quarta-feira, dezembro 23, 2009

Férias Activas Natal 2009



O Município da Lousã proporciona aos mais novos, entre os 6 e os 14 anos, umas férias activas, no Natal, na Páscoa e no Verão, um exemplo a seguir...
Os pais agradecem.

terça-feira, dezembro 22, 2009

Penela Presépio 09, milhares de pessoas já por aqui passaram, e você?

Já viu o que está a perder?
Venha visitar um mundo de fantasia...

Simples, a partir do nada, a autarquia penelense, colocou Penela no mapa definitivamente...
Mostrando aos concelhos vizinhos, que com ideias simples e ousadas, tudo pode mudar para melhor.

terça-feira, dezembro 15, 2009

Alunos da Escola José Falcão, em Miranda do Corvo desenvolvem projecto de recolha de óleos alimentares usados

«O óleo que deita fora pode ser mais perigoso do que se imagina», segundo a AMI

Um grupo de alunos da Escola José Falcão de Miranda do Corvo decidiu colocar mãos à obra e dinamizar um projecto de recolha de óleos alimentares usados, com vista à sua posterior transformação em biodíesel.

Trata-se de um projecto ambicioso que procura sobretudo dinamizar consciências. Esta iniciativa passou pela criação de uma empresa denominada “Dinâmicas” que vai assegurar a aplicação do projecto.

Esta ideia ambiciosa pretende sensibilizar a comunidade para a importância da reciclagem, nomeadamente a dos óleos alimentares usados que podem ser transformados em combustível automóvel.

Uma vez que o processo não se pode limitar à recolha dos óleos alimentares usados, este grupo de alunos desenvolveu esforços no sentido de protocolar a transformação dos óleos usados e a sua utilização.

Neste âmbito surge a participação da Fundação ADFP que para além da realização de acções de sensibilização irá recolher os óleos e proceder ao fabrico de biodíesel.

De salientar aqui a vertente social deste projecto uma vez que esta unidade de produção de biodíesel emprega pessoas socialmente desfavorecidas.

A Câmara Municipal associou-se também a este projecto e irá colaborar na sua implementação através de acções de sensibilização junto da comunidade e aquisição de oleões. A Câmara Municipal irá utilizar o biodíesel produzido nas suas viaturas no valor equivalente a 40% do óleo recolhido, algumas das quais utilizadas no transporte das crianças.

Estamos perante uma iniciativa demonstrativa do empreendedorismo destes jovens alunos do 6.º ano que, com este projecto, mobilizaram já várias pessoas e instituições. Os alunos estão a ser coordenados e motivados pelas professoras Helena Simões e Clara Aguilar.

Com este projecto estes alunos pretendem vencer o concurso “Rock in Rio Escola Solar” que lhes permitirá ganhar bilhetes para este concerto e à escola ficar equipada com painéis fotovoltaicos que irão produzir energia que será vendida à rede pública gerando receitas para aplicar em projectos sociais. Se o projecto for um dos dois melhores será ainda premiado com 15.000 Euros, sendo intenção das professoras e dos alunos que o mesmo seja aplicado num parque temático a criar na Quinta da Paiva. Estes novos equipamentos terão também como grande mérito a criação de trabalho para pessoas com deficiência.

Independentemente da vitória final, estes jovens já demonstraram o seu valor, fazendo jus ao seu lema: “Inovar para melhorar – é importante o seu bem-estar”.

sábado, dezembro 12, 2009

VI Extreme Riders


A maior prova colectiva de Down Hill, Freeride, Enduro, All Mountain, realiza-se na Lousã, a 12 e 13 de Dezembro 2009. A Lousã prepara-se para receber o VI EXTREME RIDERS, este que será o maior evento colectivo de descida no presente ano, depois de em 2008 ter recebido mais de 450 participações.

O sucesso deste evento, que tem vindo a ter um grande crescimento desde 2004, onde tudo começou com um grupo de amigos, desde então o evento ganha força e mais uma vez novas particularidades e novos detalhes irão marcar a diferença no Mountain Bike Nacional. 2009 não será diferente, mas sim revolucionário em todos os sentidos, sendo a palavra chave a adrenalina constante nos mais de 15 km´s de descida que sai do Alto do Trevim a 1205 metros de altitude, e chegada à vila da Lousã, uma vila portuguesa no Distrito de Coimbra, região Centro, com cerca de 19.000 habitantes.


