segunda-feira, maio 21, 2012
domingo, maio 13, 2012
Penela interdita pesca à truta na Ribeira da Azenha
A Câmara de Penela quer que
a Autoridade Florestal Nacional interdite a pesca na Ribeira da Azenha, na
freguesia do Espinhal, para proteger as cerca de 500 trutas lançadas nas águas
há duas semanas.
O objectivo da autarquia é a
constituição de uma “zona de protecção” para “garantir a adaptação,
sobrevivência e preservação das trutas repovoadas”, disse nesta quinta-feira à
Lusa o agrónomo João Amílcar, do Gabinete de Desenvolvimento Rural da autarquia.
O responsável explicou que
as trutas, como foram desenvolvidas em viveiro, “necessitam de algum tempo para
se adaptarem ao meio selvagem”, podendo ser facilmente apanhadas, daí a
importância de ser criada uma zona de protecção durante esta fase.
“Houve quem soubesse do
repovoamento e fosse logo apanhar trutas, mas são pessoas com licença e estamos
na época em que se pode pescar”, disse Jorge Pereira, presidente da Junta de
Freguesia do Espinhal, que tomou a iniciativa de repovoar a ribeira.
Além de “devolver vida” à
ribeira, outrora com “fama na pesca à truta a nível regional”, segundo a
Câmara, o repovoamento visa sobretudo a reprodução da espécie. A maioria das
trutas (espécie fário) lançadas na ribeira tinha um tamanho médio de cerca de
sete centímetros e a espécie escolhida, que pode atingir nove anos de idade, é
destinada a águas turbulentas, característica da Ribeira da Azenha.
A monitorização da espécie
repovoada não está a ser feita. Mas, na opinião de João Amílcar, poderá ser
tema de trabalho para investigadores na área.
Embora o objectivo principal
da iniciativa seja o de restituir vida à ribeira, “em tempos com muitas
trutas”, uma das vertentes que poderá vir a ser equacionada é a pesca
desportiva. O município de Penela está a iniciar o processo de atribuição de
uma concessão de pesca desportiva a ser remetido a aprovação por parte da
Autoridade Florestal Nacional, e que é efectuada por despacho da ministra da
Agricultura, do Mar, do Ambiente e Ordenamento do Território, avançou João
Amílcar.
A Ribeira da Azenha
atravessa uma área designada por Pedra da Ferida, que conserva alguns
fragmentos de bosques autóctones - “testemunho vivo da paisagem subtropical
ibérica de há seis milhões de anos” - constituídos por Louriçais.
Com o objectivo de preservar
a fauna e a flora do meio ambiente fluvial, o município está a preparar uma
candidatura ao Programa de Desenvolvimento Rural - PRODER, que contempla a
“Manutenção e Recuperação de Galerias Ripícolas e Corredores Ecológicos”.
As intervenções na margem da
ribeira visam assegurar a preservação e salvaguarda dos recursos naturais e
“dinamizar uma actividade que poderá criar novas fontes de rendimento neste
espaço rural”.
Consciente do “enorme valor
ambiental” da zona, a Câmara tem desenvolvido um conjunto de trabalhos, com
entidades públicas e privadas, com vista a uma futura classificação como Área
Protegida Municipal e sua integração na Rede Nacional de Áreas Protegidas.
Fonte:Lusa
Etiquetas:
Espinhal,
Penela,
Ribeira da Azenha
sábado, maio 12, 2012
Para complementar obra, eis mais uma Comissão
“Ex-autarca de
Coimbra quer apressar continuação dos trabalhos. Além disso, defende que as
obras devem ir além da Lousã.
O Governo nomeou,
esta quinta-feira, o antigo presidente da Câmara de Coimbra, Carlos Encarnação,
para presidir à comissão interministerial encarregue da reprogramação das
obras do Metro Mondego. A suspensão das obras foi decidida pelo antigo Governo
socialista, um dos motivos que levou Carlos Encarnação a renunciar ao cargo
autárquico em Dezembro de 2010.
“Não pode uma obra
pública demorar o tempo que esta está a demorar e não pode ser analisada com
superficialidade. A obra justifica-se de acordo com o sentido complexo da
intervenção, não é apenas uma questão que se foque na linha da Lousã, é uma
outra solução de mobilidade mais vasta para Coimbra”, defendeu o responsável.
A nomeação de
Carlos Encarnação foi bem recebida pelas autarquias defensoras do projecto que
aguardam há várias semanas por uma reunião com o Governo. O encontro vai servir
para perceberem a nova calendarização do Metro Mondego.
No dia 23 de Maio
está marcada mais uma manifestação promovida pela comissão cívica do projecto
em frente ao Ministério da Economia.”
Fonte: RR
Ler mais em: Diário
de Coimbra e ainda Questões
Nacionais
Está bom de ver,
mais um tacho para os amigos, mais um trem de cozinha, que se prepara no dia 31
de Maio…
Depois de 1996, os
“poderosos” continuam a traçar estranhos jogos de poder, cozinhados quiçá à
volta duma caçoila, dum pavimento em forma de xadrez ou duma sauna, perante a
indiferença popular, que a pouco e pouco, os vai deixando a falar sózinhos.
Certo, certo é que
o Ramal já deixou de fazer parte da Rede Ferroviária Nacional, isto depois de
tanto dinheiro gasto e dalguma obra feita…
Vamos ver o que
isto dá, entretanto vamos afinando a voz para cantar as Janeiras, a gente tão
simpática, que tudo vai comendo…
Eles comem tudo e
não deixam nada… - Lá dizia José Afonso.
