quarta-feira, novembro 28, 2007

À Descoberta do Talasnal


«Descobrir a gastronomia e cultura da aldeia lousanense Talasnal é o desafio que a Associação de Desenvolvimento Centro Dinamizador das Aldeias do Xisto propõe para este sábado.

Organizada em parceria com a empresa Sinergiae, a iniciativa promete fazer despertar os sentidos, com destaque para os aromas e perfumes da serra e o canto dos riachos, mas também para a degustação de uma refeição típica da aldeia.

As inscrições devem ser feitas preferencialmente até amanhã, dia 29. O preço promocional de lançamento é de 50 euros por pessoa, sendo que inclui todas as actividades, acções e o serviço de catering e workshop gastronómico, que consiste em almoço e lanche confeccionados a lenha.

Reservas pelos telefones 239 821 057, 962 929 069 ou pelo email reservas@sinergiae.pt. Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o JavaScript terá de estar activado para que possa visualizar o endereço de email Taslanal segue-se às aldeias de Janeiro de Cima, Gondramaz e Fajão.»

In Campeão das Provincias


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segunda-feira, novembro 26, 2007

Quercus põe em causa avanço da obra do projecto Pescanova

«QUERCUS e Ambientalistas da Galiza Alertam para os Pecados Ambientais do empreendimento da Pescanova em Mira

Activistas da QUERCUS e de algumas associações galegas, nomeadamente ADEGA e Plataforma Vizinhal de Corrubedo, que têm acompanhado as consequências ambientais de projectos aquícolas, efectuaram uma acção de alerta no passado Sábado, dia 24 de Novembro, entre as 10:30 e as 12:00 horas, nos terrenos junto à Praia de Mira onde a PESCANOVA está desenvolver o Projecto Aquícola de Engorda de Pregado. Num cenário de cerca de 100 hectares de floresta arrasada, com dunas e solos mobilizados e maquinaria pesada presente no terreno, a QUERCUS irá colocar 5 bidões de cores diferentes, em alusão aos tanques de engorda que serão instalados e representando os cinco pecados ambientais deste projecto PIN em Rede Natura 2000. Os ambientalistas da ADEGA presentes nesta iniciativa estarão disponíveis para testemunhar as consequências ambientais negativas dos projectos aquícolas que a PESCANOVA tem desenvolvido na Galiza.

O que está em causa?



O Projecto Aquícola de Engorda de Pregado da Pescanova classificado como PIN (Potencial Interesse Nacional) está a ser desenvolvido no Sítio de Rede Natura 2000 “Dunas de Mira, Gândara e Gafanhas”. A Quercus está a contestar em tribunal a venda do terreno por parte da Câmara Municipal de Mira à PESCANOVA e já interpôs uma providência cautelar em tribunal para evitar que a obra continue a degradar os habitats naturais existentes. O projecto está a ser implementado em Rede Natura 2000 onde existem três habitats prioritários em termos de conservação, em zona desafectada do Perímetro Florestal e da Reserva Ecológica Nacional e condicionada pelo Plano Director Municipal de Mira como Espaço de Salvaguarda Estrita.»



in http://www.quercus.pt

«A Quercus afirmou ontem que o avanço da obra do projecto da Pescanova, em Mira, desrespeita a decisão do Tribunal Administrativo de Coimbra, onde a associação ambientalista entregou uma providência cautelar a solicitar a suspensão dos trabalhos.



«As obras deviam ter sido paradas aquando das notificações judiciais [enviadas à Pescanova a 13 de Novembro e à autarquia de Mira um dia depois] e isso não aconteceu. O que está aqui em causa é um desrespeito pelos tribunais», disse à Lusa Hélder Spínola, dirigente da Quercus.
Entendimento diferente tem o Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Desenvolvimento Regional (MAOTDR) que, em comunicado, afirma que o requerimento de suspensão de eficácia da Declaração de Impacte Ambiental (DIA) do projecto aquícola de engorda de pregado, apresentada em tribunal pela Quercus, impede a continuação da sua execução, «salvo se for reconhecido que tal diferimento resulta gravemente prejudicial para o interesse público».
Nesse sentido o secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, reconheceu, em despacho datado de sexta-feira, os graves prejuízos para o interesse público resultantes de um eventual diferimento na execução da DIA «e determinou a continuação da sua execução, pelo que a realização das obras associadas ao projecto em questão podem prosseguir».
Segundo o MAOTDR, os graves prejuízos para o interesse público «estão relacionados com os riscos de inexecução do projecto até à data de 31 de Dezembro de 2008».


«Inexecução essa que representará não só um desperdício de fundos comunitários, em prejuízo do interesse público, como o inevitável comprometimento da instalação em Portugal de um projecto capaz de produzir um efeito estruturante para a economia portuguesa», frisa.
No entanto, a Quercus contesta os argumentos do Ministério do Ambiente, frisando que o despacho governamental «não é automático» e tem de ser enviado ao tribunal para decisão.


«Já esperávamos esse argumento, o Governo tem realmente esse mecanismo mas ele não é automático. O despacho tem de ser enviado para os tribunais e o juiz é que vai decidir», disse Hélder Spínola.
«Até isso acontecer as obras têm de estar paradas e não estão», acrescentou, anunciando que a Quercus vai contestar junto do Tribunal Administrativo de Coimbra o despacho do secretário de Estado do Ambiente.


Dinamizado pelo grupo Pescanova, o projecto “Acuinova” de Mira prevê a conclusão da primeira fase em 2008, passando a produzir 7 mil toneladas/ano de pregado, o que o transformará no maior centro de produção daquela espécie no mundo.


A “Acuinova”, que numa segunda fase espera produzir 10 mil toneladas/ano, prevê criar 200 postos de trabalho directos e mais 600 indirectos.


O projecto, localizado no sítio de Rede Natura 2000 Dunas de Mira, Gândara e Gafanhas, é constestado pelos ambientalistas, que apontam impactes ambientais negativos da obra.


A Quercus diz existirem naquela área três habitats prioritários em termos de conservação e tratar-se de uma zona central ao sítio da Rede Natura 2000 onde o projecto vai potenciar o seu efeito negativo na fragmentação de habitats.


