caminho mais viável e se tivesse apresentado um caderno de encargos, teria apaziguado a situação».

Vereadores do PSD da

Lousã censuram Governo

A presidente da Câmara de Miranda não foi a única a manifestar-se ontem sobre as últimas notícias, uma vez que, na reunião do executivo municipal da Lousã, os vereadores do PSD, Filipe Soares e Nuno Marques, também se fizeram ouvir, logo no período antes da ordem do dia, manifestando «surpresa e estupefacção» perante a intenção do Governo de promover a extinção da MM, e classificando o facto de a tutela não a ter comunicado previamente «às câmaras municipais accionistas da referida sociedade», como um indício de «uma enorme falta de seriedade na condução deste processo e mesmo de lealdade para com as entidades parceiras». «Não podemos dissociar de tal decisão o total bloqueio de todos os concursos necessários para a concretização do projecto a par das declarações públicas do secretário de Estado dos Transportes, colocando em causa a conclusão» do metro, afirmaram os social-democratas, enumerando os concursos para as composições, para o parque de oficinas e para infra-estruturas na zona urbana de Coimbra, e exigindo um esclarecimento por parte do Governo.

Face a isto, o executivo socialista decidiu «recolher mais informações durante esta semana» e, depois, agendar uma reunião para averiguar a situação». Ao nosso jornal, o vice-presidente do executivo socialista, Luís Antunes, confessou que face às últimas notícias «a preocupação existe», mas que se acredita na continuação do projecto. «Além de autarcas somos cidadãos preocupados, mas desde logo pensamos que será encontrada uma solução», afirmou o autarca. Admitindo entender que «esta decisão vem num contexto de medidas extraordinárias para combater a crise», Luís Antunes só discordou da forma como as intenções do Governo vieram a público. «Não foi a forma mais correcta, nem política, nem institucional, nem pessoal, o Governo deveria pelo menos ter tido uma conversa prévia com a administração da MM», concluiu. Ontem o presidente da Câmara da Lousã esteve incontactável, no entanto, como noticiámos no sábado, o edil admitiu que, à primeira vista, não vê «a extinção da MM como qualquer obstáculo à realização do projecto», até porque, como recordou, «em termos de lançamento de concursos tem sido a Refer a empresa que tem funcionado».

Álvaro Maia Seco apresentou demissão e pediu explicações

O presidente do Conselho de Administração da sociedade Metro Mondego (MM) apresentou ontem, por carta, a sua demissão ao revisor oficial de contas da empresa.

Álvaro Maia Seco diz que continua, entretanto, «à espera que o senhor secretário de Estado dos Transportes [Carlos Correia da Fonseca] tenha a gentileza de explicar à MM o que se passa»,

Ainda «não foi dada qualquer explicação» à sociedade MM, nem, «tanto quanto sei, às câmaras municipais» (Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo) que integram a sociedade MM, referiu ontem à agência Lusa o professor universitário, que também é vereador da Câmara de Coimbra, eleito pelo Partido Socialista.

O presidente da MM anunciou domingo a decisão de se demitir, na sequência da divulgação da proposta de Orçamento de Estado para 2011, na qual o Governo manifesta intenção de preparar uma solução de extinção e integração da MM na Refer.

«De uma forma incompetente, irresponsável e cínica e demonstrando total desrespeito pelos cidadãos» da Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra, «o Governo feriu de morte o projecto do metro ligeiro do Mondego», afirmou, então, o presidente da MM demissionário.

Além de ter enviado o seu pedido de demissão ao revisor oficial de contas da MM (de algum modo, equivalente ao conselho fiscal) – a empresa Rosa Lopes, Gonçalves Mendes e Associados, nomeada pelo Governo –, Álvaro Maia Seco também já comunicou «pessoalmente» a sua decisão ao presidente da Assembleia Geral da Metro Mondego, Carlos Encarnação, que ontem, em declarações à Lusa, considerou o comportamento do Governo como «absolutamente inadmissível», ao decidir extinguir a sociedade «sem sequer avisar» os presidentes do conselho de administração e/ou da assembleia geral. «Ainda não sei nada oficialmente», lamentou o autarca.

