quinta-feira, abril 21, 2011

Movimento exige ao Governo continuação das obras

Reunião do Movimento Cívico de Lousã, Miranda e Coimbra, dia 19 de Abril de 2011

Foi decidido exigir que o Governo:

1. Cumpra as conclusões aprovadas por unanimidade pela Comissão mandatada para evitar desperdícios na concretização do Metro Mondego. A Comissão sugeriu cortes de 58 milhões de euros.

2. Mande os empreiteiros continuar com as obras adjudicadas entre Serpins (Lousã) e Alto S. João (Coimbra) colocando os carris e as catenárias. A decisão de suspender as obras significa um desperdício de mais de 8 milhões de euros em indemnizações. Num período em que se deve poupar é tolice grave o Governo estar a atirar fora oito milhões de euros.

3. Para que o Metro Mondego esteja a circular em 2014, entre Estação Velha e Serpins, é fundamental que de imediato o Governo proceda á consignação das obras entre o Alto S. João e S. José dentro de Coimbra.

4. Estas são decisões tomadas por unanimidade pela comissão anti gorduras nomeada pelo Governo pelo que deverá o Governo dar cumprimento às conclusões e deixar de adoptar comportamentos irresponsáveis, com claros prejuízos para as pessoas e para o País.

5. Que cumpra a decisão tomada por unanimidade na Assembleia da Republica, garantindo a existência de um sistema de transporte publico de passageiros, sobre carris, entre Serpins e Estação Velha em Coimbra.

6. O Movimento decidiu contactar todos os principais partidos para, até as eleições, se pronunciarem pela necessidade de as obras do Metro Mondego terem continuidade. Este não é um investimento megalómano mas uma infra-estrutura que existia e que foi destruída pelo Governo, pelo que deve ser concluída a reconstrução, sob pena de se estar perante um crime de terrorismo.
Estas decisões foram tomadas por unanimidade.

7. O Movimento ainda analisou com preocupação algumas questões como o facto de haver Deputados do PS como Victor Batista e Paula Vitorino que sempre se bateram pelo Metro Mondego e que agora foram afastados pelo partido Socialista.

8. Na reunião foi analisada a necessidade de o partido Socialista ser fortemente punido eleitoralmente se insistir na suspensão das obras e na não colocação de carris e das catenárias.
Autarcas do partido Socialista presentes na reunião admitiram promover uma reunião de autarcas Socialistas dos três concelhos para exigir ao Governo que assuma as responsabilidades sob pena de não se sentirem mobilizados para apoiar a campanha do PS.
Na reunião foi também ventilada a possibilidade de boicote eleitoral, a exemplo do verificado em Serpins nas últimas eleições, dado o descontentamento das pessoas pelo comportamento terrorista do Governo que destruiu o ramal da Lousã existente há cem anos e que transportava mais de um milhão de passageiros ano.
O Movimento reunirá novamente no dia 3 de Maio de 2011, terça, pelas 21h.

Em consequência:

http://www.asbeiras.pt/2011/04/movimento-civico-exige-ao-governo-continuacao-das-obras-do-metro-mondego/

http://tv2.rtp.pt/noticias/index.php?t=Movimento-civico-insiste-em-exigir-ao-Governo-continuicao-das-obras.rtp&article=435144&layout=10&visual=3&tm=6

http://aeiou.visao.pt/metro-mondego-movimento-civico-insiste-em-exigir-ao-governo-continuicao-das-obras=f599508


Junta de Freguesia de Miranda do Corvo promove recolha de alimentos - Campanha de 2011

Sucesso é a palavra certa para definir esta realização da Junta de Freguesia de Miranda do Corvo, tal o enorme contributo dos Mirandenses.
Cerca de 3,5 toneladas foi o total angariado pelos cerca de 40 voluntários, que se entregaram de corpo e alma a esta causa, junto às superfícies comerciais de Miranda do Corvo, Intermarché, lidl, Minipreço e Docemel.
O espírito solidário dos Mirandenses foi, mais uma vez, fantástico e a campanha deste ano superou as melhores expectativas, o executivo da Junta calculava recolher algo semelhante ao recolhido no ano passado, 3 toneladas, alcançar estes números seria muito bom, dificilmente alguém pensaria mais alto, mas apoiados por um grupo fantástico de jovens o objectivo foi superado.

Na passada segunda-feira, 18 de Abril de 2011, o grupo de voluntários reuniu-se para colaborar na distribuição dos alimentos, 100 cabazes para outras tantas famílias e mais de uma tonelada para a Casa do Gaiato. Hoje mesmo os alimentos começaram a chegar à mesa daqueles que mais precisam e nestas duas semanas tudo estará distribuído.