Por seu turno, o Ministério do Ambiente alega que apesar de o projecto se implantar em zona de Rede Natura 2000 «não serão afectados habitats prioritários nem serão afectados significativamente outros habitats naturais com estatuto de protecção legal, estando assim assegurada a não afectação da integridade do Sítio».
«Não obstante, as condições constantes na DIA permitirão salvaguardar os valores naturais existentes», frisa o MAOTDR.»


In Diário de Coimbra

sábado, novembro 24, 2007

«Vivó Porco» - Festival Gastronómico


Conhecido por reclamar para si o título de “Capital da Chanfana”, o município de Miranda do Corvo promove este fim-de-semana mais uma iniciativa dedicada à divulgação da gastronomia tradicional do concelho mas desta vez abordando as diversas maneiras de confeccionar a carne de porco.

“Vivó Porco”, iniciativa que a Câmara Municipal de Miranda do Corvo promove com o apoio da da Dueceira, pretende atrair visitantes ao concelho apelando-lhes ao paladar através de alguns pratos tradicionais como é o caso do sarrabulho e do bucho, ou até mesmo dos enchidos de carne de porco.

O festival gastronómico decorre a partir de hoje (sábado) e domingo, em mais de duas dezenas de restaurantes do concelho. A Parreirinha, Alheda-Caracol, Araújo, Brazão 2005, Café Dueça , Colher de Pau, Estação de Sabores, Fajú, Manjar do Dia, Brasileiro, Caniço, Careca, Carpinteiro, Dino, Espanhol, Ferrador, Grelhador, Pedroso, Retiro do Mendes, Telheiro, Paris e Teia são os estabelecimentos de restauração onde os visitantes poderão provar as diferentes especialidades confeccionadas à base de carne de porco e seus derivados.

In Campeão das Províncias



Miranda do Corvo é a “Capital da Chanfana” graças ao prestígio da gastronomia do concelho, nomeadamente a chanfana, os negalhos e a sopa de casamento, pratos à base da carne de cabra, promovidos pela autarquia.

Através da realização de várias iniciativas de divulgação gastronómica muitas pessoas têm visitado Miranda do Corvo e os restaurantes do concelho.

No entanto, a gastronomia de Miranda do Corvo não se esgota nos pratos à base de carne de cabra, sendo também muito expressivos na gastronomia concelhia os pratos à base de carne de porco, como por exemplo o sarrabulho, o bucho, os enchidos e o leitão, entre outros.

Dentro da lógica de defesa da gastronomia tradicional concelhia, a Câmara Municipal, com o apoio da UAC da Dueceira, vai realizar o fim-de-semana gastronómico dedicado à carne de porco, sob a sigla “VIVÓ PORCO”.

Parreirinha (sarrabulho, bucho recheado, pingo, febras), Alheda-Caracol (bucho recheado, sarrabulho, lombo assado), Araújo (sarrabulho, entremeada assada no forno, lombo assado), Brazão 2005 (espetada, entrecosto, grelhada mista), Café Dueça (bucho recheado, febras), Colher de Pau (bucho recheado, grelhada mista, naco de porco na telha, secretos de porco preto), Estação de Sabores (sarrabulho, secretos de porco), Fajú (febras, entrecosto, costeletas), Manjar do Dia (entrecosto, febras, grelhada mista, secretos de porco preto), Brasileiro (rojões à S. Martinho, grelhada mista, carne de porco à portuguesa), Caniço (bucho recheado, sarrabulho, febras, costeletas, entremeada), Careca (sarrabulho, febras, carne de porco à alentejana, grelhada mista), Carpinteiro (sarrabulho, costeletas, febras, lombo assado), Dino (sarrabulho, bifes enrolados, bifanas, carne de porco à alentejana), Espanhol (bucho recheado, sarrabulho), Ferrador (sarrabulho, leitão, grelhada mista), Grelhador (bucho recheado, sarrabulho, bifes de porco com cogumelos, pernil no forno), Pedroso (sarrabulho, bifanas, grelhada mista), Retiro do Mendes (bucho recheado, carne de porco à alentejana, lombo de porco assado), Telheiro (sarrabulho, carne de porco no espeto, naco à casa, costeleta na telha), Paris (sarrabulho, espetadas de porco, costeletas panadas e recheadas) e Teia (sarrabulho, febras de porco com castanha, arroz de carqueja) são os restaurantes aderentes onde os visitantes poderão degustar estes ricos pratos confeccionados à base de carne de porco, entre nos dias 23, 24 e 25 de Novembro.

A riqueza de uma terra é composta por vários factores: as suas gentes, o seu património, as suas paisagens, as suas tradições e a sua gastronomia. A promoção destes valores, nomeadamente a gastronomia, contribui para que essa riqueza não se perca, daí o empenho da Câmara Municipal na organização desta iniciativa que pretende divulgar o que de melhor tem o concelho.

In http://www.mirandadocorvo.com/index.php?pagina=noticias&id=73



Mercadinho do Botânico associa-se à Semana Nacional da Agricultura Biológica

«Apostando na divulgação da agricultura biológica, o habitual Mercadinho do Botânico associa-se hoje, 24 de Novembro de 2007, à segunda edição da Semana Nacional da Agricultura Biológica, que está a decorrer até ao próximo domingo, promovida pela Associação Interprofissional para a Agricultura Biológica.

Porque os produtos biológicos “continuam a ser pouco e mal conhecidos pela generalidade dos consumidores portugueses que, em boa parte, ignoram como podem contribuir para a sua saúde, para o seu bem-estar, para o ambiente equilibrado e o crescimento sustentável dos seus países e para o futuro dos seus filhos”.»

In Campeão das Províncias



Mais sobre Agricultura Biológica em:

http://www.agrobio.pt


«Tribunal de Contas põe em dúvida contas de Correia de Campos»

As dívidas do Serviço Nacional de Saúde (SNS) aumentaram 40% face ao ano anterior e o passivo dos hospitais-empresa disparou. Estas são conclusões de uma auditoria que contesta as contas apresentadas por Correia de Campos.
Ainda assim, o ministro declara-se «optimista face aos progressos» financeiros do SNS.

In Sol

«As Administrações das EPE ficam caras. E os pagamentos de serviços que estas contratam também!


Quando é que vai parar a destruição do SNS?


Parece-me importante divulgar esta mensagem para acabar com a campanha que o Ministro da Saúde e o governo querem fazer passar!»

