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terça-feira, abril 12, 2011

Seminário "Eficiência Energética: Políticas, Incentivos e Soluções"

“Eficiência energética: políticas, incentivos e soluções” é o tema do seminário promovido pela Agência Regional de Energia e Ambiente do Centro (AREAC), que se realiza no próximo dia 14 de Abril, quinta-feira, no Auditório Municipal de Penela, onde serão abordados temas como os apoios financeiros para as PME’s para promoção da eficiência energética.

“Eficiência energética: políticas, incentivos e soluções” é o tema do seminário promovido pela Agência Regional de Energia e Ambiente do Centro (AREAC), com inscrições gratuitas, mas sujeitas a marcação para o telefone 913 326 212, 239 542 939 ou para o email areac@mail.telepac.pt.

Este seminário vai abordar diversas temáticas, das políticas e sistemas de incentivo, à eficiência energética, sem esquecer os apoios financeiros para investimentos na eficiência energética destinados às pequenas e médias empresas.

O seminário tem início às 10h30 e o encerramento está previsto para as 19h30.

Recorde-se que a AREAC é uma pessoa colectiva de direito privado sem fins lucrativos, constituída em Julho de 2003 por vários municípios da Região Centro (C. M. de Cantanhede, C. M. de Castanheira de Pêra, C. M. de Coimbra, C. M. de Figueira da Foz, C. M. de Figueiró dos Vinhos, C. M. de Góis, C. M. de Lousã, C. M. de Miranda do Corvo, C. M. de Montemor-o-Velho, C. M. de Pedrógão Grande, C. M. de Penela, C. M. de Vila Nova de Poiares e EDP Distribuição). Tornar a Região Centro numa região sustentável, impulsionando a protecção ambiental e o desenvolvimento económico com as melhores práticas de eco-eficiência e promovendo a utilização racional de recursos humanos endógenos é a missão desta agência regional.

SEMINÁRIO "EFICIÊNCIA ENERGÉTICA: POLÍTICAS, INCENTIVOS E SOLUÇÕES"

14 Abril 2011

Auditório da Biblioteca Municipal de Penela

10h30 | Sessão de abertura

ADENE – Eng.º Paulo Calau

RNAE – Eng.º Tiago Gaio

AREAC e CM Penela – Eng.º Paulo Júlio

I PAINEL – POLÍTICAS E SISTEMAS DE INCENTIVO

Moderador | Eng.º Paulo Calau (ADENE)

11h | Perspectivas do PNAEE no quadro do SGCIE (Eng.º Paulo Calau, director ADENE)

11h20 | Sistemas de incentivos para a eficiência energética (Dra. Isabel Damasceno, CCDRC)

11h40 | Apoios financeiros para investimentos na eficiência energética: uma abordagem bancária dos instrumentos financeiros destinados às empresas (Dr. José Alberto Pereira, Caixa Geral de Depósitos)

12h | Certificação energética: desafios e dificuldades no terreno (Engº Sérgio Assunção, Sociedade Portuguesa da Certificação de Edifícios, Lda.)

12h20 | Debate

13h | Almoço livre

II PAINEL – EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

Moderador | Eng.ª Anais Baptista (AREAC)

14h30 | Guia da eficiência energética (Engº Paulo Nogueira, direcção do desenvolvimento sustentável, ADENE)

14h50 | Edifícios sustentáveis (Engº Ricardo Sá, Edifícios saudáveis)

16h10 | Biomassa para aquecimento de edifícios: desafios e dificuldades (Engª Teresa Almeida, Centro de Biomassa para a energia)

16h30 | Pausa para café

17h | ILUPub: melhoria da eficiência energética energética na iluminação pública (Engº Tiago Gaio, AREANA TEJO)

17h20 | Soluções eficientes no mercado (SIEMENS)

17h40 | Descentralização da produção de energia: caso prático (Dra. Valéria Reva, ADAI)

18h | Debate

19h30 | Encerramento

sexta-feira, abril 24, 2009

Picos de energia

- Pofff…

- Vai ver o que aconteceu ao quadro!

- Se calhar é geral…

- P…, f…., isto não aguenta nada…

Mas afinal o que é que se passa com a rede de energia eléctrica e a distribuição da electricidade para consumo doméstico em Miranda do Corvo?

Parcial ou total, os apagões sucedem-se ao sinal de mau tempo e durante o fim de semana…

Ao mínimo sinal de borrasca lá vamos nós…

Luz abaixo!

Uma pergunta indiscreta:

Estará a rede de energia eléctrica de Miranda do Corvo preparada para aguentar com tantos consumidores?



sábado, junho 14, 2008

O Golpe...


