quarta-feira, novembro 18, 2009

“Não TRAMem a nossa linha”

Utentes temem caos na linha a partir de Janeiro

O Movimento de Defesa do Ramal da Lousã considera insuficiente o número de autocarros disponibilizados para servir 3.000 utentes diários

Foram duas as «questões essenciais» – «as vias de acesso, que estão na mesma, e o número de autocarros, que não vão ser suficientes», como afirmou Isménio Oliveira –, que levaram o Movimento de Defesa do Ramal da Lousã (MDRL) a organizar, ontem, no apeadeiro de S. José, mais uma concentração/protesto contra as obras de requalificação daquela linha, que decorrem no âmbito da implementação do Sistema de Mobilidade do Mondego e da introdução do tram-train.


«Como é que vão encerrar a linha, se as condições não estão criadas?», questionou Isménio Oliveira, do MDRL, apelando a que os utentes, que esperavam pelo comboio das 17h15 com destino a Serpins, não embarcassem em sinal de protesto. Um repto aceite por 50 por cento das pessoas que estavam no apeadeiro de S. José, pois as restantes, apesar de considerarem as reivindicações «justas», lá foram apresentando razões para não ficarem “apeadas”.


Apesar da notada presença de vários agentes da PSP, a “Tribuna Pública”, que se prolongou por cerca de duas horas, decorreu sem incidentes, com a tarja “não TRAMem a nossa linha” colocada em local de destaque. «Os autocarros não vão ser em número suficiente para servir 3.000 utentes por dia, o que dá um milhão por ano. Vão chegar tarde aos seus empregos, correndo até o risco de serem despedidos por não chegarem a horas», argumentou Isménio Oliveira, que, de megafone em punho, logo criticou: «Os utentes não podem ser cobaias de um custo de 300 milhões de euros».


Gostaríamos de ter aqui mais gente”


Após lembrar, mais uma vez, que «a electrificação da linha podia ficar por um quarto do preço», o membro do MDRL sublinhou que o encerramento do ramal «não serve os interesses da população, mas o de meia dúzia de interessados que estão a ganhar fortunas», exigindo, por isso, «respeito pelos interesses dos utentes». «Acima de tudo, corremos o risco de ficar sem comboios», avançou Isménio Oliveira, sublinhando a importância da participação nas iniciativas do Movimento.

«Gostaríamos de ter aqui mais gente, mas os que estão sabem que temos razão. Os que não têm participado nas nossas iniciativas e julgam, também, que o metro vai ser uma grande coisa, daqui a dois ou três meses, quando os comboios não circularem nesta linha e chegarem atrasados aos seus empregos, vão dizer por que é que não apoiámos o MDRL», prosseguiu o conhecido dirigente associativo dos agricultores, dando conta que «o que já gastaram até hoje com as administrações da Metro Mondego já dava para fazer a electrificação da linha».


Segundo o elemento do MDRL, «o encerramento não vai durar dois anos, nem três, nem quatro e até desconfiamos que não voltamos a ter comboio na nossa linha», solicitando, de seguida, «a garantia que os prazos das obras vão ser cumpridos». Entretanto, estão já marcadas mais duas concentrações promovidas pelo MDRL. No próximo domingo, às 15h00, em frente à Câmara Municipal de Miranda do Corvo. No dia 1 de Dezembro, à porta dos Paços do Concelho da Lousã, no acto de lançamento de um livro sobre os 100 anos do ramal e véspera do encerramento do primeiro troço para o arranque das obras.


As «condições mínimas exigidas» estariam garantidas, na opinião de Isménio Oliveira, «se fizessem mais paragens e se as vias de acesso nos três concelhos [Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra] estivessem arranjadas». «Em Dezembro, vão encerrar a linha entre Serpins e Miranda. Em Janeiro, vão fechar de Miranda a Coimbra. Sabemos que os utentes vão ter grandes problemas com as obras, quando a electrificação resolvia o problema de forma muito mais barata e sem encerrar a linha», concretizou.

Dois anos para uma obra dividida em mais de 10 empreitadas?”