Gabriela Francisco

Encerrado para Obras, Clones e Clowns

sexta-feira, novembro 23, 2007

Oficina de Dança Natural

Mosteiro de Semide em Obras!


«É desta», afirma a presidente da Câmara de Miranda do Corvo, perante a recente informação do gabinete do primeiro-ministro que dá conta da existência de verba para a realização das obras da 2.ª fase de recuperação do Mosteiro de Semide.

Coincidência ou não, nas vésperas da conferência de imprensa marcada pela Câmara Municipal de Miranda do Corvo para denunciar o atraso nas obras de requalificação do Mosteiro de Semide, o gabinete do primeiro-ministro informou a autarquia de que foi já aprovada uma portaria e que existe um protocolo assinado no qual está definida uma verba de dois milhões e meio de euros, dos quais 400 mil afectos a 2007, para avançar com a 2.ª fase da requalificação do mosteiro. A presidente da Câmara de Miranda do Corvo está, por isso, convicta que as obras no monumento nacional vão arrancar ainda este ano. Caso contrário «poderá perder-se irremediavelmente um património de valor inestimável, quase milenar».
As obras de recuperação do Mosteiro de Semide foram alvo de um protocolo celebrado em 1999, entre o Instituto do Emprego e Formação Profissional e a Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais. A 1.ª fase das obras só viria, contudo, a arrancar em 2003, sendo concluída no ano seguinte. Nesta altura teve início a preparação da 2.ª fase da obra (construção de salas que vão ser utilizadas pelo CEARTE, recuperação e consolidação do claustro e construção de uma sala que vai funcionar como museu de arte sacra), para a qual chegou a existir uma verba para permitir o início imediato desta empreitada. «Não se compreende que a obra não tenha ainda arrancado, passados que estão quase quatro anos após o final da 1.ª fase», lamentou ontem, em conferência de imprensa a presidente da autarquia.


Mas os “azares” do mosteiro não se ficaram por aqui. No ano passado as obras foram novamente adiadas na sequência de um despacho do secretário de Estado Adjunto e do Orçamento e, apesar «apesar das fases do concurso estarem concluídas e a obra preparada para se iniciar, a mesma não foi adjudicada e consignada» por problemas administrativos que dificultaram a resposta a solicitações do Tribunal de Contas, criticou Fátima Ramos.


São «adiamentos sucessivos e inexplicáveis» que levaram a autarquia a fazer diligências junto de todas as entidades (Governo, Assembleia da República e secretário de Estado da Cultura). «Felizmente, na sexta-feira fomos informados pelo gabinete do senhor primeiro-ministro que foi aprovada uma portaria e que existe protocolo assinado com validade de dois anos, no qual está definida uma verba de 2.500.000 euros, dos quais 400.00 euros são afectos a 2007», disse Fátima Ramos, que aguarda agora apenas pela publicação da portaria para que as obras e iniciem. «Acho que agora não há razões para que não comecem com as obras. Acredito que é desta», afirmou Fátima Ramos para quem a não realização das obras em falta coloca em risco o monumento que é património nacional e que, para além de todo o seu valor arquitectónico, é um mosteiro «com vida», onde funciona uma vertente formativa (pólo do CEARTE) e uma social (lar da Caritas Diocesana de Coimbra).



Mosteiro “vítima” de várias catástrofes



Obras urgentes para que não se perca o que ainda resiste



Fundado em 1154, o Mosteiro de Santa Maria de Semide foi inicialmente ocupado por monges beneditinos, transformando-se, mais tarde, num convento de freiras. Ao longo dos anos foram muitas as catástrofes que o atingiram e que ditam agora uma intervenção urgente. Só incêndios foram três, de grandes dimensões. Em 1664 um incêndio devorou a maior parte do edifício que foi reconstruído em 1697, com a actual igreja. Em 1964 novo fogo destrói a ala poente e, mais recentemente, em 1990, um outro incêndio destruiu o claustro velho, a casa do capítulo e a sacristia. A 25 de Outubro de 2006 parte do claustro ruiu. «No ano passado, aquando das intempéries, perdeu-se parte do claustro quinhentista. Urge iniciar de imediato as obras para que não se perca o restante», afirma a presidente da autarquia para quem a não continuidade das obras põe em risco o património e as intervenções já realizadas em 2003.”


in Diário de Coimbra

quinta-feira, novembro 22, 2007

Nova Biciletada

A realizar no próximo dia 30 de Novembro de 2007, com início às 18 horas, no Largo da Portagem, em Coimbra.
O link para mais informações:
http://www.massacriticapt.net/?q=sobre-a-massa-critica/massa-critica-em-coimbra

segunda-feira, novembro 19, 2007

Flexisegurança = Flexidesemprego + Instabilidade e Caos Social = Escravatura

Há uns dias atrás, em grandes parangonas, o primeiro-ministro anunciava que tinha criado 106.000 novos empregos, hoje soube-se que o número de desempregados qualificados tinha ultrapassado a fasquia dos 170.000 e que tinham aumentado os contratos a termo e o número de trabalhadores temporários…

Para além disso, segundo me confidenciaram há alguns dias atrás, as estatísticas do SNE, os números apresentados não correspondem à verdade…

Os números andam para cima ou para baixo, consoante os gostos do freguês.

Ao promover a flexisegurança em Portugal, Sócrates está a promover o desemprego, a incerteza no futuro, o trabalho precário, os baixos salários, a instabilidade social e o caos! Para não falar da manipulação e as jogatanas que há nos concursos com firmas da limpeza ou de segurança em vários serviços públicos, dava um filme «Corrupção II»…

Agora imaginemos o país cheio de firma de trabalhadores temporários, os tachos que não se iriam criar…

É certo que não estamos no Reino da Dinamarca, em que toda a população muda de emprego de 5 em 5 anos…

E os ordenados são outros!

Os recém licenciados vêem com apreensão o dia de amanhã, pois nada é certo.

Os patrões e a banca terão milhares de escravos prontos para o trabalho todos os dias, nas condições e nos termos, que quiserem.

Estranha-se ainda que se venha falar em mão-de-obra qualificada, quando o Ministro da Economia vai para a China anunciar os baixos salários praticados em Portugal…

De Socialista tem este governo pouco…

Terá Sócrates contabilizado os portugueses, que procuraram melhores paragens, depois do Partido Socialista ter ganho as eleições.

