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domingo, novembro 09, 2008

As pessoas que nos batem à porta ou Burlões à Solta


Quem já não foi abordado telefonicamente pela (supostamente) empresa "Águas do Mondego" - que nada tem a ver com a Águas do Mondego, S.A., para efectuar um teste gratuito em sua casa à água da torneira que consumimos em Miranda do Corvo?

Os testes efectuados à água que bebemos são muito caros e são efectuados em modernos laboratórios.

A suposta «empresa» que oferece os testes gratuitos nada tem a ver com a Águas do Mondego e por último acaba por lhe oferecer, por uma pipa de massa, um sistema purificador, para instalar sobre a sua torneira…

Para aquilo que pagamos merecíamos melhor água e sem impurezas e ingredientes estranhos, como o azeite…

Mas, adiante, quem já não foi aliciado por umas simpáticas senhoras que lhe prometem um sono divino e magníficos sonhos, num colchão ultra moderno, que custa a módica quantia de 3.000,00 €.

- «Não se atrapalhe nós oferecemos-lhe, tudo. Pode pagar em suaves prestações…»

Há ainda quem ofereça uma máquina a vapor, fotografias aéreas de sua casa por uns meros 300 Euros e depois lhe proponha tirar uma fotografia em sua casa ou ainda uns magníficos lençóis para o seu sono, pela módica quantia de 250 Euros.

Consta-se que há também quem se proponha trocar os seus escudos velhos pelos novos euros… Resultado final, nem escudos, nem euros, casa assaltada…

Mas como não estou aqui para vender nada, apenas para deixar um alerta, as coisas vão mais longe, quando nos oferecem uma viagem num autocarro e depois acaba o grupo de excursionistas conduzido a um Hotel, onde depois de uma lavagem ao cérebro, os incautos assinam cheques, letras, compromissos e tudo aquilo que não devem, ficando empenhados até à raiz dos cabelos e acabam por comprar aquilo que não querem e não precisam.

Por último um conselho sensato, ninguém quer dar nada a ninguém, desconfie sempre, chame as autoridades e exponha o caso, vai ver se os visitantes não batem em retirada a sete pés…


sábado, março 08, 2008

domingo, março 02, 2008

Sondagens falseadas e manipuladas

Andarão todos os portugueses contentes com o actual governo?

E com o Primeiro-ministro?

E com os políticos, que nos representam na Assembleia da República?

Estarão as sondagens encomendadas e anunciadas pelo Expresso, Público, Universidade Católica e SIC, correctas?

Traduzirão a realidade que se passa em Portugal?

Poderão os políticos portugueses dormir descansados?

Porque é que gritaram Aqui Del Rei, com a Tomada de Posição duma adormecida SEDES?

Chegou-lhes bem fundo?

Será que o Mal-estar Social estará já mesmo instalado em Portugal?

O que pensa o Homem da Rua sobre o aumento do custo de vida?

Sobre a educação? O desemprego em Portugal? A saúde? A justiça? Os transportes? A criminalidade e a insegurança?

Continuarão os 750.000 funcionários públicos e os reformados a votarem José Sócrates?

E todos aqueles que partiram em busca de melhores condições de vida, no Estrangeiro, votarão PS?

E os jovens licenciados?

Aqueles que tem um vínculo precário?

Os militares?

Os comerciantes e os profissionais da restauração votarão PS?

Continuarão a dar a maioria a José Sócrates?

Ou as sondagens foram mesmo encomendadas?

Todos os sectores da Sociedade Portuguesa levaram já por tabela.

Os sacrifícios têm sido impostos aos mesmos de sempre, aos trabalhadores por conta doutrem, pequenos comerciantes e empresários e não se vê jeito disto melhorar.


A resposta será dada nas urnas…


…Em 2009!