A Organização, esta a ter o cuidado de projectar um percurso espectacular e bonito, viável a qualquer bicicleta de BTT, tornando assim um evento acessível a todos, cujo objectivo é receber todos os atletas e amantes da modalidade de forma acolhedora. O preço das inscrições será de 15€, inclui transporte para a partida (primeiras 300 inscrições confirmadas), Seguro e T-Shirt oficial do Evento.

Passeio de Natal no Rabaçal

Jantar Penela Solidária 2009

quinta-feira, dezembro 10, 2009

O Penela Presépio abre as portas já este Sábado!


No próximo sábado, dia 12 de Dezembro, pelas 15H00, será a abertura oficial do Penela Presépio 09.

Penela, conhecida como Vila Presépio abre as portas a muita brincadeira, animação, cor, música e alegria, com a criação de novos espaços temáticos, nos quais a magia de Natal aquecerá os corações de todos, não esquecendo nunca os ingredientes indispensáveis para se viver um Natal autêntico!

Tem assim início, um mês de animação e fantasia por todo o concelho com:


.:: O maior Presépio Animado do País, 500 m2 repletos de casinhas e figuras animadas;

.:: O Presépio Tradicional do Espinhal;

.:: Recriação de Presépio ao Vivo;

.:: Núcleo de animação: A Aldeia da Fantasia;

.:: Praça da Brincadeira;

.:: Roteiro de Presépios;

.:: Mercadinho de Natal;

.:: Festival do Saber e do Sabor da Sopa de Sicó;

.:: Mostra Musci – Exposição temática sobre o Musgo.

Um Programa natalício vasto e aliciante para toda a família!

Neste Natal Visite-nos e Viva um Mundo de Fantasia!

Na Agenda da Lousã, mês de Dezembro de 2009


A agenda da Lousã disponível em:

http://www.cm-lousa.pt/agenda/index.php

Campanha Natal Solidário

Na Agenda de Miranda do Corvo, mês de Dezembro de 2009


A agenda de Miranda do Corvo disponível em:

http://www.mirandadocorvo.com/index.php?pagina=agendacultural


domingo, dezembro 06, 2009

Feito ao Lume

Penela Center abriu no passado dia 4 de Dezembro de 2009


O Penela Center, novo espaço comercial do concelho de Penela, situado na Ponte do Espinhal, foi inaugurado na passada sexta-feira, dia 4 de Dezembro de 2009, às 10h00. Este centro comercial, engloba o Supermercado Minipreço e diversas lojas e vai funcionar no seguinte horário: das 10h00 às 20h00, de 2.ª a 6.ª feira; das 9h00 às 20h00, aos fins-de-semana.


Na Agenda de Penela - Mês de Dezembro de 2009

A Agenda Municipal de Penela disponível em:

http://www.cm-penela.pt/agenda.php

Feira de natal, numa Aldeia do Xisto


Candal, Serra da Lousã, 5 a 8 de Dezembro de 20096, 10 a 19 horas.

Vivó Porco, Fim de Semana Gastronómico em Miranda do Corvo


Miranda do Corvo é conhecida pelo título de “Capital da Chanfana” graças ao esforço da autarquia na defesa e promoção da gastronomia à base da carne de cabra.

Através da realização de várias iniciativas de divulgação gastronómica muitas pessoas têm visitado Miranda do Corvo e os seus restaurantes.

No entanto, a gastronomia de Miranda do Corvo não se esgota nos pratos à base de carne de cabra, sendo também muito expressivos os pratos à base de carne de porco, como por exemplo o sarrabulho, o bucho, os enchidos e o leitão, entre outros.

A comprovar esta importância foi recentemente criada em Miranda a Real Confraria da Matança do Porco. Esta confraria surgiu no contexto da política de preservação dos usos e costumes e tradições que se têm vindo a perder e que constituem a identidade de uma região e da sua população. Importa salvaguardar o património cultural da região, na medida em que a carne de porco, desde sempre, teve um peso muito importante na alimentação da população, e a matança, o desmanche, a preparação da carne, tem contornos particulares que se revelam autênticos rituais culturais de sociabilização.

Dentro da lógica de defesa da gastronomia tradicional, a Câmara Municipal vai dar continuidade à iniciativa “VIVÓ PORCO”, iniciada em 2007. Durante todo o próximo fim-de-semana, de 5 a 8 de Dezembro, 27 restaurantes do concelho terão as suas portas abertas para receber os visitantes que pretendam deliciar-se com os sabores da gastronomia à base da carne de porco.