Quantos terão rumado a Angola, Espanha, Reino Unido e Suiça?

Por certo devem ultrapassar os 100.000 portugueses…

Amigos chegados de Angola e Luanda, dizem-me que a capital angolana se transformou num estaleiro imenso e que são cada vez mais os portugueses descontentes a desembarcarem naquelas paragens, com destino à capital angolana e não só… Participando no esforço de construção duma nação inteira, no maior «boom» económico a nível mundial.

Há quem fique mal disposto em terras angolanas vendo os negócios mais apetitosos fugir para mãos chinesas…

Pois só há habilidade para ajudar a Guiné Bissau e Timor Leste.

Para não falar do Estádio oferecido à Palestina…

Enquanto por cá se fecham Hospitais, Escolas e Serviços Públicos…

Tudo em nome do progresso e de Bruxelas.

Qualquer dia arriscamos-nos ao interior ficar deserto, a população envelhecida, pois os nossos jovens procuram melhores paragens e novas oportunidades.

Texto – Mário Nunes

Fim de Semana Gastronómico «Vivó Porco»

Encontro de Coros

sábado, novembro 17, 2007

Prestige: 5 anos depois quase tudo na mesma

«Cinco anos depois do acidente com o Prestige, o mar português, com área 18 vezes superior ao território terrestre e uma das cinco zonas económicas exclusivas maiores do Mundo, onde passa 30% do crude mundial em cerca de 12 petroleiros por dia, continua a mercê da ocorrência de marés negras.»

Ler mais em:

http://www.quercus.pt/scid/webquercus/defaultArticleViewOne.asp?articleID=2216&categoryID=567

quinta-feira, novembro 15, 2007

Ramal da Lousã: ainda há tempo para o defender?

«Debate conclui que electrificação é a solução mais eficaz para a linha.
A necessidade de fornecer mais informação ao público sobre as consequências da implantação do projecto do Sistema de Mobilidade do Mondego no Ramal da Lousã, a inadequação deste modelo de transportes a uma linha de montanha foram algumas realidades realçadas no debate alusivo à ferrovia, dia 10 de Novembro de 2007, no auditório da Biblioteca Municipal da Lousã. Uma iniciativa inserida nas comemorações do 40º aniversário do semanário Trevim e ainda no centenário do ramal.


Participaram na mesa de intervenções, João Silva, director do semanário Trevim, Casimiro Simões, jornalista, que já exerceu o cargo de director do jornal, Pedro Malta, presidente da Assembleia Geral da Cooperativa Trevim e Manuel Tão, investigador da Universidade do Algarve com mestrado e doutoramento concluídos em Londres acerca do caminho-de-ferro internacional.


Pedro Malta começou por traçar a história do Ramal da Lousã, apresentando também o livro “O Caminho-de-Ferro de Arganil” como uma interessante leitura para os interessados em saber as guerras políticas e os problemas orçamentais que fizeram com que o caminho-de-ferro não chegasse a Arganil, quando até se chegou a construir um túnel na garganta do Cabril.

De acordo com os participantes no debate, o Sistema de Mobilidade do Mondego trará diversos inconvenientes. Durante a execução da obra, implicará o encerramento do ramal ao longo de anos, sendo o transporte feito em autocarros, levantando-se questões como a quantidade de carreiras necessárias para transportar os actuais utentes da ferrovia, bem como as condições de entrada deste transporte rodoviário em Coimbra, nas horas de ponta. Prevê-se que muitas pessoas optem pela utilização do transporte particular causando maior afluência de tráfego na Estrada da Beira, já actualmente bastante congestionada. Estas pessoas foram consideradas clientes “perdidos” para o caminho-de-ferro, na medida em que provavelmente muito raramente voltarão ao comboio, ou ao eléctrico quando este estiver instalado.

“Temos o exemplo da Póvoa de Varzim, no Norte do país, em que, após a introdução do carro eléctrico, muitos utentes deixaram o caminho-de-ferro, porque se habituaram ao automóvel”, frisou Manuel Tão. Para o estudioso, o que se fez no corredor Lousado-Guimarães e no Porto-Póvoa de Varzim (em que se substituiu o comboio pelo metro) ilustra bem as vantagens da ferrovia em relação ao carro eléctrico.


“Ir lá, fazer as duas viagens, falar com as pessoas, ver o nível de satisfação e depois tirar as conclusões”, disse, reiterando que, quem viaja na linha electrificada, está mais satisfeito com o serviço. Foi sugerida, então, por um dos elementos do público, a organização de uma viagem ao Norte para demonstrar isso mesmo.
Manuel Tão preconiza a manutenção da linha da Lousã; a manutenção da sua ligação à rede ferroviária nacional; a respectiva electrificação em sistema de 25 mil volts; a adopção rápida de comando de tráfego centralizado que permite comandar à distância a mudança de linha, através do recurso a uma infraestrutura em fibra-óptica (que até já existe no Ramal, bem como uma subestação). “São benefícios possíveis de obter com um investimento pequeno, em seis meses e sem interrupção da linha”, frisou.
Considerou que o que se pretende instalar no ramal da Lousã não passa de um projecto híbrido, que pretende responder (mal) às necessidades urbanas de Coimbra e às de montanha do ramal. “O que vai acontecer é que este modelo não vai permitir que Coimbra tenha eléctricos rápidos e vai impedir a modernização do Ramal da Lousã, não fará nem uma coisa, nem outra”, realçou o investigador, acrescentando: “Coimbra tem um determinado padrão de procura e Miranda/Lousã outro. São densidades de ocupação e tempos de viagem completamente diferentes”, disse ainda.

Casimiro Simões, que moderou o debate, estranhou a ausência do presidente da Câmara Municipal da Lousã ou de um representante. De ressalvar que Fernando Carvalho foi convidado para o debate, mas respondeu nagativamente, por ter outro compromisso coincidente, a inauguração da feira do mel e da castanha.