Além da distribuição de um folheto, onde, por exemplo, era pedido aos «senhores da CP/Metro/Refer» para que «não nos tramem mais a vida», o Movimento de Defesa do Ramal da Lousã perguntava: «Como podem propagandear um prazo de dois anos para uma obra dividida em mais de 10 empreitadas, a maioria por adjudicar e sem ainda ter sido lançado o parque de manutenção e oficinas?».


Ramal centenário merece respeito”, “não TRAMem a nossa linha”, “protestamos em defesa dos nossos direitos e do interesse público”, “utentes exigem respeito, mentiras não!” e “não danifiquem, electrifiquem” foram algumas das faixas exibidas no protesto, onde também esteve José Manuel Pureza, deputado eleito pelo Bloco de Esquerda no círculo eleitoral de Coimbra para a Assembleia da República.



Utente, «há 20 e tal anos», da linha da Lousã, Maria Filomena Rodrigues lamentou que estejam «a castigar os utentes de todas as maneiras», defendendo a electrificação da linha. Apesar de viver no concelho de Penela, apanha todos os dias da semana, o comboio em Miranda do Corvo. «Os autocarros? Não me convencem, pois não vão ser suficientes», concluiu.

Fonte: Diário de Coimbra



«Aproveitamos para informar que esta acção do MDRL contou com a adesão de mais de uma centena de utentes que, atrasando o regresso a casa para o comboio seguinte, puderam assistir (e alguns participar) na tribuna pública de informação e debate que ali decorreu entre as 17 e as 18h30.


A luta continua foi de uma das palavras de ordem mais ouvida, entre muitas outras, tendo já sido anunciada uma nova concentração-protesto e tribuna pública para Miranda da do Corvo, a realizar no próximo domingo, dia 22 de Novembro de 2009, a partir das 15 horas, na praça José Falcão.

Agradecendo toda a colaboração, apresentamos as cordiais saudações de

A Comissão Promotora do MDRL»


As fotos foram gentilmente cedidas pelo MDRL




domingo, novembro 15, 2009

Petições


Quais terão sido o destino das petições entregues pelo Movimento de Defesa do Ramal da Lousã, na Assembleia da República ?

Será que os parlamentares que as votaram e as tão famigeradas Comissões que as discutiram se informaram verdadeiramente acerca das mesmas e o que está em causa?

Não há dúvidas que cada vez mais os governantes governam de costas para o povo e contra os interesses deste, ainda hoje soube qual tinha sido o destino da Petição n.º 513/X/3, confira o resultado em:

http://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalhePeticao.aspx?BID=11844

Já não há dúvidas que alguém anda a ver passar comboios, ou nós ou os parlamentares da AR. Quem será?

Especialista considera "absurdo técnico" metro ligeiro no Ramal da Lousã


Coimbra, 11 Mai (Lusa) - O especialista em transportes públicos Manuel Margarido Tão considerou hoje "um absurdo técnico" transformar o Ramal da Lousã para instalar o metro ligeiro de superfície, defendendo a realização de estudos antes de qualquer alteração da linha.

"Acho um absurdo técnico tirar o comboio e pôr lá um carro eléctrico. O corredor não tem características, em termos de procura, para servir um carro eléctrico, com paragens de 400 em 400 metros", preconizou.

O investigador foi um dos oradores no debate público sobre o tema "Outra alternativa para o Ramal da Lousã: modernização e electrificação", que decorreu hoje no Grupo Recreativo Mirandense, em Miranda do Corvo.

Na sua perspectiva, a opção pelo carro eléctrico justifica-se para a cidade de Coimbra e na periferia, mas "não para terras a 30 quilómetros de distância".

"Se tivéssemos uma cidade linear de Coimbra a Serpins (Lousã), com prédios de um lado e doutro, justificar-se-ia", defendeu Manuel Margarido Tão, ao sublinhar a necessidade de se fazer um estudo comparativo entre a opção de converter a linha para os eléctricos ligeiros e a opção de modernização ferroviária.

Para o docente da Faculdade de Economia da Universidade do Algarve, o debate sobre esta matéria "encontra-se inquinado".

"A transformação do Ramal da Lousã num sistema para carros eléctricos apareceu como facto consumado, sem qualquer comparação ou estudo técnico", sustentou.