A todos aqueles que de alguma forma colaboraram no projecto, a Junta de Freguesia de Miranda do Corvo deixa o seu mais sincero agradecimento, com um destaque especial aos voluntários e ao Sr. António Carvalho que emprestou uma loja para armazenagem dos produtos. Renovando a enorme satisfação pelo sucesso desta campanha.

Fonte: Junta de Freguesia de Miranda do Corvo

Não basta mudar as moscas... Propostas para restaurar a República, por Jaime Ramos


António Arnaut classificou o livro de Jaime Ramos como “acto de cidadania” e «uma pedra atirada à consciência de muitos".

O lançamento do livro “Não Basta Mudar as Moscas”, do ex-governador civil de Coimbra, Jaime Ramos, na noite de sexta-feira, lotou o Cinema de Miranda do Corvo, terra que o viu nascer. Com um trio de convidados de peso - o pai do Sistema Nacional de Saúde, António Arnaut, Linho Vinhal, jornalista e empresário da comunicação social e Fátima Ramos, presidente da Câmara de Miranda e irmã do autor – a cerimónia acabou por ser uma reflexão sobre o estado actual da democracia e, em simultâneo, o desfolhar de alguns traços de carácter de Jaime Ramos, revelado através de pequenas histórias do seu percurso.

«Este livro não foi escrito para alcançar qualquer lugar. Este livro foi escrito para incomodar», declarou António Arnaut, considerando que «Jaime Ramos fez uma análise profunda, lúcida e objectiva dos principais problemas do país».

Defendendo que a obra é «um acto de cidadania» que pode ser «uma pedra atirada à consciência de muitos mas, ao mesmo tempo, uma mão estendida a quem estiver interessado em salvar o país», o socialista destacou algumas das sugestões apontadas pelo autor para “restaurar a República”. Uma das mais enfatizadas prende-se com os votos brancos e nulos, que Jaime Ramos defende no livro que «deveriam contar e eleger/não eleger lugares vagos nos municípios, nas juntas, na Assembleia da República». Ideia aplaudida por António Arnaut que afirmou que «a democracia ganhava se o voto branco tivesse representatividade nas cadeiras do Parlamento».
Já Lino Vinhal, mais do que falar sobre a obra, contextualizou-a no percurso de vida de Jaime Ramos, recuando ao tempo em que o hoje presidente da Fundação ADFP foi deputado do PSD. «Foi dos mais novos deputados na Assembleia da República. Era o rapazito aí de Coimbra que mais questões colocou ao Governo sobre a nossa região e não só», contou o jornalista, sublinhando que Jaime Ramos «é chato, é incómodo, não é carreirista» e que uma das suas maiores qualidades é o «elevado espírito cívico que ele tem».

“Democracia não é o que conhecemos”.

«Sentia que vivíamos num Estado em que os nossos políticos estavam delirantes, via um primeiro-ministro continuar a dizer que era preciso fazer uma terceira ponte em Lisboa, que era necessário um novo aeroporto, que era preciso um TGV», considerou Jaime Ramos, esclarecendo o porquê de escrever um livro deste género. Uma ideia que surgiu durante as comemorações do centenário da República, quando o ex-deputado começou a constatar que se faziam «muitos elogios à primeira República, críticas à segunda, mas fechando os olhos ao presente».

«A democracia não é aquilo que nós conhecemos, é aquilo que podemos criar», anunciou, sublinhando que «democracia é o que aconteceu na Islândia», em que a população decidiu não pagar a dívida aos credores externos, através de um referendo. O autor explicou que o livro assenta em «três desígnios nacionais fundamentais», nos quais é necessário intervir, nomeadamente, o envelhecimento da população portuguesa, o «desprezo pelo território» e a balança externa.

A cerimónia presidida por Fátima Ramos, que mais do que presidente de Câmara, falou como irmã, recordando algumas histórias de infância do autor, começou com uma actuação do Grupo Coral da Universidade Sénior da Fundação ADFP.

Notícia de Susana Ramos no Diário de Coimbra de Domingo 17/Abril

Penela: apresentação do livro Não basta mudar as moscas

Sexta-feira, 29 de Abril às 21:00

Local: Centro Estudos Locais e R Salvador Arnaut

Lousã apresentação do livro Não basta mudar as moscas

Domingo, 1 de Maio às 15:00

Local: Biblioteca Municipal

Lisboa Apresentação do "Não basta mudar as moscas"

Terça-feira, dia 10 de Maio, 18h, numa livraria FNAC

Serão oradores António Capucho, Conselheiro de Estado, Ex Ministro e ex Secretário-geral do PSD, e Carvalho da Silva, Secretário-geral da CGTP, comunista.

Vão ser, seguramente, duas excelentes leituras, diferentes, do livro


sexta-feira, abril 15, 2011

Taça da Europa de Cadetes de Judo

O Pavilhão Municipal de Miranda do Corvo vai receber este Sábado, o Campeonato de Judo da Zona Centro, que vai decorrer a partir das 14 horas e 30.