“Sendo um dos municípios interessados em debater, é estranho que ninguém tenha vindo defender a sua posição, que também não se sabe qual é. Durante anos, o actual presidente da Câmara defendeu o metro, mas, no seu programa eleitoral em 2005 deixou cair o projecto metro para lhe chamar modernização do Ramal da Lousã”. O jornalista caracterizou a empresa Metro-Mondego como a “mais improdutiva” do país. “É um escândalo, são consumidos largos milhares de euros com salários e outras mordomias e não se fez nada pelo desenvolvimento de Coimbra”, disse, lembrando a relevância da linha para a própria cidade, tendo em conta a quantidade de pessoas que transporta.
Manuel Tão disse não acreditar que sejam feitas algumas obras a curto prazo, mesmo nas interfaces. “No domínio dos eléctricos, há um conjunto de investimentos que estão à cabeça destes. O meu vaticínio é que daqui a dois anos, tudo esteja igual como está, até porque em 2009 vamos ter eleições gerais e locais”.

O estudioso defendeu ainda que a Secretaria de Estado dos Transportes devia encomendar um estudo comparativo, à semelhança do que fez para o Algarve. “Em 2004 electrificou-se a linha a partir de Tunes para Faro, mas entre Tunes, Portimão e Lagos nada foi feito, tendo-se pensado posteriormente na introdução de carros eléctricos. Entretanto, a Secretaria de Estado actual pediu um estudo comparativo encomendado à Ferbritas, já apresentado, que conclui que a susbstituição de comboios por eléctricos era inviável em termos tecnológicos e financeiros, pretendendo-se agora a electrificação”.

Foram indicadas outras desvantagens do carro eléctrico: “as pessoas estão à espera de um transporte rápido, barato e eficiente. O metro vai trazer um aumento do preço das viagens e, depois das obras, haverá menor afluência de público”, referiu Paulo Cruz, lousanense trabalhador da CP, que defendeu a colocação de panfletos informativos nas estações e nas próprias automotoras para esclarecimento dos utentes.

Convites sem resposta

Para falar sobre o Ramal da Lousã, neste debate do dia 10, foram convidados elementos da CP, da Refer e da Liga de Amigos do Caminho-de-Ferro, mas, até ao momento, nenhuma resposta nos foi enviada.»

In Trevim, 14.11.2007

http://www.trevim.pt/noticia.asp?edcid=280&sccid=109&ntcid=5552#


Empresa Águas do Mondego Inicia Obras de Ligação do Saneamento de Vila Nova a Miranda do Corvo


Foram iniciadas as obras do sub-sistema de saneamento de Miranda do Corvo, emissários, estação e conduta elevatória.

Este projecto tem como objectivo a recolha e drenagem dos caudais de águas residuais domésticas de Vila Nova para a ETAR de Miranda do Corvo.

Este novo emissário irá desenvolver-se sensivelmente ao longo da EN17-1, permitindo o devido tratamento dos efluentes de Vila Nova que, até agora utilizavam fossas que já não apresentam condições de salubridade.

A obra em apreço é da responsabilidade da empresa Águas do Mondego e representa um investimento de 757.851,76 Euros.

Para além deste investimento, em Setembro de 2006 foi lançado o concurso para o projecto do complexo da Boavista e extensão ao sector nascente que incluí, para além das obras a executar no concelho de Coimbra, os reservatórios de Cabouco III e EE anexa, o reservatório de Chãs de Crastro, o reservatório do alto de Miranda, bem como das condutas adutoras até ao reservatório do Ribeiro. Este projecto representa um investimento de 19.260.924 Euros.

A concretização desta obra é esperada para 2009 e permitirá o abastecimento de água ao concelho a partir do Mondego, em quantidade e qualidade.

Efapel está presente em 42 países

«A maior indústria de capitais portugueses de aparelhagem para instalações eléctricas de baixa tensão aposta na investigação, desenvolvimento e inovação de produtos para fazer face à crise que afecta o sector da construção civil.


A EFAPEL, a maior indústria de capitais portugueses de aparelhagem para instalações eléctricas de baixa tensão, com sede em Serpins (Lousã), encerrou o primeiro semestre de 2007 com uma facturação de 8,8 milhões de euros, o que representa um crescimento de 23% face ao mesmo período de 2006. Para isso terá contribuído o facto da conquista recente de mais dois mercados - Luxemburgo e República da Moldávia -, o que se traduziu num aumento para 42 países estrangeiros onde a empresa tem presença e para onde escoa mais de 30% da sua produção.


O percurso ascensional da EFAPEL ocorre num período de dificuldades conjunturais que afectam o sector da construção civil, ao qual se destinam os produtos da empresa. Neste cenário, a empresa optimizou os seus recursos, apostando na investigação, desenvolvimento e inovação de produtos e numa maior divulgação dos mesmos, tanto no mercado nacional como no internacional.


A nível internacional, e de acordo com o “Export Manager” da EFAPEL, a empresa desenvolveu durante o primeiro semestre acções de marketing no mercado externo, entre as quais assume particular importância a participação em exposições sectoriais e eventos similares. A título de exemplo, na feira Tarbud 2007, a empresa foi distinguida com o prémio de inovação atribuído ao sistema de som ambiente EFAPEL – Série Jazz.


A consolidação da cooperação estratégica com os mercados da Rússia, França, Arábia Saudita, Espanha, Peru, Moçambique, Bulgária, Bélgica e Holanda contribuiu para estabelecer um conjunto de parcerias estratégicas de extrema importância, para a obtenção de um crescimento constante e sustentado.


Sendo a certificação de produto uma exigência e uma garantia de qualidade, a EFAPEL investiu desde cedo na certificação dos seus produtos e da empresa. Deste modo, os seus produtos estão certificados segundo as normas CERTIF (Portugal), NF-USE (França), VDE (Alemanha), KEMA KEUR (Holanda), CEBEC (Bélgica), GOST (Rússia) e SEMKO (Suécia), enquanto que a empresa está certificada pelas normas ISO 9001 (Gestão da Qualidade), ISO 14001 (Gestão Ambiental) e OHSAS 18001 (Gestão da Segurança e Saúde do Trabalho).
De salientar ainda que no seu sector de actividade, a EFAPEL é a primeira empresa registada no EMAS (Sistema Comunitário de Eco-Gestão e Auditoria) e a quinta a nível nacional.»

In Diário de Coimbra, 14.11.2007

segunda-feira, novembro 12, 2007

Tua, Rio em Risco - Paisagem ou Barragem?