Os restaurantes aderentes são a Parreirinha, Araújo, Café Dueça, Churrasqueira Cheiro Guloso, Churrasqueira Fajú, Colher de Pau, Estação de Sabores, Museu da Chanfana, o Caniço, o Careca, o Carpinteiro, o Espanhol, o Ferrador, o Grelhador, o Pedroso, Paris, Pátio do Xisto, Pentágono, Porco Bravo, Retiro do Mendes, Rufino dos Leitões, Sabores da Fraga, São Miguel, Teia, Telheiro Rest, Santa Maria e Zé Padeiro.



quinta-feira, dezembro 03, 2009

Ramal da Lousã: Utentes revoltados com festa antes do encerramento

Foto: Filipe Lavrador, para o Flickr
«Dezenas de elementos do Movimento de Defesa do Ramal da Lousã manifestaram-se ontem de manhã na estação da Lousã, «revoltados» com o encerramento do troço Serpins-Miranda do Corvo, que hoje entra em obras de requalificação.

A empreitada entre Serpins e Miranda do Corvo, consignada no dia 25 de Novembro por cerca de 22,7 milhões de euros ao consórcio DST/Isolux/Corsán/Dorsalve, no âmbito da implementação do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM), compreende uma extensão de 16,4 quilómetros, cerca de 42 por cento da linha.

O SMM prevê a instalação de um metro ligeiro de superfície do tipo “tram-train” - com capacidade para circular nos eixos ferroviários, urbanos, suburbanos e regionais - no Ramal da Lousã, entre Coimbra e Serpins (Lousã), e na cidade de Coimbra.

«Continuamos a não querer o encerramento da linha porque há outras soluções e, portanto, não se admite que se feche impunemente uma linha centenária sem estudar outras alternativas e, além do mais, agora pugnamos pela segurança dos transportes alternativos», disse ontem Isabel Simões, do MDRL, aos jornalistas.

Com a chuva a não dar tréguas, algumas dezenas (poucas) de utentes manifestaram-se ordeiramente na estação da Lousã, empunhando cartazes, mas revoltados com o início do encerramento de uma linha inaugurada a 16 de Dezembro de 1906, já lá vão 103 anos.


«Sentimos hoje uma revolta muito grande, pois este é o último ultraje que podem fazer aos utentes do ramal», frisou Isabel Simões, que criticou o lançamento de um livro de fotografias do ramal promovido pela Câmara Municipal da Lousã e a sociedade Metro Mondego, que irá gerir o futuro Sistema de Mobilidade do Mondego.


«Fazer um espectáculo destes na véspera do anunciado encerramento, apresentando um livro patrocinado com dinheiro dos contribuintes, para nós é uma afronta na medida em que dá a ideia que fazem uma festa de um funeral e isso para nós é inaceitável», sublinhou.

Fernando Antunes, antigo chefe da estação de Miranda do Corvo, defendeu que a linha fosse dotada de material eléctrico com a manutenção da bitola (espaços entre os carris) existente. «Era a melhor solução e já poderia estar concluída sem tantos transtornos para os utentes como as obras previstas vão dar, porque electrificar não daria tantos transtornos e já estaria concluída nesta data», considerou.


Os utentes temem agora pela segurança nos transportes alternativos (autocarros) e antevêem “grandes perigos” na estrada que liga Miranda do Corvo a Ceira (Coimbra), devido ao traçado sinuoso e estreito da via que acompanha o traçado da linha de caminho-de-ferro.

Segundo Isabel Simões, o MDRL reivindica também a calendarização das obras devidamente planeadas, «que é uma coisa não acontece, pois existem 10 concursos abertos e o prazo previsto de dois anos é completamente impossível de cumprir».


A partir de 4 de Janeiro será encerrado todo o canal para avançarem as intervenções entre Miranda do Corvo e Coimbra, prevendo a Metro Mondego que a circulação no Ramal da Lousã, entre Serpins e Largo da Portagem (Coimbra), seja retomada no início de 2012.


Durante o tempo previsto para a execução das empreitadas, os cidadãos que utilizavam o comboio para se deslocar entre os municípios de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã terão à disposição carreiras de autocarros.

Presidente da Metro reconhece dificuldades de circulação
O presidente da Metro Mondego, Álvaro Maia Seco, reconheceu ontem que não vai ser fácil a circulação dos transportes alternativos (autocarros), sobretudo no troço entre o nó de acesso a Vale de Açor e Ceira.