Os únicos culpados da crise!

Quem?

O Abutre?

Tudo se resolvia com a redução do ISP.

E há ainda quem fale na privatização definitiva da EDP e da liberalização do mercado da Energia…

(O boneco é da autoria do Zedalmeida, colaborador do fantástico blogue de humor

http://pitecos.blogs.sapo.pt/

que vos convido a descobrir...)

domingo, junho 01, 2008

sábado, maio 31, 2008

Boicote Nacional (2)

«A GALP acabou de apresentar publicamente as contas referentes ao 1º Trimestre de 2008. E por elas ficamos a saber que esta petrolífera obteve, só no 1º Trimestre de 2008, 175 milhões de euros de lucros líquidos, ou seja, mais 22,4% do que em idêntico período de 2007.


E isto quando são exigidos tantos sacrifícios aos portugueses.
Mas ainda mais grave, é que 69 milhões de euros desses lucros, que é o triplo do valor registado em 2007 (+ 228,6%), que foi de 21 milhões de euros, resultaram da especulação do preço do petróleo no mercado internacional, que a GALP e as outras petrolíferas se aproveitam para cobrarem aos portugueses preços de venda nos combustíveis excessivos e escandalosos.


Cá está a razão da "aparente" inactividade do governo. Aqui está o significado das palavras de Sócrates de não ceder ao facilitismo.


Está a encher os bolsos aos Amorins, à ENI e aos boys e girls que não por acaso foram levados para a GALP.

A GALP acabou de apresentar publicamente as contas referentes ao 1º Trimestre de 2008. E por elas ficamos a saber que esta petrolífera obteve, só no 1º Trimestre de 2008, 175 milhões de euros de lucros líquidos, ou seja, mais 22,4% do que em idêntico período de 2007.

E isto quando são exigidos tantos sacrifícios aos portugueses. Mas ainda mais grave, é que 69 milhões de euros desses lucros, que é o triplo do valor registado em 2007 (+ 228,6%), que foi de 21 milhões de euros, resultaram da especulação do preço do petróleo no mercado internacional, que a GALP e as outras petrolíferas se aproveitam para cobrarem aos portugueses preços de venda nos combustíveis excessivos e escandalosos.

E isso resulta de um estranho sistema de cálculo dos preços de venda dos combustíveis aos portugueses, que não se baseia nos custos efectivos suportados pela empresa, mas que tira partido directo da especulação do petróleo no mercado internacional, que é urgente alterar pois, caso contrário, como a especulação vai continuar os portugueses serão obrigados a alimentar os lucros das petrolíferas resultantes dessa especulação.

Esse sistema de cálculo dos preços de venda dos combustíveis, diferente do adoptado pela generalidade das empresas, é utilizado pelas petrolíferas, perante a passividade, para não dizer mesmo a conivência, do governo e da Autoridade da Concorrência.

Para calcular os preços de venda dos combustíveis, as petrolíferas recolhem os valores dos preços dos produtos refinados (gasolina, gasóleo, etc.) no mercado de Roterdão em cada semana, depois calculam a média em relação a cada produto , e é o valor assim obtido para cada um dos produtos que é o preço, sem impostos, a que vendem os combustíveis em Portugal.

É evidente que esse preço de Roterdão, que não é determinado pelos custos suportados pelas petrolíferas portuguesas, incorpora a especulação que se verifica todos os dias no mercado internacional do petróleo, determinada pela entrada maciça dos fundos de investimento nesse mercado, com o objectivo de, controlando a oferta, como estão a fazer, imporem preços especulativos e, consequentemente, embolsarem gigantes lucros (o que está a suceder).

Portanto, as petrolíferas em Portugal aproveitam-se da especulação no mercado internacional do petróleo para cobrar pelos combustíveis preços aos portugueses muito superiores aos custos que têm de suportar, utilizando um esquema privilegiado de cálculo dos preços.

É urgente que o governo e a Autoridade da Concorrência ponham cobro a este lucro especulativo das petrolíferas que resulta do aproveitamento que elas estão a fazer da especulação que se verifica nos mercados internacionais alterando o sistema de cálculo dos preços de venda dos combustíveis excluindo a especulação.

Os preços de Roterdão devem funcionar apenas como limite máximo, para obrigar as petrolíferas a serem eficientes, em relação aos preços que as petrolíferas podem cobrar pela venda dos combustíveis em Portugal.

No entanto, o cálculo dos preços deverá respeitar o que a generalidade das empresas são obrigadas fazer, ou seja, cobrir os seus custos efectivos e adicionar uma margem decente de lucro.