«A todos os fotógrafos e demais interessados,


A admirável paisagem do rio Tua, afluente do Douro, sua flora, fauna e famosa ferrovia, estão ameaçados de desaparecimento com a construção de uma barragem. Património natural e cultural lesado também por outras barragens propostas: no Parque Nacional da Peneda-Gerês, Parque Natural de Montesinho, Rio Sabor, Rio Maçã (de grande beleza), Alto Coa (como o Tua também com gargantas de grande interesse paisagístico, geológico e ambiental, conservadas em países como a França ou Marrocos), Geopark Naturtejo da Meseta Meridional, Almourol, etc.


Tem até amanhã 3ª Feira 13 para enviar a sua opinião por escrito
para o INAG, para o que pode usar o documento FICHA DE PARTICIPAÇÃO.doc a descarregar aqui:

http://www.inag.pt/inag2004/port/diversos/temporario/seguranca/Seguranca.html
onde pode também obter mais informação sobre o Programa Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico.


Junto 2 fotos do Tua, que tenho visitado, e um texto em que
explico o que seria destruído pela barragem, que pode ser construída noutros locais menos valiosos que não faltam num país tão acidentado orograficamente.


Se lá for fotografar, não no Inverno ou Verão dada a temperatura, vá acompanhado e leve água e telemóveis. É proibido andar sobre a linha do comboio.


Pode ler mais e deixar comentários/fotos no Livro de Visitas do site
do Movimento Cívico pela Linha do Tua (http://www.linhadotua.net ) que é também uma das associações a que se pode juntar se desejar participar duma forma mais activa. Entre outras associações, há ainda:


http://www.coagret.com/http://www.saborlivre.orghttp://www.geota.pt


Um artigo:

http://www.naturlink.pt/canais/Artigo.asp?iArtigo=21673&iCanal=52&iSubCanal=6721&iLingua=1

"Usually, terrible things that are done with the excuse that progress
requires them, are not really progress at all, but just terrible
things."
Russell Baker (1925)



Os vales, quanto mais profundos e estreitos mais impressionantes
para o Homem e belos para fotografar, mas também mais vulneráveis (apetecíveis) a ser emparedados e submersos por barragens. O rio Tua, a 100m sobre o nível do mar, é ladeado por escarpas que chegam aos 676m e pouco menos ao longo de quilómetros. O rio Tinhela, seu afluente, tambéma submergir, contorna uma extensa vertente selvagem com 500m de altura.
Os blocos de granito das Fragas Más no Tua têm centenas de metros de diâmetro. Estar nestes ambientes magníficos proporciona-nos uma experiência única da Terra.


O que a barragem põe em causa:


PAISAGEM: 20Km de vale encaixado, de aspecto agreste, da Brunheda à Foz do Tua, e ainda o Rio Tinhela e a Ribeira de Barrabáz. A diferença altitude é tão extrema que em Foz-Tua pode estar enublado, aos 300m entramos num nevoeiro denso com 5m de visibilidade, aos 650m saimos das nuvens que se vêem agora por cima iluminadas pelo sol, cobrindo vales e ladeadas de mais cumes.


FLORA: O Tua é um dos poucos locais onde se pode ver o aspecto que Portugal tinha na pré-história, em termos de cobertura vegetal. O difícil acesso, pela inclinação, extensão e esforço físico, impediu a agricultura em muitos locais, permanecendo a flora selvagem, principalmente os zimbros, arbustos de grande porte, quase arbóreo. O ar limpo dada a pouca indústria local e a ausência de pessoas permite a muitas espécies de líquenes crescerem luxuriantemente. Castanheiros, pinheiros (de alepo?), e sobreiros cobrem as vertentes sobranceiras ao rio Tua numa floresta densa e verdejante dada a ausência de incêndios.
Eucaliptos são praticamente inexistentes.


FAUNA: Nos túneis do comboio há populações de morcegos. Vê-se o esquilo, muitas espécies de aves incomuns, e ouve-se o pica-pau.
Dizem-me existir águia real, bufo real, cegonha preta, e talvez falcão peregrino e abutres, e que várias espécies e sub-espécies de borboletas e libélulas em Portugal só podem ser encontradas no Tua. *Se me pode, ou conhece quem possa, ajudar a identificar uma libelinha ou efemeróptero muito invulgar que lá encontrei, diga-me por favor e enviar-lhe-ei uma foto.*


GEOLOGIA: As termas de S. Lourenço, com água quente sulfurosa brotando dos pés da estátua medieval do mesmo santo, onde se tomam banhos medicinais, num edifício de forma medieval e invulgar, e as Caldas de Carlão, estas já com instalações modernas de hidroterapia, são algumas das manifestações do vulcanismo da região. Tudo isso, mais a praia fluvial no Tinhela nas Caldas de Carlão, com arvoredo que lembra o Choupal em Coimbra, são para submergir. Bem perto, os algares no Rio
Tinhela, também. As interessantes formas de erosão da rocha pela água no rio Tua (foto anexa), também desaparecerão, mesmo que se construíssem mini-hídricas em vez da barragem de 130m de altura. As cascatas da Ribeira de S. Mamede, caindo por fim sobre o Tua, também serão submersas.


HISTÓRIA: A linha do Tua, concluída em 1880, cuja construção na rocha escarpada deve ter equivalido em dificuldade à construção da Ponte 25 de Abril, é considerada por muitos o principal motivo porque a barragem não deve ser construída, porque será submersa ainda para montante da Brunheda (a nova bacia prevista é para ter uma extensão de 3822Km2). Seria um insulto aos que a construíram em condições inimagináveis e à nossa memória colectiva destruir esta relíquia de Arqueologia Industrial portuguesa, com as suas pontes de ferro e toda a
parafernália de equipamentos ainda existentes, incluindo as estações e o comboio a vapor que agora leva turistas da Foz-Tua à Régua. 150 anos ao serviço, interrompidos pelo acidente de 12 de Fevereiro último, apesarda boa manutenção e considerável afluência de utentes.


ANTROPOLOGIA: A agricultura de socalcos (oliveira, etc) que mesmo assim ainda é feita, chegando nalguns pontos quase até ao rio por caminhos estreitos em ziguezague, tem maior biodiversidade que nalgumas zonas da Ásia classificadas como Património da Humanidade. A água chegaria a menos de 10m da aldeia do Amieiro, descaracterizando por completo aquele lugar e inundando hortas ainda em actividade.