No entender do especialista em transportes, a melhor opção para o Ramal da Lousã seria a sua "modernização em moldes ferroviários", à semelhança do que se fez na Linha de Guimarães, o que, segundo referiu, representaria "um investimento muito menos pesado" do que a conversão prevista para o metro ligeiro de superfície de tipo "tram-train".

Outro orador no debate, o dirigente do Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário (SNTSF) Álvaro Pinto criticou também a opção pelo metro ligeiro de superfície, considerando que "não é uma solução para vias suburbanas mas para vias urbanas, dentro das cidades".

Ao defender a modernização e electrificação do Ramal da Lousã, o dirigente nacional do SNTSF apontou o "exemplo negativo" da Linha da Póvoa, já sujeita "a várias correcções", para ilustrar o que não se deve fazer naquele troço.

O Ramal da Lousã prolonga-se entre a cidade de Coimbra e arredores e aquela vila, onde vai até Serpins, atravessando ainda o concelho de Miranda do Corvo.

No final de Abril, o presidente da sociedade Metro Mondego (MM) anunciou que o metro ligeiro de superfície deverá estar a circular no Ramal da Lousã, entre Serpins e Coimbra Parque, em Janeiro de 2011.

O projecto do Sistema de Mobilidade do Mondego prevê a instalação de um metro ligeiro de superfície do tipo "tram-train" - com capacidade para circular nos eixos ferroviários, urbanos, suburbanos e regionais - no Ramal da Lousã e na cidade de Coimbra.

O MDRL tem a circular uma petição, já assinada por cerca de 4 mil pessoas, que exige ao governo a realização de um estudo sobre a electrificação e modernização das infra-estruturas e dos comboios, antes de qualquer alteração definitiva na ferrovia.

O Movimento defende que neste estudo, feito por "uma entidade independente e tecnicamente credenciada", "deve ser ponderada a modernização e electrificação da linha Coimbra B - Serpins, renovando as infra-estruturas e o material circulante, com manutenção da actual via férrea, em alternativa à introdução pela MM de um metro ligeiro de superfície".

Preconiza ainda "a suspensão de qualquer alteração definitiva no Ramal da Lousã enquanto o referido estudo não for efectuado, divulgado e discutido publicamente".

João Pedro Ferreira, deste movimento, disse hoje à agência Lusa que a petição vai ser enviada, ainda este mês, ao primeiro-ministro, ao Parlamento e às três câmaras municipais que são accionistas da MM.

Entre as medidas anunciadas no debate público de hoje promovido pelo MDRL figuram a entrega ao ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, na próxima deslocação a Coimbra de Mário Lino, de um documento apresentando o MDRL e as suas preocupações e ainda a participação na viagem de comboio Serpins/Braga marcada para dia 25.

Para ilustrar as dificuldades que os utentes do Ramal da Lousã sentirão quando o troço ferroviário encerrar para obras, o MDRL vai realizar, em data a fixar, uma viagem de autocarro entre Serpins e Coimbra, cumprindo o percurso rodoviário que aqueles passageiros terão de realizar durante um período previsto de dois anos.

De acordo com o membro do Movimento de Defesa do Ramal da Lousã, cerca de cem pessoas assistiram ao debate, em que foi também orador o engenheiro Ferreira de Araújo, ex-administrador de serviços de transporte.

Fonte: http://tv1.rtp.pt/noticias/?article=61981&visual=3&layout=10


Muito curiosa, esta notícia e a opinião de um especialista publicada no passado mês de Maio, no site da RTP, pena, a Secretária de Estado dos transportes, o Ministro da tutela e os parlamentares da Assembleia da República não a terem lido...

quinta-feira, novembro 12, 2009

Não nos tramem mais a vida!


INFORMAÇÃO / CONVITE

No próximo dia 16, segunda-feira, em Coimbra, junto à estação de S. José, vai ter lugar uma concentração - tribuna pública promovida pelo Movimento de Defesa do Ramal da Lousã.

A iniciativa deste movimento cívico decorre a partir das 17 horas e tem em vista promover a informação, debate e tomada de posição dos utentes face ao anunciado encerramento desta linha ferroviária, com graves consequências para as condições de mobilidade de milhares de pessoas dos concelhos da Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra.