Em Maio de 2008, os preços dos combustíveis em Portugal, quer se inclua ou não impostos, (e ainda não considera os últimos aumentos) eram superiores aos cobrados na maioria dos países da União Europeia.

Assim, o preço sem impostos do gasóleo em Portugal era superior em 2% ao preço médio do gasóleo na União Europeia, e o da gasolina, também sem impostos, era em Portugal superior ao preço médio da União Europeia em +2,4%.

Considerando preços com impostos, o preço do gasóleo em Portugal era inferior ao preço médio da U.E. em -0,1%, mas o da gasolina era já superior ao preço médio da União Europeia em + 5,2%. Se a análise for feita por países, conclui-se que na Áustria, na Irlanda , na França, na Suécia, na Alemanha, na Dinamarca, na Finlândia e na Inglaterra, o preço do gasóleo sem impostos era inferior ao preço cobrado pelas petrolíferas em Portugal.

Na Áustria, na Irlanda, na França, na Suécia, na Alemanha, na Dinamarca, na Finlândia, e na Inglaterra, em todos estes países, o preço da gasolina sem impostos era também inferior ao cobrado pelas petrolíferas em Portugal.

É um autêntico escândalo, pois com remunerações, por ex., as petrolíferas em Portugal têm custos inferiores aos suportados pelas empresas desses países (menos de metade).

A GALP foi privatizada pelos governos do PSD e do PS. Em Dezembro de 2003 foram liberalizados os preços dos combustíveis em Portugal pelo governo PSD/CDS.

A razões apresentadas pelos então governos é que isso iria determinar o aumento da concorrência com, a consequente, descida dos preços.

No entanto, o que sucedeu foi precisamente o contrário. Entre 2.1.2004 e 22.5.2008 o preço da gasolina 95 aumentou 57,3%; o do gasóleo rodoviário 102,7%; e o do gasóleo de aquecimento mais de 138,1%.

Durante o mesmo período os rendimentos da esmagadora maioria dos portugueses aumentaram menos de 15%. Isto tem-se verificado perante a passividade, para não dizer mesmo a conivência do governo e da Autoridade da Concorrência.

Ambos preparam-se agora para branquear o comportamento das petrolíferas, pois é de esperar que pretendam fazer passar como "natural" a actuação destas empresas, dizendo que elas adoptam "o sistema de conformação de preços adoptado a nível internacional", como já veio dizer o presidente da GALP, que exige a baixa dos impostos, para assim poder manter os seus elevados lucros.», de Eugénio Rosa, mensagem enviada por Gaby.

Boicote Nacional!

Diga não aos lucros astronómicos da Galp, da Repsol e da BP!

Agora que os preços do petróleo estão em queda não dá para compreender porque motivo a Galp só baixou a gasolina 1 cêntimo, dá para rir!

Utilize os transportes públicos, evite andar de automóvel e faça exercício físico, ande a pé…

E pense em substituir a gasolina pelo GPL e pelo Biodiesel!

Caso continue a andar de automóvel e a utilizar gasolina, saiba onde comprar a gasolina mais barata e a mais cara do mercado nacional:

http://www.maisgasolina.com/

Se quiser mais barata siga o exemplo de milhares de portugueses, vá a Espanha!

http://boicotemarcas.blogspot.com



quarta-feira, maio 28, 2008

A Face Oculta do Petróleo, de Éric Laurent - 2ª Via


Os segredos do Ouro Negro

Pela primeira vez este livro revela o que foi escondido da opinião pública: porque motivo o famoso choque petrolífero de 1973 não passou de uma manipulação, o resultado de uma combinação entre os países da OPEP e as grandes companhias petrolíferas.


Na Arábia Saudita e na Rússia, os montantes exactos são mesmo segredo de Estado. Como Washington utilizou a arma do petróleo saudita para provocar o desmoronamento da União Soviética. Porque motivo desde Março de 2001, seis meses antes do 11 de Setembro, os mapas do Iraque onde estavam assinaladas as futuras explorações petrolíferas serviram de documentos de trabalho ao vice-presidente Cheney e aos responsáveis petrolíferos, no seio do grupo, denominado «Sociedade Secreta».

A Face Oculta do Petróleo é o resultado de uma longa investigação conduzida por Éric Laurent, na China, na Ásia Central, na zona do Mar Cáspio e no Golfo Pérsico.


