domingo, abril 22, 2007

Jogos de Guerra no Golfo Pérsico - Parte II


USS Stennis devidamente escoltado

Enquanto andamos todos entretidos com notícias fabricadas e encomendadas, manipuladas e com novelas televisivas: as diatribes do Primeiro Ministro, com o seu atribulado percurso académico na UnI e com quem vai ser o/a próximo/a inquilino/a do Eliseu, no Golfo Pérsico, avoluma-se o Arsenal Norte Americano…



O USS Nimitz, porta-aviões movido a energia nuclear e o grupo de batalha, que o acompanha, está actualmente a caminho do Golfo Pérsico, o que elevaria o número actual de porta-aviões para três.

Será que as 3 esquadras aeronavais vão voltar para trás?


USS Stennis

O que move George W. Bush?

O Armagedão?

O Petróleo?

A Mentira?

A Manipulação?

A Religião?



Actualmente por seis barris consumidos cada dia, apenas um só é extraído. Encontramo-nos, pois à beira de um choque petrolífero sem precedentes.

Quer se trate de prosperidade ou pobreza, guerra ou acordos de paz, a questão do petróleo está sempre presente, ainda que na maioria das vezes, sabiamente camuflada. Isto conduz-nos a uma verdade inquestionável: O petróleo constitui a grande manipulação e a grande mentira do mundo contemporâneo.

Texto: Mário Nunes



USS Eiseinhower

Mais informações em:

http://www.cvn74.navy.mil/news.html

e em Jogos de Guerra no Golfo Pérsico, publicado neste blogue em 05 de Abril de 2007

USS Nimitz

«O choque no petróleo não derivará, apenas, do tão apregoado "carpet bombing" norte-americano de 1000 operações sobre 450 alvos em duas semanas. "Mas, também, em todos os movimentos retaliatórios na região. O Irão poderá cortar nas suas exportações de crude e de gás, tentar bloquear o Estreito de Ormuz e atacar alvos energéticos próximos na própria Arábia Saudita e no Qatar. Toda a segurança no Golfo Pérsico estará em questão.

Os preços rapidamente poderão ir subindo até chegar aos 150 dólares por barril", afirma Terence Ward, 51 anos, um especialista meio-irlandês e meio-americano, que vive em Florença, na Itália.(...)»

«Será um máximo histórico jamais atingido, mesmo em termos de valores reais na época do segundo choque petrolífero nos anos de 1980 a 1983 (a conversão dos 30-34 dólares por barril do pico de então para preços actuais rondaria os 90 a 100 dólares). (…)»

"Esta espiral mudará, em definitivo, a forma de pensarmos a economia do petróleo".» in Observatório da Economia Mundial

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