Convidamos a participar nesta acção de esclarecimento e protesto, solicitando também colaboração na divulgação junto dos v/ contactos

Saudações ferroviárias de

A Comissão Promotora do MDRL

__________________________________________________________

Senhores da CP | Metro | Refer


Não nos tramem mais a vida!

RAMAL NÃO PODE ENCERRAR

sem antes garantir transportes com segurança, qualidade e dignidade

Dia 16 (segunda), 17 – 18h30, junto a S. José

CONCENTRAÇÃO – PROTESTO

Tribuna Pública

MENTIRAS NÃO!

Como podem propagandear um prazo de 2 anos para uma obra dividida em mais de 10 empreitadas, a maioria por adjudicar e sem ainda ter sido lançado o PMO (parque de manutenção e oficinas)?

UTENTES EXIGEM RESPEITO

pelo direito à mobilidade para acesso ao trabalho, ao ensino, à saúde.

NÃO ACEITAMOS ser cobaias num negócio de 300 milhões.

Chega de malbaratar dinheiros públicos!

Dia 16, PROTESTAMOS em defesa dos nossos direitos

Movimento de Defesa do Ramal da Lousã


(ramaldalousa@gmail.com)


era uma vez...

Caminhada de S. Martinho

Manifestação marcada em defesa do Ramal da Lousã


O Movimento da Defesa do Ramal da Lousã vai manifestar-se em Coimbra, no dia 16 de Novembro, para exigir o calendário das obras de requalificação daquela linha centenária e garantias de qualidade nos transportes alternativos.

A menos de um mês da data prevista para o arranque das obras de requalificação da via-férrea entre Serpins e Miranda do Corvo, o movimento pretende saber como se vai processar a calendarização das empreitadas” para encontrar soluções para os passageiros.


“Temos muitas dúvidas. Mas o que nos preocupa mais é como a Metro Mondego vai conciliar as várias empreitadas do projecto com o prazo previsto de dois anos para efectuar os trabalhos”, explicou hoje à agência Lusa Isabel Simões, do MDRL.


Considerando que “é impossível concretizar a obra em dois anos”, aquela utente salientou que ainda não foi emitida declaração de impacte ambiental para a construção do parque de manutenção e operações, onde será feita a entrega do material circulante, cujo concurso, aberto recentemente, prevê um prazo de 26 meses para a sua execução.


Em reunião realizada quinta-feira à noite, nos Moinhos, no concelho de Miranda do Corvo, o movimento deliberou realizar uma manifestação dos utentes no apeadeiro de São José, em Coimbra, no dia 16 de Novembro, às 17:00 horas.


“Para além da cronologia das obras, pretendemos saber como é que nos vão garantir qualidade nos transportes alternativos”, sublinhou Isabel Simões, denunciando que algumas paragens de autocarros construídas para o efeito “são insuficientes e perigosas”.


No dia 22 de Novembro, vai realizar-se uma reunião em Miranda do Corvo, para a qual serão convidados os responsáveis da sociedade Metro Mondego.


A Metro Mondego já anunciou que as obras entre Serpins e Miranda do Corvo, irão arrancar a 2 de Dezembro. Um mês depois, dar-se-á início à fase de obras entre Miranda do Corvo e Coimbra Parque, que levará também à interrupção do transporte ferroviário e à sua substituição por autocarros.

Fonte: Esquerda.net
Foto: Mário Nunes

quarta-feira, novembro 11, 2009

A luta do Movimento de Defesa do Ramal da Lousã


«Informamos que, na reunião dos Moinhos foi decidido avançar com uma concentração junto à Estação de S. José, no próximo dia 16 de Novembro de 2009, segunda-feira, a partir das 17 horas, tendo em vista protestar contra o anunciado encerramento do Ramal, sem que se conheça o calendário global das várias empreitadas e que seja garantido que a interrupção do serviço seja a mínima indispensável.

A título de exemplo, foi lembrado que, ainda nem foi lançada a empreitada (a cargo da CP) para a construção do parque de manutenção e oficinas (PMO), onde deveria ser entregue o material circulante. Tanto quanto se sabe, também ainda não existe DIA (Declaração de Impacte Ambiental) para a instalação deste PMO no Sobral de Ceira em local (em cima duma ribeira!) que carece de alteração do PDM.


