terça-feira, julho 26, 2011

Machadada final


Projecto de fora dos fundos comunitários

Deixar metro “de fora do QREN” é passar atestado de óbito ao projecto

“A “preocupação” de Álvaro Maia Seco é justificada com o facto de o Metro Mondego não ter sido incluído na reprogramação dos fundos comunitários “enviada, há 10 dias, para Bruxelas pelo Governo” de Passos Coelho

Álvaro Maia Seco, antigo presidente do Conselho de Administração da Sociedade Metro Mondego (SMM), está «muito preocupado» com o futuro do projecto do metro. Ontem, na reunião quinzenal do executivo municipal, o vereador eleito pelo PS justificou o sentimento por saber que, «há 10 dias, foi decidido pelo Governo enviar para Bruxelas a reprogramação - não é assim que se diz - do QREN [Quadro de Referência Estratégico Nacional]». «Para mim, é com espanto que o Metro Mondego ficou de fora», expressou Maia Seco, antes de se dizer «surpreso» pelo facto de o Metro do Porto integrar a lista enviada para Bruxelas e o do Mondego não.

«Sem o financiamento do QREN, muito dificilmente novas empreitadas serão concretizadas», assumiu o antigo administrador da SMM, considerando que «o Governo anterior portou-se muito mal com o projecto, mas este quase está a passar um atestado de óbito». Ontem, após a reunião camarária, Álvaro Maia Seco informou que, entre o executivo, «ninguém falou, nem se manifestou» sobre o assunto, embora, acrescentou o vereador, «o presidente [João Paulo Barbosa de Melo] informou que foi garantido que daqui a seis meses é possível uma nova reprogramação e incluir o Metro Mondego».” In Diário de Coimbra

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