«O ponto de Sobral de Ceira é complicado, mas temos de saber gerir o problema da melhor maneira. Está prevista no PDM uma variante à localidade, mas isso é uma obra que não compete à Metro», disse o responsável aos jornalistas, adiantando que a solução estudada pela Câmara aponta para a semaforização daquele troço.

Segundo o presidente da Metro Mondego, «a Câmara de Coimbra vai colocar uns semáforos de regulação no troço de maior estrangulamento até sobral de Ceira», embora ele próprio tivesse «proposto que fosse feito um serviço de sentidos únicos que era possível criar, mas que a autarquia optou pela semaforização desse canal».


Álvaro Maia Seco considera que «não é a situação ideal, mas não era possível resolver de outra maneira no âmbito do projecto do metro, que não tem competência nem meios para fazer outro tipo de investimento».

«A autarquia de Coimbra, apesar de tudo, investiu na substituição da ponte da Longra que está praticamente concluída, a minha expectiva é que esteja pronta antes do fim do ano e também investiu na variante de Ceira», sublinhou, mostrando expectactiva que abra em Janeiro.

«A abertura dessa variante dá-me particular prazer porque fui eu que a propus há 7/8 anos quando colaborava com a Câmara», acrescentou.

Livro de fotografias imortaliza Linha da Lousã

Enquanto algumas dezenas de elementos afectos ao MDRL se manifestavam no cais de embarque, no interior da Estação de Serpins era apresentado o livro “A linha da Lousã”, da autoria de Dário Silva, com introdução de Fernando Carvalho, presidente da Câmara da Lousã.


A obra conta ainda com a participação do investigador e geógrafo da Universidade de Coimbra, Paulo Carvalho, que escreveu sobre o perfil e enquadramento geográfico da linha da Lousã.


Na nota introdutória, o presidente da Metro Mondego refere que «à semelhança do que aconteceu há 100 anos com a introdução da linha férrea nestes concelhos, acreditamos que a implantação do SMM no canal do actual ramal, garantirá uma melhoria significativa da sua mobilidade e qualidade de vida às populações dos concelhos da Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra por ele servidas». »
Fonte: Diário de Coimbra

terça-feira, dezembro 01, 2009

Protesto na estação da Lousã contra encerramento do ramal ferroviário

Informação à Comunicação Social

Em protesto contra o encerramento do Ramal ferroviário, utentes concentraram-se hoje na estação da Lousã, entre as 11 e as 12 horas, exibindo cartazes onde se lia:

  • PROTESTAMOS em defesa dos nossos direitos e do interesse PÚBLICO
  • Não nos TRAMEM mais a vida!
  • Utentes exigem respeito, MENTIRAS não!
  • Não danifiquem, ELECTRIFIQUEM
  • Levantar carris será um bom NEGÓCIO?
  • Ramal centenário merece RESPEITO
  • Destruir esta linha não é CRIME?
  • Não aceitamos ser cobaias em negócio de 300 milhões
  • Não destruam o nosso acesso ao trabalho, ao ensino, à saúde!

Na ocasião foi também divulgado um manifesto aos autarcas da Lousã e Miranda do Corvo, de que remetemos em anexo algumas passagens mais significativas.

Juntamos também informação sobre a recente modernização da Linha do Sado (onde se optou pela electrificação e colocação de modernos comboios eléctricos) e a afirmação da então Secretária de Estado de que "já lá vai o tempo de encerrar linhas ferroviárias".

Seguem ainda 3 fotos da concentração-protesto hoje realizada na estação da Lousã, onde no interior decorria uma cerimónia pública promovida pela Metro Mondego e Câmara da Lousã.


Do manifesto do MDRL aos autarcas da Lousã e Miranda

Os transportes rodoviários ditos alternativos não poderem garantir condições de segurança e de cumprimento de horários, muito menos de mínima qualidade, numa estrada tão sinuosa e estreita, com graves constrangimentos que, nalguns locais, impedem mesmo o cruzamento de veículos ligeiros como sucede em Vendas de Ceira.

Os utentes do ramal não podem aceitar o encerramento do ramal em tais circunstâncias e num tempo de grave crise económica e social, ainda para mais quando está à vista que a anunciada interrupção do serviço por dois anos não passa de uma descarada mentira

O projecto Metro Mondego foi sempre desenvolvido sem cuidar de ouvir os utentes do centenário ramal ferroviário Coimbra-Serpins, descurando completamente os seus legítimos interesses e necessidades quanto a mobilidade.