Foi também decidido reclamar uma informação detalhada sobre os ditos transportes alternativos, horários e tempos de percurso e exigir que sejam antes garantidas condições de segurança e de qualidade no serviço a prestar.


É claro que para garantir o êxito desta acção de protesto vamos ter de trabalhar nos próximos dias.


Saudações Ferroviárias»

MDRL


É claro que a luta do MDRL merece ser apoiada por todos nós, mirandenses, lousanenses e conimbricences, que utilizamos o comboio no passado e que continuamos a utilizar no presente e desejamos continuar a utilizar no futuro.

Contudo, muitos ses, se levantam ao virar da esquina, num processo muito pouco claro, desde o princípio, vivemos neste momento, uma crise económica sem precedentes a nível mundial e muitas questões se levantam no horizonte, será que haverá dinheiro para concluir a obra?

Avizinha-se um choque petrolífero sem precedentes até então, hoje, vamos arrancar carris, para amanhã, os colocarmos outra vez no sítio?


Porque será que a Áustria e a Suíça estão a restringir o transporte rodoviário de mercadorias?

Porque motivo estes países estarão a utilizar a via férrea para o efeito?

Em Miranda do Corvo, a CP destruiu o Cais de Mercadorias que tinha, em nome do progresso.


E que dizer das expropriações selvagens efectuadas ao longo da linha, logradouros de prédios cortados ao meio, garagens abaixo, linhas ripadas para sul ou para norte, consoante o gosto do freguês, muito dinheiro há para gastar neste país.

Porque motivo correram os processos de expropriação no Tribunal Central Administrativo, em Lisboa?

Porque motivo os processos de expropriação não correram na comarca da Lousã?

Isto, para não falarmos das alterações do traçado da linha desde S. José, passando por algumas urbanizações da Solum, para culminar em frente ao Dolce Vida, a contento de empresários e empreiteiros, que venderam os seus andares a preços imbatíveis. Um caso por certo a merecer a atenção das autoridades competentes.


Muitas dúvidas se levantam na mente dos utilizadores do comboio, com as obras, quantas horas serão precisas para entrar em Coimbra?

Estarão os patrões dispostos a pactuar com atrasos constantes?

Muitos despedimentos irão haver...

Ou correrão o risco, as vilas da Lousã e de Miranda do Corvo, de um êxodo em massa?

Está tudo a contar com o ovo no cú da galinha, com a venda dos apartamentos depois do metro estar concluído, mas por certo que muitos apartamentos ficarão por vender. Se as coisas estão como estão basta dar uma volta pela vila de Miranda do Corvo, como será daqui por quatro anos?

Porque motivo pretende a CP deixar a exploração comercial do Ramal da Lousã, se os comboios circulam à pinha?


Chegarão os transportes alternativos para as encomendas?

Duvido...

No entanto, não se compreende o abandono da actual bitola, vamos deixar de estar ligados à rede ferroviária nacional, cem anos depois destrói-se o legado da Monarquia ao país, o Caminho de Ferro, que no passado permitiu a Miranda do Corvo e à Lousã darem o salto em frente.


Espero, pois que não se repita a história de 1932, depois de vários adiamentos, vários orçamentos e muitos estudos, a linha do Ramal da Lousã não passou de Serpins, quando deveria ter chegado a Arganil.


Por estas e outras razões, este blogue está com o MDRL na sua luta, pois merece o apoio de todos nós, em todas as suas iniciativas.


Mário Nunes




Encontro de Coros em Semide

terça-feira, novembro 10, 2009

Programação do Cinema de Miranda do Corvo - Mês de Novembro de 2009

Consulte a programação do Cinema de Miranda do Corvo em:

http://www.mirandadocorvo.com/index.php?pagina=agendacultural

Mercado da Agricultura Familiar e Tradicional

A Biblioteca Municipal de Penela apresenta “ Às Escuras o Amor”


A Biblioteca Municipal de Penela vai, em colaboração com a Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas, promover no dia 21 de Novembro, pelas 21h30, o espectáculo “ÀS ESCURAS O AMOR” realizado pela Andante, Associação Artística.