SEGURANÇA: A população de Foz-Tua viveria à boca da barragem, que pode ruir por terramoto, erro técnico, deficiência nos materiais, queda de pedras como as que descarrilaram o comboio em Fevereiro, sabotagem ou terrorismo; as 2 pontes (rodoviária e ferroviária) actualmente aí existentes seriam provavelmente varridas pela água, impossibilitando até os socorros necessários.


TURISMO: Considerado a principal saída para o desenvolvimento da região, imensos projectos turísticos em marcha seriam inviabilizados. Desde logo a constituição dum parque de natureza do Baixo-Tua, da Brunheda à Foz do Tua, e englobando o Baixo-Tinhela desde Martim, e a Ribeira de Barrabáz, privado ou público. Aqui poderiam ser realizadas
actividades modernas de vária ordem, didácticas, escalada, cicloturismo, passeios pedestres, talassoterapia, ..., incluindo os passeios fotográfico-científicos que eu e o Visionarium de Sta. Maria da Feira tencionávamos oferecer. O comboio a carvão poderia andar de novo na linha do Tua, levando turistas em visitas guiadas aos muitos motivos de interesse. Os acessos à linha poderiam ser melhorados, infraestruturas de apoio criadas, trilhos bem assinalados à maneira suíça; um potencial ainda largamente por explorar num país com forte aptidão turística. Já hoje se oferecem visitas guiadas, por antigas estradas romanas
adjacentes. Em Foz Tua existem bons restaurantes, a Casa do Tua é um hotel de qualidade e há ofertas de turismo rural em locais próximos. Em Carlão, as casas surgem entre enormes blocos de granito. A própria paisagem de S. João da Pesqueira a Pinhão, onde se atravessa o Douro e onde está prevista outra barragem, e daqui a Favaios, é incrivelmente tridimensional e bela, com as vinhas e os ciprestes a lembrarem a Toscânia, na Itália, onde se fazem workshops internacionais de Fotografia.


Os rios devem continuar a ser rios e as montanhas a ser montanhas.
As barragens e as pedreiras nivelam o mundo, que fica assim mais
desinteressante. Tendo em conta o que já causámos ao planeta, há que evitar mais danos. As barragens podem ser vistas como uma forma de obter energia renovável, mas quebram o fluxo natural de sedimentos das montanhas para o mar, e as praias já começam a não ter areia (só este ano, aconteceu na Costa da Caparica, Ericeira, Póvoa do Varzim?). São apresentadas como um instrumento para mitigar as alterações climáticas reduzindo as emissões de CO2 para a atmosfera pelos mesmos políticos que não escondem o seu regozijo com a descoberta de novos poços de petróleo no Brasil e prospecções em Peniche, nada fazem para nos pôr a andar a álcool e não querem painéis fotovoltaicos porque sai caro, em Lisboa querem-nos a andar de transportes públicos e no Tua acabam com o comboio, levando à conclusão que o problema deles é realmente o preço a que está o petróleo. Nós a recear o degelo dos pólos e já a ser inundados por dentro... No site do ICNB, lê-se: "O Comissário Europeu para o Ambiente, Stavros Dimas, considerou ainda que a perda de biodiversidade é mais problemática do que as alterações climáticas"

http://portal.icnb.pt/ICNPortal/vPT2007/O+ICNB/Centro+de+Documentacao/Noticias+-+Lista/Detalhe+Noticia/livro+vermelho.htm

No Parque Nacional de Yosemite, California, USA, quando lá estive, eapesar da seca que decorria, estavam a planear desmontar uma barragem para recuperar a zona para ficar como o vale central que atraía nessa altura já 1 milhão de eco-turistas/ano (6 dólares por dia cada entrada). Portugal, em ideias, anda 50 anos atrasado.»



Por favor reenvie esta mensagem aos seus amigos.


Texto e Fotos - José Romão

Licenciado em Biologia pela Universidade de Coimbra

Mestre em Ciências Biológicas pela Wayne State University, Michigan, EUA

Doutorado em Genética pela Purdue University, Indiana, EUA
Fotógrafo de Natureza http://www.milcores.pt





3 Olhares pela Lousã

3 Olhares pela Lousã, No Museu Etnográfico Dr. Louzã Henriques, na Lousã

De 27 de Outubro a 18 de Novembro, numa parceria com o Instituto Superior Miguel Torga.

A exposição de fotografias “3 Olhares pela Lousã” estará patente até 18 de Novembro, integra fotos a preto e branco e a cores da autoria de Ana Carolina Correia, Manuel Marques e Ricardo Almeida.

Reflorestação Avança na Serra da Lousã

«Vinte mil árvores vão ser plantadas até ao final do mês na Serra da Lousã.

Neste e nos próximos dois fins-de-semana, os voluntários (crianças, jovens e adultos de várias instituições e empresas) irão plantar cinco mil sobreiros, seis mil carvalhos, duas mil cerejeiras bravas, cinco mil castanheiros.»

Ler mais em

www.diariocoimbra.pt/17140.htm

sábado, novembro 10, 2007

Na Agenda de Penela, Mês de Novembro de 2007


Na Agenda

Quartas Feiras Desportivas

Local Pavilhão Multiusos e Piscina Municipal

Todas as Quarta-feiras das 14:30 às 17:30



Exposição de Escultura e Desenho «Sábios Mudos… Mundos Faladores» de Álvares de Sousa

Local Espaço Museu da Villa Romana do Rabaçal

De Terça-feira a Domingo, das 11 às 18 horas



Oficina Permanente de Malabarismo – Malabartes, pela companhia teatral Encerrado para Obras

(a partir dos 10 anos, sem limite máximo de idade)

Actividade gratuita

Local Clube Desportivo e Recreativo Penelense

Todos os Sábados, das 11 às 13 horas


Hora do Conto com as Histórias: «O Lobo Feroz» e «A Horta do Senhor Lobo»

Local Biblioteca Municipal

10 de Novembro, 10:30

Hora do Conto – Comemorações do Dia Mundial da Ciência, dinamizado pela Companhia Teatral Encerrado para Obras

Local Biblioteca Municipal

17 de Novembro, 10:30


II Passeio de Cicloturismo Penela-Fátima

Com condições obrigatórias – Informações no Gabinete de Desporto

Data 18 de Novembro


Ler Juntos - Hora do Conto para pais e filhos

Local Biblioteca Municipal

20 de Novembro, 18:30


Hora do Conto com as Histórias: «A Verdadeira História dos Três Porquinhos» e «Um Lobo pela Trela»

Local Biblioteca Municipal

24 de Novembro, 10:30

Clones e Clowns – pela Companhia Teatral Encerrado para Obras

Local Auditório Municipal

24 de Novembro, 21 horas


Fórum Desenvolvimento Económico, em Penela


«Debater o desenvolvimento económico do concelho de Penela é o principal objectivo do 2.º fórum organizado pela autarquia. O evento realiza-se hoje, no auditório municipal.


