quarta-feira, janeiro 06, 2010

Em trezentas fotos descubra a Quinta da Paiva e o Parque Biológico da Serra da Lousã


Um convite, visite a Quinta da Paiva (onde se encontra localizado o Parque Biológico da Serra da Lousã), em Miranda do Corvo, através de 300 imagens.

http://www.adfp.pt/quintadapaiva09/


Vereador da Câmara Municipal de Coimbra manifesta preocupação face ao encerramento do Ramal da Lousã

Em destaque, a nota enviada à comunicação social (2º ponto), pelo Vereador do Pelouro da Habitação da Câmara Municipal de Coimbra, Dr. Francisco Queirós:

«O vereador da CDU na Câmara Municipal de Coimbra, Francisco Queirós, na reunião do executivo municipal de 4 de Janeiro, tomou, entre outras, as seguintes posições:

(…)

· Manifestou preocupação com o encerramento do Ramal Ferroviário da Lousã, a partir de hoje, e os enormes transtornos para os milhares de utentes deste ramal, cidadãos que trabalham no concelho, tantas vezes porque as políticas de solos e de urbanismo os excluíram de Coimbra, ou vivem em Coimbra e trabalham nos concelhos limítrofes servidos pelo ramal.

Acrescentou que o serviço de substituição por transporte rodoviário através de vias sinuosas e estreitas, como tem referido a Comissão de Utentes do Ramal da Lousã, faz temer graves constrangimentos com o forte acréscimo no tráfego de viaturas e em especial de veículos pesados. A situação é tanto mais grave quando está por concluir a via central de Ceira.

Condenou ainda a actuação da CP e da REFER pela extinção de ligações ferroviárias entre as estações de Coimbra-A e Coimbra-B que têm vindo a afectar diariamente muitos utentes do caminho-de-ferro.

Considerou, por fim, que a Câmara Municipal de Coimbra não pode ficar indiferente à política de transportes no concelho e na região e que deverá assumir posições claras na defesa de redes de transportes públicos que sirvam efectivamente as populações.»



segunda-feira, janeiro 04, 2010

Os últimos dias do comboio em Miranda do Corvo


O genocídio do caminho-de-ferro em Portugal continua a passos largos. Ontem, dia 03.01.2010 desloquei-me à Estação de Caminhos de Ferro, em Miranda do Corvo e recolhi as últimas imagens das automotoras estacionadas na estação.

Imagens para mais tarde recordar…



Daqui a algumas horas, tudo será diferente, os comboios serão substituídos por autocarros, que assegurarão o transporte dos passageiros, enquanto durarem as obras, para a implementação do metro.

A ver vamos, pois já há vinte anos, que ouço falar no metro e dos chorudos ordenados pagos à Administração do Metro.

Vamos a ver se é desta, se há dinheiro para concretizar a obra, em tempo de crise.



Os funcionários da CP que prestam serviço no Ramal serão colocados uns na Linha do Norte (entre Lisboa e Aveiro) e outros na Linha do Oeste; aqueles que tem mais de 56 anos foram convidados a aposentarem-se, outros ainda vão ficar por cá, pela estação, mas com o credo na boca, que o futuro é uma incógnita, com o fantasma do desemprego à porta.



Para aqueles, que se deslocam diariamente para Coimbra, vêem com apreensão os primeiros tempos, os atropelos para a entrada dos autocarros.

Para muitos passageiros, com quem falei, as recentes intervenções efectuadas na estrada entre Miranda do Corvo e Ceira, não resolveram o busílis da questão - a entrada a conta gotas na Estrada da Beira, em Ceira, devido ao semáforo, que estrangula de todo o tráfego, o bom e o bonito está para vir. Daqui por uns dias, os passageiros darão razão aos motivos e queixas apresentados pelo MDRL.



Este processo foi desde o princípio, um processo pouco claro, feitos nas costas dos utentes. Pouco debate houve acerca da linha, das vantagens e desvantagens do comboio e do metro.



Oxalá agora que a obra se faça nos prazos previstos e esta se concretize e não seja atropelada pela crise nacional ou mundial. Pois caso contrário, Miranda do Corvo, a Lousã e Serpins ficarão mais isoladas e assistir-se-á progressivamente ao seu definhamento e à debandada de boa parte da população, para outras paragens.