“O amor como “salto no escuro”, no desconhecido, a porta que tememos e que não deixamos de abrir ainda que não saibamos o que nos espera. A partir da obra Fragmentos de um Discurso Amoroso de Roland Barthes, da sua estrutura, da sua abordagem, que surgiu a ideia para este novo trabalho. Apesar de não ser um texto dramático, Roland Barthes, propõe uma forma dramática para apresentar a sua “enunciação” do discurso amoroso. O livro inicia com esta frase: “é pois um apaixonado que fala e diz:”, e, até ao final, vemos de facto surgir em palavras, numa estrutura narrativa quase cénica, aquilo que todos já vivemos – “O acanhamento”, “Fazer uma cena”, “o elogio das lágrimas”, ou, “isto não pode continuar”, por exemplo. Foi com prazer, também que o vemos utilizar excertos de obras literárias para apresentar as suas opiniões. É, portanto, deste livro, que partimos para a construção de um espectáculo, onde o Amor e as suas várias faces e etapas sejam, não analisadas em termos históricos, sociológicos, ou outros, mas comentadas, vividas. De uma forma lúdica pretendemos falar do caso mais sério do mundo: a nossa paixão, a nossa entrega, o no Amor.”


Um espectáculo para quem não tem medo do escuro! Não falte!

Fórum de Desenvolvimento Económico - " O Futuro, aqui!"


O Município de Penela realiza no próximo dia 14 de Novembro, no Auditório Municipal, a 4ª edição do Fórum de Desenvolvimento Económico, sob o tema “O Futuro, aqui!”.
Numa altura que o concelho assume uma dinâmica de desenvolvimento económico importante na região, o Fórum de Desenvolvimento Económico servirá também para demonstrar o que se faz, se pretende fazer e discutir novas estratégias perante a situação económica Mundial.
Assumindo-se já, como um dos principais momentos de debate regional sobre Economia e Desenvolvimento, tendo em conta o nível de qualidade nas suas já três edições, constitui para a autarquia um imperativo de responsabilidade, que obriga a dar continuidade a este Fórum, um espaço e um tempo que define uma efectiva oportunidade de questionar e auscultar algumas das melhores Práticas de Empreendedorismo, inovação e gestão em Portugal.

PROGRAMA:

09h00 – Recepção dos Participantes
09h30 - Sessão de Abertura
- Dr. Francisco Banha, Presidente da Federação Nacional de Associações de Business Angels - Eng.º Paulo Júlio, Presidente da Câmara Municipal de Penela

10h00 – 1º Painel: “EIXOS DE INVESTIMENTO EM PENELA”
Moderador: Pedro Maranha, Administrador da WRC – Agência de Desenvolvimento Regional
- “Hotel Duecitânea”, António Maduro e Maria Helena Maduro
- “Rede de Aldeias do Xisto “, Paulo Fernandes, Presidente do Conselho de Administração da ADXtur
- “Eixo da Romanização“, David Leandro, Director Executivo da Terras de Sicó
11h00 - Debate
11h15 – Coffee-Break

11h30 – 2º Painel : “NOVOS MODELOS DE DESENVOLVIMENTO LOCAL”
Moderador – Augusto Medina – Presidente da Sociedade Portuguesa de Inovação *
- “Apresentação do Projecto HIESE”
- “Instituto Pedro Nunes”, Teresa Sales, Presidente do IPN
- “BioCANT”, João Moura, Presidente da Assembleia Geral do BioCANT
- “Inovisa”, Luís Mira da Silva, Presidente do Inovisa
12h30 - Debate
13h00 - Almoço

14h30 - 3º Painel: “DESENVOLVIMENTO REGIONAL NO CENTRO"
Moderador – António Almeida Henriques – Presidente da Direcção do CEC/CCIC
- "Criação de Marcas Turísticas Fortes" Marli Monteiro, Directora Executiva da Agência Regional de Promoção Turística Centro de Portugal
- “Área de Localização Empresarial: Que modelo/exemplo a seguir?”, Isabel Cardoso, Directora de Marketing da AICEP Global Parques
- “Empresas Pólos de Competitividade - Clusters”, Alfredo Marques, Presidente da CCDR-C
15h30 - Debate
15h45 – Coffee-Break