Turismo, energias renováveis e competitividade são os três grandes temas que vão estar hoje em debate no Auditório Municipal de Penela, no 2.º Fórum de Desenvolvimento Económico. O primeiro painel aborda a área do turismo, ligado à cultura e ao património, num contexto de espaço rural de baixa densidade demográfica. Este é, aliás, uns sectores estratégicos da autarquia. “Porque se há uma área em que somos diferenciadores, é aí”, garantiu ao jornal Diário As Beiras, Paulo Júlio, presidente da Câmara Municipal de Penela. O concelho – lembra – está inserido num eixo ligado ao património histórico, com os castelos de Penela, o Castelo de Germanelo (que vai entrar em obras de beneficiação já em Dezembro) e a Villa Romana do Rabaçal. Por outro lado, o município tira partido da natureza: veja-se, por exemplo, a Praia da Louçainha (uma seis das praias fluviais, este ano, a receber bandeira azul), a Pedra da Ferida (“um circuito pedonal que termina num espaço muito bonito que tem uma cascata” e que está a ser alvo de intervenção) e o Centro de Interpretação do Sistema Espeleológico do Dueça (que a Câmara Municipal de Penela quer começar divulgar, a nível nacional, em todas as escolas). ”Existe, à volta deste património histórico e da natureza, um potencial muito rico. Há, por isso, mais investimento que pode aparecer e, por consequência, ser gerador de mais emprego e de mais riqueza”, adiantou o autarca.
O segundo painel é dedicado às energias renováveis, uma área à qual “o próximo Quadro Comunitário de Apoio vai continuar a dar muita importância”. Para Paulo Júlio impunha-se debater este sector, sobretudo numa altura em que entraram em funcionamento dois novos parques eólicos no concelho – um no Monte de Vez e outro na Serra do Espinhal. “Dois investimentos privados e que fortalecem a área das energias renováveis”, adiantou.


A competitividade é o centro do debate do último painel do Fórum. Trata-se, segundo Paulo Júlio, de um painel generalista, onde se vai discutir um conceito cada vez mais importante “nesta fase de macroeconomia que a Europa está a viver”.


Mas este painel traz um outro conceito inovador: o de “business angels” (ou seja, aquele que dispõe de capital (de risco) e o aplica em (boas) ideias de outros). Neste campo, há também, segundo o autarca, “uma filosofa de trabalho que advém do 1.º curso de Empreendedorismo da Universidade de Coimbra que foi, pela primeira vez, realizado fora de portas, em Penela. “Sei que agora vão aplicá-lo em vários outros concelhos”, adiantou o presidente da autarquia. Do curso saíram 10 boas ideias de negócio. Dessa dezena, algumas poderão ser implementadas pelos próprios “criadores”. Quanto às outras, pode haver interessados com capital e que queiram “pegar nelas” e implementá-las no terreno.


Neste Fórum de Desenvolvimento Económico, a autarquia de Penela pretende, para além de promover o concelho, mostrar os grandes projectos que o transformam num dos mais apetecíveis para investir.»

In As Beiras, 10.11.2007

quinta-feira, novembro 08, 2007

Na Agenda de Miranda do Corvo, Mês de Novembro de 2007

Eventos

10 de Novembro, 14:30 horas

Quinta da Paiva, Miranda do Corvo

Magusto do Clube da Mulher

Org. Clube da Mulher da ADFP, CMMC

10 de Novembro, 21 horas

Salão de Festas da ADFP, Entrada Livre

Peça de Teatro Infanto Juvenil «O Rapaz de Bronze, de Sophia de Mello Breyner

Grupo de Teatro Trai-l-ró do Casal Cimeiro, Soure

Org. ADFP, INATEL, CMMC

10 de Novembro

Salão de Festas dos Bombeiros Voluntários de Miranda do Corvo

Baile com o Grupo Tekos

Org. Ass. Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Miranda do Corvo

11 de Novembro

Centro Hípico de Miranda do Corvo

Concurso de Saltos Indoor

Org. Centro Hípico de Miranda do Corvo, ADFP, Apoio CMMC

11 de Novembro

Segade, Miranda do Corvo

Down Segade II

Org. Grupo de Jovens de Segade, Apoio CMMC

17 de Novembro, 21 horas

Pavilhão Municipal de Miranda do Corvo

Passagem de Modelos

Org. Finalistas do 12º ano da Escola José Falcão, Apoio CMMC

17 de Novembro

Salão de Festas dos Bombeiros Voluntários de Miranda do Corvo

Baile com a Banda Lux

Org. Ass. Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Miranda do Corvo, Apoio CMMC

24 de Novembro, 21 horas

Mosteiro de Santa Maria, Semide

Encontro de Coros

Org. CMMC, CEARTE, Ministério da Culktura – Delegação Regional da Cultura do Centro

23-24-25 de Novembro

Miranda do Corvo

Fim de Semana Gastronómico «Vivó Porco»

Org. CMMC, Apoio UAC – Dueceira

29 de Novembro

Auditório da Escola Ferrer Correia, Senhor da Serra

Colóquio «Riscos que nos Tocam»

Org. Ass. De Pais do Agrupamento de Escolas Ferrer Correia, Colaboração CMMC, Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Miranda do Corvo, Agrupamento de Escolas Ferrer Correia

1 de Dezembro, 22 horas

Salão de Festas dos Bombeiros Voluntários de Miranda do Corvo

Baile com o Grupo Tekos

Org. Comissão de Festas de S. Sebastião 2007/2008

Apoio Ass. Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Miranda do Corvo, CMMC


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