Se deste processo nada resultar responsabilidades terão de ser apuradas, com as legais consequências.

É que a história de 1932, não pode repetir-se…

Texto e Fotos – Mário Nunes



Açude do Panão, quem te viu e quem te vê


A água que caiu nos últimos dias engrossou o caudal do Rio Dueça.

A manter-se a chuva persistente, o leito do rio ameaça transbordar. No entanto as chuvas de inverno são essênciais para a limpeza dos rios e a fertilização dos terrenos circundantes.




Junto ao Açude do Panão em Miranda do Corvo, a água castanha ruge assustadoramente precipitando-se, ameaçando galgar a margem.

Outrora aqui funcionava uma praia fluvial da qual resta uma ainda uma escada, sinais doutros tempos… em que muita gente dos concelhos vizinhos vinha para aqui nadar no Verão, antigamente não existiam as piscinas que há hoje.


Por perto fica a ponte centenária e a Discoteca A Kaskata, que se encontra desactivada à muito e que já funcionou noutros tempos como Miranda à Noite.

Mais acima surgem agora as obras do novel Centro Educativo de Miranda do Corvo, havendo quem questione pela segurança, em virtude deste se encontrar junto ao rio.



Açude do Panão, Miranda do Corvo, na Primavera



No verão, o rio chega a secar, ficando o açude sem água.



sexta-feira, janeiro 01, 2010

Espinhal em Presépio (5)





Em exposição na Casa da Quinta, no Espinhal encontram-se também os licores, regionais, a aguardente de mel, o mel, os biscoitos e a doçaria do Espinhal.

Tudo produtos naturais e artesanais, a preços módicos...


Um Feliz Ano Novo

Trevim com neve

Um feliz ano novo para todos nós, com muita saúde, paz, trabalho e tudo de bom, o que a vida pode proporcionar, estes são os desejos do Espaço Aberto, para todos...

Espinhal em Presépio (4)

Esta pista de comboios patente à entrada da exposição fazia as delicias de miúdos e graúdos que visitaram este ano o Espinhal em Presépio.

Presépios alegram região

«São vários os presépios que alegram a quadra natalícia, em Coimbra e municípios vizinhos, desde o famoso Penela Presépio até ao Presépio em movimento de Montemor-o-Velho, passando por Espinhal e Coimbra.

Pelo terceiro ano consecutivo, e até 3 de Janeiro, Penela aposta no maior presépio animado do país, concebido e construído por um marceneiro de Alcobaça. Em 2008, 50 mil pessoas visitaram o Penela Presépio, número que a autarquia espera este ano ultrapassar, até porque são muitas as novidades.

Construído desde há três anos por Jaime Roxo, o Penela Presépio promete este ano muitas novidades.

A grande novidade do Presépio para este ano é a cidade dos reis Magos, onde Jaime Roxo construiu uma réplica do castelo de Penela, um segundo castelo baseado numa mesquita e um terceiro fruto da sua imaginação. Mas o Penela Presépio conta também com a aldeia de Nazaré, a cidade de Jerusalém e Belém.

Com 475 metros quadrados, o presépio envolve trabalho de construção das estruturas maiores (castelos) em esferovite, dos mais de 100 bonecos animados em madeira de cedro e das casas e barraquitas em madeira, também.

As profissões em extinção também marcam presença, tendo este ano pela primeira a apanha da azeitona e o mercado medieval em Jerusalém, além dos ofícios de carpinteiro, oleiro, tecedeira, moleiro, cesteiro e apicultor, entre outros.

Os bonecos, esses, são movimentados através de cinco motores trifásicos e sistemas de molas.


Também até 3 de Janeiro, está patente na vila de Espinhal, Penela, um presépio tradicional com cerca de 250 metros quadrados, que representa a freguesia de Espinhal e os seus locais mais emblemáticos. Em exposição no rés-do-chão da Casa da Quinta do Espinhal, com entrada a 1,00 euro, toda a receita reverte para obras de recuperação da igreja local.

E como o espaço facilita, a reprodução histórico-bíblica do Presépio será separada da reprodução da vila, tendo uma sala própria onde nem falta uma gruta e onde haverá, ocasionalmente, uma reprodução ao vivo.»

Publicado no Campeão das Províncias
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