Assume maior gravidade a falta de consideração das autarquias de Lousã, Miranda e Coimbra pelos interesses dos seus munícipes que são utentes diários do ramal ferroviário.

Que poderosas forças ou interesses impedem o desenvolvimento da ferrovia ao serviço das populações na região de Coimbra?

Não será um crime a destruição de uma linha ferroviária que serve tantos milhares de utentes e com tantas potencialidades para o futuro desenvolvimento da região interior do distrito?


"Se não tivermos cuidado, o metro vai ser um sorvedouro de dinheiro" (presidente da MM). JN. 22/11

Modernização da Linha do Sado

(da intervenção do Ministro das Obras Públicas, em 14/12/08)

Esta modernização vai permitir, a partir de hoje, a entrada ao serviço das modernas Unidades Quádruplas Eléctricas, requalificadas com: introdução de ar condicionado; sistema de vídeo vigilância; informação sonora e escrita; nivelamento entre a porta e a plataforma; acesso facilitado para deficientes que se desloquem em cadeiras de rodas, portadores de carrinhos de bebé e bicicletas.

Mas a verdadeira revolução está na forte redução dos tempos de viagem: o percurso Praias do Sado-Barreiro, actualmente realizado em 58 min, vai beneficiar de uma redução de 20 min; o percurso Setúbal-Barreiro, actualmente realizado em 48 min, vai beneficiar de uma redução de 18 min.

Estas reduções dos tempos de viagem irão certamente beneficiar os 12 mil clientes da CP que actualmente utilizam diariamente a linha do Sado e irão atrair mais pessoas para o transporte público!

Longe vai o tempo que se encerravam linhas ferroviárias (Ana Vitorino, SET)

Cartaxo, Santarém, 07 Set (Lusa) - A secretária de Estado dos Transportes assistiu hoje, na estação do Setil, Cartaxo, à reactivação do serviço de passageiros na linha de Vendas Novas, que permitirá, a partir de terça-feira, ligação directa de alguns concelhos do Ribatejo para Lisboa.

Ana Paula Vitorino, secretária de Estado dos Transportes, sublinhou a importância da reactivação daquele eixo para os municípios, "que ganham uma nova mobilidade". "A reivindicação dos autarcas veio ao encontro da vontade do Governo", frisou, acrescentando ser política do Governo a aposta na "mobilidade sustentada". "Longe vai o tempo que se encerravam linhas ferroviárias.


O Texto e as fotos foram simpaticamente cedidos pelo MDRL

Que mobilidade?


Aqui ficam os horários, para já…

Em Janeiro de 2010, logo se vê…

Estão disponíveis nas Estações.


(Para ampliar clique duas vezes sobre a imagem

Eis os abrigos disponíveis para acolher os cidadãos!


Após os apeadeiros de caminhos de ferro, surgem agora as paragens de autocarro ou abrigos, numa estrada perigosa, entre Miranda do Corvo e Ceira, quantos contratempos aguardam os passageiros do Ramal, de agora em diante, da chuva ao frio, passando pelo vento agreste, aos impacientes automobilistas, que circulam velozes por uma estrada imprópria para cardíacos.

Isto para não falarmos das horas intermináveis que os esperam no meio do tráfego, algures entre Ceira e a entrada de Coimbra.

Aguardam-se muitas debandadas de Miranda do Corvo, para outros lados…

Progresso ou retrocesso?

A ver vamos…


Serviços Rodoviários Alternativos?

A Metro Mondego reforçou-se na Internet, desta vez lançou a página:

http://servicosalternativos.blogspot.com/

Uma vez, que parece que não há volta a dar, vamos ver se esta solução provisória não se transforma em definitiva, ao exemplo do que aconteceu infelizmente noutras regiões do país.

Tarde demais acordou a sociedade civil para este problema que vai afectar todos, especialmente aqueles que dependem do comboio para aceder a serviços e a escolas.

Situação esta, que não é inédita em Miranda do Corvo, primeiro envolve-se tudo no silêncio, é tabu, depois as pessoas são confrontadas com as desagradáveis novidades, quando pouco ou nada há a fazer e tudo consumado está.

Provavelmente este assunto deveria ter sido debatido publicamente, as populações esclarecidas, quando foram apresentados os estudos e invocado o estatuto de utilidade pública e as subsequentes expropriações. No meio da querela partidária, passou ao lado da maior parte das formações políticas nas últimas Autárquicas.



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