16h00 – Painel de Encerramento: “PORTUGAL MAIS COMPETITIVO?”
Moderador – Sérgio Figueiredo – Administrador Fundação EDP *
- Daniel Bessa – Economista*
- Luís Filipe Costa – Presidente do IAPMEI
- José Furtado – Administrador Caixa Capital
- Raul Morais dos Santos – CEO da Crioestaminal
- João Miranda – CEO da Frulact

Na Agenda de Miranda do Corvo, Novembro de 2009


A agenda de Miranda do Corvo, disponível em:

http://www.mirandadocorvo.com/index.php?pagina=agendacultural


domingo, novembro 08, 2009

Na Agenda de Penela - Mês de Novembro de 2009

Na Agenda de Penela:

http://www.cm-penela.pt/agenda.php



Na Agenda da Lousã, mês de Novembro de 2009

Na Agenda da Lousã:

http://www.cm-lousa.pt/agenda/index.php



20ª Feira do Mel e da Castanha da Lousã

quinta-feira, novembro 05, 2009

Magusto Tradicional na Serra da Lousã


Dia 7 de Novembro, na pitoresca e encantadora Aldeia do Xisto do Candal, em plena Serra da Lousã, venha assistir e participar num tradicional Magusto. Onde não faltarão as surpresas e o divertimento, num imenso calor humano de diversão e lazer.

Sabores de Outono


Está quase a chegar ao fim. Sucumba aos prazeres da gula nos restaurantes aderentes.
É caso para dizer: «Vá para fora cá dentro.»

http://www.cm-lousa.pt/agenda/outros.php?dia=30&mes=10&ano=2009&data=10-2009


Campeonato do Mundo de Corridas de Aventura: Portugal XPD Race – ARWC 2009 - 9 de Novembro

A Final do Campeonato Mundial de Corridas de Aventura realiza-se este ano em Portugal, sendo que a maior parte da prova é disputada em território das Aldeias do Xisto. Para além das deslumbrantes paisagens, toda a região possui condições e infraestruturas excelentes! Dias 9, 10 e 12 de Novembro prepare-se para esta Aventura!

A Final do Campeonato Mundial de Corridas de Aventura realiza-se este ano em Portugal, sendo que a maior parte da prova é disputada em território das Aldeias do Xisto. Para além das deslumbrantes paisagens, toda a região possui condições e infraestruturas excelentes! Dias 9, 10 e 12 de Novembro prepare-se para esta Aventura!


As Aldeias do Xisto são um dos principais patrocinadores deste mega-evento. Tratando-se da final do Campeonato Mundial das Corridas de Aventura. Estando presentes os melhores atletas mundiais da modalidade, que trazem muitos momentos de emoção e adrenalina.


Este é um desafio onde a técnica dos atletas e o trabalho de equipa é levado ao extremo.


A maior parte da prova disputa-se assim num magnífico território, que para além de ser excelente para este tipo de desporto, possui boas infra-estruturas de apoio, que se aliam a paisagens deslumbrantes.


A duração máxima da prova será de 127 horas para uma distancia máxima na melhor opção de cerca de 910km. A prova será composta de 5 etapas com 21 secções.

A 7ª edição do Campeonato do Mundo de Corridas de Aventura será seguramente a mais disputada de sempre com a presença confirmada de praticamente todos os podiums de todas as provas de qualificação da Liga Mundial.



Programa
Dia 9 de Novembro

10h30 - Partida, no Castelo da Lousã

9h às 11h – Gondramaz

10h às 13h – Candal

10h30 às 13h30 – Cerdeira


11h30 às 16h30 - Aigra Velha

12h às 18h30 – Pena

18h às 5h – Fajão

21h às 8h – Benfeita

Dia 10 de Novembro

00h às 8h - Benfeita (cont. do dia anterior)

9h à 1h – Barroca

14h às 7h - Martim Branco

11 de Novembro

00h às 7h - Martim Branco (cont. do dia anterior)

17 às 10h – Sarzedas

12 de Novembro

00h às 10h - Sarzedas (cont. do dia anterior)

5h às 8h - Foz do Cobrão

7h às 11h – Figueira

9h às 2h - Água Formosa

Mais informações em:

http://www.arwc2009.com/pt/

http://www.aldeiasdoxisto.pt/

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Tradutor

Causas

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