Texto – Mário Nunes

terça-feira, fevereiro 26, 2008

Tomadas de Posição


Reproduz-se na íntegra a tomada de posição da sedes que tanta polémica levantou:

«1) UM DIFUSO MAL ESTAR

Sente-se hoje na sociedade portuguesa um mal estar difuso, que alastra e mina a confiança essencial à coesão nacional.

Nem todas as causas desse sentimento são exclusivamente portuguesas, na medida em que reflectem tendências culturais do espaço civilizacional em que nos inserimos. Mas uma boa parte são questões internas à nossa sociedade e às nossas circunstâncias. Não podemos, por isso, ceder à resignação sem recusarmos a liberdade com que assumimos a responsabilidade pelo nosso destino.

Assumindo o dever cívico decorrente de uma ética da responsabilidade, a SEDES entende ser oportuno chamar a atenção para os sinais de degradação da qualidade da vida cívica que, não constituindo um fenómeno inteiramente novo, estão por detrás do referido mal estar.

2) DEGRADAÇÃO DA CONFIANÇA NO SISTEMA POLÍTICO

Ao nível político, tem-se acentuado a degradação da confiança dos cidadãos nos representantes partidários, praticamente generalizada a todo o espectro político.

É uma situação preocupante para quem acredita que a democracia representativa é o regime que melhor assegura o bem comum de sociedades desenvolvidas. O seu eventual fracasso, com o estreitamento do papel da mediação partidária, criará um vácuo propício ao acirrar das emoções mais primárias em detrimento da razão e à consequente emergência de derivas populistas, caciquistas, personalistas, etc.

Importa, por isso, perseverar na defesa da democracia representativa e das suas instituições. E desde logo, dos partidos políticos, pilares do eficaz funcionamento de uma democracia representativa. Mas há três condições para que estes possam cumprir adequadamente o seu papel.

Têm, por um lado, de ser capazes de mobilizar os talentos da sociedade para uma elite de serviço; por outro lado, a sua presença não pode ser dominadora a ponto de asfixiar a sociedade e o Estado, coarctando a necessária e vivificante diversidade e o dinamismo criativo; finalmente, não devem ser um objectivo em si mesmos...

É por isso preocupante ver o afunilamento da qualidade dos partidos, seja pela dificuldade em atrair e reter os cidadãos mais qualificados, seja por critérios de selecção, cada vez mais favoráveis à gestão de interesses do que à promoção da qualidade cívica. E é também preocupante assistir à tentacular expansão da influência partidária – quer na ocupação do Estado, quer na articulação com interesses da economia privada – muito para além do que deve ser o seu espaço natural.

Estas tendências são factores de empobrecimento do regime político e da qualidade da vida cívica. O que, em última instância, não deixará de se reflectir na qualidade de vida dos portugueses.

3) VALORES, JUSTIÇA E COMUNICAÇÃO SOCIAL

Outro factor de degradação da qualidade da vida política é o resultado da combinação de alguma comunicação social sensacionalista com uma justiça ineficaz. E a sensação de que a justiça também funciona por vezes subordinada a agendas políticas.

Com ou sem intencionalidade, essa combinação alimenta um estado de suspeição generalizada sobre a classe política, sem contudo conduzir a quaisquer condenações relevantes. É o pior dos mundos: sendo fácil e impune lançar suspeitas infundadas, muitas pessoas sérias e competentes afastam-se da política, empobrecendo-a; a banalização da suspeita e a incapacidade de condenar os culpados (e ilibar inocentes) favorece os mal-intencionados, diluídos na confusão. Resulta a desacreditação do sistema político e a adversa e perversa selecção dos seus agentes.

Nalguma comunicação social prolifera um jornalismo de insinuação, onde prima o sensacionalismo. Misturando-se verdades e suspeitas, coisas importantes e minudências, destroem-se impunemente reputações laboriosamente construídas, ao mesmo tempo que, banalizando o mal, se favorecem as pessoas sem escrúpulos.