De hoje em diante, por seis barris consumidos cada dia, apenas um é extraído e encontramo-nos à beira de um choque petrolífero sem precedentes.

http://www.eric-laurent.com


Éric Laurent, Jornalista e escritor, especialista em política internacional, Éric Laurent faz revelações surpreendentes neste livro. Tendo feito a cobertura de conflitos como a ocupação do Afeganistão e a guerra Israel-Árabe, dedicou-se a uma investigação que o levou das poderosas companhias petrolíferas americanas ao Golfo Pérsico, China, Ásia Central.


http://www.eric-laurent.com/article-2486291.html

Manipulação, poder, mentira.


Eis um livro que nos coloca face à crueza das decisões políticas. Jornalista e investigador, tendo passado pela Radio France, onde fez reportagem de guerra, e pela Figaro Magazine, Éric Laurent editou já livros como «Guerra do Golfo», «Tempestade do Deserto», «A Guerra dos Bush», «O Mundo Secreto de Bush», «A Face Oculta do 11 de Setembro». Em «A Face Oculta do Petróleo» procurou a verdade sobre o poder das companhias petrolíferas e os países produtores que podem decidir o destino de outros países...e do próprio mundo.



Apontado, por exemplo, o choque petrolífero de 1973 como um bluff que visava apenas aumentar o preço do petróleo, os benefícios e isenção fiscais das grandes companhias petrolíferas norte-americanas e a forma como os EUA pressionaram o aumento da produção petrolífera da Arábia Saudita de forma a precipitar o desmoronar da União Soviética. Casos vários que completa com a revelação dos negros segredos por detrás da Guerra do Iraque. Segundo as suas investigações, George W. Bush estava bem consciente do declínio da produção saudita pelo que era urgente encontrar outras fontes de petróleo. Afirma mesmo que em 2001, antes do 11 de Setembro, o vice-presidente Cheney organizou uma comissão secreta para analisar questão da energia e que entre os seus documentos de estudo constava já um mapa do Iraque com a indicação de futuros poços de petróleo. Planeavam então a guerra antes mesmo do atentado às torres gémeas? A guerra do Iraque foi uma guerra anti-terrorista ou uma guerra imperialista?

O livro custa 19,95 € e foi lançado pelo Círculo de Leitores e lê-se num ápice…


Tendo dedicado anos de pesquisa a este tema, Éric Laurent revela os meandros do poder político e económico. À beira de um real choque petrolífero que pode implicar uma completa alteração do nosso modo de vida e das economias mundiais, aponta também outros caminhos. O aproveitamento da energia solar, eólica e a partir do hidrogénio, poderiam liberta-nos da dependência do ouro negro. Um ouro que tanta riqueza e guerras gerou...



«A Face Oculta do Petróleo» é por isso um livro de imprescindível leitura para todos os que queiram perceber os meandros do poder em pleno século XXI e o que se esconde por detrás das câmaras, da imagem, dos media, e da constante manipulação da informação que chega ao cidadão comum.



Publicado no blogue Kafe Kultura em 24 de Setembro de 2007, http://kafekultura.blogspot.com

sexta-feira, maio 23, 2008

Boicote Nacional


A circular na internet:

«Reenvio este texto. Reenviem também!

PASSEM A PALAVRA!!!

FORÇA PORTUGAL!

Vamos fazer a diferença!

Isto tem que começar por algum lado!

Vamos passar a palavra e não ser indiferentes, temos que fazer com que as coisas mudem!

A subida vertiginosa do preços dos combustíveis tem que parar e temos que fazer com que baixem!

Para tal vamos combinar três dias nacionais seguidos de NÃO ABASTECIMENTO NA BP, GALP, REPSOL!

Esses dias serão o 1 -2 -3 de Junho que vem!

VAMOS FAZER A DIFERENÇA!

Nesses dias abasteçam em outros postos de combustíveis tais como:

Esso,

Total

Continente (antigo Carrefour)

Intermarché

Jumbo

e

leclerc!

Juntos teremos força para baixar os lucros destes gigantes!

Agora é só passar a palavra com urgência!

Estou farto de ser levado na hora de pagar!

CHEGA!

SEJAMOS UNIDOS, PORTUGUESES, E TODOS OS QUE TENTAM SOBREVIVER EM PORTUGAL!

NÃO ESQUEÇAM: 1 - 2 - 3 de JUNHO que vem

Não Abasteçam na BP, GALP e REPSOL!

FORÇA PORTUGAL!»

A circular na rede

Comentário meu:

Vamos utilizar os transportes públicos (autocarro, comboio, barco), vamos boicotar o automóvel individual, vamos andar mais a pé e de bicicleta.

Multiplicado por 10 milhões de portugueses, poderia dar um prejuízo considerável às petrolíferas, que querem acabar de vez com a classe média em Portugal.


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