Fonte: Diário de Coimbra

segunda-feira, outubro 18, 2010

Última hora, adeus metro, adeus comboio… Olá camionetas...


Pocaterra, pocaterra, as notícias avolumam-se umas sobre as outras:

“O Governo pretende acabar com a sociedade Metro Mondego (MM), responsável pelo sistema de metro ligeiro de superfície nos municípios de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã. Esta medida, contemplada no documento do Orçamento de Estado, que é hoje apresentado na Assembleia da República, está a deixar apreensivos os deputados do PSD, eleitos por Coimbra.

No capítulo das políticas sectoriais para 2011, referentes ao ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, o Governo aponta para a extinção da autonomia da Metro Mondego, S. A., passando esta a ser integrada na REFER, empresa que já detinha uma pequena participação no capital da sociedade MM.

As alterações previstas pelo Governo, no Orçamento de Estado, estendem-se às empresas de transportes públicos de Lisboa e do Porto, com a articulação da gestão da Carris com o Metro de Lisboa e do Metro do Porto com os STCP.

“Esta alternativa deixa-nos extremamente apreensivos”, explicou Nuno Encarnação, deputado social-democrata, eleito pelo distrito de Coimbra.

O Executivo pretende adoptar igual procedimento em relação à RAVE, a empresa pública responsável pelo projecto da alta velocidade (TGV), e fundir a Transtejo e a Soflusa.

Nuno Encarnação recorda que, em Junho, a tutela ter-se-á escusado a responder às questões dos deputados do PSD sobre esta matéria.

“O que hoje fomos percebendo é que há uma proposta do Governo no sentido de acabar com a sociedade Metro Mondego e de esta ser integrada na REFER”, adiantou ao nosso Jornal o deputado social-democrata.

A Metro Mondego, S. A., sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos, foi constituída por escritura pública a 20 de Maior de 1996, tendo por objecto a exploração, em regime de concessão atribuída pelo Estado, de um sistema de metro ligeiro de superfície nas áreas dos municípios de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã.”

In Campeão das Provincias, 15.10.2010

Era hoje notícia no Diário de Coimbra:

“REFER sem capital para garantir o metro

O presidente da Câmara de Coimbra, Carlos Encarnação, considera uma «loucura total» se vier a concretizar-se a extinção da sociedade Metro Mondego (MM).


No OE para 2011, entregue na Assembleia da República, é referido que o Governo vai preparar «uma solução de extinção e integração da Metro Mondego, S.A. na REFER que salvaguarde a promoção do seu objecto social».
A sociedade MM é responsável pelo sistema de metro ligeiro de superfície nos municípios de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã, cujas obras arrancaram no início do ano no ramal da Lousã, entre Serpins e Alto de São João (Coimbra).


Criada oficialmente em 1996, a sociedade é constituída pelos accionistas Estado, com 53 por cento do capital, municípios de Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo, cada um com 14 por cento, e REFER e CP, ambas com 2,5 por cento cada.


«Se vier a concretizar-se acho que é uma loucura total. O Governo já tinha, pelo menos, cinco anos para perceber se a sociedade devia manter-se ou não», disse Carlos Encarnação, antes da sessão de abertura da I Convenção Autárquica do PSD de Coimbra, no Pavilhão Centro Portugal. O autarca do PSD considera que devia ter existido uma conversa prévia com as autarquias accionistas (Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo) para discutir o assunto.


«Se o Governo quer transferir o objecto da MM para outra empresa pública devia ter feito isso há muito tempo, não se compreende que seja só nesta altura que aconteça», disse.