Por seu lado, o Estado tem uma presença asfixiante sobre toda a sociedade, a ponto de não ser exagero considerar que é cada vez mais estreito o espaço deixado verdadeiramente livre para a iniciativa privada. Além disso, demite-se muitas vezes do seu dever de isenta regulação, para desenvolver duvidosas articulações com interesses privados, que deixam em muitos um perigoso rasto de desconfiança.

Num ambiente de relativismo moral, é frequentemente promovida a confusão entre o que a lei não proíbe explicitamente e o que é eticamente aceitável, tentando tornar a lei no único regulador aceitável dos comportamentos sociais. Esquece-se, deliberadamente, que uma tal acepção enredaria a sociedade numa burocratizante teia legislativa e num palco de permanente litigância judicial, que acabaria por coarctar seriamente a sua funcionalidade. Não será, pois, por acaso que é precisamente na penumbra do que a lei não prevê explicitamente que proliferam comportamentos contrários ao interesse da sociedade e ao bem comum. E que é justamente nessa penumbra sem valores que medra a corrupção, um cancro que corrói a sociedade e que a justiça não alcança.

4) CRIMINALIDADE, INSEGURANÇA E EXAGEROS

A criminalidade violenta progride e cresce o sentimento de insegurança entre os cidadãos. Se é certo que Portugal ainda é um país relativamente seguro, apesar da facilidade de circulação no espaço europeu facilitar a importação da criminalidade organizada. Mas a crescente ousadia dos criminosos transmite o sentimento de que a impune experimentação vai consolidando saber e experiência na escala da violência.

Ora, para além de alguns fogachos mediáticos, não se vê uma acção consistente, da prevenção, da investigação e da justiça, para transmitir a desejada tranquilidade.

Mas enquanto subsiste uma cultura predominantemente laxista no cumprimento da lei, em áreas menos relevantes para as necessidades do bom funcionamento da sociedade emerge, por vezes, uma espécie de fundamentalismo utra-zeloso, sem sentido de proporcionalidade ou bom-senso.

Para se ter uma noção objectiva da desproporção entre os riscos que a sociedade enfrenta e o empenho do Estado para os enfrentar, calculem-se as vítimas da última década originadas por problemas relacionados com bolas de Berlim, colheres de pau, ou similares e os decorrentes da criminalidade violenta ou da circulação rodoviária e confronte-se com o zelo que o Estado visivelmente lhes dedicou.

E nesta matéria a responsabilidade pelo desproporcionado zelo utilizado recai, antes de mais, nos legisladores portugueses que transcrevem para o direito português, mecânica e por vezes levianamente, as directivas de Bruxelas.

5) APELO DA SEDES

O mal-estar e a degradação da confiança, a espiral descendente em que o regime parece ter mergulhado, têm como consequência inevitável o seu bloqueamento. E se essa espiral descendente continuar, emergirá, mais cedo ou mais tarde, uma crise social de contornos difíceis de prever.

A sociedade civil pode e deve participar no desbloqueamento da eficácia do regime – para o que será necessário que este se lhe abra mais do que tem feito até aqui –, mas ele só pode partir dos seus dois pólos de poder: os partidos, com a sua emanação fundamental que é o Parlamento, e o Presidente da República.

As últimas eleições para a Câmara de Lisboa mostraram a existência de uma significativa dissociação entre os eleitores e os partidos. E uma sondagem recente deu conta de que os políticos – grupo a que se associa quase por metonímia "os partidos" – são a classe em que os portugueses menos confiam.

Este estado de coisas deve preocupar todos aqueles que se empenham verdadeiramente na coisa pública e que não podem continuar indiferentes perante a crescente dissociação entre o conceito de "res pública" e o de intervenção política!

A regeneração é necessária e tem de começar nos próprios partidos políticos, fulcro de um regime democrático representativo. Abrir-se à sociedade, promover princípios éticos de decência na vida política e na sociedade em geral, desenvolver processos de selecção que permitam atrair competências e afastar oportunismos, são parte essencial da necessária regeneração.