Houvesse vergonha
em tempos de austeridade, criticavam os outros.
Mas agora,
multiplicam-se as comissões, num jogo de cintura para eliminar gorduras, estranho
jogo do deve e haver, perante a cumplicidade da Troika?
segunda-feira, maio 07, 2012
Ideias precisam-se
Parece ser o tónico para mais uma
reunião do Movimento Cívico de Lousã e Miranda do Corvo, a ter lugar amanhã,
pelas 21 horas, na sede da ADFP, em Miranda do Corvo.
Aparece e traz um amigo também e
participa!
Nova carreira de transportes públicos na Lousã
Medida tem
como objectivo potenciar a mobilidade e apoiar o comércio tradicional.
Após, na semana passada, a Zona Empresarial do Alto do
Padrão ter passado a dispor de uma carreira de transporte público rodoviário,
facilitando assim a mobilidade de todos aqueles que operam neste pólo
empresarial, esta semana, mais precisamente no dia 05 de Maio, começou uma nova
carreira que tem início em Casal de Ermio, passando por Foz de Arouce, Gândaras
e terminando no Mercado Municipal da Lousã.
Refira-se que esta carreira, que se realiza às 3.ªs
feiras e Sábado, foi criada propositadamente para que os munícipes residentes
nas Freguesias envolvidas, possam efectuar as suas compras no Mercado Municipal
(que se realiza nestes dias) e também no Comércio Tradicional.
Esta nova carreira, devidamente articulada e
publicitada com as Juntas de Freguesia, prevê saídas de Casal de Ermio, às
08h20, com paragens em Vale Escuro, Marmeleira (cruzamento), Ponte Velha,
Covelos, Foz de Arouce, Fonte da Pulga, Póvoa da Lousã, Olival, Fontaínhas,
Papanata e chegada ao Mercado da Lousã às 09h. O circuito inverso tem início às
11h30m.
A nova carreira, a exemplo da criada para a Zona
Empresarial do Alto do Padrão, insere-se no Plano Municipal de Mobilidade de
Transportes Públicos Rodoviários e vai ao encontro de diversas medidas de apoio
aos munícipes e empresários do Concelho.
Com a colocação em funcionamento de mais esta fase do
Plano Municipal de Mobilidade de Transportes Públicos Rodoviários, a Câmara
Municipal pretende facilitar a mobilidade dos cidadãos e dar mais centralidade
às Freguesias do Concelho.
De referir que estas carreiras têm carácter
experimental e a sua manutenção dependerá de vários factores, nomeadamente da
avaliação do número de utilizadores.
Fonte: Câmara
Municipal da Lousã
quinta-feira, maio 03, 2012
Necropole medieval encontrada em Miranda do Corvo
Uma
necrópole da Idade Média foi descoberta em Miranda do Corvo durante as
escavações arqueológicas efectuadas no âmbito do projecto da Rede Urbana dos
Castelos e Muralhas Medievais do Mondego, anunciou no passado mês de Abril, a Câmara Municipal.
As
escavações arqueológicas foram realizadas na zona do Calvário, onde se situa a
igreja matriz, para tentar encontrar a muralha do castelo medieval que ali
existiu até finais do século XVIII. "Viemos para escavar um castelo e
descobrimos uma necrópole", disse à agência Lusa a arqueóloga Vera Santos,
responsável da equipa de campo que, desde o verão de 2011, procedeu aos trabalhos.
A arqueóloga explicou que, em 40 metros quadrados
foram identificadas 29 sepulturas, escavadas 25 e "levantados 38
indivíduos", devido a corpos enterrados em sobreposição. Uma necrópole
"com tantas sepulturas, com uma ocupação tão extensa, com material osteológico
tão bem preservado é rara em Portugal", sublinhou a responsável pelas
escavações.
"Quando temos sepulturas escavadas na rocha, em granito, falamos em uma, duas, três, no máximo, e quando se fala em necrópole, falamos em sete. Aqui, falamos em 29 e o facto de ser em xisto é também muito pouco usual e, normalmente, já não aparecem com tampas e com esqueletos", disse a arquelóga, para quem se está, neste caso, "perante uma estação arqueológica digna de registo".
Segundo Vera Santos, a maioria das sepulturas identificadas "são antropomórficas". A arqueóloga considera que esta necrópole "se destaca a nível nacional, pelo tamanho e pela rocha xistosa, pouco usual por se fragmentar muito".
Na actual zona do Calvário, junto da actual igreja matriz, localizava-se o castelo de Miranda do Corvo, que fazia parte da linha defensiva do Mondego juntamente com os de Penela, Germanelo (Penela), Soure e Montemor-o-Velho, importantes durante o período da reconquista cristã.
Do castelo resta apenas a torre - em que no início do século XX ainda era possível vislumbrar as cantarias quinhentistas -, reconstruída sem suporte documental e actualmente em estado de degradação, e uma antiga cisterna. "A transformação desta zona numa pedreira e, depois, as obras realizadas nos anos 60 do século XX, delapidaram o sítio, transformando-o e fazendo esquecer qualquer memória de que aqui tenha existido um castelo, pois apenas sobreviveu a torre sineira, completamente descaracterizada, e a cisterna", sublinhou Vera Santos.
Fonte: Jornal de Arqueologia
terça-feira, maio 01, 2012
Urso bebé no Parque Biológico da Serra da Lousã
O bicho ainda não tem nome,
mas já é um dos bebés mais falados de Miranda do Corvo.
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