Por outro lado, «os reflexos que isso tem no projecto, no meu ponto de vista, podem ser catastróficos, não sei se serão ou não, e pode muito bem o projecto ir por água abaixo com este tipo de medidas», adiantou.
«Vejo a situação muito negra por uma razão muito simples: ou o Estado leva as importâncias necessárias à execução do projecto ao Orçamento de Estado e se compromete com elas ou a Refer não vai ter oportunidade para continuar a garantir o empréstimo que angariou, porque a sua capacidade de endividamento acabou», sustentou.


No Plano de Investimento e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central o projecto surge com uma dotação de oito milhões para 2011, e especifica que nos anos anteriores houve uma execução de 80 milhões e 700 mil euros.


Segundo Carlos encarnação, perdeu-se «uma grande oportunidade em 2005 com o concurso internacional que foi lançado, depois foi só voltar para trás».


O concurso lançado em Fevereiro daquele ano pelo Governo de Santana Lopes viria a ser anulado quatro meses depois pelo Executivo de José Sócrates, pelo não cumprimento de algumas regras estipuladas.


Álvaro Maia Seco, presidente da sociedade Metro Mondego, com quem não foi possível falar, marcou para hoje uma conferência de imprensa.
Anteontem, dia em que a petição promovida pelo Diário de Coimbra foi discutida na Comissão de Obras Públicas, todos os deputados presentes, de diferentes quadrantes políticos, defenderam o projecto do metro como crucial. “

E no Trevim de hoje:

Álvaro Maia Seco demite-se da Metro Mondego

“Esta manhã, em conferência de imprensa, o presidente da sociedade Metro Mondego, Álvaro Maia Seco apresentou a demissão do cargo, após a confirmação da extinção da sociedade e integração na Refer, de acordo com o previsto no Orçamento de Estado para 2011.


A sua demissão será apresentada amanhã ao presidente da Assembleia Geral da Metro Mondego, Carlos Encarnação.


Visivelmente emocionado o responsável pela sociedade constituída pelos accionistas Estado, municípios da Lousã, Miranda do Corvo, Coimbra, Refer e CP confessou a sua mágoa pela decisão da tutela e não poupou críticas aos governantes.


"De uma forma incompetente, irresponsável, cínica e demonstrando um total desrespeito pelos cidadãos da Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra, e genericamente pelos cidadãos da ´Província`, o Governo feriu de morte o projecto do Metro Ligeiro do Mondego". "De facto, a extinção da Metro Mondego com transferência para a Refer das responsabilidades pelo objecto da concessão do Sistema de Mobilidade do Mondego só não é incompreensível se houver uma intenção clara de acabar com a implementação na Região de Coimbra de um sistema integrado de mobilidade suburbana e urbana baseado na ferrovia ligeira", acrescentou o professor da Universidade de Coimbra especialista em transportes.
Álvaro Maia e Seco considerou ainda "a lamentável falta de profissionalismo e de ética" do secretário de Estado dos Transportes (Carlos Fonseca), que não se dignou a informar previamente as câmaras, parceiras do projecto, nem o próprio presidente da Metro Mondego. "Mas para além disso, tendo sempre dito que me demitiria no momento em que deixasse de acreditar que o projecto é para concretizar, este é o momento para o fazer, já que eu, ao contrário de outros tenho vergonha na cara e não posso, não quero, participar num processo vergonhoso de mistificação e engano", adiantou.


Este é mais um duro golpe na credibilidade de todo o processo Metro Mondego que continua a aguardar por explicações da tutela quanto à continuidade de do projecto. Mais informações e reacções na próxima edição impressa do jornal.”

E agora de quem é a responsabilidade?

Não é de ninguém?

Nem metro, nem comboio, sim senhor…

Estamos f…

É altura de exigir responsabilidades a quem as tem…

Legaram-nos um trilho esventrado, sem carris, nem tulipas, nada de nada...

Estamos entregues à bicharada.

O metro passou a milímetro, o comboio a uma miragem e lá vamos todos de camioneta até Coimbra…

Espectáculo!

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