Os partidos estão na base da formação das políticas públicas que determinam a organização da sociedade portuguesa. Na Assembleia ou no Governo exercem um mandato ratificado pelos cidadãos, e têm a obrigação de prestar contas de forma permanente sobre o modo como o exercem.

Em geral o Estado, a esfera formal onde se forma a decisão e se gerem os negócios do país, tem de abrir urgentemente canais para escutar a sociedade civil e os cidadãos em geral. Deve fazê-lo de forma clara, transparente e, sobretudo, escrutinável. Os portugueses têm de poder entender as razões que presidem à formação das políticas públicas que lhes dizem respeito.

A SEDES está naturalmente disponível para alimentar esses canais e frequentar as esferas de reflexão e diálogo que forem efectiva e produtivamente activadas.

Sedes, 21 de Fevereiro de 2008

O Conselho Coordenador

(Vitor Bento (Presidente), M. Alves Monteiro, Luís Barata, L. Campos e Cunha, J. Ferreira do Amaral, Henrique Neto, F. Ribeiro Mendes, Paulo Sande, Amílcar Theias

terça-feira, janeiro 29, 2008

Fitas...


Porto: Sócrates diz que «fitas» da CGTP não o intimidam
O primeiro-ministro, José Sócrates, assegurou hoje, no Porto, que não se deixa intimidar pelas manifestações organizadas pela CGTP, que reduziu a «fitas para as televisões filmarem».

«A CGTP acha que me intimida colocando manifestantes a gritar insultos, mas comigo isso não resulta, não me deixo intimidar com este tipo de actuações», afirmou Sócrates, em declarações aos jornalistas no Porto, depois de ter presidido à criação do Instituto de Inovação e Investigação de Saúde (I3S).

O chefe do governo foi recebido à entrada da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte por certa de meia centena de manifestantes, que o apuraram e vaiaram.

«Não me deixo intimidar, nem me desvio do meu caminho com estas manifestações e insultos«, frisou.

José Sócrates salientou ainda que estas iniciativas da CGTP »são actuações a que o país já se habituou«.

«Há 30 anos que faz as mesmas fitas, apenas para as televisões filmarem», frisou.

Diário Digital / Lusa

Será que os manifestantes que protestam por esse país fora, são todos da CGTP ou do PCP?
Uma pergunta inocente fica a pairar no ar...

Fitas...

Só se forem as do Primeiro Ministro...

And the oscar goes to...
José Sócrates

domingo, dezembro 23, 2007

Ao Ponto que Chegámos...




Para Ler, Pensar e Repensar…

«Banco Alimentar - "Há médicos e professores a pedirem-nos ajuda para dar de comer aos filhos"


Jornal Expresso - Raquel Moleiro, com Isabel Vicente, 1/12/2007

A denúncia parte de Isabel Jonet, presidente do Banco Alimentar. São os novos pobres: a classe média sobre endividada.

Manuela, 33 anos, hesitou antes de escrever aquele e-mail para o Banco Alimentar Contra a Fome (BACF). E mesmo enquanto o redigia, não tinha ainda a certeza de, no fim, ter coragem de carregar no botão de enviar. Ela, bacharel em Relações Internacionais, quadro de um ministério, casada com um professor de educação física ex-atleta olímpico. Ela, mãe de uma bebé com cinco meses, tinha agora de pedir ajuda para alimentar a família. O marido que ficou sem emprego, um salário de 2000 Euros que desapareceu no mês em que festejaram a gravidez, a renda da casa, que foi falhando vezes de mais, o cartão de crédito gasto até ao limite, o apartamento trocado por um quarto, e nem assim a comida chegava à mesa . "No dia em que enviei o mail faltavam três semanas para receber e só tinha 80 cêntimos, explica. "Havia para a bebé, mas nós íamos passar fome".