Esta prova vai reunir cerca de 270 atletas sub-23.

Miranda do Corvo será assim, mais uma vez, palco de uma importante competição de judo que certamente vai deliciar a assistência com muitos momentos de grande espectáculo.

De resto, Abril será o mês do judo em Miranda do Corvo dado que se realizarão várias provas, nomeadamente o Estágio Nacional de Katas, entre 9 e 11 de Abril. No fim-de-semana de 16 e 17 de Abril, Miranda do Corvo acolhe a Taça da Europa de Cadetes, importante prova que se realiza pelo 4.º ano consecutivo.

Esta prova é organizada pela Associação Distrital de Judo de Coimbra e pela Secção de Judo da Casa do Povo de Miranda do Corvo e com o apoio da Câmara Municipal de Miranda do Corvo.

terça-feira, abril 12, 2011

Bons velhos tempos

Nostalgia...

I Encontro do CISED - Próximo Sábado

Seminário "Eficiência Energética: Políticas, Incentivos e Soluções"

“Eficiência energética: políticas, incentivos e soluções” é o tema do seminário promovido pela Agência Regional de Energia e Ambiente do Centro (AREAC), que se realiza no próximo dia 14 de Abril, quinta-feira, no Auditório Municipal de Penela, onde serão abordados temas como os apoios financeiros para as PME’s para promoção da eficiência energética.

“Eficiência energética: políticas, incentivos e soluções” é o tema do seminário promovido pela Agência Regional de Energia e Ambiente do Centro (AREAC), com inscrições gratuitas, mas sujeitas a marcação para o telefone 913 326 212, 239 542 939 ou para o email areac@mail.telepac.pt.

Este seminário vai abordar diversas temáticas, das políticas e sistemas de incentivo, à eficiência energética, sem esquecer os apoios financeiros para investimentos na eficiência energética destinados às pequenas e médias empresas.

O seminário tem início às 10h30 e o encerramento está previsto para as 19h30.

Recorde-se que a AREAC é uma pessoa colectiva de direito privado sem fins lucrativos, constituída em Julho de 2003 por vários municípios da Região Centro (C. M. de Cantanhede, C. M. de Castanheira de Pêra, C. M. de Coimbra, C. M. de Figueira da Foz, C. M. de Figueiró dos Vinhos, C. M. de Góis, C. M. de Lousã, C. M. de Miranda do Corvo, C. M. de Montemor-o-Velho, C. M. de Pedrógão Grande, C. M. de Penela, C. M. de Vila Nova de Poiares e EDP Distribuição). Tornar a Região Centro numa região sustentável, impulsionando a protecção ambiental e o desenvolvimento económico com as melhores práticas de eco-eficiência e promovendo a utilização racional de recursos humanos endógenos é a missão desta agência regional.

SEMINÁRIO "EFICIÊNCIA ENERGÉTICA: POLÍTICAS, INCENTIVOS E SOLUÇÕES"

14 Abril 2011

Auditório da Biblioteca Municipal de Penela

10h30 | Sessão de abertura

ADENE – Eng.º Paulo Calau

RNAE – Eng.º Tiago Gaio

AREAC e CM Penela – Eng.º Paulo Júlio

I PAINEL – POLÍTICAS E SISTEMAS DE INCENTIVO

Moderador | Eng.º Paulo Calau (ADENE)

11h | Perspectivas do PNAEE no quadro do SGCIE (Eng.º Paulo Calau, director ADENE)

11h20 | Sistemas de incentivos para a eficiência energética (Dra. Isabel Damasceno, CCDRC)

11h40 | Apoios financeiros para investimentos na eficiência energética: uma abordagem bancária dos instrumentos financeiros destinados às empresas (Dr. José Alberto Pereira, Caixa Geral de Depósitos)

12h | Certificação energética: desafios e dificuldades no terreno (Engº Sérgio Assunção, Sociedade Portuguesa da Certificação de Edifícios, Lda.)

12h20 | Debate

13h | Almoço livre

II PAINEL – EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

Moderador | Eng.ª Anais Baptista (AREAC)

14h30 | Guia da eficiência energética (Engº Paulo Nogueira, direcção do desenvolvimento sustentável, ADENE)

14h50 | Edifícios sustentáveis (Engº Ricardo Sá, Edifícios saudáveis)

16h10 | Biomassa para aquecimento de edifícios: desafios e dificuldades (Engª Teresa Almeida, Centro de Biomassa para a energia)

16h30 | Pausa para café

17h | ILUPub: melhoria da eficiência energética energética na iluminação pública (Engº Tiago Gaio, AREANA TEJO)

17h20 | Soluções eficientes no mercado (SIEMENS)

17h40 | Descentralização da produção de energia: caso prático (Dra. Valéria Reva, ADAI)

18h | Debate

19h30 | Encerramento

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