O caso tem um mês. Ana Vara, assistente social do BACF, ligou a Manuela mal leu o pedido. E disse-lhe o que tanto tem repetido ultimamente: não tenha vergonha, não é a única. "Nos últimos quatro meses, mais que duplicaram os pedidos directos ao banco alimentar. E há cada vez mais casos de classe média ", garante Isabel Jonet. A directora do BACF chama-lhes " os novos pobres ": empregados, instruídos, socialmente integrados, mas, ainda assim, vítimas da pobreza e até da fome. Nos últimos três meses, chegaram ao banco alimentar de Alcântara 250 casos, 30% dos quais se enquadram nesta nova categoria. E em todos há pontos transversais: mais mulheres, muitas mães, desemprego inesperado, rupturas familiares, e sempre sobre endividamento.

(...) As famílias tradicionalmente carenciadas aparecem no banco alimentar, pedem olhos nos olhos. Os novos pobres gritam por ajuda, envergonhadamente, através do correio electrónico. Como Luciana, médica, cujo desemprego súbito do marido fez ruir a estrutura económica do lar de nove filhos. Sem ele saber, sem o magoar de vergonha, pediu apoio alimentar para um casa onde nunca tinha faltado nada.


Entretanto, nem tudo são lágrimas:

O lucro do Millennium BCP atingiu 191 milhões de euros no primeiro trimestre do ano. Os resultados em base recorrente cresceram 16% nos primeiros três meses do ano.

O Banco Espírito Santo divulgou quinta-feira um lucro de 139,8 milhões de euros no primeiro trimestre, mais 33% que no período homólogo.

O BPI obteve um resultado líquido de 96,8 milhões de euros no primeiro trimestre do ano, um valor que corresponde a uma subida de 30 por cento face a igual período do ano anterior.

O resultado do Banco Bilbao Viscaya y Argentaria (BBVA) subiu para pouco mais de 1,25 mil milhões de euros , mais 23% no resultado líquido no primeiro trimestre de 2007.

O Banco Santander Central Hispano obteve um resultado líquido de 1,8 mil milhões de euros , no primeiro trimestre do ano. Este valor representa mais 21% que no período homólogo...



Fernando Madrinha - Jornal Expresso - 1/9/2007:

«Centenas e centenas de famílias pedem conselho à Deco porque estão afogadas em dívidas à banca. São pessoas que ainda têm vontade e esperança de cumprir os seus compromissos. Mas há milhares que já não pagam o que devem e outras que já só vivem para a prestação da casa. Com o aumento sustentado dos juros, uma crise muito séria vem aí a galope.»

Não obstante, os bancos continuarão a engordar escandalosamente porque, afinal, todo o país, pessoas e empresas, trabalham para eles. Daí que os manda-chuvas do Millenium BCP se permitam andar há meses numa guerra para ver quem manda mais, coisa que já custou ao banco a quantia obscena de 2,3 mil milhões de euros em capitalização bolsista. Ninguém se rala porque, num país em que os bancos são donos e senhores de quase tudo, esse dinheirinho acabará por voltar às suas mãos.

(…), em que os jornalistas estão sempre a dizer que nada acontece - são notícias de mau augúrio. Remetem-nos para uma sociedade cada vez mais vulnerável e sob ameaça de desestrutruração, indicam-nos que os poderes do Estado cedem cada vez mais espaço a poderes ocultos ou, em qualquer caso, não sujeitos ao escrutínio eleitoral. E dizem-nos que o poder do dinheiro concentrado nas mãos de uns poucos é cada vez mais absoluto e opressor. A ponto de os próprios partidos políticos e os governos que deles emergem se tornarem suspeitos de agir, não em obediência ao interesse comum, mas a soldo de quem lhes paga as campanhas eleitorais.»

E-mail enviado por I.V.



É caso para dizer, ao ponto que isto chegou?
Será só a sociedade portuguesa?
Ou a crise é mundial?
O Consumo e o Capital, a muito obrigam nesta quadra…
Até quando o planeta azul aguentará esta loucura…?


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